Intrigas De Uma Vida Sem Roteiro
16 Capítulo 16 - Primeiro Dia
Notas iniciais
Ta o capitulo, espero que gostem. Tem muita coisa ainda pra acontecer e para dar sua opinião, só comentar lá em baixo.
Obrigado por lerem e volte sempre.
BEIJÃO.
Fiquei parada quase sem reação quando vi ela, mas alguém me tirou desse transe.
- Bia que saudade – era o Daniel. Ele disse me abraçando por trás.
Virei pra ele ainda pensando em que eu tinha visto anteriormente.
- Dani, eu também – disse o abraçando.
Ele era o meu melhor amigo, amigo mesmo daquele que te ajuda a levantar quando você cai e tal. E ele me ajudou num momento muito difícil e ruim. Ninguém conseguia fazer com que eu melhorasse e ele caiu do céu direto na minha frente. Mas o que aconteceu no passado não vinha ao caso. Eu tinha que ia atrás dela.
- Eu já encontrei a galera toda por ai, a Miss, a Mary e o Leo também, tão esperando você na sala 608, daqui a pouco eu vou pra lá também – ele disse e sumiu em meio as pessoas.
Voltei o meu olhar para frente da cantina e lá estava ela, conversando com o diretor.
Destino você esta muito louco. Como isso pode acontecer. Ta ate agora eu não falei quem era a pessoa, né. Talvez depois que eu dizer vocês pensem que eu estava exagerando, mas não estava.
Roberta, ela estava lá. Fazendo o que? Não sei mas vou descobrir indo ate lá.
Não andei muito ate lá, só demorei um pouco tentando desviar das pessoas e não perdê-la de vista.
- Oi? – eu disse. Ela ainda falava com o diretor.
- Oi Beatriz a aluna mais aplicada dessa escola – uau, tinha me esquecido como esse diretor era mentiroso e baba ovo.
Dei um sorriso sem graça pra ele que logo voltou a olhar pra Roberta.
- Desculpem, pode continuar – eu disse ainda não vi a expressão da Roberta mas deve estar como a minha ou pior.
- Não que isso, eu estava mesmo procurando alguém pra mostrar a escola pra ela e você caiu do céu – mostrar a escola pra ela? Ela vai estudar ali? Eu sabia que ela não ia pra uma faculdade, porque repetiu o ano no passado, mas estudar ali nem pensou em passar pela minha cabeça – Eu vou deixar vocês conversarem – ele virou de costas pra nos e se virou pra gente de novo – E outra coisa, vocês vão ser da mesma sala, uma beleza – agora sim ele se foi e eu virei incrédula pra Roberta.
- Eu não acredito nisso – eu disse rindo.
- Pois é acredite, vou estudar aqui. E aqui não é nada mal – ela disse – Eu a vi suas amigas por ai mas não falei com elas.
- Então vamos pra sala, que já deve ter algum professor lá – disse a pegando pela mão.
Ok, eu tinha uma pequena fissuração por ela, eu a conhecia há pouco tempo, mas parecia que conhecia há anos.
Chegamos na sala e tinha uma quantidade razoável de alunos e ainda não tinha nenhum professor.
Vi a meninas com o leo e um desconhecido, Dani não estava na sala.
- Fala girls, fala men, oi garoto – eu disse me aproximando deles.
- Oi a gente não viu você na entrada por isso viemos pra cá – a Mary disse.
- Sem problema, gente vocês não vão acreditar. A ...
- A Roberta vai estudar aqui – a Miss me interrompeu e disse.
- E aqui quer dizer na nossa sala, incrível – eu disse empolgada e na mesma hora a Miss fez uma cara de tédio.
- Dessa eu não sabia, bem vinda então – a Miss disse seria. Não ia prestar essas duas juntas.
- Obrigada, vou colocar minha bolsa ali e me envolver com essas pessoas, porque aqui eu não sou tão bem vinda por todas – a Roberta disse saindo sem dar tempo de alguém falar algo.
