Inocência
34 I Need Your Love
Notas iniciais
PS°: Gaby_del, sua sumida!! Você nunca mais apareceu!! Você não me ama mais é isso? Decepcionada com você, sua sumida! E olha, eu estou com muitas outras pessoas também, mas não dá para citar todas aqui, infelizmente. Curtam o capítulo ;)
PS2°: Tem Hentai no capítulo.
Capítulo 33 – I Need Your Love
Pov. Annabeth*
...
Eu não pude deixar de estremecer nos braços de Percy. Ele me apertou contra ele; seu corpo ainda gelado por causa do recente banho me deu arrepios e essa sensação só aumentou quando ele começou a passar a mão por debaixo de minha blusa. O que eu mais queria era ele naquele momento. E eu queria também dar ouvidos a ele. Esquecer de tudo, de todas as possibilidades. De todos os quês, ou porquês da minha vida. Queria ficar nos braços dele e nunca mais sair. Eu não sabia o que fazer, eu estava literalmente perdida. A um segundo atrás eu estava apenas considerando que as palavras do moreno eram verdades. Mas eu não podia negar, eu queria, queria desesperadamente que tudo aquilo fosse verdade, e eu contava com isso. Os olhos dele diziam isso, toda a emoção que emanava dele queria dizer isso. Seu beijo me deixava louca e seu desejo por mim era óbvio. Eu estou tão ferrada. “Mas agora você conseguiu o que faltava Annabeth! Você conseguiu o coração dele! O que mais falta?”
O que falta Annabeth é você ter coragem para seguir seu coração e suas vontades. Meu coração e minha mente tinham um dialogo ao mesmo tempo e isso estava me enlouquecendo, assim como Percy também. Só era com ele que eu podia sentir esse sentimento, só era com ele que eu me podia sentir tão completa e viva. Ele resfolegou e pegou em meus cabelos, sua respiração contra a minha boca, minha boca a centímetros da sua.
– Eu quero que você se sinta segura comigo! Annabeth eu quero você demais! – Eu sorri quando ele beijou meu pescoço.
– Você está falando sério? Você... Ama-me? – Eu perguntei bobamente.
– Sim. – Ele disse me olhando e parando de me beijar. – É por isso que eu quero que você fique comigo.
– Percy, eu... Não posso ficar com você. Poseidon e seu irmão fariam picadinho de mim! – Eu respondi, esse era meu único medo agora.
– Eu não vou deixar! Você confia em mim?
– Confio. Completamente. Mas eu tenho medo por você e por mim... – Eu disse fraco.
– Annabeth eu não tenho o que perder...
– Você tem sim! Apesar de você negar, eu sei que você ama seu pai e odiaria saber que ele vai te trocar por Tritão ou algo do tipo! Você sempre disso isso. Além disso, seu irmão é...
– Idiota. Imaturo. Inconseqüente e louco? – Percy completou me interrompendo.
– Sim, mas ele também já fez muita coisa a você e sua mãe... Infelizmente, eu tenho medo dele.
– Annabeth... Vamos para o mundo dos mortais, eu vou trabalhar e cuidar de você. Minha mãe com certeza irá nos ajudar, eu não preciso de meu pai ou de Tritão na minha vida quando eu tenho você! – Eu não consegui não sorrir ao ouvir aquelas palavras saindo dele. Era tudo que eu mais queria. Ele tocou meu rosto de leve e eu olhei para seus olhos verdes. – Confie em mim, eu vou ajeitar tudo. Você só precisa dizer que me ama do mesmo jeito e nada mais importa... – Eu estava com medo, mas já fazia tempo demais que vivia com esse medo. Olhei para os olhos dele e só pude pensar em como eu era sortuda agora e como eu tendo ele nada mais importava. Na minha cabeça só se passou como seriamos viver juntos, sem se preocupar com nada, eu teria uma vida normal, assim como minha mãe e meu pai, nos amaríamos e poderíamos viajar sempre que possível. Mas bem que essa última parte não importava tanto se eu tivesse o moreno ao meu lado. Qualquer lugar ficaria e seria bom o suficiente.
