Innocence
31 Outtake I - All Different
Notas iniciais
Edward POV.
Bella estava estranha – de novo. Não era a primeira vez naquela semana e algo me dizia que também não seria a última. No começo pensei que fosse uma crise de idade, mas logo descartei. Ela tinha acabado de completar – há um mês – 30 anos... Não era muito, principalmente se fosse comparar comigo, já com 33.
Alice, enfim, havia se casado. Depois de adiar por meses e meses, ela e Jasper resolveram se casar. Não pensavam em filhos ainda, se considerando novos demais para isso.
- Pai! – Um tufo de cabelos cor de cobre passou correndo por mim, e, rapidamente, eu peguei o Thomas, antes que ele caísse. Não que ele tenha herdado de Bella a incrível capacidade de tropeçar em locais planos, mas porque eu achava que era melhor prevenir do que remediar.
- Oi, Thomas – sorri. – Já falei para não correr desse jeito, filho.
- Desculpa. – Como eu podia repreendê-lo quando ele me olhava com essa carinha? – A mamãe disse que é pra você me ajudar a escolher minha roupa!
- Tudo bem. – Levantei-me, já com ele em meu colo. – Vamos lá, garotão.
Sophie e Thomas haviam completado seus quatro anos e já estavam na escolinha. Bella já terminara sua residência e estava trabalhando no mesmo hospital que eu e meu pai – que parecia que não iria se aposentar nunca. Luke completara há um mês seus quatro anos também, e também estava na escolinha. Agora, em casa, Rose só tinha o pequeno Landon, com apenas um ano e alguns meses de vida.
Ajudei Thomas a se divertir, enquanto escutava as mesmas reclamações de sempre. Ele sempre insistia em dizer que já era ‘adulto’ e que podia muito bem se arrumar sozinho.
- Pronto! – Desisti de tentar arrumar seus cabelos, já que aquilo ele havia puxado de mim, e o peguei pela mão, já indo para a sala novamente.
Não demorou muito para que Bella e Sophie aparecessem, ambas lindas. Sophie estava a cada dia mais parecia comigo, mesmo que houvesse traços de Bella ali – como a cor de seus cabelos, o formato da boca, o nariz –, e isso a deixava incrivelmente linda e única. Havia outra coisa que Sophie puxara da mãe – a incrível capacidade de tropeçar e cair – e ela, quando mais nova, vivia cheia de roxos.
- Vamos? – Bella sorriu, o que me deixou um pouco confuso. Ela não estava de mal humor há apenas alguns minutos?
Nós seguimos, então, até a casa de meus pais, como fazíamos todos os domingos.
Foi divertido, como sempre era. Os meninos, exceto Landon que brincava no colo da mãe, corriam pela casa, e era divertido ver meus pais agirem como se eles fossem os pais – não os avós.
Quando chegamos em casa, Bella e eu ficamos um pouco com as crianças, e eu logo fui fazer o jantar. Bella insistiu para que ela fizesse, mas não deixei. Ela parecia cansada, então cuidei de tudo naquela noite.
Dei comida para as crianças, tentando insistir para que Bella comesse alguma coisa, mas ela não quis. Depois de dar banho em Sophie e Thomas e colocá-los para dormir, fui em direção ao quarto, para encontrar Bella completamente apagada na nossa cama, um pequeno sorriso no rosto. Beijando seus lábios de forma delicada, segui para o meu banho e depois deitei na cama, puxando Bella para meus braços.
Acordar no outro dia foi um suplício. Bella já estava de pé, parecendo melhor. Levamos, como sempre, as crianças para o colégio, e seguimos para o hospital.
Almoçamos juntos e depois cada um seguiu para a sua ala.
Então, alguns minutos depois, enquanto eu conversava com um médico sobre uma cirurgia que iríamos fazer em dez minutos, vi Bella passar correndo por nós no corredor.
- Aquela é a sua esposa, não é?
- Sim... – murmurei. Eu queria muito ir até ela, mas tinha a cirurgia.
