Inocência Roubada
5 Chapitre - La Consommation de la nuit, le Premier
Notas iniciais
A Lua não brilhava no céu durante aquela noite, o tempo estava fechado quando a carruagem finalmente parou enfrente ao Castelo do Conde Lefrebve, um lugar que possuía o dobro de onde Angelique morava com sua família.
Seu agora marido desceu primeiro estendendo a mão para ajudá-la aproveitando para dar uma boa olhada naquele corpo.
A garota ainda estava usando seu pesado vestido de noiva todo branco e ele mal podia esperar pelo momento de vê-la sem ele.
Era costume que a noite de núpcias se transcorresse com o casal vestindo trajes apropriados para a prática do ato, mas Theodor não seguia tradições quando se encontrava completamente só protegido pelos muros de seu Castelo que era seu pequeno Reino Particular onde ele poderia jogar com suas próprias regras fazendo o que bem entendesse.
Seus escravos de confiança não se atreveriam jamais a desobedecer às ordens de seu Mestre sob pena de receberem castigos perversos.
O casal foi recebido por uma serva de aproximadamente trinta anos que se aproximou mantendo a cabeça baixa, seu olhar assustou Angelique, pois não era caloroso e amigável como o de Lenore e sim uma maneira fria e distante como se fosse alguém que vivesse para se submeter ás ordens de seu senhor a cima de tudo, mesmo que se tratasse de algo cruel ou inapropriado.
– Angelique, esta é Adeline, sua ama. Ela vai levá-la até nosso quarto e prepará-la para a noite de núpcias. — disse o Conde e Ange balançou a cabeça afirmativamente enquanto se permitiu ser guiada até o quarto com Adeline.
O local não tinha cores alegres como seu lar, o Castelo era escuro apesar de ser requintado e havia um ar de seriedade e frieza em cada cômodo pelo qual a garota passou seguindo Adeline com a cabeça sempre baixa até chegar no imenso quarto onde havia uma cama de casal que em tamanho superava o lugar onde seus próprios pais dormiam em sua casa.
A garota sentiu um frio incômodo na barriga e uma imensa vontade de voltar pra casa, pois a idéia de dormir ao lado de um homem dividindo seu quarto e a cama com ele fazia seu corpo tremer.
– Vou tirar sua roupa e colocar a camisola para a noite de núpcias. — disse a criada pegando a imensa roupa que parecia ser muito maior do que o tamanho da jovem Ange.
Certamente os criados de Theodor não imaginavam que sua jovem noiva pudesse ser tão pequena, apesar de Adeline não se surpreender, pois já conhecia o Conde o suficiente para saber sobre seus gostos bizarros. Ela mesma já havia visto como ele se comportava com escravas mais jovens que acabavam parando em suas mãos.
Cuidadosamente Adeline foi soltando os laços do vestido de noiva e ao ver-se despida, lágrimas escorreram dos olhos da menina que sentia frio e pavor devido aos trovões que começavam a soar naquela noite anunciando a vinda de uma grande tempestade acentuando seu medo.
Estendeu os braços para que a camisola fosse colocada logo sobre sua cabeça e Angelique lembrou-se do que Lenore lhe dissera e aquilo fez com que soluços saíssem de sua garganta.
Talvez não fosse tão ruim, se fechasse os olhos e não enxergasse nada quem sabe não seria bem rápido, como quando Lenore lhe arrancara os dentes de leite na infância? De repente a porta se abriu e o Conde adentrou o local, dando uma boa olhada na jovem esposa vestida com aquele traje.
– Não, Adeline, não quero que ela use a camisola hoje. Tire isso, quero vê-la nua. — ordenou o Conde para espanto da jovem.
– Não, por favor! — Ange implorou cobrindo o corpo com as mãos e afastando-se da criada. — Quero ir pra casa!
A reação perturbou Theodor que estava impaciente, pois por dentro de sua calça já sentia seu membro dando sinal de vida devido ao desejo só de ver a pequena Angelique vestida naquela camisola como uma pequena boneca de porcelana.
– Somos casados agora, Angelique. Seus pais não estão aqui, eles concordaram com o casamento e agora deve fazer a minha vontade, pois é minha. Vamos Adeline, tire a camisola dela e se ela tentar resistir será castigada. — disse o Conde olhando a garota com seus gélidos olhos azuis ameaçadores.
A garota sentiu seu corpo paralisar com o terror daquela ameaça, pois algo em seu íntimo lhe dizia que o castigo que o marido poderia lhe dar não seria simplesmente ir dormir sem jantar ou ser proibida de brincar com suas bonecas.
