Inside Of You
5 Proteção //
Notas iniciais
Espero que gostem deste capitulo :))
Comentem jinhooooos
Anteriormente em Inside of you:–Não és assim tão mau. — corrigi sorrindo — Além do mais vai ser bom tê-la por perto.Lembrei-me de Sarah, enquanto eu olhava-a de longe.O telemóvel de Oliver tocou.–Preciso de atender, com ,licença. — disse ele e afastou-se.Eu fui fazer outra coisas, enquanto Thea trabalhava. Eu vi, realmente, o reflexo de Sarah nela.Sabem, só podemos ajudar alguém que aceita ajuda e eu não podia estar mais feliz por ela ter aceitado. Atualmente em Inside of you:~dia seguinte~
Pov. Skylar–498 horas de serviço comunitário para cumprir... — lamentou-se Thea, enquanto percorríamos o corredor.–499. Essa orientação não conta. — corrigi sorrindo amigável, mas ela arregalou os olhos.–Como isso não é uma punição cruel e incomum, Sky? — perguntou ela irónica. Eu ri.–Kenna, quero que conheças esta nova estagiária. — disse eu para a rapariga na secretaria à frente, que se levantou.–Thea Queen. — apresentou-se a minha amiga.–Estagiários ganham credito. — disse eu simpática.–Estou mais para escrava. — corrigiu Thea , olhando para mim irónica. Eu rolei os olhos.–Sei como é. — disse Kenna sorrindo.–Kenna tirou um ano sabático de firma para ser voluntária. — expliquei, pelo que ela já me tinha contado.–E também do meu salário de seis dígitos. — acrescentou ela rindo, mas verdadeira.– A experiência de ajudar os outros é a recompensa. — disse eu sorrindo doce.–Ainda tenho de ver alguma prova disso. — disse Kenna, piscando o olho para Thea e depois acrescentou — E por falar nisso, Cyrus Vanch foi solto de Iron Heights. Eu olhei-a de repente com os olhos arregalados. A Laurel já me tinha falado, muito mesmo, disso e eu tinha me colocado a par nestes dias.–Nós representamos um grupo de defesa de vitimas que tenta manter Vanch preso — continuou Kenna a explicar para Thea, e eu recuei começando a correr devagar para a minha secretaria.–Vou ligar para Kate. — avisei, pois elas olharam-me.Eu peguei no telefone e comecei a digitar os dígitos. Laurel tinha o dia de folga hoje e resolvi ser eu a faze-lo. –Já liguei. Ela disse que não há nada a fazer sem mais provas. — informou Kenna.–Então vou ao escritório dela. — avisei, pousando o telefone.–Ela também disse para não ires. — corrigiu Kenna e eu olhei-a indignada.–Vanch está ligado ao tráfico humano, a distribuição de droga, a extorsão e a 52 homicídios! — exclamei indignada , eu realmente sabia de tudo .–Então qual a jogada? Porque a menos que tenhas acesso a alguma força policial privada, Vanch continuará livre para vagar pelas ruas. — disse Kenna sincera.Lembrei-me de alguém e peguei no telemóvel.–Tenho de fazer um telefonema. — avisei e afastei-me. Se havia um caso que eu sabia tudo e mais alguma coisa é este e eu vou fazer algo, seja o que for.Liguei para a pessoa em que pensei, pois a Laurel contou-me que o Arqueiro deu um contacto ao pai , que deu a Laurel e eu preciso dele, por mais que isso vá contra as regras do meu pai, eu vou fazê-lo. Apontei o número quando pude, só não sabia que podia vir a precisar, estava errada.Pov. AutoraO telefone do Arqueiro começou a tocar.