– Tudo bem, eu vou com você! – Ele sorriu como eu nunca tinha visto antes quando falei aquelas palavras. Logo em seguida ele me puxou para ele de novo, o que era quase impossível, pois estávamos colados. Sua testa tocou a minha e ele disse:
– Obrigada. – Eu toquei seus lábios com os dedos e sorri o beijando. Um arrepio percorreu meu corpo e eu deixei Percy me conduzir, até ele estar em cima de mim. A pressão dos nossos corpos não me incomodava, e Percy estava segurando seu peso de modo que não me incomodasse ter ele em cima de mim. Eu sabia que a qualquer momento Tritão iria chegar, mas eu não me importava, não ligava mais. Além disso, Thalia podia se virar. Ela sabia que eu estava com Percy. Eu realmente não me importava e eu me sentia nas nuvens por causa disso.
Percy tirou seus lábios dos meus e foi para meu pescoço, sua respiração quente contra a pele me deixou arrepiada dos pés a cabeça. Ele chupou minha pele devagar, me fazendo arquear em sua direção, aquela sensação era boa. Peguei em seu cabelo e o puxei para mim. Esmaguei seus lábios contra os meus com uma atitude que ele não esperava receber. Mas dessa vez eu me sentia mais confiante, dessa vez seria diferente. Estávamos cientes de nossos desejos, nossos verdadeiros sentimentos. Tirei minha blusa devagar e Percy tirou sua blusa. Beijei seu maxilar e me abaixei devagar para beijar e arranhar seu peito. Percy gemeu fraco de prazer, eu dei uma risadinha. Ele pegou em minha cintura e eu tirei a peça de baixo. Ele me olhou por um segundo, me admirando, seus olhos passearam pelo meu corpo todo e eu me senti muito desejada somente por ver seus olhos fazerem aquilo.
Percy pegou na barra de minha calcinha e eu passei as pernas pela cintura dele assim que ele tirou minha calcinha. Eu fiz careta.
– Você ainda tem muita roupa! – Ele concordou tirando o resto. Eu tirei meu sutiã e me apertei contra ele. Era bom ficar daquele jeito, mas eu precisava de Percy. Eu passei a mão por seu membro e Percy estremeceu.
– Annie... – Eu me virei de modo que ficasse em cima dele. Abaixei ainda mais minha mão e peguei no membro de Percy. Só sua cara de prazer instantânea fez todos meus medos por minha ousadia irem embora. Eu fui cautelosa, não sabia o que fazer direito. – Annie... – Percy gemeu quando eu passei a mão por toda sua extensão. Sorri e o chupei devagar. Segurei pela base e mexi na parte em que minha boca não alcançava. Percy era abençoado. Ele pegou em meus cabelos e me guiou devagar enquanto soltava gemidos. Tirei minha boca devagar, lambendo a ponta, Percy me puxou com tanta força para cima e me beijou com mais força ainda, que estremeci por causa do próprio prazer dele. Ele me deitou e veio por cima de mim, mexeu nos lençóis e vi algo laminado sendo aberto. Percy mexeu em meus cabelos e depois me segurou, me encaixando nele. Segurei em suas costas, esperando que ele me completasse. Quando ele entrou em mim, senti meu corpo subir junto ainda mais com a temperatura. Percy começou a sair e entrar em mim com uma velocidade incrível. Meu corpo acompanhava seus movimentos. Meu corpo já estava completamente soado e talvez eu pingasse, eu não sabia. Eu só me ligava em Percy e na sensação que ele me passava naquele momento. Percy saiu de dentro de mim e tocou em meu clitóris, arrancou um suspiro de mim e entrou novamente. Ele mudou o rumo de suas mãos, tocando em meus seios e os apertando. Meu corpo não agüentava mais, mas queria tudo. Queria a sensação completa. Senti minha boca abrir e com um gemido alto, cheguei ao meu ápice de prazer. Percy saiu dentro de mim segundos depois. Joguei-me nele, não queria ficar longe, e ataquei sua boca.
