Intrigas De Uma Vida Sem Roteiro

13 Capítulo 13 - Descobrindo Novas Coisas


Notas iniciais
Hola estou aqui de volta. espero que gostem e comentem bastante é uma forma de saber se estou indo bem ou não.

[BIA NARRANDO]

A caminho da porta de saída do lugar, encontramos a Roberta e ela disse que mais tarde passaria lá em casa, dei o endereço a mesma e fomos esperar um táxi. estávamos esperando o táxi chegar às meninas não falaram nada comigo, só ficaram cochichando entre elas e claro pra me deixar pior do que já estava o crápula aparece.

- Olha quem ainda esta aqui – ele disse todo sorridente, dei um passo pra frente para dar sinal para o táxi que já estava próximo e ele se encolheu parecendo que eu ia dar um tapa, bem que eu queria mas não ia gastar minha mão.

- Se vocês vão ficar conversando ai fala logo porque eu não quero esperar – eu disse olhando pras garotas.

- Não a gente vai sim – a Mary e a Miss deram um sorriso de lado pra ele e entramos no carro.

Parecia que nunca ia chegar em casa, durante o caminho só foi dito o endereço da minha casa e mais nada.

- Bia você...

- Vocês vão quere dormir aqui? – a Mary tentou dizer algo mais logo a cortei – Tem um quarto vazio com duas camas lá em cima, podem dormir lá – elas assentiram e as levei para o quarto. Era a primeira vez que eu entrava naquele quarto, só sabia que ele existia e mais nada. Era bem aconchegante, como eu disse duas camas, um armário, televisão e essas coisas de quartos. Elas sentaram na cama e eu caminhei ate a porta – Fique totalmente à vontade, boa noite.

- Bia você não disse nada de lá pra cá, aconteceu alguma coisa – a Mary disse quando eu já estava saindo do quarto. Respirei fundo e voltei para sentar do lado delas.

- Acontecer aconteceu, mas eu to meia... Vocês sabem, quando eu to assim eu não falo direito, amanhã a gente conversa – caminhei ate a porta e sabia que não ia ficar só naquilo.

- Tem a ver como Thomas né? – sabia que não ia ficar só naquilo, a miss sempre que queria era bem direta e escolheu um momento não apropriado, pra mim, ser direta.

- Amanhã... Boa noite – saindo do quarto ainda deu pra ouvir um "Tem sim a ver com o Thomas" da Mary.

Já no meu quarto, deitei na cama e capotei com a roupa que sai.

[LUCAS NARRANDO]

Já era quase meio dia e estava com um dia totalmente cheio, conforme o meu planejamento. Ontem o Thomas me disse que a Bia e suas amigas foram pra balada, e eu não gostei muito da Bia não tem me dito que ia sair, assim eu poderia ir com ela e não se sentiria sozinha. Mas mudando de assunto há essa hora a Mariana ou a Letícia já deve estar acordada e eu preciso muito falar com elas pra saber mais coisas da Bia. Eu tinha o telefone das duas então resolvi ligar pra Letícia. Peguei meu telefone e procurei na lista de contatos.

~~telefoneon~~

- Alo é a Letícia? – disse sentado no sofá do quarto.

- É sim, quem é? – ela diz com uma voz sonolenta. Acho que acordei ela.

- É o Koba – ouvi um baque e uma outra voz de garota dizendo "ai!"

- Como meu telefone ta famoso, — ela disse mais animada – o que posso servi-lo?

- Como você é hilária. Aconteceu alguma coisa ai, ouvi um barulho estranho? – tive que perguntar.

- Não nada de mais, só a Mary que caiu da cama.

- Nossa ela ta bem?

- Ta sim, já voltou a dormir.

- Desculpa acordar vocês.

- Nada, já estava na hora de acordar mesmo.

- Bom eu queria perguntar se a gente poderia conversar pessoalmente.

- Olha Koba, eu não quero nenhum problema com a Bia, ta. Quando uma amiga dele fica com o namorado dela, ela pode ser presa por homicídio culposo – ela disse em meio de risadas fracas.

- Não é nada disso – disse rindo – só queria saber umas coisas.

- Se for assim tudo bem.

- Onde você pode me encontrar?