–O telefone que dei para Lance poder contactar o Arqueiro. — disse Oliver a Diggle. –Ele está a pedir para te entregares? — perguntou John. –Ele deu-o a Laurel. — explicou Ollie e depois atendeu — Alô?–Preciso da sua ajuda. — respondeu Skylar.–Por isso tem o telemóvel. — disse o Arqueiro, desconfiando da voz de Laurel.–Cyrus Vanch acabou de ser solto da prisão por detalhes técnicos. Está a viver bem na casa do advogado. — explicou ela e Oliver começou a pesquisar no pc. –Não há nenhuma evidencia de crime. — informou o Arqueiro.–Mas sei que ele foi a primeira vitima do Vanch e não será a ultima. — disse eu indignada.–E quanto a polícia? — perguntou ele.–Não podem fazer nada sem provas contra nova atividade criminal. — respondi, como se falasse com alguém normalmente...Oliver finalmente conheceu a voz da rapariga ao telemóvel e fez uma expressão estranha e preocupada.–Quê? — sussurrou Diggle pela sua cara.–Skylar, obter evidências não é o que faço. — disse o Arqueiro.–Vanch... é.... perigoso. — disse Sky, não sabendo como ele podia saber o seu nome.–Fique perto do telemóvel, ligarei depois. — despediu-se o Arqueiro e desligou.Pov. Oliver–Skylar?! — exclamou Diggle e eu encostei-me à mesa.–Sim... — sussurrei. Voltei à realidade e comecei a andar.–Sky precisa da minha ajuda. — informei para Dig. –Oliver, estás a correr para ajuda-la ou para descobrir a verdade sobre a tua mãe? — perguntou ele , fazendo-me parar.–Tenho trabalho a fazer. — avisei, ignorando propositalmente a pergunta.Pov. QuentinBebia café enquanto trabalha arduamente no novo caso, que me obrigaram a aceitar.
–Ei, detetive? — chamou Kelton.–Estou ocupado, Kelton. — avisei, voltando a bebericar o café.–Tenho a certeza que vai querer ouvir. — avisou , então olhei-o — A escuta que pus no telemóvel do vigilante funcionou.Kelton estendeu-me um papel com um número. –Alguém pediu a ajuda do Arqueiro. — avisou ele — Alguém está a brincar de Marion e Robin dos bosques . Eu olhei para o papel sem dar muita atenção, então levantei-me.–Onde vai? — perguntou Kelton.–Escritório do tenente Pike. — avisei — Se esta pessoa vai encontrar o Arqueiro, haverá uma força tarefa quando encontrar.~à noite~Pov. Skylar–A sério? Quem diria que terias tantas habilidades! — exclamei rindo, do que Tommy dissera, assim como Laurel.Tinha vindo jantar a casa deles, como convidada e estou a divertir-me mesmo muito. O meu telemóvel começou a tocar, interrompendo a conversa.–É trabalho! — exclamei, pegando-o — Será só um segundo! –Tudo bem! — disseram sorrindo.Então levantei-me, afastei-me um pouco e atendi.–Olá? — disse eu.–Sou eu. Tenho uma coisa. — disse a voz do Arqueiro — Pode encontrar-me? –Sim, onde? — perguntei, olhando para Tommy e Laurel.–Terraço, edifício Winick. — respondeu ele — 30 minutos. Pov. QuentinOuvia-mos a conversa do Arqueiro com a rapariga misteriosa, que deixou de o ser, quando disse algo que denunciou o seu pequeníssimo sotaque californiano, mas que eu conheceria em qualquer lugar.–O quê?! — exclamei indignado.–Que foi detetive? — perguntou Kelton.–Eu conheço a rapariga... — sussurrei.–É a Laurel? — perguntou ele confuso e eu neguei.Fui até à casa de banho respirar fundo. A Skylar estava a dar-me demasiado trabalho, pois tudo o que lhe pedi foi para não se meter nestas coisas, daí não ser anunciado o facto de ela ser minha filha e ela desobedeceu-me.