Olhei pra Miss totalmente com raiva – Legal isso que você fez.
- O que eu fiz? – ela respondeu se fingindo de desentendida.
- Ohh a santa não sabe? – disse com ironia.
- Garotas, garotas parem com isso hoje, please. Tem gente nova na área – a Mary disse interrompendo uma leve discussão entre eu e a Miss.
- É verdade, quem és tu guri? – disse olhando pro desconhecido. Ele era... hum... normal. Cabelos pretos, branquinho e bonito.
- Eu sou o Renan, prazer – ele disse. "Nossa que voz" eu pensei. O cara tinha uma voz incrível, futuro locutor de radio.
- Prazer é meu – disse estendendo a mão pra ele, que logo entendeu o recado e a apertou.
- Ola queridos alunos, sejam bem vindos há mais um ano letivo – um professor adentrou na sala. Professor de matemática, Jonas.
Todos se sentaram. O Dani chegou atrasado. E começou o blábláblá de inicio de ano. Passou-se três tempos de aula e, imaginam em plena segunda-feira os três primeiros tempos de matemática. Passamos esse tempo mais se apresentando e fazendo uma tal dinâmica de grupo que o Jonas passou. Fiquei em um grupo sem ninguém que eu conhecia. Mas conheci três pessoas novas, Janaina, Susi e Carlos, nomes bem comuns mas em meio às conversas ouvi alguém dizer que tinha um tal de Camelon. Devia ser mexicano.
Minha primeira impressão da turma, foi normal, tinha "as patrícias", "os mauricios", o fundão e os quietinhos. Ah e também o nosso grupo anormal.
- Nunca pensei que essa aula ia acabar – o Leo reclamou quando se sentamos no pátio.
- Mal começou e já ta reclamando – eu disse rindo.
- O que mais irritou ele foi que as garotas ficavam babando o profe – Dani disse caindo na gargalhada.
- Nada disso – Leo retrucou dando um pedala no Dani.
- Eu to com fome, alguém vai comigo? – eu disse depois de uns minutos de conversa.
- Quando você não esta com fome né Bia? – a Mary disse.
- Haha engraçado. Alguém vem?
- Eu vou, também quero comer – o Renan disse se levantando.
- Alguém mais? – eu disse. Todos negaram – Então vamos.
Saímos do pátio e entramos na cantina que era no segundo portão do pátio.
Comprei uma pizza, batata frita e uma coca, e o Renan pediu um sorvete azul, eu nunca soube de que sabor era aquilo, mas era bom.
Voltamos pelo mesmo caminho, mas o Renan entrou em um corredor que tinha muito pouca gente.
- O menino, é por aqui – eu disse apontando a portão.
- Primeiro vem aqui – ele disse me chamando com as mãos.
- Diz ai – disse olhando pra ele. O cara era alto, 1,85 talvez.
- Você é a namorada do Koba daquela banda de coloridos, né? – tava demorando pra essa pergunta fazer parte do meu dia-a-dia.
- Sim, sou – disse. Só se ouvia o zum-zum-zum das pessoas no momento – E ai, só isso?
- É só – ele disse com um sorriso. Já disse que o sorriso dele era lindo, se não to dizendo agora. O sorriso dele era LINDO.
- Precisava perguntar escondido?
- Não se importa em dizer isso no meio das pessoas? – me perguntou.
- Não – respondi rindo.
- Então, desculpa ai.
- Que nada, velho. Agora vamos que eu preciso comer isso tudo.
Ele era um fofo, não podemos negar.
Voltamos para onde à galera estava e começaram os comentários.
- Demoraram, estavam fazendo o que Bia? – o leo disse como se só existisse eu ali no meio.
- Estava fabricando essa pizza ou foi "mostrar" – Dani fez o sinal de aspas com as mãos – um pouco a escola pra ele.
