Inside Of You
10 Apaixonado?? //
Notas iniciais
Novo capitulo, finalmente :) Obrigada a quem tem comentado :3
Anteriormente em Inside of you:–Não quero mais estar em uma ilha. — respondeu parecendo sincero.Eu sorri, colocando a mão no seu braço.–Claro! — exclamei e afastei-me — Boa noite, Oliver!–Boa noite! -retribuiu , então voltei para o meu carro.Pela primeira vez sinto que o futuro reserva algo diferente pra mim. Pode ser que eu esteja enganada, mas estou aceitando correr o risco.Atualmente em Inside of You:~dia seguinte~Abri a porta do apartamento de Laurel, pois vim jantar com eles.
–O que te traz aqui? — perguntei , vendo o meu pai e beijei-lhe o rosto, deixando-o entrar.Caminhamos até à sala de jantar, onde estávamos todos.Laurel e Tommy cumprimentaram-no, enquanto arranjava a mesa.–Quer jantar? A sua filha pediu comida Tailandesa demais para três. — convidou Tommy.–Não, obrigado. — agradeceu ele — É um visita de negócios. Tenho algumas perguntas sobre a morte a garota Sparks.–Claro, ela estava na boate antes de ser atropelada. — disse Tommy.–Bem, disse que não a conhecia, mas a ultima mensagem do telemóvel dela foi para si. — explicou Quentin e eu olhei Tommy confusa, assim como Laurel.–Sério? Porque... — Tommy, indo ver o telemóvel dele — Droga! Eu não respondi. Recebo várias mensagens assim. Pessoas a querer entrar na boate.–Isso que ela quis dizer com "Pode me arrumar"? — perguntou meu pai, lendo a mensagem.–O que mais seria? — perguntou Tommy confuso.–Faltam 10 mil da conta da boate. — explicou Quentin — Gastou onde?–Não faço ideia, pode ser erro de contabilidade. — respondeu ele.–Deixe-me reformular. — pediu o detetive — Se gastou para comprar vertigo e "arrumar" para sua clientela...–Pai! — exclamou Laurel, aproximando-se, assim como eu.– O melhor para si agora é assumir, admitir. — propôs Quentin.–Não digas nada. — disse eu.–Estou tentando.... –Fazer o seu trabalho pai? Sim, eu sei. E a Sky e eu estamos fazendo o nosso. — explicou Laurel.–Meninas, sei que pareço o pai desaprovador , de novo. — confessou — Mas eu vim para que outro policial não viesse. Entendem?Quentin virou as costas e saiu do apartamento.–Tommy...–Eu perdi a fome, Laurel. — sussurrou ele e foi para dentro.–Laurel, se calhar vou andando. — disse e ela sorriu agradecida por tudo — Boa noite!–Boa noite! — retribuiu e sai do apartamento dela, indo para o meu.~dia seguinte~–Tommy, atrasado! — exclamei, entrando na boate com Laurel.–Oh meu deus desculpem! — exclamou cansado e depois ficou a "namorar" um pouquito com Laurel.Vi Oliver descer as escadas e caminhei até ele.–Oliver ? — chamei e ele olhou-me sorrindo — Estás bem?–Noite má. — respondeu, caminhando para a saída, mas entrou o meu pai, com outro policiais .–E ainda vai ficar pior. — avisou Quentin — Sr. Merlyn, como pedido, um mandado de busca par esse local.–O quê?! — exclamei confusa.Laurel pegou no mandado e arregalou os olhos.–Não acredito nisso. — disse ela.–Acredita. — avisou o meu pai.–Detetive, não sou advogado, mas qual o motivo para fazer essa busca? — perguntou Oliver aproximando-se dele.–Seu gerente geral subornou um oficial do governo para que ele não inspecionasse o seu prédio. — explicou o detetive e eu olhei para Tommy confusa.–O quê?- exclamou Ollie.–Porque ele vende Vertigo aqui. — respondeu o meu pai.–Ollie, é valido. — avisou Laurel.Os policiais começaram a ver todas as instalações.Descemos todos à cave.–O que tem as caixas? — perguntou Quentin.–Porque não dá uma olhada? — perguntou Tommy.O nosso pai, abriu uma caixa, retirando uma garrafa de álcool. –Se a proibição ainda estivesse valendo, tu poderias ter uma base para uma queixa criminal. — explicou Laurel.–Quer abrir as outras? — perguntou Tommy.Quentin abriu outra caixa, retirando mais garrafas de álcool. –Se não têm nada a esconder... Porque não queria que o fiscal viesse aqui? — perguntou o detetive com razão, desta vez.–O sistema de ventilação daqui não foi atualizado desde os anos 60. — respondeu Tommy, olhando para Oliver — Nem deveríamos estar abertos.Quentin assentiu e saiu da cave, junto com os outros policiais.Sai da boate sem me despedir de ninguém, pois não achei e dirigi até ao café, precisava de beber algo. Entrei e vi o meu pai, caminhando até lá.–Bebendo sozinho? — perguntei , enquanto me sentava.–Não, pelos visto, não mais. — respondeu.–Só refrigerante? — perguntei, bebendo do seu copo — O garçom esqueceu-se do uísque ?–Eu não estava muito afim. — respondeu , bebendo.–E logo hoje, que me apetece beber tanto. — confessei e ele olhou-me como se fosse um sermão.–A garota que morreu... parece que ela conseguiu o vertigo com um colega. — explicou o meu pai — Acho que devo desculpas ao namorado da Laurel.–Ele tem nome, sabes? — perguntei brincalhona.