–Terraço, edifício Winick. — informou Kelton, quando voltei para a sala.–Bom trabalho Kelton! — exclamei agradecido e recuperado do choque — Certo, pessoal. Balas de borracha, pois é uma grande amiga da familia. Ela não se pode magoar. Mas fora isso façam o que for preciso fazer para prender aquele arqueiro! Todos se foram preparar para depois, finalmente, apanharmos aquele criminoso.–Tem a certeza sobre isso — perguntou o tenente -Tal como disse é uma grande amiga de familia. Se calhar talvez até como uma filha...–Ela sabe que eu faria de tudo para pega-lo. — expliquei — E esta é a minha única opção. –Quero pegar o arqueiro tanto quanto você. — disse ele — Só não quero ver nada ficar no meio de vocês. –Tem razão. Ela é realmente como uma filha. Eu alertei-a. Disse para ficar longe dele e de tudo isso nesta cidade. Ela não ficou. — expliquei realmente irritado com a minha filha e ofendido — Não acha que isso foi uma facada nas minhas costas? Você não a conhece, mas acredite foi mesmo. Passei ao lado dele e continuei a andar, mas ainda o pude ouvir dizer algo.–Espero que ela veja assim. — disse o tenente, então parei e olhei-o uma ultima vez, antes de sair.Pov. SkylarDesliguei o telemóvel, respirei fundo e voltei para a sala.–Tira esse olhar doce Sky , como sempre fazes. — pediu Laurel. –Apareceu algo. — expliquei, com tom de voz de arrependida.–Não pode esperar até amanhã? — perguntou Tommy, dando a mão a Laurel.–Será apenas uma hora. Posso encontrar-vos mais tarde na boate. — avisei sorrindo doce.–Uma hora ?- perguntou Laurel, levantando-se e vindo até mim.–Uma hora e meia no máximo. — avisei, abraçando-a forte, como ela.Sai do apartamento logo de seguida e dirigi, de carro, até o lugar que ele disse, pois eu sabia mais ou menos onde era.Quando estacionei, caminhei por todas as escadas, quando , finalmente, cheguei ao terraço.–Olá, Skylar. — saudou uma voz conhecida apenas do telemóvel.Eu avistei um homem alto, vestindo de verde e com um capuz enfiado na cabeça, impedindo-me de ver o seu rosto. Aproximei-me devagar, assim como ele.–Como... — eu ía perguntar como sabia o meu nome, mas abanei a cabeça — Obrigada por ajudar.–Não pude fazer muito. — disse o Arqueiro — A casa do Vanch é fortificada, mas consegui isso. Ele aproximou-se mais e estendeu a mão , mostrando algo, que eu peguei e analisei.–Evidencias de que ele quer assumir as posições vagas deixadas por Frank Bertinelli e... pela Tríade. — explicou ele, mas com a voz estranha no final.–Que foi? — perguntei confusa.–Não estamos sozinhos. — respondeu o Arqueiro.–O quê ?- perguntei totalmente confusa.A porta por onde entrei, abriu-se e saíram policias de lá.–POLICIA! ABAIXE-SE! MÃOS PARA CIMA! — gritou o meu pai, assustando-me.O Arqueiro agarrou-me pelo pescoço, mas não com força, que parecia até não me querer magoar, mas foi o suficiente para me assustar a sério.–Não! — exclamei , assustada, pois o meu pai apontava-nos a arma , assim como outros homens e acrescentei mudamente "Pai!"–Se a magoares , levo-te para o inferno pessoalmente! — exclamou o meu pai.O Arqueiro puxou-me até à beira do terraço.