Innocence

24 Capítulo 23 - Hold My Hand, Parte 2


Notas iniciais
Demorou, amores, eu sei, mas chegou! :D

Edward POV.


Eu realmente não conseguia acreditar no que estava acontecendo naquele momento.

Diante de mim, Bella estava parada na porta da cozinha, com as calças molhadas... O que significava que meus filhos iriam nascer.

Depois de meses de espera, de ansiedade, de aflição, eu os veria, eu poderia pegá-los em meus braços e apresentá-los, com maior orgulho, a todo mundo.

Eu não sei como consegui dirigir ao hospital e avisar a todo mundo, porque naquele momento eu só conseguia ter olhos para Bella... e para assimilar que em algumas horas eu veria meus bebês.

Eu fiquei ali, ao lado de Bella, sentado, como Edward Cullen, o pai de seus filhos, e não como médico.

E quando finalmente a Dra. Susan apareceu, pensei que eu ia morrer de ansiedade.

- Você ainda não tem dilatação suficiente, Bella – informou. – Teremos que esperar mais um pouco.

Bella, incapaz de dizer qualquer coisa, apenas apertou minha mão mais forte.

- Estou aqui – murmurei. – Estou aqui, Bella.

Algum tempo depois, a Dra. Adams voltou, e finalmente ela disse que Bella tinha dilatação o suficiente.

- Vamos lá, Bella – murmurou –, quando eu pedir, faça força, ok?

E Bella fez.

Ela gritou e chorou; e eu somente a admirei mais ainda pela força. Porque eu sabia que eu nunca seria capaz de fazer tanto assim.

- Vamos, Bella! – Incentivou. – Estou vendo a cabecinha.

Bella tomou uma respiração profunda e cerrou os dentes, apertando ainda mais minha mão.

E o mundo pareceu congelar quando ouvi o choro.

- É um menino. – Susan ergueu meu filho no colo e eu somente senti as lágrimas se acumularem em meus olhos. – Quer cortar o cordão, papai?

Eu assenti, andando em direção ao meu bebê. Eu cortei o cordão e peguei o manto, embrulhando-o.

- Ele vai ser levado para os testes agora, mas logo vocês poderão pegá-lo novamente.

Eu o entrei, a contragosto, para a enfermeira, e voltou para o lado de Bella, ao mesmo tempo em que ela começava a apertar o colchão. Peguei uma de suas mãos, para que ela apertasse novamente.

- Agora vai ser mais tranquilo, Bella. Faça força, ok? Vamos trazer esse segundo bebê ao mundo.

Não demorou muito para que eu ouvisse um segundo choro, um pouco mais fraco. Meu coração se encheu de amor, pela segunda vez, e eu me peguei indo em direção à doutora, antes que ela informasse o sexo.

- É um menino? – murmurei, sorrindo.

- Não. – Ela retribuiu o sorriso, deixando que eu cortasse o cordão. – É uma menina.

Um casal.

Um casal de bebês.

Nada naquele momento poderia ter me feito mais feliz.

Eu deixei que eles levassem minha filha e voltei para Bella, que se encontrava extremamente cansada. Seus olhos estavam se fechando e abrindo, e ela tinha um sorriso cansado no rosto.

- Obrigado – murmurei. – Logo tratei nossos bebês para você. Agora descanse, por favor.

Eu sabia que ela queria discutir, mas não tinha forças. Seus olhos se fecharam e logo ela estava dormindo; como um anjo. E eu, com um sorriso enorme no rosto, dei um beijo em sua testa, antes de sair do quarto. Todos estavam na sala de espera.

- E então? – Dezenas de pessoas se levantaram quando eu entrei, seus rostos ansiosos.

- Um casal – anunciei. – Eu sou pai de um casal!

Eu senti os braços de várias pessoas ao redor de mim, embora não pudesse ser capaz de distingui-los. Era minha família e eles estavam felizes por mim.

Era tudo isso que importava.