- Pode ir lá – riu. – Eu vou adiantando as coisas para você.
- Obrigado, Master. – Dei-lhe um tapa gentil nas costas, antes de seguir pela direção que Bella havia seguido.
Encontrei-a encostada em uma parede, mais pálida do que nunca, próxima a um banheiro.
- Bella!
Seus olhos castanhos se abriram e ela sorriu, extremamente cansada.
- Você está bem? – Coloquei minha mão na sua testa; não estava quente, o que era ótimo. – O que está sentindo?
- Calma, Edward – riu. – Estou cansada, acho. E aquela comida do refeitório não me fez bem... Estou um pouco enjoada.
- Bella... – suspirei. – Eu tenho uma cirurgia agora... Não é nada complicado. Assim que terminar, nós vamos para casa, ok?
- Eu estou bem – murmurou.
- Não interessa – bufei. – Nós vamos.
Ela revirou os olhos.
- Tudo bem – deu de ombros.
Eu a deixei na sua sala e fui até o último andar, onde todos esperavam. A cirurgia foi bem tranqüila, e, meia hora depois, eu já estava livre, indo em direção a sala de Bella.
E encontrei-a cochilando no sofá.
- Ei... – Abaixei-me, pressionando meus lábios na sua testa. – Melhor?
- Não realmente... – Fez uma careta. – Estou um pouco tonta.
- Você está estranha há dias... Vomita tudo que come, muda de humor...
Então, de repente, eu estava sorrindo imensamente, porque eu tinha sido muito burro de não ter percebido isso antes.
- O que? – Bella murmurou, sentando-se.
- Você está grávida? – indaguei-a.
E ela corou, me dando a resposta.
- Por que você não me contou? – murmurei, de repente olhando para o ventre ainda liso dela.
- Eu queria fazer surpresa... Estava pensando em algo especial. Já até comprei um par de sapatinhos...
- Bella!
Eu a abracei, não muito forte, e beijei seus lábios delicadamente.
- De quantos meses? – sussurrei contra seus lábios.
- Quase dois – riu.
Eu me afastei, só para ver aquele brilho nos seus olhos. Suas bochechas estavam coradas, um sorriso imenso no rosto.
- Mais alguém sabe? – indaguei.
- Hmmm... Acho que desconfiam, mas eu não contei para ninguém ainda.
Eu fiquei de pé, puxando Bella comigo. Beijei-a de forma lenta e delicada e acariciei sua barriga por cima da roupa.
- Temos tanto a fazer! – ri. – Roupas, arrumar o quarto, marcar a consulta...
- Edward! Calma! Temos quase oito meses. – Seus olhos não deixavam os meus enquanto ela falava e eu fiquei ali, feito um bobo, apenas olhando-a. – E eu já marquei a consulta, para a semana que vem, em um horário que nós dois poderemos ir.
E, de repente, Bella estava com os olhos cheios de lágrimas.
- O que foi? – sussurrei, segurando seu rosto entre minhas mãos.
- Eu tenho medo... E se as crianças não aceitarem esse bebê bem?
- Eles vão – sorri. – Eles sempre pediram um irmãozinho...
Ela assentiu, parecendo um pouco nervosa.
Eu ri.
- Vamos para a casa?
Bella sorriu um pouco e eu ainda mais. Em breve teríamos um bebê entre nós...
E eu simplesmente mal podia esperar por isso.
Bella POV.
Contar para as crianças foi mais fácil do que eu imaginei que seria. Elas aceitaram bem, e nós passamos por aquela história constrangedora de ‘onde surgem os bebês?’ e ‘como ele foi parar na sua barriga?’. Devo confessar que deixei que Edward explicasse; falar sobre isso com meus próprios filhos era algo que eu simplesmente nunca tinha imaginado.
Naquela noite, Edward dormiu agarrado à minha barriga, um imenso sorriso no rosto.
_
Acho que nenhum dos Cullen se surpreendeu quando contamos que eu estava grávida. Assim como meus pais, eles acharam que já tinha passado da hora.
