Intrigas De Uma Vida Sem Roteiro

14 Capítulo 14 - A Gente Precisa Conversar.


Notas iniciais
Ola, esta ai mais um como prometido, toda sexta vou fazer o possível e o impossível pra postar capitulo novo. Espero que gostem, blz.

Depois de um breve interrogatório, o Lucas foi embora, e eu já estava acomoda no meu quarto. Já quase dormindo meu telefone toca.

~~telefoneon~~

- Alô – eu disse sonolenta.

- Bia, desculpa te acordar, atrapalhar teu sono mais eu precisava muito falar com você – a Mary disse parecendo que estava chorando.

- Mary, ta chorando, o que houve? – disse totalmente desnorteada, a Mary nunca me ligou de madrugada ainda mais chorando.

- É... Eu preciso muito falar com você.

- Fala logo, ta me preocupando.

- Amanhã bem cedo eu vou à tua casa, não da pra falar pelo telefone, senão...

- Mary fala, porque você ta assim? – disse a interrompendo.

- Não eu preciso me acalmar e amanhã a gente conversa, tchau Bia, desculpa. – ela desligou o telefone antes que eu pudesse responder.

~~telefoneoff~~

O que houve pra ela estar desse jeito? Era a pergunta que rodeou a minha cabeça ate pegar no sono.

Meu despertador tocou e eu acordei imediatamente. "Porque eu não desliguei essa porcaria, eu to de férias, tenho que acordar tarde" pensei indo ate o banheiro, fiz minha higiene matinas e desci pra vê se tinha algum café. Lembrei que a Mary poderia bater na porta a qualquer momento aos prantos. "O que deve ter acontecido? Ela nunca fez isso." Pensei pegando um saco de um biscoito qualquer e um copo de coca cola. "Boa Beatriz, tomando coca cola, logo de manhã" pensei e ri do meu próprio pensamento. Minutos depois toca a campainha e eu vou correndo pra porta.

O estado da Mary era deplorável, os olhos inchados de chorar, cabelo totalmente bagunçado e muito triste.

- Mary pelo amor de deus, o que houve? – eu disse a guiando ate o sofá.

- Liga pra Miss e pedi pra ela vir pra cá urgente.

- Mary pra que tanto mistério, desembucha, depois fala com ela.

- Não eu preciso de vocês duas pra me dar apoio.

- Eu vou pegar um copo de água com sal ou açúcar e você liga pra ela. O telefone ta ali – apontei pro telefone e fui ate a cozinha. Pra acalmar as pessoas era sal ou açúcar? Açúcar é doce então deve ser esse mesmo. Peguei um pote de açúcar e um copo de água. Não sei quanto de açúcar coloquei naquele copo, mais a Mary estava muito nervosa, nem todo açúcar do mundo pode acalmá-la por completo. Voltei pra sala e ela já tinha ligado pra miss que já estava a caminho.

Esperamos ela chegar e a Mary reclamando constantemente que eu queria matar ela de glicose alta, porque coloquei um mundo de açúcar naquele copo.

- Miss graças a deus que você chegou, eu não to agüentando mais de tanto mistério – disse depois que abri a porta.

- MARY, PELO AMOR DE DEUS O QUE HOUVE? – a Miss do jeito que é escandalosa, quando olhou a estado da Mary se desesperou.

- Como todas vocês estão aqui eu vou contar – ela por fim disse.

- Fala não to agüentando mais – disse ansiosa.

- É que... é muito difícil pra eu dizer isso.. – seus olhos encheram de água e ela começou a fungar – eu e o Bruno terminamos – ai mesmo que ela desabou, chorou por minutos e eu nem a miss nos atrevemos a interrompê-la.

- Mas porque? Vocês se gostavam tanto – a Miss entre os soluços da Mary.

- É que ele tentou me... forçar... a fazer uma coisa que eu não queria que fosse daquele jeito – ela disse olhando pros seis pés.

- Ele tentou transar contigo a força? – a Miss era direta, tudo tinha que ser dito na lata.

- Miss, mais cuidado com o que você fala – cochichei no ouvido dela – Mary, é verdade, ele fez isso mesmo? – disse pegando sua mão.