–Sei, só não consigo usar. Vamos devagar, Sky. — pediu e eu ri — Olha só quando arranjares namorado...Eu fechei a cara, porque essa historia de namorado me trazia lembranças nada boas, que me assombram todas as noites e que eu luto tanto para esquecer.–Estraguei de novo as coisas entre nós? — perguntou com medo.–Não. — respondi sorrindo cansada.–Eu não quis prejudicar o Merlyn, está bem? — perguntou e eu assenti — Eu já falei com a Laurel. Eu sabia que podia estragar as coisas entre nós os três... –Enão porque o fizeste? — perguntei confusa.–Havia evidências, Sky. — respondeu Quentin — E eu precisava segui-las. Precisava. A tua mãe tinha razão. Tu também. O que disseste sobre o Arqueiro... Não sei abrir mão das coisas. Eu encerro casos, é isso que faço. Que se danem os outros. –Talvez o facto de não haver uísque aí, signifique que estejas pronto para mudar, pai. — confessei sorrindo para ele — As pessoas mudam. –Nem todas, Sky. E não penses que esse é o caso do Oliver. Eu entrei na boate e vi-vos a conversar mesmo depois do que te pedi. — disse o meu pai.–Tenho um lado bem idiota que ainda acredita na bondade das pessoas, pai, eu sei. Só que a vida me trouxe um lado que desconfia, ergue a sobrancelha e fica com o pé atrás, por isso, não te preocupes. — pedi sorrindo com ternura.~4 dias depois~Acordei, ainda sentindo o meu rosto molhado e levantei-me deixando Laurel na cama, tapando-a.Vesti qualquer coisa e dirigi até à boate, para tomar o pequeno-almoço.Entrei e sentei-me no banco ao pé do balcão.–Bom dia! exclamou Oliver eu sorri fraco.–Um café forte, por favor. — pedi baixo e ele deu-me alguns minutos depois — Obrigada...–De todos os bares em todas as cidades do mundo, tu entras no meu. — disse Ollie.–Este café está péssimo, Oliver. — confessei baixo.–É isso o que ganhas por pedires café num bar. — acusou ele sorrindo.Oliver finalmente olhou-me atentamente e eu baixei o olhar.Ele aproximou-se do balcão.–Pareces cansada. Muito trabalho? — perguntou ele preocupado.–Muito choro. — respondi , corrigindo — Tommy terminou com a Laurel.–Que aconteceu? — perguntou confuso.–Não sei. Acho que nem ela sabe. -respondi sincera — As coisas estavam ótimas então, de repente, ele estava a fazer as malas e dizendo à Laurel que estava tudo acabado. Ele disse-te alguma coisa?–Não. Eu e o Tommy não conversamos muito desde que ele pediu demissão. — explicou Ollie — Mas ele vai mudar de ideia. –Do mesmo jeito que tu? — perguntei, olhando-o nos olhos — Oliver , tu não dormes com a irmã da tua namorada a menos que queiras estragar o relacionamento. –Se a Laurel ainda quer estar com o Tommy, ela que faça o que devíamos ter feito. — propôs Oliver — Eles que conversem e sejam honestos. Eu sorri surpresa. Oliver coloco os cotovelos no balcão e aproximou a sua mão hesitante, da minha cara. Acarinhou uma face do meu rosto, sob o meu olhar surpreso.–E tu tens mesmo de descansar. — disse ele, olhando-me nos olhos — De verdade, Sky.–Oliver, preciso de te mostrar o que... Mal ouvimos alguém afastamo-nos , sem sabermos bem porquê. Olhei e vi uma mulher a olhar-nos culpada.–Acabei de interromper algo, não foi? — perguntou sorrindo nervosa e então olhou-me diretamente — Tu? Tu és...–Felicity! — exclamou Oliver, como se a mandasse calar.–Desculpe, quem é você? — perguntei educada — Conhecemo-nos ?–Ninguém e não. Não sou ninguém. Sou alguém, obviamente. — atrapalhou-se a rapariga — E tu também. Skylar, certo? Aquela Sky. Maravilhosa Skylar.–Essa é a Felicity. Está a instalar a minha internet. — explicou Oliver, interrompendo-a e eu assenti.–Roteador. E preciso mostrar ao Oliver algo muito importante ligado a isso. — completou Felicity.–Deixo-te ir, então. — disse eu a Ollie , sorrindo — Obrigada pelo café e pelo conselho. Oliver sorriu e seguiu Felicity. Eu acabei de beber o café.Voltei para casa e tentei aconselhar Laurel, com o conselhos de Oliver. Estranho. Então ela decidiu ir falar com Tommy.~dia seguinte, à noite~–O Walter está no hospital. Está bem. — informou Thea pelo telemóvel.