– Preciso tomar banho! – Ele disse sorrindo.
– Tudo bem, vou com você! – Eu disse concordando. Eu estava completa e mais do que feliz.
...
–x-
...
Pov. Thalia*
...
Coloquei Nico devagar na cama, ele estava exausto e pálido. Eu tirei seus sapatos e sua jaqueta em seguida. Ele riu fraco quando eu fiz isso e murmurou:
– Você me quer não é? – Eu ri e coloquei sua jaqueta no sofá. Deitei-me ao lado dele e peguei em seus cabelos. Fui à sua orelha e disse:
– Sim. Eu quero possuir todas as suas curvas! – Ele riu do meu comentário idiota e me puxou um pouco mais para cima. Eu coloquei minha cabeça na curvatura de seu pescoço e suspirei.
– Acha que Annabeth vai se resolver com Percy?
– Eu não sei. Na verdade, tenho um pouco de medo que Percy faça besteira novamente – Eu disse insegura.
– Acho que você está com medo da pessoa errada. Annabeth está com medo de ser julgada por Poseidon, e Percy só tem medo de seus próprios sentimentos, mas eu o conheço. Ele está apaixonado por ela. E isso, acho que foi a última gota d’água para ele.
– Então, acha que ele vai tomar alguma atitude?
– Eu espero que sim! – Ele concordou. Apertei-me mais a Nico. Beijei seu queixo e murmurei.
– Pode dormir, eu vou ficar aqui e depois verei como estão as coisas.
– Eu não estou a fim de dormir! – Ele disse manhoso. Bati nele.
– Você está cansado, pálido e exausto, você precisa dormir. Vamos, deixe de manha. – Eu rebati e ele sorriu.
– Você vai trazer comida para mim quando eu acordar? – Sorri.
– Sim, eu trarei! – Eu esperei mais alguns segundos e logo senti a respiração dele mudar, ele já estava dormindo. Nico dormia extremamente rápido, mas dessa vez não se passou nem um minuto, sinal de que eu estava certa com relação à exaustão dele. Eu me levantei mesmo relutante, era bom ficar ali, eu tinha que ver como Annabeth estava. Andei pelo corredor devagar, era difícil ouvir algum ruído pela casa, cheguei perto do quarto e toquei na maçaneta, estava trancada. Tentei não fazer alarde, então, sai em silêncio do mesmo modo.
De acordo com Annabeth tínhamos uma hora até Tritão chegar. Eu só faltava rezar para que eles tenham se acertado. E rezar não era um hábito que eu tinha, principalmente quando era para aqueles deuses estúpidos que só faziam atrapalhar ainda mais a vida deles. Fui para a varanda e me sentei ali. Peguei no meu colar, aquele qual Apolo tinha me dado e chamei por ele.
– Apolo? – A resposta não veio. Eu chacoalhei o colar e nada aconteceu.
– Thalia? – Depois de alguns minutos é que fui ouvir a resposta de Apolo. – Desculpe, eu estava super ocupado.
– Tudo bem. Preciso realmente de um favor seu!
– O que foi? – Comecei a explicar a situação para ele. Ele foi bem receptivo e rápido, ele já sabia e concordava comigo.
– Precisamos dar um jeito nisso. Entendeu?
– Thalia não será nada fácil e você nem sabe o que Annabeth decidiu! Ou Percy!
– Eu sei o que estou falando tudo bem? – Eu me levantei da varanda e comecei a andar para dentro de casa. – Tritão estará aqui em minutos e não temos tempo a perder, eu preciso disso, entendeu?
