Into Your Arms.
2 Mudanças são necessárias.
Notas iniciais
Ahh, leiam as notas finais por favor :(
POV Megan:
Fazia dois dias que nós havíamos chegado a Atlanta. A nossa casa não chegava a ser uma mansão, não estava nem perto disso, mas era consideravelmente grande. Era separada em três suítes, que ficavam no segundo andar, a cozinha, o escritório, dois salas, um jardim enorme, a lavanderia e o banheiro principal. Minha mãe que havia decorado a casa, meu quarto estava perfeito, de um jeito meio fofo, descontraído e até meio diferente. (http://data.whicdn.com/images/17450141/img_7685_167077064_large.jpg) Já havia colocado todos meus pôsteres, fotos e afins em seus lugares, ele estava definitivamente a minha cara.
A única coisa que fiz nesse fim de semana foi arrumar minhas coisas, comer e dormir. Trocava dois ou três palavras com meu pai, e ligava para minha mãe a noite, sentia falta dela. Amanhã seria meu primeiro dia de aula, assustador não? Ta legal, sem drama.
Eram 22h e eu não estava com um pingo de sono, afinal eu dormi a tarde inteira. Então peguei meu MacBook, meus fones e coloquei minha playlist pra tocar. Olhei minhas redes sociais, li e respondi alguns e-mails, mas logo o tédio voltou a reinar. Então coloquei meu celular no despertador, e resolvi dormir, ou pelo menos tentar.
Eram seis e meia em ponto e eu já estava acordada, completamente vestida (http://www.polyvore.com/cgi/set?.locale=pt-br&id=56448214), estava descendo para tomar café quando encontrei meu pai saindo do quarto.
- Já acordada, filha? Achei que fosse acordar mais tarde já que suas aulas só começam as oito. – disse o meu pai com sua linda voz lenta.
- Não consegui dormir a noite, então eu resolvi levantar e ir me arrumar. – disse descendo as escadas e encontrando Dora no fim dela sorrindo. Dora tinha se mudado com a gente, já que ela morava conosco. O café já estava na mesa, eu e meu pai conversamos sobre as ‘regrinhas’ novas que ele impôs: Sempre pedir para ir a algum lugar, Atlanta é um lugar desconhecido, nada de festas e baladas nos dias de aula, nada de distrações, e notas baixas, se houvesse alguma iria me mudar novamente, só que agora para a terra da rainha. E por fim, meninos. Meu era muito rígido nesse tipo de assunto, algumas vezes eu até achava que ele imaginava que eu nunca iria me apaixonar, namorar ou me casar. Então, NADA N A D A N*A*D*A N_A_D_A N.A.D.A de garotos. Aham.
- Querida, não está na hora de ir para a escola? – perguntou docemente Dora. Olhei no relógio, sete e meia. Era a minha deixa, para sair daquele assunto constrangedor sobre garotos com o meu pai.
- Ahn, é sim Dora! Obrigada. Bom pai, eu já vou indo, me deseje boa sorte. – disse dando um beijo na bochecha do mesmo e cruzando os dedos. Meu pai riu.
Já que a escola não era tão longe fui a pé mesmo. Chegando lá, corri os olhos pelo lugar. Típica escola americana, grupinho dos populares, dos nerds, das vadias e... UMA GRANDE ÁRVORE! Meus olhos brilhavam ao olhar a árvore, não era um carvalho branco como o de Sanford-Brown College, minha antiga escola. Ela era relativamente grande, e seu tronco grosso passava a idade avançada da mesma. Só essa árvore já havia de deixado com uma boa impressão da Geórgia State College. Caminhei até a árvore e me sentei. Abri minha boa peguei meu iPod e coloquei All Time Low pra tocar no volume máximo. Peguei também o livro que estava lendo, O morro dos ventos uivantes, da Emily Bronte, e continuei lendo. Algumas pessoas me olhavam e cochichavam alguma coisa, mas eu nem me importei talvez fosse porque eu era nova, ou alguma coisa do tipo. Continuei tranquila lendo meu livro, até que percebi uma sombra atrapalhando a linda luz do sol que iluminava o livro. Tirei os fones e olhei para cima. Havia um garoto meio loiro, com os olhos de um mel profundo me encarando.
- Algum problema? – perguntei me levantando.
- Você está na minha árvore. – ele disse grosso.
Dei a volta na árvore como se estivesse procurando alguma coisa.