- Hum... Você ta no mesmo hotel do Pelu, né?

- É, como você sabe? – disse desconfiado.

- Fui ai ontem. Então, perto daí tem uma lanchonete, pode ser lá?

- Claro, aproveito e como alguma coisa que horas?

- Hum... Uma e trinta.

- Tudo tranqüilo. Agora eu posso falar com a Mary?

- Pode sim, pêra ai – ouvi uns tapas – MARY ACORDA, o cara quer falar com você – ela gritou longe do telefone, sortes dos meus ouvidos e azar da Mary ter escutado os gritos.

- Pode falar — Mary disse ainda sonolenta.

- Oi Mary bom dia ainda né?

- Oi, pra você também. Vamos logo ao ponto que eu preciso dormir.

- Ta eu quero muito falar com você.

- Onde?

- Pede pra Letícia o endereço e quando ela chegar você vai pra lá.

- Ta legal, ate mais tarde.

- Vocês estão aonde?

- Na casa da Bia, porque? – agora a letícia falava no telefone.

- Ela não pode saber que vocês vem falar comigo.

- Porque?

- Porque não é tipo, secreto, entende?

- Aham entendo, encontro secreto – ela disse e depois riu – se é secreto então tenho que desligar porque a vitima esta chegando – desligamos e joguei meu celular do meu lado.

~~telefoneoff~~

Finalmente, depois de quase quarenta minutos de espera, o Pedro Lucas chega mas sem as nossas comidas.

- Cara cadê a comida? – perguntei.

- Velho não fica decepcionado, mas a comida não ta tão boa, é serio – ele disse com uma cara de desapontado.

- Eu vou ter que esperar ate uma e meia?

- Acho que sim, o que vai fazer uma e meia?

- Vou encontra a Letícia e em falar nela, ontem ela veio aqui? Pode me falar tudo cara.

- Veio e eu só vou te falar uma coisa essa garota ainda vai me enlouquecer. Velho eu tenho uma atração sobrenatural por ela.

- Ta não entra em detalhes. Bora lá acordar aqueles moleques? – disse me levantando do sofá.

- Claro, tenho prazer em acordar essas pessoas – ele disse colocando-se em pé ao meu lado.

[BIA NARRANDO]

Entrei no quarto, onde as garotas estavam, e estranhamente a Miss desligou o telefone e o escondeu.

- Boa tarde galera, tava falando com quem? – disse me sentando na cama.

- Minha mãe, — a Miss disse insegura – Bia seu telefone – "Como eu não escuto ele" pensei.

~~telefoneon~~

- Alo – disse.

- Bia, a mais nova milionária do pedaço – eu conhecia aquela voz da China.

- Dede, que saudade guria, tipo a gente precisa conversar urgente – abri um sorriso imenso.

- u sei, tu ta ficando com aquele cara mesmo?

- É eu tenho que falar muita coisa pra você, pra Lele e pra Karlinha. Liga pra elas que eu daqui a a pouco vou ai na tua casa. Valeu?

- Claro, Sempre, ligo pra elas sim. Não demora. Ate mais – ela disse e desliguei o telefone.

~~telefoneoff~~

- Quem era? – a Mary me perguntou na cama em frente a da miss.

- Aposto que são aquelas amiguinhas dela.

- Miss para com essa besteira, já disse e repito a gente vai acabar brigando por isso – eu sei que ela tinha ciúmes, porque ela tinha medo de "me perder" como ela já disse uma vez, mas eu não gosto disse e ela sabe mais que ninguém nessa vida.

- Eu te amo, mas se você ama mais essas meninas do que eu, o que eu posso fazer – me joguei em cima dela a abraçando e levantei.

- Eu sei, mais agora eu tenho que tomar um banho e partir pra casa da dede, vocês vão me esperar ou vão pra casa?

- Claro que a gente vai pra casa, alia eu e a Mary temos um compromisso importante, separadas. Né Mary?

- É sim alias ele me pediu pra passar o endereço. – a Mary disse.

- Ele quem? – perguntei e elas parecem que se ligaram de alguma coisa e que aquilo não era pra ser dito.

- Meu pai deu um endereço pra mim de uma loja de cds nova e eu vou dar pra ela.