– Ok. Estou indo! – Fui até o quarto de Annabeth e comecei a arrumar suas malas. Eu e Apolo tínhamos traçado um plano. Eu precisava de Poseidon e Afrodite para que ele se concretizasse. E não demorou nem dois segundos e logo a deusa estava no quarto.
– Não acredito que faremos isso! – Ela disse dando pulinhos, como se isso fosse à coisa mais excitante que estava fazendo a eras. Era tão Afrodite.
Eu suspirei e ela estalou os dedos. As roupas foram para dentro da mala e tudo estava pronto.
– Poseidon concordou? – Eu cruzei os dedos.
– No Olimpo está ocorrendo uma das maiores brigas que eu vi em décadas entre Athena e Poseidon por causa disso, e eu estou aqui por ordem dele. O que você acha que ele fez? – Eu levantei uma sobrancelha risonha. Afrodite dizendo isso era engraçada. E na última frase ela foi irônica o que me deu mais vontade de rir, pois foi quase uma tentativa fracassada.
– Por ordem de Poseidon?
– Sim. Apesar de tudo ele ama Percy, você sabe disso não é? – Concordei. – Athena que está contra tudo isso. Ela não aceita que Annabeth fique com Percy...
– E você acha isso uma injustiça não é?
– Eu na verdade, iria complicar um pouco a vida deles, mas... – Eu fiz careta para Afrodite. Ela era uma cobra. – Eu quero os dois juntos, por isso vim aqui. Temos pouco tempo. Athena já contatou Tritão!
– Eu não acredito que ela fez isso! Eu pedi para Apolo falar só para vocês dois!
– E ele falou, mas ela soube. Ela está observando Annabeth, então, ela sabe de tudo! – Eu arregalei os olhos e movi as malas. Eu sei que o casal estava sozinho e tudo mais, mas já estava na hora de agilizarmos as coisas. Bati na porta e Afrodite gritou:
– Espero que já estejam vestidos! – Depois de um minuto a porta já estava aberta. Annabeth com os cabelos molhados e pingando. Percy estava atrás dela. Com sorrisos estampados nos seus rostos. Fiquei triste em atrapalhar um pouco da felicidade deles.
– Não temos tempo e vocês sabem disso! A situação não é nada boa para vocês! – Annabeth olhou minhas malas e ela arregalou os olhos. Ela tinha esquecido! Olhei para Afrodite e ela entendeu. Roupas para Percy.
– Ele estará aqui logo, não? – Ela olhou para o relógio e viu que ainda faltavam alguns minutos. – Temos tempo.
– Não! Vocês não têm! No Olimpo está ocorrendo uma enorme briga por causa de vocês dois, nada está bom! Poseidon e Athena estão brigando.
– Poseidon me quer morta não é? – Afrodite respondeu essa por mim.
– Minha querida Poseidon é a pessoa mais amável que eu conheci, ele nunca faria algo contra você. Já sua avó não está nada feliz com isso, e é ela que não te quer com ele. Ela já contatou Tritão e se ele não passar por essa porta agora, duvido que vocês tenham outra chance de ficarem juntos! – Afrodite disse séria. Annabeth e Percy se olharam assustados.
– É bom que tenham se resolvido, pois não temos tempo para nada. – Eles pegaram as malas e Annabeth me abraçou. Afrodite sorriu.
– Desejo sorte a vocês! – E sumiu. Ajudei-os até o lado de fora e Annabeth me disse:
– Olhe... Sentirei sua falta e de Nico. Diga Obrigada a ele, por favor? – Concordei.
– Vá logo! Você não irá se livrar tão fácil de mim e de Nico assim! – Ela sorriu e Percy a puxou. Seria complicado eles saírem, principalmente sem Nico, mas eles foram. Voltei para dentro de casa, passei na cozinha e peguei um pedaço de torta que tinha na geladeira. Fui para meu quarto e me deitei ao lado de Nico. No mesmo momento em que eu me deitei, ele se virou, murmurando algo. Ele me tocou e abriu os olhos, parecendo espantado.