- Foi, ele ainda estava violento, me agarrava com uma força que não era normal, me apertava e quando eu vi que ele estava drogado e queria alguma coisa comigo alem daquilo, eu peguei toda a minha força e o empurrei fazendo cair e sai correndo, com certeza foi à primeira vez que ele se drogou, ele nunca foi assim – ela disse com uma lagrimas ainda caindo.

A Mary não tinha perdido a virgindade e um cara forçar ela a fazer alguma coisa, ainda mais o Bruno, seria praticamente um trauma pra ela.

- O pior que ainda gosto dele e eu sei que ele fez aquilo tudo por que estava drogado e quando o efeito passar ele sofrerá as conseqüências – ela disse mais calma.

- Você tava aonde? – eu disse.

- Na casa dele. Ele me ligou e mandou eu ir pra lá. Eu fui. Chegue lá ficamos no quarto dele, comemos alguma coisa e começamos a nos beijar. Depois ele parou e foi no banheiro, quando ele voltou já estava um pouco agressivo. Puxando-me pelo braço e me imprensando na parede...

- Ta bom Mary não conte os detalhes, você tem que falar com ele e esquecer o que aconteceu — a Miss disse.

- Eu já falei com ele e nunca mais pretendo falar de novo – a Mary disse com os olhos cheios d'agua de novo.

- Você falou com ele drogado ainda, tem que falar com ele bom, guria — eu disse.

- Ta agora esquecendo tudo isso. Eu tenho uma coisa muito boa pra contar – a Miss disse toda animada. Lá vinha coisa.

- Fala – eu disse.

- Bom, eu e o Pelu..

- Calma ai você disse pelu? – a Mary disse, graças a deus, com um sorriso no rosto.

- É o pelu, Pedro Lucas. Vo contar do começo. O Pedro me ligou e disse pra eu ir pro hotel onde ele tava, ele disse meio sem jeito, mas fez o convite. Eu fui, ele pediu uma pizza, e quem foi entregar essa pizza foi o meu primo Julio, lembra. Então a gente comeu e rolou mo clima entre a gente, claro que depois de várias pausas enormes de silencio... – "Ela não para de falar" pensei.

- Ta Letícia chega, vocês se pegaram? – perguntei depois de vários "mínimos de detalhes" que ela falava.

- Eu ia dizer isso agora apressada – revirei os olhos e ela se pos a falar – quase.

- Como assim quase? – a Mary disse super interessado no assunto. Pelo menos por algumas horas ela esqueceu o Bruno.

- Ele já estava sem blusa e queria tirar a minha, então eu parei e disse que eu tinha que ir embora.

- Porque você fez isso? – perguntei.

- Eu não sei, foi no impulso. E vocês sabem que eu gosto de fazer alguns caras sofrerem um pouco – ela respondeu seria e depois começou a rir.

...

- FILHA, FILHA. BEATRIZ PORRA TO TE CHAMANDO – minha mãe gritou entrando no meu quarto.

- Que foi? – disse.

- Telefone, lá em baixo. São seus amiguinhos famosos.

- Serio? – "Porque não ligam pro meu celular?" pensei descendo as escadas.

~~telefoneon~~

- Pode falar – disse me deitando no sofá.

- BIAAA – afastei o telefone do ouvido.

- É sou eu, mas não precisa gritar.

- Desculpa ai, sabe quem é?

- Claro essa voz irritante, quem não sabe quem é Mister Thomas – eu estava de bom humor por isso que estava falando com todo amor possível.

- Ta de bom humor, gatinha? – bom ele acabou de estragá-lo.

- A partir de agora to num mau humor dos terremotos.

- O que eu fiz agora? Não é culpa minha se você me passou o telefone...

- Eu não te passei nada, por precaução – "Quem tava passando meu telefone por ai?" pensei — Vamos direto ao ponto, o que você quer?

- Voltou a ignorância? A gente precisa conversar né?

- Putz, porque foi lembrar, eu não estava querendo me aborrecer hoje.

- Pode ficar tranqüila, não vou te deixar nervosa.