O Renan ficou mais vermelho que o ketchup. Eu comecei a rir.
- Vocês são hilários. Já viu como esta esse colégio? Um mutirão de gente, parece que só existe esse no Rio – disse rindo. Todos assentiram.
- É galera e vocês sabem que ela esta comprometidona – a Mary disse e eu assenti.
- Serio? Com quem? Eu não sabia, como não me contou? – o Leo disse histérico.
- Porque você estava no Caribe e minha mãe não me libera tanto dinheiro pra eu pagar uma ligação pra lá – disse irônica.
- Bia você ta milionária – dani disse.
- Foi isso o que eu disse pra ela, antes dela me dar um fora, tipo, Beatriz você é minha filha e fui eu que joguei aqueles números na loteria, não você – disse e todos começaram a rir – Qual foi gente, foi deprimente pra mim.
- Legal mas você não disse ainda quem é o sortudo – leo voltou a olhar pra mim.
- Você não sabe retardado? Serio? Não entra no computador há quanto tempo? – a Miss disse.
- Entrei ontem, porque? – ele respondeu.
- Ela ta com o Koba da Restart, velho.
- Sabia que ela ainda tinha mania de ficar namorando os pôsteres, mudou de "choose" – o Dani fez aspas com as mãos. Ele tem essa mania, esqueci de falar – era o tal do Thomas e agora é esse Kóba? – ele terminou e eu quase enforquei aquele cara.
- Primeiro – disse me controlando pra não pular no pescoço dele – é Koba, não Kóba. E segundo, não é o pôster, é o de verdade.
- Impossível Bia, você ta pirando – o Leo disse.
- Não ta não, ta na Internet caras – o Renan disse.
- Que isso Renan ate você caiu nessa? – o Dani disse.
- Pêra ai se ta na Internet, me mostra alguma coisa no seu celular – o Leo disse desconfiado.
O Renan pegou o Iphone dele. Pêra ai, já que falei em Iphone, minha mãe me compro um alguns dias atrás e eu não sabia, pirei histericamente quando vi aquela linda caixa em cima da minha cama. Voltando ao Renan, ele deve ter colocado algum site lá e mostrou pros meninos, que quando acabaram de ler ficaram de boca aberta.
- E ai? Acreditam? – eu disse.
- Bia o que seu twiter estar fazendo no twett dele e com a seguinte frase: meus amores, essa é minha lindinha, te amo garota. – o Dani disse com uma expressão que pela primeira vez eu não entendi.
- Foi o que eles disseram e eu confirmei – eu disse.
- Então é verdade. Bom parabéns, e você vai ter que contar essa historia direito pra gente – ele disse e olhou pro Leo que ainda via o celular.
- Leo? – a Roberta o cutucou que despertou de um pequeno transe.
- Não tenho nada a declarar – ele disse.
- Gente é normal não...
- Normal Bia, você namora um famoso – ele me interrompeu.
- Ta não é tão normal pra mim. Mas eu sou a mesma pessoa. Pensa como se eu tivesse namorando o – dei uma olhada pelo pátio procurando alguém que eu não namoraria – Renan – apontei pro Renan e vi que ele voltou a ficar vermelho.
- Como assim bia? – Dani disse.
- tipo o Renan, eu não o namoraria, porque ele é meu amigo, igual a vocês. Se eu aparecesse e dissesse que to namorando ele ia parecer estranho, mas vocês iam entender. Entendeu? – ri quando acabei de falar.
- Um pouco – o leo disse.
- Ta vamos, vamos mudar de assunto – disse encerando o papo.
Conversamos sobre coisa bobas e sobre as meninas que o leo pegou no Caribe. Ele contava aquilo com brilho nos olhos, era ate engraçado ver.
O sinal tocou e todos fomos pra sala. Passou-se mais 3 tempos, 2 de geografia. A professora era incrível, ela já foi minha professora em outros carnavais, tirando que ela já passou um trabalhinho chato. E 1 de informática, também conhecia o professor de outros carnavais, ele era um mala, cheio de não me toque.
