(In)fortúnio

9 Jogos e desafios


Notas iniciais
Oi gente.
Finalmente postei. Espero que gostem, certo?
Aqui vai a fanart da vez (essa é boa e tem tudo haver com o capítulo!)

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É isso aí, boa leitura.

Capítulo 9. Jogos e desafios

Movido pelo desejo, Kid começou a investigar Maka, iniciando um percurso por todo o corpo da jovem, desde o pescoço até as pernas, percorrendo-o com ambas as mãos. Ao mesmo tempo que a acariava, ele roçava os lábios dele por onde passava. Sentir a pele deliciosamente macia dela eriçando e a ouvir emitindo tênues gemidos o incentivava a provocá-la cada vez mais. Maka tentava conter-se, pressionando com força os dedos no lençol. Já corrompido pela luxúria, ele decidiu avançar progressivamente. Primeiramente, pediu permissão para tirar a blusa dela, que foi concedida sem hesitações. A jovem estava, enfim, isenta da vestimenta superior e, aproveitando-se disto, Kid percorreu toda a barriga dela com a pontinha da língua, fazendo-a arrepiar cada pêlo do corpo e murmurar baixinho o nome dele em um tom carregado de prazer. A medida que ele avançava ficava cada vez mais difícil para ela conter-se, cada carícia oferecida pelo namorado era um forte incentivo para que ela se entregasse sem batalhar. A loira sentia que ali um jogo estava se iniciando e, em razão de sua natureza competitiva, ficou por ela decido que o jogaria com seriedade. Ela não pretendia ceder tão facilmente, faria-o sucumbir primeiro. Para isso, desistiu da timidez e sentiu-se preparada para revidar as provocações do namorado. Ela começou a fazê-lo puxando-o pela camisa e tascando-lhe um beijo apaixonado, o que os fez travar uma longa batalha de línguas dançantes. Movida pela avidez e impetuosidade, Maka foi assumindo gradualmente o controle da situação. Quando Kid notou a intenção da namorada era tarde demais; as posições já estavam invertidas. A jovem se encontrava em cima dele e era finalmente ela que comandaria o jogo.

Chegava a hora de puní-lo. Ela primeiramente iniciou sua vingança distribuindo mordidelas por todo o pescoço de Kid, a respiração ofegante soprava na pele dele e o fazia enlouquecer, a excitação que ele sentia se mostrava cada vez mais visível a medida que o volume nas calças dele crescia. Ela então desabotoou a camisa do jovem e passou a roçar os lábios por todo o peitoral dele, gradualmente descendo a cabeça, até chegar na altura do cós da calça. Devido a inexperiência e o temor de ser insuficiente para saciar as vontades do namorado, incialmente hesitou em continuar as carícias, porém, logo lembrou-se que devia vencer aquele jogo e prosseguiu novamente, determinada a cumprir seu objetivo. Ela passou então a roçar os lábios e a ponta da língua em movimentos circulares, exatamente onde estava vísivel um volume considerável na calça dele, o que o arrancou um intenso suspiro de prazer e o fez desejar com veemência que ela avançasse ainda mais naquelas deliciosas provocações. Para prosseguir com o castigo, ela deveria retirar os obstáculos do caminho.

-Posso? — A loira requisitou olhando-o com olhos pedintes, mergulhados em luxúria, a mão dela já estrategicamente posicionada no zíper da calça dele.

O jovem shinigami apenas assentiu, a ânsia era tamanha que faltou a ele tempo para responder com palavras. Ela então arrancou a calça dele e a jogou para o lado, sem se importar muito se ela havia atingido algum objeto do quarto. A medida que ela acariciava o relevo na boxer, os olhos dele cada vez mais suplicavam a ela que o fizesse o mais cedo possível vivenciar uma experiência que seria para ele, no mínimo, excepcional. Maka decidiu atender o desejo do namorado e, após ajudá-lo a retirar a roupa-de-baixo, começou a satisfazê-lo e, com o suporte da própria língua e movimentos de sucção, fazendo-o experienciar um novo nível de prazer, por ele anteriormente inimaginável. A jovem poderia até ser inexperiente naquilo mas definitivamente não pecava na eficácia do serviço. Cada movimento da boca, ora superficial, ora profundo, mesclados com a movimentação constante da língua, atingiam certos pontos sensíveis dele e o faziam se sentir cada vez mais próximo de um transe. O sangue que percorria aquela região pulsava fervorosamente e aquela nova sensação parecia para Kid de certa forma surreal.

