P.O.V. Hermione.

Eu estou cansada desse povo da Sonserina me chamando de sangue ruim feia, quatro olhos e tal. Por isso preparei uma surpresa para aqueles idiotas.

P.O.V. Draco.

A Santa Granger está atrasada para o café da manhã. Que milagre.

De repente as portas do salão se abrem e UAU! Aquela era a sangue ruim Granger? Não creio.

Ela entrou batendo o salto. O uniforme estava mais curto, mais ousado mas ainda tinha aquele que de Granger.

O cabelo dela estava liso, mais escuro e ela estava usando maquiagem.

—Senhorita Granger?

—Sim Diretor?

—Eu gostei muito do seu novo estilo.

—Obrigado.

—Será que a senhorita não poderia me ajudar num assunto?

—Claro. O que precisar.

—Venha comigo.

—Claro. Com licença.

Ela olhou pra mim e deu uma piscadinha com... sarcasmo? E saiu rebolando e todos os moleques de Hogwards ficaram babando.

P.O.V. Elijah.

O Diretor da instituição na qual me encontro disse que viajar para o mundo dos mortais requer muito poder e os alunos não são autorizados a ir sem estarem acompanhados de um professor por tanto ele precisa de um tempo para recobrar as forças antes de me mandar de volta.

Ele retornou trazendo consigo a senhorita Granger.

—Hermione você vai ficar responsável pelo nosso convidado.

—Eu o que?! Deus me livre!

—Hermione...

—Não! Deus me defenda! Não de jeito nenhum. Ele é vampiro! Primeira oportunidade que tiver vai querer me enfiar os dentes!

—Hermione, você sempre foi tão receptiva. Por que isso agora?

—Ele é um vampiro! Aprendemos sobre a raça dele na aula de D.C.A.T. Eles são todos maus, sabidos, traiçoeiros... malvados! E tem umas presas desse tamanho!

Ela abriu os braços para demonstrar o tamanho.

—Não se preocupe senhorita Granger, não vou ferir você.

—Sei. É o que todos dizem, mas todas as criaturas são movidas pela sua necessidade mais básica.

—Que seria?

—Fome. Você diz isso agora que está cheio, mas quando ficar vazio a história vai ser bem diferente.

—Por favor Hermione.

—Tá. Mas, se tentar alguma coisa eu juro por Deus todo Poderoso que te lanço a mais terrível das maldições. O Cruciatus.

—Porque não leva o senhor Mikaelson para um tour?

—Claro. Vamos.

Fomos andando, ela ia andando de costas e com a vara na mão.

—O que é essa vara?

—É uma varinha. É um canal, amplifica o nosso poder.

—Todos os bruxos daqui usam varinhas?

—Usam. Imagine uma centena de bruxas, um exército de bruxas. É assim que funciona a varinha, ela nos torna mais fortes.

—Gostei de você.

Ela parou de andar.

—Você o que?

—Gostei de você. Você é uma mulher forte, decidida, corajosa e bondosa.

—Tudo o que eu fiz até agora foi deixar claro que não gosto de você e você diz que gosta de mim?

—Sim. Sua honestidade e sua compaixão são virtudes que eu aprecio e muito.

—Ai, onde foi que eu amarrei o meu jegue. Os salões comunais ficam por ali, cuidado com as escadas elas gostam de mudar.

—Mudar?

—Você vai ver. Você está muito longe de casa sanguessuga.

Disse ela rindo.

—O que quer dizer?

—Lumus.

—Apague essa luz! Estamos tentando dormir!

—Quem disse isso?

—Eu disse!

O homem do retrato se movia e falava, ele estava de pijamas.

—Desculpe Barão, temos um forasteiro.

—Eles falam.

—Como eu disse, você está muito longe de casa.

Entramos num lugar que parecia ser um quarto.

—Bem vindo ao salão comunal dos monitores. A ala masculina fica pra lá. Boa noite.

—Não vai me levar até lá?

—Não posso. Sou menina. É a ala masculina, dos homens. A primeira porta, segunda cama é a sua. Boa noite, durma bem.