E é claro que todos estavam felizes.
E é claro que tudo começou a ser planejado.
Eu ainda não tinha completado dois meses de gestação – completaria em uma semana –, mas todos começaram a agir como se meu bebê fosse nascer na próxima semana! Sophie e Thomas agora tinham cada um seu próprio quarto. E decidimos que o bebê teria o seu também. Eu não deixei que eles fizessem muita coisa, porém. Não sabíamos o sexo e eu queria, dessa vez, um quarto azul ou rosa.
Mas as roupas foram compradas. Assim como novas cadeirinhas de recém-nascidos – e não só uma. Tinha para o meu carro, para o de Edward, para os dos meus pais...
Os enjoos matinais eram os piores. Quando eu acordava, Edward já estava de pé, e eu até tentava comer alguma coisa... O que me levava a correr para o banheiro assim que eu colocava o primeiro pedaço de comida na boca. E, mesmo sob protestos meus, Edward estava sempre lá, segurando meu cabelo.
- Eu juro que não agüento mais – sussurrei, enquanto seguíamos para o hospital. Tínhamos acabado de deixar as crianças na escola e agora teríamos nosso primeiro ultrassom, depois iríamos trabalhar.
Edward riu.
- É só o primeiro trimestre, amor – disse-me, passando a mão suavemente pela minha barriga. Eu corei. – Eu adoro quando você cora...
- Edward!
- Ok! Eu me rendo.
Nós ainda estávamos rindo quando chegamos ao hospital, já indo até o consultório da Dra. Susan. Eu levava o exame de sangue que confirmava minha gravidez na bolsa, Edward já tinha o visto.
- Bom dia. – Ela sorriu para nós, já dando espaço para que entrássemos. – Como vão os papais hoje?
- Ansiosos. – Edward respondeu, sem me dar chance para abrir a boca.
Nós nos sentamos, e depois de eu responder algumas perguntas e entregar o exame a ela, deitei-me e ergui minha blusa até abaixo dos seios.
E vi meu bebê.
E não era a primeira vez que eu via um ultrassom, mas eu fiquei tão emocionada! Ouvir o coração do meu filho, saber que ele estava bem...
Era algo que simplesmente não tinha preço.
Conforme os dias foram se passando, as coisas foram se acalmando. Eu logo alcancei o terceiro mês, então os enjoos matinais não eram assim mais tão frequentes. Apesar dos protestos de Edward – e até de Carlisle – eu continua trabalhando. Não de procedimentos cirúrgicos, mas consultas. E trabalhava no meu horário normal. Tudo se seguiu normalmente; as crianças iam para a escola, eu e Edward íamos trabalhar. A tarde a babá ficava com eles, e a noite nós chegávamos. Era uma rotina boa.
Confesso que estava curiosa para saber qual era o sexo do meu bebê, mas sabia que tinha que esperar. Só esperava que ele não fizesse como os gêmeos e simplesmente decidisse que faria uma surpresa. Eu não sabia se agüentaria esperar até que ele nascesse para que o quarto fosse pintado e tudo o mais.
Então, aos quatro meses de gravidez, para a felicidade de todos, descobrimos que teríamos uma menina.
Uma menina. Nossa caçulinha.
Eu sabia que estaria igualmente feliz se fosse um menino, mas confesso que estava desejando mais uma menininha.
E é claro que o Edward ficou todo bobo, com aquele sorriso lindo e enorme. Eu me encontrava mais apaixonada por ele a cada dia que passava.
Começamos a cuidar de tudo. O quarto seria pintado nas cores rosa e branco. E os móveis seriam brancos. Compras foram feitas – tanto para mim quanto para nossa filha. Eu simplesmente não sabia como estava aguentando chegar do trabalho e ir fazer compras com Rose e Alice, e quando Edward viu o tamanho dos meus pés pela terceira vez seguida, ele me proibiu de ficar andando tanto assim.
- Eu preciso comprar as coisas para a nossa filha... – Fiz bico, enquanto ele massageava meus pés e tornozelos. – Está quase tudo pronto, prometo que descanso depois disso.