_

Assim que acalmei a todos, fui buscar por notícias. Eu entrei na UTI neo-natal – apenas algo que fazia parte do procedimento, eu sentia que meus bebês não precisavam estar ali – e os vi.

Meu menino tinha os olhos abertos, revelando os olhos castanhos iguais os da mãe. Ele quase não tinha cabelos, então não dava para definir exatamente de que cor eram. Eu sorri, como um bobo.

- É um garoto bonito, Dr. Cullen. – Catty, a enfermeira, me informou. – Classificado com 9 no teste do Apgar, ambos os bebês. O menino tem 2,650g e a menina 2,330g. São grandes bebês para gêmeos.

- Obrigado, Catty – sorri. – Cadê minha garota?

Ela sorriu.

- Acabaram de colocá-la ali. – Apontou-me um berço. – Ela é uma garota muito bonita, se parece com o senhor.

Eu andei até lá.

E sabia que estava perdido e que faria qualquer coisa por aquela coisinha pequena.

Minha pequena tinha os olhos fechados, as mãozinhas fechadas em punho, enquanto se mexia devagar. Ela tinha mais cabelo que o irmão e parecia uma mistura perfeita da minha cor com a de Bella... Ela era... linda.

Meus filhos.

Meus bebês.

Tudo o que eu queria agora era criá-los.

Ao lado de Bella.

Bella POV.

Cansada.

Essa era uma palavra que poderia definir como eu estava me sentindo, se o realizada não existisse. Porque era como eu me sentia; realizada.

Eu acordei, sem saber que horas eram, sentindo a falta de minha enorme barriga. Tentei me sentar, para procurar por meus bebês, mas realmente meus músculos doíam.

E muito.

- Acho melhor você ficar quietinha. – A voz de Edward fez com que eu abrisse os olhos imediatamente e sorrisse.

- Ei – sorri. – Cadê meus bebês?

Edward riu.

- Nossos – corrigiu. – Eles já estão vindo. Ambos saudáveis e lindos, devo acrescentar.

- Eu quero tanto vê-los! – suspirei.

Uma batida à porta interrompeu-nos.

- Com licença.

Dois berços entraram, com duas enfermeiras empurrando. Eu me estiquei, tentando ver, e Edward me ajudou a sentar.

- Hora da primeira amamentação. – Uma das enfermeiras disse, mas eu estava ansiosa para ver meus anjinhos.

Edward pegou o embrulho rosa nos braços, enquanto a enfermeira me entregava o azul. Meu filho abriu os olhos e eu sorri. Eram castanhos; como os meus.

Edward se sentou ao meu lado e eu me estiquei um pouco para vê-la.

- Qual é a cor dos olhos dela? – sussurrei.

- Não sei. – Edward riu. – Ela ainda não os abriu.

A enfermeira me ajudou a colocar meu garoto para mamar. Doeu um pouco, no começo, mas logo diminuiu.

- Vou deixá-los sozinhos um pouco.

As duas saíram, deixando-nos ali.

- Olha, Bella – sussurrou Edward –, ela abriu os olhos.

E eles eram verdes.

Como os do pai.

- Temos que pensar em nomes... – sussurrei. – Não dá para chamá-los de bebês para sempre.

- Sim – sorriu. – Eu... bom, eu pensei em um nome.

- Para o menino?

- Não... Eu gosto de Sophie... Mas podemos pensar em outros, se você quiser.

- Sophie é um bom nome – sorri. – Eu gostei...

- Sophie Cullen. – Edward beijou a testa de nossa Sophie delicadamente, que resmungou um pouco em seus braços.

- Sophie Grace Cullen? – perguntei, suavemente, ajeitando minha roupa, enquanto colocava meu garoto para arrotar.

- Sim. – Edward sorriu. Ele se levantou e ajeitou a Sophie em meus braços, de modo que pudesse pegar nosso filho. – E quando a esse garotão?