- Sei, então ta, depois eu também quero esse endereço, agora tchau gurias,tenho que me aprontar – disse rindo e indo ate aporta – lá pra de noite vocês vêem aqui.

- Claro – fui rumo ao meu quarto que não era muito longe. Tomei um banho,me arrumei e fui ver se as meninas ainda estavam lá.

- Elas já se mandaram e nem deram tchau – disse dentro do quarto onde elas dormiram – valeu.

...

[LUCAS NARRANDO]

- Como você demorou – disse pra Letícia quando sentamos em uma mesa distante da porta.

- Cara a Bia quase que fica sabendo. Então fala logo o que você quer – ela disse procurando algo no cardápio.

- É... Nem sei como dizer...

- Para de enrolar Koba,fala de uma vez – "Que grossa" pensei.

- É que eu queria te fazer umas perguntas sobre a Bia.

- Com licença o que vão querer – o garçom disse. Fizemos o pedido e logo ele saiu.

- Como?

- Eu queria saber mais sobre sua amiga.

- Porque?

- Porque ela.. Sei lá – comecei a ficar nervoso – ela não diz muita coisa sobre ela. Assim fica difícil saber o que ela gosta.

- Olha, não to entendendo qual é o real motivo da situação.

- Eu só quero saber mais dela.

- Porque você não sabe descobrir sozinho – a Letícia estava começando a ficar nervosa mas se acalmou, acho, quando os nossos pedidos chegaram.

— Obrigado – disse ao garçom e voltei a olhar pra ela – e ai vai me ajudar.

- Velho vai a merda, ela gosta de você, não ta bom não, Edward Cullen do Paraguai – ela disse alto o bastante para que as poucas pessoas que estavam no local, olharem pra nós.

- Calma, eu só...

- Eu só nada, isso que você quer fazer eu não gosto, descubra você sozinho, será melhor – "Será que ela tinha razão, se eu descobrir sozinho seria melhor? Mesmo assim eu vou continuar." Pensei – que foi vai ficar com cara de tacho?

- Não, por favor Letícia, eu te empresto o Pedro – isso nos fez rir e rir fez ela engasgar – Você ta melhor? – disse depois que dei uns tapas em suas costas.

- To, mas voltando ao ponto, o que você quer saber dela?

- Eu quero saber...

- Esqueci, eu só posso te informar uma coisa – ela disse me interrompendo.

- O que?

- A Bia não gosta de caras que pegam muito no pé dela, tem horas que ela é muito grudenta, mas tem horas que ela quer espaço... – perguntei mais algumas coisas sobre o que ela me falou e ficamos conversando ate acabar nossos lanches.

- Muito bom falar contigo – disse quando estávamos saindo do lugar.

- Olha eu ainda não gosto do que você fez, só abri uma brecha porque você vai me emprestar o Pelu – eu ri e assenti – Ta agora eu tenho que ir.

- Você ficou com o Pedro ontem né?

- Não.

- Claro que ficou ele me disse e também disse que você ainda vai deixá-lo louco – ela riu.

- Serio, eu gosto disso, agora tchau o táxi já vem.

- Ta valeu pela ajuda – disse ela entrou no carro, voltei para o hotel e lembrei que ainda tenho que falar com a Mary.

[BIA NARRANDO]

Cheguei em casa, depois de uma tarde inteira conversando sobre minha vida, exausta. "Aquelas garotas me exploram" pensei me jogando no sofá e ligando a teve. Passou um tempo e meu telefone toca. "Esse telefone nunca tocou tanto em um dia" pensei o pegando e olhando no identificador. Era o Thomas, bendita hora, pensei que nunca mais iria falar com ele e era o que iria fazer. Rejeitei a chamada e voltei minha atenção a teve. Depois de cinco vezes rejeitando aquelas benditas chamadas, resolvi acabar logo com aquela coisa.

~~telefoneon~~

- Alô – disse com um humor incrivelmente ruim.

- Olha quem atendeu o telefone direito – "Que sinico" pensei.

- Fala logo o que você quer.