- Bella... – Ele suspirou. – Podemos fazer no fim de semana, então? Nós dois.
- Sim – sorri. – Será ótimo terminar o quarto de nossa filha juntos.
E ele simplesmente sorriu lindamente para mim.
Edward POV.
No sábado, logo depois do almoço, todos nós saímos de casa. Deixamos as crianças na casa de meus pais e partimos para o shopping. Não achava que iríamos demorar, Bella havia dito que faltavam poucas coisas.
E não demoramos. Em menos de uma hora terminamos de comprar tudo.
- Pronto – sorri. – E agora?
- Podemos ir assistir a algum filme? – pediu. – Faz tempo que não passamos um tempo, assim, juntos.
- Por mim tudo bem – ri. – Pensei que você fosse querer ficar com as crianças.
- E eu quero... Mas podemos sair com elas amanhã. Que tal levarmos os dois ao Central Park?
Eu assenti.
Eu confesso que não prestei muita atenção ao filme; Bella simplesmente estava adorável. Ela ria de alguma coisa que os atores estavam falando, mas eu não conseguia tirar meus olhos dela. O modo que ela sorria, suas mãos acariciando sua barriga de quase cinco meses. Eu não podia estar mais contente. Tinha minha família, meus filhos, minha esposa.
- Eu te amo – sussurrei, beijando sua bochecha. Ela corou.
- Eu também te amo – murmurou, beijando meus lábios calidamente.
Quando saímos do cinema, fomos embora. Pegamos as crianças na casa dos meus pais e seguimos para casa. Eu sugeri que fôssemos até um restaurante, mas Bella havia dito que sentia falta de cozinhar.
E era simplesmente ótimo ficar daquele jeito em família. Ouvir as vozinhas dos meus filhos, enquanto eles contavam como tudo na escola estava indo, como tinha sido o dia na casa dos avós.
- Papai, o Papai Noel já pegou nossa caltinha? – Sophie perguntou, depois que eu tinha dado banho nela. Eu ri.
- Aposto que sim, filha.
Ela sorriu para mim, deu um beijo no meu rosto, enquanto eu a cobria.
- Boa noite, meu bem.
- Boa noite, papai. Te amo.
- Eu também, princesinha.
Sophie e Thomas estavam de férias agora. Logo seria Natal e Ano Novo. E logo Bella completaria cinco meses de gestação.
E o Natal e o Ano Novo passaram, assim como Janeiro passou. Nossa filha caçula estava prevista para nascer no final de abril ou começo de maio. Não tínhamos escolhido o nome ainda.
- O aniversário dos nossos filhos é mês que vem. – Bella murmurou. Estávamos deitados, assistindo TV em nosso quarto. – O que será que eles vão querer esse ano?
- Não sei – ri. – Só espero que não seja nada muito cansativo. Não quero a senhora andando de um lado para o outro.
Bella revirou os olhos.
- Eu sou médica, você é médico – citou. – Ambos sabemos que gravidez não é doença, então, Edward, por favor...
- Por favor você. – Silenciei-a. – Eu só quero mimar a minha linda esposinha.
- Edward... – corou.
- Shhh... – sussurrei, colocando um dedo sobre seus lábios. – Te amo, Bella.
- Eu também te amo, Edward.
_
O aniversário de cinco anos de Sophie e Thomas foi de circo. Tivemos palhaços e tantas outras coisas! Eles estavam lindos em suas roupinhas, enquanto arrastavam seus amiguinhos de escolinha pela casa.
Não deixamos que Bella fizesse muito coisa, também. Ela reclamou um pouco, mas acabou concordando.
E logo março chegou e, junto dele, o chá de bebê. O quarto de nossa filha havia ficado pronta, e, apesar de simples, ele estava muito lindo. Agora só tínhamos que esperar que ela chegasse.
E eu estava bastante ansioso.