- Hmmm... Eu pensei em alguns – sussurrei, ajeitando Sophie, para que ela pudesse mamar. – E eu gostei de Thomas.

- Thomas... – murmurou. – É um bom nome. Com qual sobrenome?

- Gosto do seu – sorri. – Acho que seria legal.

- Thomas Anthony Cullen? – Edward fez uma careta, mas depois sorriu. – Gostei.

- Então, ótimo – suspirei, aliviada. – Não precisamos mais chamá-los de bebês, não é, Sophie?

- Sim. – Edward sorriu. – É ótimo. Obrigado, Bella. Você foi tão... forte, corajosa. Não há palavras para dizer o que estou sentindo agora.

- Obrigada por estar aqui – disse apenas.

E ali, com meus bebês nos braços, eu não podia me encontrar mais feliz.

Terceira Pessoa POV.

Os corredores estavam lotados, mas, com seu disfarce, não seria difícil chegar à ala de maternidade. Ela esteve ansiosa por esse dia, se bobeasse, até mais que os pais das próprias crianças.

Ela teve que se esconder por alguns minutos, enquanto a família babava nos novos membros. Comentários podiam ser ouvidos, mas ela os ignorou; queria ver tudo com seus próprios olhos.

Quando eles se afastaram, provavelmente para visitar a mãe, já que tinham vários balões de várias cores nas mãos, suspirou, aliviada.

Ela caminhou em direção ao berçário e seus olhos procuraram os pequenos embrulhos. Estava extremamente ansiosa para descobrir o sexo daquelas crianças.

Foi então, que os viu.

As etiquetas diziam claramente: Thomas A. Cullen – Isabella Swan e Edward Cullen. A moça admirou o garoto por alguns minutos, vendo os traços do pai ali, e sorriu. Era um garoto bem bonito. Depois, seus olhos foram para o berço ao lado e leu: Sophie G. Cullen – Isabella Swan e Edward Cullen. A menina estava virada para o vidro, os olhos verdes abertos, observando tudo ao redor. Ela era a cara do pai, mesmo tendo alguns pequenos traços da mãe.

Pretendia ficar ali mais alguns minutos, admirando-os, mas sabia que era arriscado demais.

Um risco que ela não estava disposta a correr.

Bella POV.

Depois que Thomas e Sophie foram levados de volta ao berçário eu me permiti dormir novamente. Realmente, me encontrava extremamente cansada. Acordei algumas horas depois e Rose, que tinha sido a primeira a vir me visitar – de acordo com ela, meus pais e os pais e irmãos de Edward estavam babando diante do berçário – e me ajudou a tomar banho. Senti-me bem melhor disso e estava completamente desperta depois que me deitei novamente.

Logo meu quarto foi invadido por todos, trazendo balões e grandes sorrisos nos rostos. Meus pais tinham que ir embora hoje, domingo, mas prometeram que logo voltariam. E Esme e Carlisle ficariam conosco na primeira semana. Eu iria para casa com meus bebês amanhã, o que me deixava alegre.

- Nós já vamos, Bella. – Minha mãe e meu pai se aproximaram e me deram um beijo no rosto. – Nossos netos são lindos! Logo voltaremos para passar mais tempo com vocês, ok? Só temos que nos organizar primeiro.

- Tudo bem, mamãe – sorri. – Obrigada por terem vindo.

- Não há de quê, meu bem – riu.

Eles se foram, junto de Carlisle e Esme, que os levariam até o aeroporto.

- Então... – Eu sorri. Olhei para Edward e ele imediatamente entendeu; era hora de anunciarmos os padrinhos de nossos filhos. – Rose? Jazz? Vocês aceitam ser padrinhos do Thomas?

Rose abriu um sorriso enorme, assim como Jasper.

- E Alice e Emm...

Antes que eu pudesse terminar de dizer qualquer coisa, Alice estava me abraçando, enquanto gritava.

- Eu vou encher a Sophie de roupinhas e sapatinhos... – Sorriu imensamente.