- Como se fosse possível – sussurrei fora do telefone.

- O que disse?

- Espero mesmo, manda ai, pode falar.

- Você ta louca, por telefone, eu quero falar com tigo cara a cara.

- Acha que vai sair dessa conversa sem um roxo no olho? – falei com ironia.

- Eu disse que não vou te deixar nervosa – ele disse.

- Ta, fala logo aonde – disse já sem paciência.

- Na praça que tem perto de casa da mariana.

- Mariana? Como você sabe onde ela mora?

- Sabendo, ela me disse.

- Ta ta. Daqui a dez minutos eu to ai, valeu? – disse desligando o telefone.

~~telefoneoff~~

...

Quinze minutos depois, já na praça.

- Fala – eu disse totalmente seca.

- E já te disse varias vezes em vários momentos. Agora é você – ele disse serio.

- Bom, eu também já te disse, mas vou repeti pra você lembrar – puxei o maximo de ar possível e disse – Me deixa em paz, me esquece, vai arrumar outra garota. A Mary, ela ta solteira agora, ta num momento difícil, ajuda ela – eu não devia contar o lance da Mary pra ele, mas ele tinha que me deixar em paz.

- A Mary ta sem namorado? – ele fez uma cara de surpreso.

- Ta, aproveita.

- Deixando a Mary de lado. Você confia em mim? – aquela pergunta me deixo completamente sem reação. Esperava qualquer tipo de coisa dele, menos isso.

- Porque dessa pergunta?

- Você não me respondeu.

Demorei um pouco pra poder dizer. Como eu poderia confiar nele? – Não – disse olhando pra minha mãe que estava em cima da mesa de pedra.

- Porque? – ele se debruçou mais na mesa e tentou olhar no meu olho.

- Como quer que eu confie em você? Ontem, me escorou em uma pilastra, disse varias baboseiras e depois tava se atracando com uma guria, na minha frente. Como quer que eu confie em alguém assim? – estava completamente seria olhando nos olhos dele.

- Viu, você gosta de mim, ficou boladinha quando beijei aquela garota – sabia que o modo palhaço Thomas de ser ainda estava ali.

Revirei os olhos e continuei em silencio.

- Não vai dizer nada? Desse jeito vou acreditar mais que você gosta de mim – ele disse.

- Porque quer que eu fale que gosto de você? Fala, pra que?

- Porque esse é o nosso destino.

Eu ri escandalosamente – Você ta de brincadeira. Tem alguma câmera por aqui – fiquei seria e disse tudo o que não queria dizer – Nosso destino? Ficar juntos? "Se amar" – disse fazendo o sinalzinho de aspas em se amar – Eu só sei que o MEU destino, é bem longe de você. No MAXIMO que a gente pode ser thomas é amigos, colegas, no Maximo.

- Não diz isso, eu quero ficar com você pra sempre. Fazer essas coisas toscas, de casar, filhos, bodas e tal – ele dizia serio, mas eu não pude ficar seria naquele momento, que coisa ridícula, não tinha como acreditar nele.

- Não é serio – disse rindo – você é mesmo o Thomas Alexander? Ou o Thomas mandou um garoto de 11 anos vim falar comigo – continuava rindo – Cresce cara, eu não posso e não quero ficar contigo. Porra pensa, cresce, olha a tua volta. Porque essa alucinação por mim?

Ele pegou minha mão e disse – Não sei. Talvez você tenha razão, eu tenho que crescer e prestar mais atenção no seu histórico de vida, como o Koba ta fazendo.

- Como assim o Koba ta fazendo? – histórico de vida? Lucas? Que?

- É o Lucas, você não achou estranho ele saber onde é tua casa, teu telefone, que você gosta de pão de queijo e que você bebe redbull como água?

- Prestei sim, o que histórico de vida tem haver com isso tudo?

- Ele andou falando com tua mãe, tuas amigas pra descobrir coisas sobre você.

Tirei minha mão debaixo das suas e meu telefone toca. Dou um suspiro, como se tivesse procurando coragem pra atender o mesmo.

~~telefoneon~~

- Pode falar – disse.

