Into Your Arms.

1 Viva o hoje, supere o ontem.


Notas iniciais
Primeiro capítulo, da minha primeira fic *weee*
Sejam bonzinhos, sério :/
Espero que gostem, deixem reviews pra me fazerem feliz!

Hoje é sexta-feira. Qualquer pessoa 'normal' estaria vibrando, comemorando a tão esperada sexta-feira. Não que eu não seja normal, mas é a última sexta-feira que eu passo em Connecticut. Meus pais estão se separando, minha mãe irá se mudar para o Haiti, ela é médica e foi escolhida para ir ao Haiti cuidar das crianças doentes de lá. Meu pai irá montar uma nova filial da empresa que ele trabalha em Atlanta e então vou me mudar com ele.

Não somos a família mais rica de Connecticut, nós vivemos bem, digamos assim. Meus pais sempre trabalharam muito pra dar tudo do bom e do melhor pra mim, e eu só tenho que agradecer a eles. Porém eles estavam brigando muito nos últimos anos e a única saída que acharam para isso foi a separação. Bom, eles chegaram a uma conclusão por minha causa, eu havia me intrometido em uma das últimas discussões deles, disse que eles deveriam resolver isso de um jeito maduro, sem brigas e discussões horríveis. Claro que eu esperava que eles dissessem “Obrigada por nos ajudar filha, nós vamos superar essa crise juntos, nós nos amamos e te amamos também.”, mas a única coisa que eu ouvi foi “Filha, você nos ajudou muito a chegar a uma decisão, não aguentamos mais essas brigas constantes, e nós estamos vendo o quanto isso está te afetando também. Nos desculpe, mas nós já entramos com o pedido de separação. Nos desculpe, por favor, mas isso será para o nosso bem.” Nem preciso dizer que eu fiz o maior drama, chorei, me tranquei no quarto e essas coisas. Mas nesse tempo eu pensei ela disse ‘será para o nosso bem. ’ Então, se eles estiverem felizes assim, eu vou ter que me conformar, uma hora isso iria ter que acontecer, eu iria ter que me acostumar a ter pais separados. Só quero vê-los felizes.

[***]

Não tinha conseguido dormir essa noite, era minha última noite em Connecticut, era 03h25min da manhã dessa sexta-feira, eu ainda tinha longas 4 horas de sono. Porém, sono que eu não tive essa noite, passei a noite pensando se seria mesmo uma boa ir morar com meu pai em Atlanta e não ir morar com meus avós na Inglaterra. Eu estava realmente confusa, mas não iria mudar de opinião, eu iria sim morar com meu pai.

Where have you been? 'Cause I never see you out are you hiding from me, yeah? Somewhere in the crowd yeah yeah yeah yeah yeah yeah…


O despertador do meu celular tocava desesperadamente em cima do criado-mudo. Me levantei da cama rapidamente, pra quem estava pela última vez na cidade onde nasceu e cresceu eu estava até que...bem demais. Parece que não caiu a ficha ainda que não vou mais morar aqui. Comecei a cantar Where Have You Been da Rihanna e balançar os quadris de acordo com a batida da música. Tomei um banho rápido e me arrumei (http://www.polyvore.com/cgi/set?.locale=pt-br&id=56367261) para o último dia na escola antes da mudança, e adeus grupinho dos populares esnobes, vadias que se esfregam nos babacas do time de basquete, adeus professoras mal comidas que não deixam nem você respirar nas aulas, adeus professor de física gato que da patada nas vadias que quase gritam ‘eu quero dar pra você, professor Clooves’, adeus inspetora com cara de que chupou limão e não gostou e adeus... Mike e Luna. Meus melhores, melhores amigos. Perfeitos e maravilhosos. Quando cheguei na escola corri os olhos por todo o pátio, grupo dos populares, grupo da vadia Vanessa e suas seguidoras ridículas com suas calcinhas jeans, grupo dos nerds e o carvalho branco onde se encontravam Mike e Luna. Mike era alto, tinha cabelos que de tão pretos pareciam brilhar, olhos tão azuis quanto os meus, forte e completamente lindo, estava com uma camiseta golo V azul petróleo e uma calça jeans. Luna era baixinha, magrinha, dos cabelos castanhos escuros, olhos castanhos claros, quase mel, ela estava com uma calça jeans e uma blusa roxa caída em um dos ombros. Quando meus olhos pararam neles eu vi quanto os olhos de Mike brilhavam com algumas lágrimas que haviam se formado, os olhos de Luna não estavam diferentes, corri até eles e os abracei em um ‘abraço de urso’ como Mike brincava sempre.