O sinal bateu e dei graças a deus de sair daquela sala com aquele Willian, ele me dava nos nervos, o cara irritante.
Estávamos já no patiu. A Miss foi embora resolver problemas de família e o leo também foi porque tinha treino de futebol. Ficamos eu, Mary, Roberta, Dani e Renan, que na aula toda não parou de olhar pra mim.
- Então onde vocês moram? – o Renan perguntou.
Cada um disse onde morava, inclusive eu.
- Bia eu moro na mesmo rua que você – ele disse empolgado. "Pra que tanta empolgação garoto" pensei.
- Cara, que massa, nós vamos juntos então. Eu, tu e o Dani – eu disse não tão empolgado quanto ele.
- Firmo – ele disse e fez uma cara engraçada.
- Então galera bora? – o Dani disse depois de falar algo com a Mary e a Roberta.
Foi ai que eu percebi que o Renan estava de costas pra Dani, eu na frente dele e as meninas na frente do Dani.
- Vamos sim, tenho que comer e a fome ta voltando – disse tentando desembaraçar na minha mente o que estava embaraçado.
Roberta foi pra um lado, a Mary pro outro e eu e os meninos pro outro.
[RENAN NARRANDO]
Mal cheguei na escola e já tinha os melhores amigos que já tive. O Daniel e o Leo, são muito parceiros. A Mary, a Miss, acho que não poço chamar a Letícia assim porque só as meninas que podem, e a Roberta são lindas, super simpáticas, engraçadas e lindas, já disse né. A Bia, nossa, era isso que eu falei das meninas elevado ao cubo. Se ela não tivesse namorando meu amigo, desculpa Koba, eu pegava. Antes que perguntem alguma coisa, sim eu era amigo do Lucas, ele não me mandou aqui pra espionar a Bia, eu sei que ele é apaixonado a esse ponto. Eu to nessa escola porque minha família de repente queria mudar de vida e vim pro Rio.
Eu , o Daniel e a Bia estávamos andando em uma rua reta, conversando sobre coisas bobas. Chegamos a uma esquina e o Daniel entrou na mesma. Eu e a Bia continuamos seguindo reto.
- ... E ai eu fui escondido com os amigos – eu disse me referindo ao jogo do São Paulo.
- Cara você é louco, se jogar da janela do seu quarto, pra ir a um jogo? — ela disse rindo.
- Fazer o que né, loucuras da adolescência – eu disse.
- E ainda por cima você foi escondido. Eu te dava umas boas surras garoto.
- Eu que não queria ter uma mãe como você, na parte da surra, porque tirando isso você é incrível – deixei escapar.
- Se isso foi um elogio, obrigada – ela disse sem jeito – Mas quem são esses seus amigos?
Fudeu, o Lucas disse pra eu não contar esse detalhe. E também disse pra eu cuidar dela e não fazer com que ninguém a faça chorar. É foi isso.
- Voce não os conhece..
- Por isso que eu quero saber – ela disse arqueando a sobrancelha.
- Felipe, João e Caio – menti sobre os três nomes.
- Legal – ela disse desinteressada.
Não demorou muito e chegamos a casa dela.
- Então ate amanhã né? – eu disse.
- É ate – ela se virou e deu alguns passos – Pêra ai esqueci – ela disse voltando.
- Pode dizer – eu disse ainda na frente do portão dela.
- Pbrigado, por me salvar àquela hora com os meninos, se você não tivesse mostrado a eles eu estava sendo interrogada ate agora – ela disse.
- Que nada, só foi minha obrigação.
- Sua obrigação? – ela disse desconfiada.
- É... Amigos ajudam os outros.
- Aham, claro – ela sorriu – Então ate amanhã.
- Ate...
Ela entrou em casa e eu segui meu caminho. Realmente não era muito longe só uns dois quarteirões dali.