- Oi lindinha, como você ta? – o Lucas disse todo animado.

- Oi Lucas, to bem. O que devo a ilustre llamada?

- Eu, não posso ligar pra minha namorada, pra saber se ela ta bem?

- Desculpas, eu não ligue pro meu namorado 6 horas da manhã pra desejar bom dia, porque eu tava dormindo – percebi o Thomas levantar o olhar em minha direção mas me virei de lado pra ele.

- Haha, ta eu desculpo, mas que isso não se repita. Ta onde?

- Onde eu to? – disse voltando à posição de antes – Eu to com o ... – o Thomas fazias vários movimentos querendo dizer pra não falar que estava comigo – To numa sorveteria.

- Com quem?

- Com o vento.

- Ta sozinha? Quer que eu vá pra ai ficar com tigo?

- Não, você deve ter um monte de coisa pra fazer sobre a banda, melhor não.

- Se preferir, tudo bem. Você pode ir ao show de hoje? – clima pro show? Não eu não tinha.

- Hum... acho que não to muito no clima pra show hoje, mas amanhã você vai embora de ônibus ou avião?

- Avião.

- Então eu vou ate o aeroporto contigo, pode ser?

- Claro que pode, vou à tua casa te pegar.

- Que isso, é um funk novo? – é eu tinha uma mente totalmente maliciosa.

- Que mente maliciosa garota, eu vou te buscar.

- Haha, então fechado, amanhã que horas?

- Umas sete da manhã, nosso vôo sai oito, então da pra gente ficar mais tempo junto.

- Tudo bem, agora eu tenho que ir.

- Aaaa, ta bom, ate amanhã lindinha. Eu te ligo depois do show. Beijo – desliguei o telefone.

~~telefoneoff~~

Ficou um silencio alem das vozes que escutávamos de muito longe.

Era minha vez de falar, perguntar por que o Lucas estava me "investigando" como o thomas disse.

- Porque você acha que ele ta fazendo isso?

- Porque você tenta esconder algumas coisas – ele disse.

- Porque você acha que eu tento esconder as coisas?

- Porque é insegura, sempre tenta fugir de assunto que não que terminar, deixa pela metade – ele disse totalmente serio.

- Você confia em mim? – saiu sem eu pensar.

- Muito, com todas as minha forças – ele disse na lata.

O silencio voltou e eu não estava nem com um pouco de coragem pra quebrá-lo.

- Você ta namorando serio com ele? – assenti com a cabeça – Então eu não posso ter nenhuma ralação de amizade com você?

- Podemos parar de implicar um com o outro e ser colegas – disse com um sorriso no rosto.

- Amigos?

- Ta amigos – estendi minha mão para ele poder apertá-la. E foi isso que ele fez.

- Amizade colorida? – finalmente um sorriso naquele rosto.

- Thomas..

- Ta só amigos.

Olhei pro meu relógio e já era 12:35.

- E ai novo amigo, eu to com fome, vamos comer? – eu disse.

- Claro.

Fomos ate uma lanchonete perto dali e fizemos os pedidos.

- Pensei que você era mais famoso – eu disse. Ate agora nenhuma fã veio falar com ele, pedir autografo, fotos e tal;

- Porque? – meu amigo novo era um lerdo.

- Ninguém veio falar contigo. To quase gritando teu nome e pedindo uma foto – ele riu e nosso pedido chegou.

— Valeu – ele disse pra garçonete.

— De nada, você é o Thomas da Restart, né – "Tava demorando" pensei com um sorriso bobo no rosto. Ele assentiu – Posso tirar uma foto.

- Claro – ele disse se levantando.

- Bate pra mim, só apertar no meio – "Que folgada" pensei depois que ela me entregou o seu celular. Tirei e ela saiu toda sorridente.

- Viu, eu sou famoso – ele disse mostrando a língua – a Mary então ta na pista? – disse ele mudando de assunto.

- Não exatamente, ela teve um problema e ta precisando de carinho, vamos dizer.

- Eu vou dar esse carinho pra ela – ele disse com um sorriso malicioso.