-Não pára… — Ele suplicou, a voz carregava consigo o prazer e ele ofegava constantemente. Ela o obedeceu e continuou a movimentar a cabeça de diferentes maneiras para fornecer a ele uma satisfação inigualável, o jovem se inebriava com o prazer e ela sentia-se vitoriosa por conseguir cada vez mais fazê-lo perder o controle de si.

-Parece que até mesmo um Shinigami pode se perder, não é? — Ela o provocou, vangloriando-se do efeito nele por ela realizado. Maka estava certa, ela definitivamente o fez enloquecer e demasiadamente. Aquilo fora mais do que o suficiente para abrir o apetite dele e a provocação falada gerou o impulso final para fazê-lo desistir de vez da racionalidade, colocando o instinto acima de tudo.

-Me provocar só vai dificultar as coisas para você, Maka. — Ele disse, uma determinação estava explícita em seu tom sensualmente ameaçador. O jovem sentiu-se desafiado e finalmente decidiu reagir às provocações dela e, então, resolveu que deveria retomar o controle da situação. Maka sorriu orgulhosa ao vê-lo agir com tamanha avidez.

Com a determinação em mãos, ele a empurrou para trás delicidamente, requisitando que cessasse com o movimentos orais, e a induziu a deitar na cama, reassumindo sua posição original — que era, inicialmente, sobre ela. A jovem pareceu aceitar tranquilamente, já compreendendo o que ele desejava e sentindo-se vitoriosa o suficiente para permitir que, por ora, ele assumisse novamente o comando. Kid então retirou a saia da jovem e ambas as roupas que cobriam as partes mais íntimas dela e então posicionou-se estratégicamente.

-Eu... posso? — Ele indagou, com olhos regados pela vontade. A ânsia pela aceitação era real, ele desejava acima de tudo fazê-la sua, mas, se ela não se sentisse preparada para o ato, ele compreenderia e pacientemente esperaria mais para avançar em juz ao bem estar dela. Maka, porém, mostrou-se determinada em continuar. Estava a vontade ali explícita, aparentemente não previu quaisquer arrependimentos e desejava com veemência sentí-lo por inteiro. Permissão concedida, Kid finalmente avançou, adentrando-a vagarosamente e com máxima cautela, os fazendo gradualmente se unirem como um só ser. A princípio, para ela, a dor eclodiu, o que arrancou-lhe um gemido intenso, todavia não demorou para tal transformar-se em puro prazer. Para Kid, desde o início, a sensação de adentrar o interior dela, tão quente quanto úmido, o fez deleitar-se de extrema satisfação, arrancando-lhe de imediato um murmúrio abafado de prazer. A um certo ponto, o jovem não pode mais conter-se e então começou a se movimentar com maior rapidez, fazendo a parceira gemer ruidosamente e arranhá-lo instintivamente as costas devido a excepcional sensação de prazer que a pressão interna a oferecia. Aos poucos, Kid aprendeu a controlar a velocidade e, a medida do que o momento pedia, ele a regulava para a satisfação mútua. Para a primeira vez, aquele aprendizado foi o suficiente e não exigiu muito tempo para que ele atingísse o clímax e gozasse, fazendo-o sentir deliciosas e intensas pulsações na região de seu membro e finalmente explodir, em um ponto ápice do prazer, no interior da parceira. Imediatamente após o fim do ato ambos se desmancharam lado-a-lado, satisfeitos, ofegantes e absolutamente exaustos. Maka virou a cabeça para fitar o jovem, que já estava a olhando com olhos amenos e embriagados, olhos de quem aparentava a não muito tempo ter visitado o paraíso. Ambos sorriram um para o outro, satisfeitos. Palavras não eram necessárias. Como já era tarde os dois se cobriram com os lençóis para não ficarem totalmente expostos, aninharam-se e em poucos minutos dormiram abraçados e extremamente realizados.