–Sério!? — exclamei pegando nas chaves do carro — Estou a ir para aí, amiga.Desliguei e entrei no carro, dirigindo até o hospital, onde tenho vindo frequentemente devido ao pulso, que já não tem tala.Quando cheguei, com a ajuda de informações cheguei ao quarto onde estava toda a familia Queen e Felicity. Entrei, tentando que não dessem por mim, mas Walter logo me olhou, assim como os outros.–Boa noite! — exclamei sorrindo — É bom saber que está de volta Mr. Walter.Ele sorriu agradecido e olhou para todos em busca de ajuda.–É Skylar Lance, irmã da Laurel e uma grande amiga da Thea e do Oliver. — apresentou Moira.–Prazer, Skylar. — disse Walter e eu assenti sorrindo.Aproximei-me de Thea e abracei-a, pois sei o quanto lhe custou tudo isto.–Obrigada por tudo Sky! — exclamou e eu sorri.–De nada, maluca! — exclamei de volta, afastando-me deles — Vou deixar-vos voltarem aos abraços. Dito isto saí do quarto e, posteriormente, do hospital. Os Queen ficavam bem, sem mim.Pov. Laurel–Ollie. — chamei e ele olhou-me. S então percebi que ele falava com o pai de Tommy.Oliver disse algo a ele e depois aproximou-se de mim.–Então, o Walter está bem? — perguntei — Soube nas noticias.–Está. — respondeu olhando-me, mas eu baixei o olhar — Tu estás bem?–É claro. — respondi ainda com o olhar baixo. –Tu e Tommy? — perguntou confuso.Eu olhei-o , levantando a cabeça. Eu tenho de admitir, estou cansada psicologicamente. Muito.Ontem fui falar com Tommy e ele contou-me porque terminou comigo ... Ao que parece tenho ciúmes do Ollie com a Sky.–Eu e tu, na verdade. — respondi engolindo em seco — Falei com o Tommy ontem, e ele terminou comigo porque diz que tenho ciúmes de ti e da Skylar.–E o que tu disseste? — perguntou Oliver olhando-me nervoso.–Nada. — respondi e respirei fundo — Pensei a noite toda sobre isto. Agora, diz-me Ollie... É verdade o que ele disse? Tu gostas mesmo da minha irmã?–Laurel... –Oliver! — exclamei interrompendo-o — Tu já me magoaste, só não quero que aconteça o mesmo a ela. A Sky não merece. –Só quero que ela seja feliz. É tudo o que eu sempre quis. — avisou ele, tentando desviar o olhar.–Então diz-me que não é verdade o que ele disse. — pedi obvia. –O que queres mesmo que eu diga? — perguntou Ollie confuso.–Não tem a ver com ciúmes, mas sim com a Sky. Por isso quero que me digas que não te estás a apaixonar pela minha irmã. — expliquei , ansiosa para que ele negasse tudo aquilo.–Não posso fazer isso. — respondeu Oliver, com o olhar arrependido.–Porque não? — perguntei confusa.–Porque seria mentira. — respondeu e eu podia jurar que ele estava a lacrimejar — E eu já tenho mentiras demais na minha vida. Dito isso, Oliver passou por mim e continuou pelo corredor deixando-me parado e a dirigir a nova informação com lagrimas nos olhos. Mas não de ciúmes! Não!Pov. Diggle Abri a porta a Oliver, que logo entrou.–Então sabes onde moro. — comentei irónico.–Eu sempre soube. — respondeu e aproximou-se — Desculpa. Tinhas razão. E eu estava errado.– Sobre o pistoleiro? — perguntei.–Sobre tudo. — respondeu Oliver — Sobre a minha mãe e o seu envolvimento no empreendimento. Ela mentiu para mim, para Thea... Ela está trabalhando com Malcom Merlyn. Mas sei de uma coisa. Preciso da tua ajuda para impedi-los. Pov. OliverEle assentiu e eu preparei-me para sair, mas parei assim que ouvi a sua voz.–Oliver! — exclamou — Há algo mais no teu olhar.Eu virei-me para olha-lo e ele olhou-me atentamente.–Sky. — respondi, mas expliquei — A Laurel pediu-me para dizer que não estou a apaixonar-me pela Skylar.–E tu? — perguntou curioso.–Não neguei. Não podia mentir. Tenho demasiadas mentiras na mina vida. — respondi , um pouco alto demais.–E estás? — perguntou e eu olhei-o confuso e irritado. Acabei de explicar.–Sim! — exclamei alto e ele continuou a olhar-me calmo, então acalmei-me — A Laurel tem razão. Só vou magoar a Sky.–Só se quiseres Oliver. — avisou amigável.–Não é uma escolha Dig. — corrigi — Eu sempre estrago tudo. Desta vez o crime a combater sou eu!!–Mas, como dar uma de herói quando o crime a combater és tu mesmo? — perguntou Diggle e eu olhei-o sem saber o que dizer.
Notas finais
Gostaram?? Comentem, então ;) bjinhos
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