–Skylar, desculpe. — sussurrou o Arqueiro, perto do meu ouvido e empurrou-me com força na direção deles.O tenente do meu pai agarrou-me com força. O meu pai correu até à beira do terraço , mas foi tarde demais.–Quentin, não! — exclamou o homem que me agarrava, mas o meu pai saltou na mesma , para o meio das arvores.~alguns minutos depois~O resto dos policiais foram procura-lo e encontraram-no desmaiado. O tenente mais tarde levou-me para a esquadra, onde vi o meu pai sentado numa secretaria. Então, caminhei até ele.–Nem sei o que é pior! — gritei — Se é teres-me mentido ou quase me matado!–Estavas segura. — disse ele, encolhendo os ombros.–Eu estava num terraço com um exercito mirando em mim! — gritei.–Tu nem devias estar lá! — gritou.–Não! — exclamei aproximando-me, apontando-lhe o dedo — Tu querias a Laurel lá, mas correu mal pois ela deu-mo. Não era esse o objetivo da tua armadilha, pai? — –Quero pegar um assassino! — exclamou ele mais calmo.–Manipulaste a Laurel e a armadilha acabou por cair em mim! — gritei realmente indignada.–Manipulei? — perguntou Quentin levantando-se irritado ,aproximando-se — Tu foste atrás dele! Não ficaste longe como pedi SKYLAR!!! –Foi antes de dares o numero à Laurel , que me deu a mim! — exclamei alto.–O quê ?- perguntou ele.–Foi antes de perceber que poderias usar a Laurel como isca ou mesmo a mim! — exclamei indignada, largando lágrimas de raiva e desilusão — A tua filha.–Tu não me escutas-te!! — exclamou Quentin.–Tu estás tão cego por causa desse teu odio pelo Arqueiro, que não vês os danos que estás a causar na tua vida! — exclamei sincera, fazendo-o afastar-se, pois aproximei-me, começando a falar mais calmamente — Na tua familia. O que vai acontecer depois de pegares o Arqueiro, pai? Vais achar outro criminoso? Alguém para culpar pela mãe ter ido embora? Pela morte da Sarah? Por beberes? –Chega, Skylar. — avisou ele, apontando-me o dedo.–Tens toda a razão. — respondi e virei as costas , caminhando para a porta da frente.–SKYLAR! — exclamou o meu pai e eu parei, virando-me lentamente.Ele permaneceu calado e baixou a cabeça.–O telemóvel. — disse ele apontando — Passa-me o telemóvel.Eu caminhei até ele e tirei o telemóvel do bolso , colocando-o com toda a força em cima da mesa, irritada. Depois, caminhei e sai de vez da policia. Dirigi para casa, enquanto as lagrimas inundavam os meus olhos.Pov. Oliver–A Sky podia ter-se magoado ou pior. — disse eu, ainda não acreditando que a tinha colocado nisto.–Suponho que seja culpa do Lance. — disse o Diggle.–Onde queres chegar? — perguntei, olhando-o confuso.–Não pensas-te direito , Oliver. — explicou John — Não sobre a Skylar e eu não sei o porquê. Ou nem tua mãe.Eu aproximei-me irritado.–Não é hora de falar disso de novo! — exclamei–Tudo bem. — disse ele, levantando as mãos — Mas é melhor dizer agora do que depois. Vou dirigir para a tua mãe durante uns dias.–Estás espiando-a? — perguntei indignado.–Estou a fazer o meu trabalho. — disse ele calmo — Vendo se ela se reúne com alguém interessante.–Ela não é suspeita. É minha mãe! — exclamei.–E é por isso que alguém precisa de observa-la atentamente. — explicou Dig — Algo está a acontecer nesta cidade e tu sabes.