O caminho todo fui pensando se eu diria pro Lucas que estava morando perto da Bia, acho que não. Ele ia me obrigar a ficar 25 horas de olho nela.
Ele era meio possessivo, mas não com todo mundo. E agora que a garota mora no Rio, ele fica mais preocupado. Mas a Bia pelo que eu vi não é de fazer essas coisas.
Cheguei em casa, tomei m banho e fui comer.
[BIA NARRANDO]
Entrei em casa e todos já estavam almoçando.
- Bia, senta logo – minha mãe disse empolgada.
- E pelo jeito hoje a comida é especial – disse vendo um escondidinho de carne – O que houve?
- Primeiro sua mãe contratou uma empregada e segundo é melhor ela contar – meu pai disse.
- SERIO, QUAL O NOME DELA? QUEM TE CONVENCEU? – eu disse aos berros.
- Calma. o nome dela é Cida. E ninguém me convenceu, só achei que estava um pouco cansada e não daria conta disso tudo sozinha, mas mesmo assim vou ajudar ela no que eu posso – minha mãe disse.
- E a outra coisa? – perguntei curiosa.
- Julia...
- O que ela fez com minhas coisas? – toda vez que minha mãe fala Julia primeiro, quer dizer que ela destruiu alguma coisa minha.
- Sua sobrinha...
- Eu sei que ela é minha sobrinha, diz logo – disse a interrompendo de novo.
- Deixa-me falar? – assenti – Então ela não se deu bem na escola onde colocamos e a outra única opção é a sua escola.
- E daí. Não vão me dizer que vão colocá-la no meu colégio, pra eu buscar e levar ela? – disse não acreditando naquilo.
- É isso sim – minha mãe disse com ar de autoridade.
- Ta de brincadeira? – sangue subindo pros olhos.
- Não, é serio. Ela vai contigo depois de amanhã e ponto – ela disse.
- Tudo bem – disse me conformando.
Acabei de comer e subi pro quarto.
Julia não era chata, mas ela às vezes irritava. Mas meu nervoso foi em vão, porque querendo ou não eu ia ter que levá-la e buscá-la no colégio.
Estava na minha cama, deitada assistindo Supernatural, como eu amava aquele Jensen Ackles, quando a Cida bate na minha porta.
- ENTRA – gritei para que ela pudesse ouvir.
- Beatriz tem visita pra você – ela disse.
- Quem é? – perguntei.
- Um garoto chamado Vinicius – ela disse e eu gelei. O que aquele cara quer comigo?
- Já to indo – disse me levantando.
Desci a escada um pouco receosa e minha cabeça repetia constantemente "O que ele queria aqui?"
- Ele ta lá perto de piscina, decidiu te esperar lá – Cida disse logo atrás de mim.
- Valeu – abri a porta da cozinha que dava direto pra piscina.
Vi aquele ser olhando pro nada e gelei mais uma vez. "Coragem, coragem, coragem" pensei repetidas vezes indo ate ele.
- Vinicius? O que você quer aqui? – disse rápido e ele rapidamente se virou.
- Boa tarde, Bia. Não gostou de me ver? Porque essa cara? – ele disse num tão assustador. É minha cara estava apavorada, o cara ressurge das cinzas e vem parar na minha casa.
- Não gostei nem um pouco de te ver. Fala logo que eu não tenho todo tempo de mundo – disse seria.
Em um único movimento ele pega meus ombros e me encosta em uma parede não muito longe.
- Me solta cara, eu não dou essas confianças pra você – eu disse.
- Você quer que eu fale, né? Então vai ser do meu jeito – ele disse nervoso.
Notas finais
Se gostaram comentem, se não gostaram comentem também para eu poder fazer muito melhor.
Se tiverem ideias pra cá, me fala que eu vou aceitar com toda certeza.
Valeu, por lerem de novo.
Beijão e ate a próxima.
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