– Você está bem? – Eu disse assim que ele tentou se levantar. A única coisa que ele fez foi olhar para meu pedaço de torta e murmurar:
– Isso é para mim?
...
–x-
...
Pov. Autora*
...
Athena não podia conter a raiva ao olhar para Poseidon. Ela não podia admitir ou ao menos acreditar que sua neta queria ficar com o filho mais levado de Poseidon, já era difícil aceitar que ela fosse se casar com Tritão imagine com Percy, ela não iria deixar e estava determinada a fazer tudo para que desse errado.
– Você não tem o direito! Eu sabia que era errado deixar ela em suas mãos. Cansei de ser tolerante e fingir que não estou vendo a burrada que sempre estava acontecendo em frente aos meus olhos! – Poseidon revirou os olhos.
– Eu tenho o direito de fazer o que eu quero. Annabeth está sobre minha tutela, ela é...
– Esposa do seu filho? Qual filho? Duvido que Tritão vá gostar disso! Acobertando o queridinho e causando a infelicidade do que sempre te atendeu, que sempre cuidou de tudo por você! Você sabe que ele a ama não é? – Athena gritou se virou para Afrodite que tinha chegado e continuou: — Conte para ele? Conte para ele como o filho ama a minha neta?
– Os dois compartilham do mesmo sentimento pela sua neta.
– Os dois? – Athena disse incrédula.
– Aquele moleque não sente esse sentimento pela minha neta, é um imbecil, inconseqüente. E ele só está levando a minha neta para um caminho sem volta. – Athena avançou para mais perto de Poseidon, todos os deuses que estavam na sala, mantinham os olhos grudados nos dois. Zeus estava entediado, mas mesmo assim não interrompeu, era a única interessante que tinha acontecido naquela semana. – Se Tritão não resolver isso, eu mesma vou me meter, e você não terá mais nenhum poder sobre ela, entendeu? – Athena viu a raiva fervilhar nos olhos de Poseidon pela primeira vez, ela deu um passo para trás com o nariz levantado. Ele apertou as mãos ao lado do corpo e se virou.
– Eu não irei fazer nada. Tritão vai fazer alguma coisa. Quando eu salvei a menina eu não estava consciente de tudo que isso iria causar, além dos erros óbvios. Só queria que Tritão tivesse alguém ao seu lado.
– Minha neta poderia e pode ser brilhante!
– Ela é brilhante do seu jeito. Por isso, daqui em diante, eu não mando nela, ela fará o que quiser e ficará com quem quer.
– Ela é minha! E isso não vai mudar! – Alguém adentrou no salão, interrompendo a todos. Athena olhou para Tritão e cruzou os braços. – Eu preciso da sua ajuda! – Athena apontou para que eles saíssem da sala e ele foi atrás dela. Athena antes de sair fuzilou Poseidon com o olhar, estava morrendo de ódio dele.
– Eu terei algumas condições... – Foi à primeira coisa que ela disse assim que eles estavam sozinhos.
– Não importa. Só quero que Annabeth fique comigo! – Tritão disse determinado. Athena sorriu.
– Certo. Só quero que tenha paciência, pois ela vai voltar para você, mas ela não virá puxada, ela tem que vir por livre e espontânea vontade. – Athena disse com um sorriso no rosto. Tritão não gostou da declaração mais assentiu.
– Então...
– Você terá que esperar e torcer por um deslize do seu irmão, obviamente.
– Eu não sei se terei paciência o suficiente para esperar... Eu vou o fazer deslizar. Eu conheço as fraquezas dele. – Athena assentiu.
– Seja inteligente, não faça nenhuma besteira. – Tritão assentiu.
– Eu tenho que ir, tem coisas que preciso tratar.
– Tudo bem. Vá!
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