— Não estou vendo seu nome nela. – respondi no mesmo tom e com um sorriso sínico no rosto. O garoto me olhou surpreso pelo que eu disse, e eu me sentei novamente. Ele continuava lá me encarando com um sorrisinho que se não estou enganada meio sacana e malicioso no rosto, aquilo estava incomodando. – O que foi? Perdeu alguma coisa na minha cara?
— Não, mas a árvore ainda é minha, tenho o direito de ficar aqui, não acha?
— Espero que não se importe em dividi-la. – disse guardando o iPod e o livro, na página marcada na bolsa e me levantando. Quando estava saindo sinto alguém segurar.
- Não vai me dizer seu nome? – disse o garoto dos olhos penetrantes.
- ahn, — nesse momento o sinal bateu – eu tenho que ir. – e sai andando para minha primeira aula, química.
Cheguei na sala, o professor já estava na sala, parece que o dia não estava sendo bom.
- Vejamos, uma aluna nova! Você de ser... Megan Liott. – disse o professor, analisando a lista de alunos.
- ahn... é, Megan. – respondi meio envergonhada. Ah, qual é, seu primeiro dia, vocês está na frente de mais de 30 alunos que olham fixamente pra você, quase não piscam, você queria o que? Que eu saísse dando pulinhos?
- Bom, pode se sentar com o Brian, — apontou para uma mesa no laboratório, onde as mesas são divididas em duplas.
Fui andando calmamente e de cabeça baixa até a mesa onde o tal Brian estava. Ele era loiro, com o cabelo meio bagunçado, alto e tinha olhos claros. Quando fui sentar olhei pra ele que estava sorrindo, um sorriso lindo, realmente não tinha como não retribuir.
- Oi, eu sou Brian, Brian Andrews. – ele disse sorrindo.
[***]
Eu e Brian passamos boa parte da aula conversando, ele era um cara legal.
- Ei, vai passar o intervalo com alguém? Sei lá, eu poderia te apresentar meus amigos... – ele falou incerto.
- Ah, não. E se isso foi um convite, eu adoraria passar o intervalo com você, Brian. – disse sorrindo e então o irritante barulho do sinal estava tocando. Conversávamos sobre as minhas aulas e sobre a escola enquanto arrumávamos as coisas para sair.
- Então, Megan, já sabe o que vai fazer de atividade extracurricular? – disse quando já estamos chegando ao refeitório.
- ahn, ainda não pensei muito bem e nem me inscrevi em nenhuma.
- Vamos pensar, teatro? – fiz que não com a cabeça – Ok, ahn, dança? – Tentei fazer uma cara de desaprovação, mas saiu mais como uma careta. Ele riu. – Ahn, você canta ou toca algum instrumento? – um sorriso brotou em meu rosto e eu lembrei de quando minha mãe me ensinava a tocar piano e das minhas aulas de violão e canto. – Parece que eu consegui uma atividade extracurricular pra você. – Brian disse dando ênfase ao ‘eu’ se gabando.
- Não seja tão convencido. – disse o empurrando com o ombro. Ele soltou uma gargalhada gostosa que me fez rir também. Quando entramos no refeitório estavam todos divididos em mesas, é típica escola americana. Populares, nerds, vadias da torcida e jogadores do time da escola, onde se encontrava o garoto ‘dos olhos lindos’, que eu ainda não sabia o nome, com uma garota loira quase gritando ‘Me come’ em cima dele. E a mesa dos invisíveis, ou quase isso, onde nós estávamos indo.
- Ei Brian, — fiz uma pausa pra respirar, já que a gente estava rindo muito – quem é aquele ali? – fiz um sinal com a cabeça para onde o garoto estava.
- Justin Bieber, é o capitão do time de basquete, ele é do tipo de garoto que se acha o tal, ele é meio ricaço só tem carrão mora na maior mansão, sei lá, ele é meio estranho, tipo ele não fala com ninguém além da gangue dele. – ele riu do que disse — E a garota, bom ele tem todas aos pés dele, ele ‘pega’ elas e depois as larga e finge que nem as conhece.
- Você sabe de mais alguma, sinto que você está escondendo alguma coisa. – parei de frente pra ele.
- Ei, ei, ei. Para. – ele foi me empurrando de costas – Mas pra que você quer saber sobre isso?
- Nada, é que hoje de manhã eu sentei na árvore dele. – fiz um barulho com a boca do tipo pfffff e levantei os ombros.
- E ele não fez nada com você? – ele perguntou confuso.
- Não, porque deveria?
- Não, esquece.
Quando chegamos da mesa afastada todos olharam pra nós, eu juro, juro mesmo que nós tentamos controlar a risada, sério, mas a cena era bizarra todos olhavam pra nós como se fossemos loucos, o que ocasionou mais uma série de risadas sem motivo específico de nós dois que acabou contagiando a mesa inteira.