Bella se encontrava a cada dia mais linda. Graças ao bom Deus, ela decidiu parar quando completou oito meses, tirando sua licença de maternidade. Nossos filhos constantemente perguntavam quando que a irmãzinha deles iria chegar e nós tentávamos explicar mais ou menos. Não havia como simplesmente falarmos.
E quando Bella completou os nove meses, no final de abril, eu simplesmente achei que nossa filha queria era mesmo ficar ali. Passamos a ir com mais freqüência ao consultório da Dra. Susan. E ela havia dito que se nossa filha não nascesse logo, teríamos que partir para uma cesariana.
Bella já tinha dor nas costas, a barriga dela estava mais baixa, e ela suspirava constantemente pelos cantos. Mantive-me atento a cada detalhe, porque eu sabia que ela gostava de ocultar as coisas para si.
_
Era dia dois de maio e eu não estava conseguindo dormir. Já havia passado de uma da manhã e eu estava assistindo a um filme qualquer na TV. Bella estava um pouco inquieta, levantando a todo o momento para ir ao banheiro. A Dra. Susan havia dito que teria que partir para uma cesariana se nossa filha – já havíamos decidido o nome, mas ninguém sabia além de nós – não nascesse até o dia quatro. Eu me encontrava muito preocupado, assim como Bella.
- Hmmm... – Bella gemeu, colocando as mãos na barriga. – Droga.
- O que foi? – murmurei.
- Preciso ir ao banheiro.
Eu sorri, já mais tranqüilo. Aquilo era bastante constante.
Eu só não esperava ver os lençóis encharcados assim que Bella levantasse.
- Oh! – Ela murmurou. – Parece que nossa filha resolveu nascer.
_
Renée e Charlie haviam chegado alguns dias antes, justamente por causa da neta. Quando contamos a eles o que estava acontecendo, eles prometeram cuidar de tudo. Ficariam com nossos filhos e mais tarde iriam para o hospital.
Bella estava tendo contrações no intervalo de quinze minutos, bem mais rápido do que a primeira vez. Eu já havia comunicado o meu pai e a Dra. Susan e ambos estariam nos esperando no hospital.
Agora, era só nossa menina cooperar e nascer logo.
_
Mal chegamos ao hospital e tudo já estava se resolvendo. Bella tinha dilatação suficiente, as contrações estavam vindo em intervalos bastante curtos. Ela foi levada direta para a sala de parto, enquanto todos nós nos preparávamos.
Como da primeira vez, eu apenas me mantive segurando a mão de Bella, deixando que ela a apertasse, enquanto eu sussurrava palavras de conforto. É claro que às vezes eu olhava para o monitor, olhava para a Dra. Susan e para meu pai – que também estava presente.
- Só mais um pouco, Bella. Eu estou vendo a cabecinha.
Bella respirou fundo algumas vezes, seu cabelo espalhado, completamente encharcado de suor. Eu beijei sua testa.
- Vamos lá, meu amor – sorri. – Vamos trazer nossa menina.
Ela assentiu, se preparando para fazer força.
E depois tudo o que ouvi foi o chorinho dela.
- Claire... – Bella riu, cansada. – Vá lá, Edward. Vá vê-la.
Nossa Claire. Nossa Claire Marie Cullen havia nascido. Às 3h30min da madrugada do dia dois de maio, pesando três quilos e duzentos gramas e medindo cinqüenta centímetros, ela era toda pequenininha, toda linda.
Mais tarde, naquele mesmo dia, enquanto observava Bella amamentar a Claire, enquanto nossos filhos olhavam, eu sorria, como bobo.
Na segunda vez tudo era diferente, mas não deixava de ser menos perfeito.
Notas finais
O próximo é realmente o último. Já sei como ele vai ser e a última pontinha será amarrada, haha. Uma pontinha que ficou meio que explícita e que ninguém percebeu... Bom, acho que vocês vão até gostar. Pelo menos, eu espero.
Então, amores, por hoje é só. Beijinhos e até o próximo – e último – outtake.
Deh C.
/ Fla (L)
Fale com o autor