- Boa tarde pra você também, como foi à noite de ontem? – ele nem terminou de falar, veio aquela imagem na minha mente, dele beijando aquela... aquela puta, pronto falei. Não sei porque eu estava assim mas me incomodava muito – Não vai fala nada não, porque não atendeu minhas outras ligações?

- Velho, o que você quer? O que você pretende? – eu não queria falar aquilo, mas saiu.

- O que eu pretendo?

- É sua anta, o que você quer de mim? Porque você fica fazendo essas coisas comigo? Fala.

- Que coisas você ta falando?

- Deixa de ser idiota, porque é uma coisa que não é, e diz.

- Bia eu já te disse e você não acredita, o que eu posso fazer, colocar no twitter, pagar um carro de som. A única pessoa que esta sendo enganada por você é você mesma. Pensa que eu não sei como você fica depois que a gente se beija, aquela marrenteza toda, não passa de orgulho...

- Cala a boca, você só pensa em você é isso né? Bem eu pensei que você era uma pessoa muito diferente do que ta mostrando ser, mas me enganei, como me engano todas as vezes – ficou um silencio que parecia uma eternidade, o que o quebrou foi o toque do telefone de casa.

- Vai atender, depois agente se fala – ele disse, nem esperou uma resposta e desligou.

~~telefoneoff~~

Demorei um pouco pra pegar o telefone e atendi.

~~telefoneon~~

- Pode falar – disse com uma voz melhor do que estava.

- Oi lindinha – quando ouvi aquilo uma grande nuvem de tranqüilidade reinava em minha cabeça.

- Oi, pensei que nunca mais ia me ligar.

- É que eu estava um pouco ocupado. você sentiu minha falta?

- Não... é... um pouco – ouvi ele bufar – ta eu confesso, tava sim, com muita.

- Então eu acho que essa saudade vai passar.

- Como?

- Confia em mim?

- Claro.

- Então fecha o olho e conta ate trinta, pode ser.

- Que? – eu entendi o que ele disse, mas tinha alguma coisa mas do que aquilo. Porque fechar o olho ele ia aparecer na minha frente?

- É só fazer o que eu disse.

- Ta bom, só quero ver.

- E você vai – ele disse baixinho. Então fiz o que ele disse, fechei o olho e tentei contar ate trinta mas quando estava no quinze ouvi aquela voz, que era musica para meus ouvidos.

- Pode abrir – ele disse tirando minha mão com o telefone do meu ouvido.

- Lucas, como você sabe que...

- Muitas perguntas estão em sua mente agora, mas vou esclarecer algumas. A Mary me deu seu endereço e também o numero da sua casa – ele disse sentando do meu lado.

- Maldita Mary.

- Ate parece que você nunca ia me dizer onde morava – ele disse me beijou.

- Então o que você ta fazendo aqui? – disse encostando minha cabeça em seu ombro.

- Olha como a menina me trata.

- Você quer o que? Um aceita uma xícara de chá, professor Girafales?

- Não, primeiro que eu não sou alto e segundo, não sou professor.

- Como você entrou aqui, o porteiro não avisou nada.

- Claro que não, eu disse que ra namorado da filha da dona da casa.

- Quem disse que você é meu namorado? – nessa hora alguém abre a porta e é minha mãe, com umas cinco bolsas de mercado. "O que ela faz tanto no mercado?" pensei.

- Oi filha, desculpa se atrapalhei alguma coisa. Oh esse daí é seu peguete – gelei. O Lucas olhou pra mim com uma cara de "Que, ela já sabe?" e eu apenas dei um sorriso torto pra ele.

- Já que eu ainda não sou seu namorado – ele disse sussurrando no meu ouvido – Dona Cristina, poderia falar com a senhora? – ele disse pra minha mãe que já estava entrando na cozinha.

- Claro, vem aqui na cozinha – eu me levantei pra ir com ele.

- Não você fica aqui – ele disse com uma voz autoritária que me fez rir e voltar a sentar no sofá.

Depois de um tempo de risadas altas e conversas baixas o Lucas volta pra sala com um sorriso que ia de orelha a orelha.

- E ai o que você falou com ela? – perguntei.

- Que curiosa.

- Fala – ele sentou do meu lado.

- Então, já que ainda não estamos namorando, eu fui perguntar pra sua mãe.

- Perguntar o que exatamente?