Depois que paramos de rir de algo que eu nem sei o que era pude notar duas garotas e três garotos sentados na mesa.
- Bom, gente essa é a Megan, essa é a Merrise. – Brian disse enquanto apontava para uma garota extremamente linda, era morena com os olhos claros. (N/A: Eu vou imaginar ela como a Caitlin, não vou por como Caitlin porque tem gente não gosta dela e tals). – Essa é a Alice, Ally – Ela era loira e tinha olhos azuis. Muito linda também. – Esse é o Logan, – apontou para um lindo garoto que me lembrava demais o Mike, cabelos pretos e olhos extremamente azuis, sorri com meu pensamento – Jean-Luc – apontou para um garoto moreno, lindo, com uma beleza tipicamente americana – esse é o Liam – apontou para um garoto que estava muito mais preocupado em comer do que me olhar — E eu sou Brian, muito prazer princesa. – Brian brincou dando um beijo em minha mão, eu lhe dei um tapa no ombro. Ele riu novamente. Ele é sempre assim risonho ou é só comigo?
Bom, fui até a ‘cantina’ e peguei uma maça apenas, não estava com muita fome.
- Sério que você vai comer só isso? Ou vai-me dizer que está de regime igual à Allie que só come folha? – perguntou Logan brincalhão, parece que até nisso ele lembra o Mike.
- Ah! Ahn, não. Eu só não to com fome e ahn... eu vou ali depois eu ahn volto. – 1 fato sobre mim: quando estou triste, nervosa, ou apenas precisando ficar sozinha ‘ahn’ é a palavra que eu mais uso. Sai dali e fui até uma árvore qualquer, não mesmo que eu iria sentar na ‘árvore do Justin’.
Quando me sentei, olhei para baixo, e refleti, eu sentia necessidade de pensar em tudo que estava acontecendo, em tudo que eu estava passando.
Eu era apenas uma garota de 17 anos que tinha a vida perfeita, pais que se amavam, amigos que estavam comigo sempre, uma vida estável em um lugar que eu amava. E do nada tudo muda. Meus pais com brigas constantes se separam por uma ideia que eu dei, ah para com isso Megan, você não foi a causa da separação dos seus pais. Não, não foi. Ou fui? Na verdade eu nunca soube de verdade o porquê deles brigarem tanto. Estava tudo tão confuso. Sua vida relativamente estável sumir, desapareceu, escorreu pelas suas mãos. Teve que se despedir de sua mãe, de seus melhores amigos, da sua casa, da sua vida pra que? Pra se mudar com seu pai pra uma cidade completamente nova, com pessoas novas, com costumes novos... Argh. Porque comigo? Por que não pode ser tudo mais fácil e descomplicado?
Algumas lágrimas que Megan estava tentando segurar caíram, mas ela estava tão mergulhada em pensamentos que nem percebeu. Sua maça acabou, então ela se levantou jogou os restos na lixeira próxima, secou as lágrimas e foi para o seu armário. Ainda haviam três aulas para período escolar acabar, e sua vontade estava lastimável.
[***]
Eu imaginos os personagens desse jeito, mas se vocês não gostarem imaginem como quiserem.
Megan — https://fbcdn-photos-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/522321_286357574776498_878543573_a.jpg
Brian ( Alex Pettyfer na época de Alex Rider e pá.) — http://24.media.tumblr.com/tumblr_m70a5pK4qx1rap2rmo2_400.jpg
Merrise — http://24.media.tumblr.com/tumblr_m8vantyEho1rqbx6to1_500.jpg
Ally — http://24.media.tumblr.com/tumblr_m8th01KJfS1qjlolco1_400.jpg
Logan — http://24.media.tumblr.com/tumblr_m8psr8FEvm1rbhz1oo1_500.jpg
Jean-Luc — http://24.media.tumblr.com/tumblr_m85j365JMM1rpc7u5o1_250.jpg
Liam — http://24.media.tumblr.com/tumblr_m783m3mwDX1r1mz0eo1_500.jpg
LEIAM AS NOTAS FINAIS, É SÉRIO. U_U
Notas finais
Poxa eu tenho 2 leitoras e nenhuma deixou review? Maldade comigo. Partiu meu s2.
Deixem reviews, quando tiver 2 eu posto, olha eu to com o cap prontinho aqui, então 2 reviews, é pouquinho vai, e eu posto o próximo. :)
bjs, Jubs.
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