–Não quer dizer que ela esteja envolvida. — disse eu, repreendendo-o.Ele caminhou até á cadeira e pegou o seu casaco , vestindo-o. –Não custa nada dirigir para ela por uns dias, não é? — perguntou ele e depois caminhou para fora do armazém. Pov. Skylar–Ainda não acredito!! — exclamei, lançando o jarro ao chão.–Calma.- pediu Thea, tentando agarrar-me os braços.–Ele usou-me , a mim... à Laurel...! — gritei , deixando lágrimas percorrerem as minhas bochechas. Thea olhou-me com pena e eu neguei com a cabeça. Ela aproximou-se e abraçou-me, guiando-me até o sofá. –Ele sabia que estavas segura, nunca faria nada para te magoar. — disse ela e sorriu. –Obrigada. — agradeci sincera sorrindo.Mais tarde ela foi embora e eu fui dormir. Descansar a cabeça, principalmente.~dia seguinte~Acordei relativamente cedo e tentei ligar para Laurel do telefone de casa que não me atendia, nunca. Desisti, fui tomar duche e vestir-me.Enquanto via televisão , tocaram à campainha. Pensei ser Laurel, então corri até à porta.–Estou a tentar... — fui interrompida, por homens que entraram em minha casa e me agarraram com força .Eu empurrei o que me agarrava para o chão e o outro para o corredor do prédio, pois ele ainda estava a tentar entrar, fechando a porta mesmo na perna dele. Depois corri para o corredor, em direção ao quarto, deitando a estante abaixo.O homem agarrou-me , mas eu virei-me e acertei-lhe com uma estatueta qualquer de enfeite.O outro corria na minha direção , mas baixei-me passando por baixo das pernas dele e acertando-lhe por trás com a mesma estatueta e depois enfiei a cabeça dele no armário de vidro, no corredor. Virei-me, preparando-me para correr, mas esbarrei num homem, que me fez recuar um pouco.–Adoro raparigas que se sabem defender. — disse ele sorrindo sínico. Eu olhei-o assustada pelo reconhecimento e ele acertou-me com uma arma de choque, não me recordo de mais nada.Pov. Tommy–Skylar, sou eu. Podemos conversar? — perguntei, batendo à porta. Laurel tinha falado com o pai e percebeu que a Skylar lhe tinha roubado o numero. Pediu para eu ver como ela estava.Reparei que a porta estava aberta, então entrei receoso. Vi várias coisas no chão e partidas .–Skylar?! — chamei alto, preocupado, olhando tudo partido à volta.–SKYLAR?! — exclamei mais alto.Olhei para a parede e vi uma seta espetada , então caminhei até lá e tirei-a, carregando num botão que ativou uma mensagem de voz.–Faça esta mensagem chegar ao Arqueiro. Faça rápido, porque ao amanhecer vou espalhar pedaços dela por toda Starling, a não ser que ele me venha visitar. ~minutos depois~–Assim vamos nos conhecer melhor. — terminou a mensagem.Quentin sentou-se desolado e furioso ao mesmo tempo. Eu olhava-o, assim como Laurel, preocupado.–O que vamos fazer? Os seus técnicos podem... rastear isso? — perguntei, abraçando Laurel que chorava silenciosamente.–Como ele sabia sobre a Sky? — perguntou Quentin.–O quê? — perguntei mais confuso.–Como ele sabe que a Sky conhece... o Arqueiro? — explicou Lance.–Não sei. — respondemos sinceros e Laurel acrescentou — Descobri isso ontem à noite.–Tu sabias.... — disse a Laurel, tentando ajudar.–Apenas eu e... — ele começou a olhar à volta.–Sr. Lance esse maníaco está com a Skylar. — avisei preocupado — Precisa chamar o pelotão. Talvez a SWAT.–Não posso. — interrompeu-me ele e eu olhei-o confusa, como Laurel.–Pai é a minha irmã, por favor... — suplicou ela e eu olhei-a super confuso pela palavra "irmã".–Depois falamos melhor Tommy. — avisou ela coma voz embargada pelo choro, e eu assenti beijando-lhe a testa.