- Se ela deixa.

- Se ela deixa? Porque você fez isso? Não bastava só me perguntar?

- Você ia aceitar de qualquer jeito, só adiantei pra ela.

- Cara que coisa clichê, mas da pra passar.

- Então, oficialmente Senhorita Beatriz, você tem um compromisso comigo e eu tenho um compromisso contigo – ele disse de uma forma tão... advogado que me fez rir.

- Não sabia que você também era advogado.

- Eu tenho esses dons. Você tem um computador por ai?

- Pra que?

- Pra revelar que não estou mais sozinho, tenho uma pessoa muito linda comigo.

- Agora?

- Se der sim.

- Então não dar.

- Porque?

- Eu nem aproveitei ainda esse meu novo status.

- O que você quer fazer?

- Vamos lá pra fora – levantamos e saímos – Fala ai – disse depois de um longo silencio ate chegar no jardim.

- Fala o que?

- Você não veio aqui só pra isso, ta ai quieto tem mais alguma coisa fala.

- Hum... É que a gente só vai se ver de novo em fevereiro – ele disse com uma carinha triste.

- Mas fevereiro já ta chegando é rápido. Só falta uns dias.

- Um minuto longe de ti é quase uma eternidade imagina uns dias.

- Você agüenta, e a gente não vai ficar sem se falar – ele me abraçou tão forte que meu estomago foi parar no lugar do cérebro.

- Você sempre me tranqüilizando, né mamãe – afrouxou um pouco o abraço e pos sua cabeça em meu ombro.

- Não, não vem me chamar de mãe, só eu tenho o direito de te chamar de pai ta senhor.

- Então ta – ele me soltou e andando pra piscina.

- Ah qual foi, o que fiz? – fui atrás dele.

- Nada, só pensando o que será de mim esses dias.

- Para com isso eu já te falei – segurei seu braço e o abracei de novo. Ele se afastou mais continuou segurando minha cintura.

- Você é muito linda sabia? – isso me deixava com vergonha – Não fala nada – ele foi chegando mais perto e depositou-me um beijo.

- Só isso? – eu disse. Ele apertou mais minha cintura e selou nossos lábios como se fosse a ultima coisa que ele faria de sua vida,não demorou muito e o beijo foi se intensificando ate nos dois ficarmos sem fôlego, mesmo assim não queríamos para, mas uma criatura pequena e intrometida nos fez ser obrigado a para.

- Tia você... Tia esse é o Koba? – minha sobrinha, Julia, tinha 4 anos mais já era muito esperta – Vocês estavam se beijando tia?

- Quem é essa menininha fofa? – o Lucas disse indo ate ela e se abaixando.

- Sou Julia, você é mamorado da minha tia? – ela ainda se enrolava com as palavras mas falava direitinho. Ele olhou pra mim e eu dei um sorriso.

- É sim, e você tem mamorado?

- Lucas, ela tem 4 anos – eu disse atrás deles.

- Tia todo mundo ta lá na sala te esperando – Julia disse ainda olhando pro Lucas.

- Todo mundo quem, meu minha mãe já disse pra geral? Viu Lucas quem mandou você avisar pra ela? – eu disse dando um tapa na cabeça dele.

- Vamos, voce aproveita e me apresenta sua família – ele se levantou segurando a mão de Julia.

- Fazer o que, vamos – Julia foi puxando ele e eu logo atrás deles dois.

Chegamos na sala parecia que eu ia casar, minha mãe chamou ate o papa, exagerei, só tinha meu pai, minha vó, minha irmã e outras pessoas. Depois de muito latim falado, cada um foi indo embora, só deixando meu pai, minha mãe, eu e o Lucas. Meu pai se ajetou e eu conhecia aqueles movimentos e aquela cara de "Agora moleque, a gente vai bater um papo". "É como eu poderia esquecer desse jeito do meu pai" pensei e apertei a mão do Lucas que me olhou sem entender. A conversa não ia ser muito longa, como sempre, mas meu pai as vezes assustava.

Notas finais
E ai gostaram? vamos fazer o seguinte eu vou postar toda sexta feria, ficaria melhor pra mim. valeu por tudo. não esqueçam comentarios.. ;-)