– Por favor, não chorem, por favor.

– Você vai nos deixar, pequena. – Mike se pronunciou me segurando no abraço que agora só ele participava.

– Não, eu não vou. Olha gente, ainda existe isso – apontei para o meu iPhone – no mundo ta legal? E pra que serve a webcam também? Vai dar tudo certo, vocês vão ver. – Falei a última frase em um sussurro, que saiu mais pra mim do que pra eles.

TRIIIIMMM. O barulho estridente do sinal tocou. Luna não havia dito uma palavra saiu andando sem nos esperar, eu a entendia, também estava sendo muito difícil pra mim tudo isso, por mais que a ficha ainda não tivesse realmente caído. Fiquei de frente para Mike, sequei suas lágrimas e lhe dei um beijo estralado da bochecha e sussurrei um “Eu vou estar sempre aqui, ta legal? eu te amo little M” – Little M era como eu o chamava quando tínhamos 6 ou 7 anos.

– Eu também vou estar sempre aqui, pra qualquer coisa, a qualquer hora, Little L. – Ele também lembrava, Little L, L de Liott, meu segundo nome.

– Vem, daqui a pouco a “Sra. eu mando em tudo aqui’ vai vim reclamar. – Sai o puxando pela mão. ‘Sra. mando em tudo aqui’ é a inspetora gorda, baixinha, com um cabelo ridículo que se acha a tal.

A aula foi um tédio, ver Mike e Luna daquele jeito por minha causa dava vontade de nunca ir embora sabe? Mas eu tinha que ir, melhor ir pra Atlanta do que ir pro outro lado do oceano, não? Mal terminei o pensamento o sinal avisando que a última aula havia acabado, tocou. É, era definitivo. Me despedi de Mike e Luna como todos os outros dias, como se fosse vê-los de novo segunda-feira, debaixo do grande carvalho branco. Não gosto de despedidas, isso é um fato.

Cheguei em casa Sr. Albert, meu pai, já estava arrumado, Dulce, a governanta, já havia colocado o almoço na mesa. Então subi lavei as mãos rapidamente, e fui almoçar. O silêncio presente na mesa era um silêncio que eu faria de tudo para acabar, era desconfortável. Minha mãe havia ido pra Haiti a 2 dias atrás, sem ela aqui tudo ficava assim, insuportável, 1 dos motivos de eu pensar 2 vezes antes de ter aceitado ir morar com meu pai, mas já era.

Terminei o almoço, e fui para o meu quarto. Terminei de arrumar algumas coisas e quando me dei conta já eram 17h. ás 19h30min saia o voo. Liguei o som, coloquei um CD da Katy Perry, 1º música Hot N’ Cold, que era tipo um ‘hino’ meu e de Luna, nós amávamos essa música. Fui para o banho cantando loucamente. Sai do banho e estava tocando Firework, continuei cantando, peguei uma roupa qualquer, não estava nem um pouco afim de procurar nada afinal minhas malas já estavam prontas e eu não ia fazer o maior auê nelas só pra achar uma peça de roupa.

– Filha, já são 18h vamos logo, ou vamos perder o voo. – Gritou meu pai da porta do quarto.

– Já estou descendo pai!

Passei apenas um rímel, e um gloss rapidamente e desci. Meu pai já me esperava na porta, todas as malas já estavam no carro. E seguimos para o aeroporto.


Megan Liott, 17 anos, e um futuro totalmente incerto.


Notas finais
ahhhhh, que medo. Gostaram, não gostaram? Deixem reviews ou reply no twitter > @MinhaVidaNahc < ou > @JulianabSantos_ <. Não, gente eu não tenho fc pro Justin, xora. Mas falem pelo fc da Nah mesmo ou no pessoal ou no meu tumblr h-urtfeelings.tumblr.com
Bom valeu aê, até o próximo capítulo.
AHHHH, ALGUÉM FAZ UMA CAPA PRA MIM? não? ok :(
E gente, mais uma vezzz deixem reviews com sugestões, críticas ou dizendo se gostou ou não, é muito importante pra mim! :))))
xau p vcs.