–Detetive Lance... — sussurrei preocupado com a Sky.Ele levantou-se com um telemóvel na mão e saiu.Laurel aproveitou para me contar toda a historia da irmã e eu juntei todas as peças . Compreendi-a e apoiei-a , tudo o que uma pessoa que ama faz.Pov. Oliver–Escuta. — pediu Dig ,então peguei no aparelho e assim o fiz.–Foi sabotado? — perguntei, tentando não chorar — Alguém tentou matar o meu pai?–E a tua mãe está envolvida. — respondeu Diggle.–Não sabes disso! — exclamei.–O que nós dois sabemos é que ela guardou segredo. — explicou ele — Porque ela faria isso se não tivesse nada a esconder? O telefone do Arqueiro começou a tocar.–É a... –É! — exclamou Dig.Eu atendi rapidamente.–Tens 3 segundos antes que eu corte a linha. — disse seco, pois estava enervado.–É a Skylar. Ela foi sequestrada. — informou a voz do Lance e eu desfiz a minha cara de irritado — Quem quer que seja, ele vai mata-la. Por favor, acredite.~horas depois~–Detetive. — chamei e ele virou-se olhando-me — Se for outro truque, não vai gostar da consequência. –Não estou contente com isso. Eu odeio-te e tudo o que representas. Mas aquele lunático tem-na. Ele deixou isso como bilhete de resgate. — explicou Quentin.–O nome dele é Cyrus Vanch. — informei, nem acreditando que a culpa podia ser minha.–Caramba! — exclamou ele — Ele vai mata-la se não te encontrar. –Ele vai mata-la de qualquer forma! — exclamei, irritado comigo mesmo — Então porquê procurar-me ? –Só algumas pessoas sabem que trabalhou com a Sky. Se Vanch sabe, é porque alguém da delegacia disse. Não há mais ninguém em quem eu possa confiar.–Vanch esconde-se numa mansão. — informei, sentindo-me culpado — É um lugar bem fortificado. Eu estive lá. Não posso tomá-lo sozinho.–Preciso da sua ajuda! — exclamou Lance e notei o desespero na sua voz.–Só responda-me... porquê tanto interesse em salva-la? — perguntei curioso. O Oliver, não eu. –Porque... ela é minha filha. — sussurrou ele desesperado.Eu arregalei os olhos, por baixo do capuz, surpreendido pela revelação, mas mantive a postura.–Então, eu também preciso da sua ajuda detetive! — exclamei, decidido a ajuda-lo. Pov. SkylarVanch aproximou-se da cadeira em que estou amarrada, com uma faca.–O tempo está a acabar. Nenhuma visita do teu amigo. — disse ele com maldade na voz — Acho que superestimei o carinho dele por ti. Eu permanecia com a cabeça para baixo, até ele agarrar os meus cabelos e puxa-los, fazendo a minha cabeça ir também . Então, encostou a faca à minha garganta. –Agressão dolosa. E sequestro. Vai apodrecer na cadeia pelo resto da vida. — sussurrei, enquanto as lagrimas continuavam a escorrer.–Só o teu amigo do capuz pode te salvar. — explicou ele, sorrindo sínico — E as chances de ele sobreviver não são muitas.Depois largou-me e começou a andar à volta da cadeira.–Há homens treinados com os dedos nos gatilhos de armas que disparam 600 vezes por minuto. Eu não sou Einstein, mas não são muitas balas. — explicou ele, olhando-me irónico.Eu continuava assustada, sabendo que o Arqueiro não ía arriscar um pé por mim. E isso era uma coisa que eu tinha a certeza.–E mesmo que ele consiga derrota-los, tenho dois atiradores de elite no terraço. — continuou Vanch — E se ele conseguir passar por eles, o que fará com o exercito que o espera? Como eu dizia não sou nenhum Einstein mas sei contar até 24. Caso estejas a perguntar-te se estudei os detalhes. E 24 é o numero exato de flechas e dardos que ele tem na aljava e no antebraço. A lagrimas percorriam o meu rosto, mais do que nunca. Quando ele terminou, um homem entrou apontando a arma ao Arqueiro que vinha à sua frente. –Larga o arco! — exclamou Vanch e o Arqueiro obedeceu — Mata-o! Eu olhei para o Arqueiro, chorando silenciosamente, assim como ele. Após ouvir um tiro, encolhi-me e gritei baixo. O Arqueiro agarrou a mulher loira que me observava desde que acordei e o meu pai entrou na sala.