Eu somente ri.

- E você não iria fazer isso de qualquer modo, Alice?

Edward POV.

No dia seguinte, Bella e nossos filhos receberam alta. As enfermeiras trouxeram nossos bebês e eu ajudei Bella a se sentar em uma cadeira de rodas, ignorando seus protestos. Ela pegou o Thomas no colo e eu andei com a Sophie, enquanto meus pais nos acompanhavam.

Eu não mencionara a nenhum deles que, além dos sete dias que eu ganhara de licença paternidade, eu tirara um mês de férias. Queria ficar o mais perto possível de Bella e nossos filhos.

Meu pai pegou o Thomas e o prendeu em uma das cadeirinhas, que agora viveriam em meu carro. Eu coloquei a Sophie. Ela dormia, mas o Thomas não.

Meus pais nos seguiram, no próprio carro de meu pai, e eu e Bella fomos com meu carro. Dirigi mais devagar que o costume. Era impressionante. Não conseguia acreditar no fato de que meus bebês estavam ali, com saúde. E, em breve, eu esperava que Bella aceitasse o fato de que eu a amava e que, enfim, pudéssemos ficar juntos.

Chegar em casa com nossos bebês foi um experiência única. Bella foi amamentá-los, com minha mãe, no quarto deles, enquanto eu ia até a cozinha, para separar os ingredientes que minha mãe havia pedido.

- Como se sente sendo pai, Edward? – Meu pai perguntou, seguindo-me até a cozinha.

- É uma experiência única – sorri. – Sinto-me capaz de fazer qualquer coisa por eles...

Meu pai sorriu.

- Eu estou muito orgulhoso de você, Edward – sorriu. – Não esperava que você fosse me dar netos tão cedo, quanto mais dois! Eu pensava, realmente, que você iria seguir aquele plano maluco...

- Eu percebi que não amo Tanya, pai – sussurrei. – E ela também nunca me amou. Tudo o que queria de mim era um filho. Depois que eu desse um a ela, tenho certeza de que sumiria.

Nós conversamos durante alguns minutos, até Bella e minha mãe aparecerem. Meus pais nos expulsaram da cozinha, mandando que descansássemos, já que, de acordo com eles, os bebês iriam querer ficar acordados durante a noite.

Bella e eu dormimos – em quartos separados, é claro. Eu não consegui dormir muito, porém. Logo me encontrava no quarto de meus bebês, observando-os dormir.

Eu estava feliz.

E para essa felicidade ficar completa, faltava só Bella e eu ficarmos definitivamente juntos.

Bella POV.

Carlisle e Esme não ficaram conosco uma semana, apenas três dias. Edward estava de férias e eles quiserem nos dar espaço para tomar conta dos bebês. É claro que sempre viriam aqui e nós teríamos que ir lá, mas estávamos só nós quatro agora.

Edward e eu acabamos nos distanciando esses dias. Nós cuidávamos dos bebês e só. Não tivemos tempo de falarmos de nós dois, embora eu achasse que não existe um ‘nós dois’.

Rose veio passar uma parte da semana comigo, na terceira semana. Aproveitando isso, Edward saiu para comprar algumas coisas. Eu me sentei com Rose no sofá, aproveitando que os gêmeos estavam dormindo.

- Então, como está indo a vida de mãe? – Sorriu. Estranhei seu sorriso. Rose parecia... nervosa.

- Algum problema? – indaguei-a, ignorando sua pergunta.

- Nervosa – confessou. – Mas acho que é um pouco normal.

- Por quê?

- Eu... – suspirou. – Estou grávida.

- Sério? – Meus olhos brilharam. – Rose, isso é... ótimo!

- Não é. – Lágrimas escorreram de seus olhos e eu congelei. – Emmett disse que só queria filhos depois que tivéssemos um ano de casados... Só que... aconteceu.