- Não é esse tipo de carinho, ela ta com muito medo, acho que ta traumatizada, ela precisa de alguém pra confiar – eu disse tentando escolher o que eu comeria primeiro, as batatas doces ou as salgadas. Ainda tinha um saduba, coca cola e milkshake.

- Vai comer isso tudo? – ele disse apontando pra cada alimento na minha parte da mesa.

- Vo e não tente me controlar, já basta minha mãe e a Miss – disse pegando as batatas doces fritas.

- Então ta – ele disse e pegou um hambúrguer gigante. Depois eu que como muito, ele pediu alem do hambúrguer, uma coca cola, uns trequinhos frito e sorvete.

...

- Então ate o aeroporto – disse na porta da lanchonete.

- É ate – ele foi pra um lado e eu voltei pro lado da praça.

Estava passando pela mesa que nos estávamos sentados, na praça, e vi um aparelho celular no chão de baixo da cadeira onde o Thomas estava sentado. Abaixei-me e o peguei. Era mesmo o celular do Thomas.

- Ele perde os telefones muito fáceis, amanhã eu devolvo – eu disse sozinha mesmo.

Quando levantei percebi que não estava tão sozinha – Roberta, que surpresa.

- Eu que falo, você ai falando sozinha, que nem uma louca. Que perdeu o telefone? – ela disse sentando na mesma mesa que estava o telefone.

- O Thomas, mais e ai achou o Pedro, ontem? – falei mudando de assunto e guardei o celular no bolso.

- Encontrei muito bem encontrado – ela disse com um sorriso malicioso.

- Rolou alguma coisa.

- Não, quis me fazer de difícil.

- Serio?

- Serio. E você porque saiu daquele jeito?

- As bebidas me fizeram mal – não valeria a pena voltar naquele assunto que já estava enterrado em um caixão fechado a oito chaves.

- Hum... Eu vi que o Thomas tentou te beijar lá, foi por isso?

- Foi isso que me fez beber mais, então me fez passar mal.

- Aham, agora eu tenho que fazer as compras de escola pra esse ano.

- Qual faculdade vai fazer?

- Faculdade? – ela riu como se tivesse alguém fazendo cosquinhas nela – Eu repeti o ano, vou ter que fazer o ultimo ano do ensino médio de novo.

- Nossa que bad. Boa sorte com as compras – disse fazendo um belezinha.

...

Já estava acomodada na minha cama pronta pra assistir um filme e capotar. Meus instintos não estavam querendo que fizesse eu isso. Ele queria pegar o celular de Thomas e mexer em cada breguete que tinha nele.

Eu posso dizer que sou uma fraca e peguei aquele celular que estava me seduzindo, eu falo isso pra tudo que eu quero meche e não posso.

Não tinha nada que me interessasse. "O que me interessava naquele celular?" foi a pergunta que me fiz ate pensar mais um pouco e chegar a uma conclusão que o que me interessava era as anotações ou notas, como tem na maioria dos celulares. Olhei e só tinha duas notas pequenas, mesmo assim eu olhei né, quem não olharia. A primeira estava escrita: "E ela tem um jeito de fingir que nunca gosta de ninguém, esconde os sentimentos e fala que ta tudo bem". Interessante, foi o que eu pensei. A outra era: "E eu sei que a gente pode ser um só, eu e você numa melhor". Parecem trechos do que no futuro pode virar uma musica, algo assim.

Botei o celular no criado mudo e fui acabar de ver o filme. Aquelas frases ficaram na minha cabeça durante o filme inteiro, tentando achar alguma melodia pras mesmas, mas nada parecia ser bom o bastante pras frases. Resolvi desligar a teve que ainda passava o filme e dormir, pois amanhã irei acordar cedo.

Notas finais
GOSTARAM? se sim comentem, se não comentem também, pra eu fazer melhor.
e ai, você acha que o Thomas e a Bia vão ficar só na amizade ou a Bia gosta dele mesmo.. E o lucas nessa historia toda, como ele deve ficar. cenas dos próximos capítulos... kkk Em breve vamos descobri o que vai acontecer.
Valeu por lerem mesmo.