–A minha filha! A minha menina! — gritou ele e apontou a arma a Vanch.Foi impedido de disparar pelo Arqueiro.–Eu sou o vigilante, você é o policial! — exclamou ele.–Mas isso não quer dizer que eu vá ler os direitos deste idiota! — exclamou o meu pai, dando um soco ao Vanch. O Arqueiro aproveitou para fugir. As lagrimas não paravam por nada. O meu pai olhou-me preocupado.–Sky, estás bem? — perguntou ele.–Estou. — sussurrei com a voz embargada devido ao choro -Estou bem.Olhei para a janela e vi o Arqueiro a olhar-me, de repente desapareceu no meio da vegetação. Mais tarde o meu pai levou-me para a esquadra e eu prestei depoimento. –Tu já podes ir. — informou o meu pai aproximando-se — Vou-te levar para casa.Eu levantei-me, colocando a chávena em cima da secretaria.–Posso pegar um táxi. — disse eu, olhando-o .–Tiveste um trauma. Eu levo-te. — insistiu olhando-me preocupado.–Não. — respondi.–O quê?- perguntou confuso.–Preciso que te afastes por um tempo pai. — pedi, largando uma lagrima.–Sky... — sussurrou Quentin suplicante.–Eu amo-te pai. Sempre amarei. — disse eu olhando-o nos olhos — Mas não posso confiar em ti.–Eu só estava a fazer o meu trabalho. — disse ele baixo — Achei que fosses entender.–Isso eu entendo. — respondi, deixando mais lagrimas escorrer — Mas mentir e usar-me? Vai levar mais tempo.Passei pelo meu pai e caminhei para fora da policia. Enquanto andava por entre os carros da policia, o Arqueiro apareceu à minha frente.–Está bem? — perguntou.–O que acharia se eu dissesse que não sei? — perguntei olhando-o.–Que está sendo sincera. — respondeu baixo.–O meu pai está com o telemóvel. E acho que não me vai devolver cedo. — informei, para ele saber. –Talvez isso seja bom. — respondeu ele — Não percebi que poderia colocar-te em perigo. –Sou bem grandinha. — corrigi surpresa — Sabia dos riscos.–Agora eu conheço-os. E não estou disposto a enfrentá-los contigo. — explicou o Arqueiro. –O que isso significa? — perguntei confusa , aproximando-me.–Um adeus. — respondeu o Arqueiro. –Skylar!! — exclamou alguém e eu olhei para trás, vendo Laurel correr até mim, com Tommy atrás.Voltei-me novamente para a frente, mas ele já não estava lá.–Nossa, Skylar! — exclamou Tommy.–Diz que estás bem, por favor! — pediu Laurel, agarrando-me pelos ombros.–Estou bem. — sussurrei. -Sinto muito. — ela abraçou-me com força.–Não importa. Contando que estejas bem. — respondeu ela.Pov. OliverVoltei a ouvir a gravação da voz da minha mãe.–Já ouvi isto umas 15 vezes. É a voz dela Diggle. — disse eu, pesaroso — Não acredito que seja ela.–Todos temos pontos cegos quando se trata de familia. — respondeu ele.–Sim... Skylar é irmã da Laurel e quase foi morta esta noite. — contei e ele olhou-me surpreso pela parte da "irmã", eu ignorei — Vanch nunca teria descoberto nossa ligação se o Lance não tivesse mentido. –A lição é que confiar cegamente pode ser perigoso. — disse Dig, olhando-me. Dizer "adeus" a Skylar foi a minha melhor decisão, tenho a certeza. Mante-la longe é a escolha mais acertada e mais responsável. Sei que ela vai ficar segura de qualquer maneira, pois agora sei que ela tem uma familia, sempre teve... apenas mentiu.
Notas finais
Depois de lido... que acham? Está assim tão mau que não vão comentar? :(
Kiss
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