P.O.V. Hermione.

Eu não podia estar mais ferrada. Estamos tendo aula de transfiguração e o Rony é meu parceiro.

Eu lancei o feitiço e o transformei num coelho como a professora mandou, mas na hora dele fazer deu B.O.

Agora eu estou completamente perdida num lugar que eu não conheço. Felizmente estou armada.

Fui andando e andando com a varinha na mão. Passei o dia andando e logo eu estava exausta.

—Que porcaria Ron.

Eu me sentei num dos bancos pra ver se eu conseguia pensar uma maneira de voltar pra escola.

—O que está fazendo aqui tão sozinha mocinha?

—Nada. Vá embora.

Começou a sair homem de tudo o que era lugar.

—Calma, vai ser rapidinho. Você pode até gostar.

—Acho que vou mesmo. Levicorpos!

Eles voaram longe e eu sai correndo.

P.O.V. Elijah.

Estava no bar da Camille quando ouço vozes e mal intencionadas. Fui para proteger a garota, mas ela não precisou, nunca vi nada igual ao que ela fez.

—Caramba!

A garota sozinha derrubou dez dos melhores vampiros de guarda do Marcel.

Fui andando e coincidentemente a encontrei sentada na praça central. Ela assoviou alto e uma coruja branca, uma rara coruja das neves veio pousar em seu braço.

—Edwiges, por favor me ajude.

—Com licença senhorita?

Ela apontou a coisa pra mim como se fosse uma espada.

—Não se assuste. Não lhe farei mal algum.

—É. É o que todos dizem. Pode me dizer onde estou?

—Nova Orleans.

—No... Nova Orleans? Nos Estados Unidos? Eu mato aquele moleque!

Pelo sotaque estava claro que ela era britânica.

—De onde você saiu?

—Ho... Londres.

—Tem certeza?

—Tenho. Preciso mandar uma mensagem, tem papel e caneta ai?

—Tenho. Aqui.

Ela escreveu no papel como se a vida dela dependesse daquilo.

—Edwiges, leva isso pro Professor Dumbledoore. E só para o Dumbledoore.

A coruja piou.

—Ela não entende nada do que diz.

—Entende sim. Você não sabe de nada americano.

Ela sentou e respirou fundo.

—Praga de Moleque.

—E porque tão rude?

—Ah! Isso não foi pra você não.

—O que é isso que tem na mão?

—É uma va... ra.

—Uma vara?

—É. Uma vara.

—E como pode uma simples vara derrotar dez dos melhores e mais bem treinados vampiros de Nova Orleans?

—Vam... Vampiros? Ai, me lasquei. Tá, respira pensa nas aulas de D.C.A.T.

—Aulas de que?

—Vampiros são imunes a maldição Kedavra. O que está morto não pode morrer.

—Maldição Kedavra? O que é maldição Kedavra?

—Essa não! Um trouxa!

—O que?

—To perdida. Vou ser expulsa.

De repente aparece um senhor que parecia o Merlin da fábula do Rei Arthur.

—Professor Graças á Deus! Mas, não é proibido aparatar em Hogwarts?

—Ser Diretor tem seus privilégios.

O senhor tirou uma vara como a de Hermione de suas vestes e mirou em mim.

—Não tenha medo. Não vai doer. Confundus!

Fiquei perdido e quando acordei eu com certeza não estava mais em Nova Orleans.

—Oi. Me desculpe, você não devia estar aqui.

—Quem é você?

—Sou Hermione Granger. Sinto muito, não era pra isso acontecer o Diretor é um bruxo muito habilidoso o que indica que você não é um trouxa. O que você é?

—Você parece ser uma moça tão educada e fica chamando os outros de trouxa.

—Oh! Não, aqui trouxa quer dizer outra coisa.

—O que quer dizer?

—Humanos que não tem conhecimento sobre a existência da magia.

—Bom, felizmente eu não sou nenhum dos dois.

—Nenhum dos dois?

—Nem humano e nem trouxa.

—Se você não é humano é o que?

—Eu sou um Original.

—Muito esclarecedor.

—Sou um dos primeiros vampiros do mundo.

—Puta que pariu! Desculpe, quando eu fico chocada eu falo palavrão.

—Tudo bem. Onde estou?

—Bem vindo á Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts senhor Original sei lá de que.

—Elijah.

—O que? Isso é algum código pra alguma coisa?

—É o meu nome. Elijah Mikaelson.

—Que nome mais chique.

—Como vou voltar para nova Orleans?

—Como vou saber? Nem sei como veio parar aqui.