No dia seguinte Kid acordou primeiro e não pretendia se levantar da cama tão cedo. Ficou por um tempo contemplando a namorada que dormia tão serena. O que o encantava era a expressão tão amena dela e a tamanha beleza e simetria, características as quais a namorada era dotada. Ele estava impossibilitado de tirar os olhos dela, remetia entre suspiros a lembranças do que ontem havia acontecido entre eles e sentia-se satisfeito cada vez que relembrava que, oficialmente, ele a tinha a tornado dele e somente dele. Agora que havia experienciado uma explosão de deliciosas sensações, queria que aquilo se repetisse o mais cedo possível. Perdido repentinamente em alguns pensamentos volupiosos, o jovem logo começou a se excitar novamente e, movido pela sede insaciável, instintivamente começou a percorrer a mão dele por todo o corpo nu da jovem, em um pedido inconsciente por mais. Os toques quentes e suaves da mão dele a fez murmurar e arrepiar cada pêlo do corpo. Ele, desejando tê-la novamente, pressionou por trás o corpo dele no dela e, a medida que a acariciava, Maka foi aos poucos acordando e, após um tempo, ficando finalmente a par da situação. Ainda era de manhã mas ele já estava mais do que disposto para mais um joguinho. Maka pareceu gostar da proposta dele. Diante de uma nova troca de carícias a jovem aos poucos foi sentindo-se tão excitada quanto ele.

— Desta vez, então, vamos jogar de acordo com as minhas regras. — ela anunciou em tom autoritário, assumindo imediatamente uma posição por cima.

-Você manda, então — Kid concordou com o que ela propôs, plenamente satisfeito com a atitude determinada da namorada. Estar no comando era para ele ótimo mas ter uma garota que lutava pelo poder também o excitava demasiadamente. A jovem, então, posicionou-se estrategicamente sobre ele e aos poucos foi se encaixando e vagarosamente aprofundando o encaixe. A dor de tê-lo dentro dela em uma posição tão perigosa, por um certo tempo, não a ofereceu uma trégua, talvez tenha sido aquela uma ação precipitada, todavia ela não desistiria tão facilmente do comando. A princípio a jovem sentiu dificuldades em mover-se, mas, aos poucos, ela se acostumou com a pressão e pôs-se a se movimentar, gradualmente acelerando os movimentos enquanto gemia ruidosamente, consumida por uma dor maravilhosamente agradável. Kid se mostrou imediatamente embriagado pelo prazer. A medida que ela se mexia e realizava seu rebolado, como em uma verdadeira dança, cada vez mais ambos se aproximavam do clímax. A intensidade das sensações fez com que, desta vez, ambos chegassem ao ápice muito rapidamente. Em pouquíssimo tempo os dois explodiram e imediatamente vivenciaram um prazer inigualável. Bem, aos poucos eles entrariam em uma melhor harmonia e permaneceriam naquela dança por mais tempo. Eram ambos iniciantes e ainda não haviam experiência o suficiente para ter pleno controle sob eles mesmos. Enfim, após um belo descanso e merecido banho, os dois almoçaram juntos e, infelizmente, deveriam a partir dali se separarem. O fim de semana, apesar de extremamente aproveitado por ambos, havia passado velozmente e deveria se encerrar por ali. Por infortúnio, nenhum deles estavam atento a detecção de almas e, assim que Kid foi abrir a porta da frente para a Maka sair, eles deram de cara com as irmãs Thompson. Uma situação, no mínimo, desesperadora. Como ele explicariam a estadia de Maka ali, em um pleno fim de semana em que Kid se encontrava sozinho em casa?

Notas finais
Eaí gente? Que tal? Não sei se descrevi muito bem. É a primeira vez que escrevo algo assim, mas notem que não foi nada muito explicitado, mas ainda tô na dúvida se isso é lime, ecchi (ou os dois) ou hentai. Podem me ajudar com isso? Se o gênero estiver errado pode ser problemático para mim. Enfim, como será que eles se explicarão pras meninas hem? Putz!
Por favor comentem, estou muito triste pela falta de comentários nessa fic. Sério, eu não mordo.