- Ah, Rose. – Eu a puxei para meus braços. – Tenho certeza de que ele vai amar isso, independente de qualquer coisa. De quantos meses você está?

- Um mês – suspirou. – Eu acabei de descobrir, Bella.

- Vai ficar tudo bem, Rose – murmurei. – Eu tenho certeza de que Emmett vai ficar imensamente feliz ao saber disso.

Terceira Pessoa POV.

Ela não queria fazer aquilo e eu ao mesmo tempo queria. Parecia algo tão fútil. O sentimento era mais forte, entretanto. Ela precisava daquilo.

E ninguém nunca tinha entendido.

Agora descobrir que a outra também estava grávida... Por que todas podiam menos ela? Era errado se sentir assim, mas ela não conseguia evitar.

Mas o que podia fazer, também?

Absolutamente nada...

Nada.

Bella POV.

Uma semana depois, Rose anunciou que estava grávida.

Como eu já esperava, Emmett ficou bastante feliz, mesmo a gravidez não tendo sido planejada. E todos nós comemoramos, é claro.

E, agora, eu e Edward estávamos levando os bebês para o primeiro passeio deles. Eles tinham completado um mês no dia doze de março. E estavam a cada dia mais lindos.

Eu estava sentada em um dos bancos do Central Park, observando o carrinho duplo dos bebês a minha frente. Eu ainda não gostava muito do parque, devido a algumas lembranças, mas não podia privar Edward e meus filhos de um dia maravilhoso como esse.

Os bebês estavam bem agasalhados, ambos acordados, olhando tudo a sua volta. Edward tinha ido até uma lanchonete, comprar chocolate quente.

E, então, eu ouvi passos.

E me virei.

E vi Tanya.

Quem eu não via desde aquele dia em minha casa.

Notas finais
N/A: Vocês devem me odiar, eu sei disso. Devem odiar a Tanya mais ainda, embora eu ache que não seja tão necessário ainda... Respirem fundo. Em algum capítulo tudo sobre a Tanya será esclarecido e eu acho que vocês vão entendê-la um pouco mais.

Eu gostei desse capítulo. Achei-o cute... Haha. E essa gravidez da Rose? Eu lhes garanto que ela não veio ‘à toa’, ou seja, algo poderá acontecer... u.u. E, para vocês saberem, têm que comentar, é claro.

E eu tenho duas notícias... Ambas não muito boas. A primeira é que a Innocence está caminhando para o final. Mais menos mais uns 8 capítulos. Talvez mais, talvez menos. E, a outra, é que o próximo capítulo pode demorar um pouco. O porquê? Tenho provas de terça a sexta, essa semana agora. Além de dois trabalhos para apresentar. E no outro sábado, dia vinte e seis, viajarei para uma cidade próxima a minha, para um casamento, e voltarei no domingo. Então, um pouquinho de paciência, ok? E quando as reviews, vou demorar para respondê-las um pouco, mas acredito que logo conseguirei.

Vai aí um Spoiler, e, depois, beijinhos.

SPOILER:

- Não estou seguindo ninguém – riu. – Apenas passeando.

-x-

- Bella? BELLA!

-x-

- Eu tenho medo.

- Não tenha, por favor. Foi só um sonho, nada vai acontecer.

-x-

Eu nem tinha acreditado que o tempo havia passado tão rápido. Parecia surreal que Rosalie já estivesse grávida de sete meses e que os gêmeos estivessem com quase sete meses. O que significava que, na próxima semana, eu começaria minha residência.

-x-

- Por favor, me ajuda, Bella. Não... não...

- Fique acordada, por favor. Eu...

-X-

Fim do Spoiler.

Spoiler tenso, eu sei Q. Enfim, é isso, babies.

Beijos enormes e até o próximo capítulo :*

Deh C.

/ Fla (L)

N/B:aham, aham. Você não me engana com essa bondade. Apesar do capítulo ter sido feliz, esses POV’s em terceira pessoas me deixaram tensa... Oh meu Deus :O