Adeline aproximou-se dela retirando-lhe a roupa toda permitindo que ela pudesse ficar de costas para o Conde enquanto era despida afim de evitar nova resistência.
Inutilmente Angelique tentava tapar os pequenos seios e as partes íntimas com as mãos enquanto as lágrimas faziam com que seus olhos ficassem mais vermelhos. O som daquele choro incomodou o Conde, o barulho era irritante.
– Muito bem Angelique, quero que se deite na cama. Adeline, ajude a Condessa a se deitar e depois deixe-nos a sós. — disse o Conde e a serva obedeceu segurando a menina pela mão e acompanhando-a até a enorme cama de casal.
Ele não disfarçou o olhar lascivo que lançou ao corpo da garota notando o quanto o corpo era magro e as nádegas pequenas quase inexistentes. Era como uma boneca viva e isso o excitou de tal maneira que não esperou que Adeline saísse do quarto para começar a despir a si mesmo recusando até mesmo ajuda para isso.
Ange limitou-se a deitar-se naquela cama confortável e fechar os olhos para não sentir a vergonha de estar nua diante daquele homem.
Sentiu o peso dele afundando um dos lados da cama indicando que ele havia sentado nela e em seguida a mão tocando-a direto no seio. Tentou afastar a mão, mas Theodor subiu em cima de si afastando-lhe as mãos e segurando-a pelo pulso.
– Abra os olhos, Angelique. Olhe para mim. — ordenou e logo os olhos azuis se abriram de forma que ela pôde fitar o homem nu que pesava sobre seu corpo. — Você agora é minha e vou usar o seu corpo como eu quiser e tocar onde eu quiser todas as noites.
Segurou-lhe os braços com uma das mãos em cima da cabeça fortemente machucando os pulsos finos e com a outra mão apertou-lhe o seio pequeno. Levou a boca até ali sugando o mamilo pequeno demais e rosado.
Ange não sabia descrever a sensação daquela boca molhada em contato com seu seio, era estranho, diferente e ao olhar para a janela podia ver os clarões dos relâmpagos por causa da chuva torrencial que começara a cair enquanto aquele homem mordia-lhe o seio machucando-a.
– Não! Dói! — reclamou e por um momento sentiu alívio quando ele parou, mas o alívio durou pouco, pois a mão desceu procurando o meio de suas pernas.
Tentou fechá-las, mas o Conde usando sua força obrigou-a a abri-las e as manteve separadas colocando os joelhos entre elas.Olhou para a intimidade pequena e rosada virgem. Sorriu ao saber que seria toda dele não apenas naquela noite, mas em várias outras noites.
Conhecia um ponto especial onde as mulheres sentiam prazer, era o centro bem na parte da frente daquele órgão em especial e tocou ali, provocando uma estranha e desconhecida sensação em Angelique que gritou sem entender.
Ele pressionava aquela parte de seu corpo com os dedos arrancando gemidos da garota que sentia um misto de pavor com outras sensações que não podia identificar até que sentiu que ele abria-lhe a intimidade com os dedos e algo grande entrava ali lhe causando um horrível ardor.
Abriu mais uma vez os olhos e soube que era aquela parte do corpo do Conde que Lenore havia lhe falado aquilo que todos os homens tinha e doeu muito mais do que ela imaginou.
Theodor investiu contra ela rompendo a barreira de sua virgindade sentindo o prazer de alargar aquele local tão apertado. Retirou um pouco para ver o sangue melando seu membro confirmando a virgindade retirada embora ele não tivesse duvidado daquilo em nenhum momento e em seguida penetrou-a novamente.
Finalmente sua esposa era sua e ele não teria dó, enterrando aquela parte do corpo cada vez mais fundo na pequena menina que gritava arranhando-lhe as costas.
Aquilo durou por um longo tempo até que Angelique sentiu um líquido preenchendo-a. Só então o Conde saiu de cima de si retirando aquela parte de dentro de seu corpo deixando-a ardendo.
– Está feito, Angelique. Você agora é uma mulher. Durma, essa noite serei compreensivo e isso será tudo, mas nem sempre serei assim, amanhã haverá muito mais. Irá se acostumar. — disse.
A garota fechou os olhos fingindo que dormiria, mas seu coração ainda batia rápido e duvidou que fosse conseguir pegar no sono tão rapidamente, mas para sua surpresa, pouco tempo depois adormeceu.
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