Inesperado
15 Capítulo 14 - Não é o fim (Elena)
Notas iniciais
Bom, capítulo novinho para vocês, espero que gostem.
Quando eu estava no táxi peguei uma das cópias que estava dentro do envelope e comecei a ler, como Alaric disse estava tudo que tínhamos decidido na primeira “reunião”, inclusive inclusive o fato de que a guarda da Liv ficaria comigo, mas Damon poderia vê-la em dias que iriamos combinar e também mandaria 15% do salário para ela todos os meses. Uma coisa eu tenho que admitir, no inicio não queria deixá-lo ficar perto da minha filha, mas agora que os dois já se encontraram não tenho coragem de separá-los.
Outra coisa que não posso negar é que é muito estranho estar com os papeis do divórcio. Apesar de ter passado grande parte dos quase seis anos de casamento há milhares de quilômetros do meu marido, vai ser estranho saber que não somos mais casados.
Ainda me lembro perfeitamente do dia em que tudo aconteceu.
*Flash Back*
Fiquei me encarando no espelho enquanto a cabeleireira fazia cachos em duas mechas do meu cabelo que não estavam presas no rabo de cavalo. Eu já estava com uma maquiagem simples e a unhas pintadas no estilo francesinha. Esse era para ser o dia mais feliz e importante da minha vida, mas por milhares de motivos eu não me sinto dessa maneira.
- Prontinho querida! — a mulher disse virando a cadeira para que eu ficasse de frente para ela – Agora você só precisa colocar o seu vestido.
- Obrigada! — dei um sorriso sem graça – Sei que você foi chamada de última hora e mesmo assim conseguiu fazer um trabalho maravilhoso.
- Eu sou profissional, sei trabalhar sobre pressão – explicou – Mas também não precisei fazer muita coisa, tenho certeza de que você vai ser a noiva mais linda que Atlanta já viu.
Nesse momento a porta do quarto foi aberta, era Caroline. Ela também já estava maquiada, com o cabelo arrumado e usava um vestido verde escuro.
- Vocês já terminaram? — perguntou – Me pediram para vir aqui ajudar a Lena a arrumar o vestido.
- Ela toda sua, Caroline! — avisou enquanto caminhava em direção a porta – Boa sorte.
O vestido era branco, de alcinha e que batia um pouco abaixo do joelho, também era larguinho para não marcar a minha barriga. Não pude deixar de sentir algumas lágrimas se acumulando no canto dos meus olhos.
- Ai amiga, não chora! — Car ficou me olhando preocupada – Desse jeito você vai borrar toda a sua maquiagem.
- Não posso evitar, é toda essa situação – comecei a andar em círculos pelo quarto – Como é que tudo pode mudar assim de uma hora para outra? — eu me sentei e coloquei as duas mãos no rosto.
Já faz duas semanas desde que a mãe de Damon veio conversar comigo e garantiu que o melhor para mim e para o bebê seria eu me casar com o filho dela. No inicio eu não queria aceitar, mas eu não queria perder o apoio que ela estava me dando. Por mim não teria comemoração alguma, mas uma pequena festa foi montada as pressas sem que eu percebesse.
- Olha, Lena, eu sei que nada disso é como você sonhou, mas não tem como você mudar isso – ajoelhou-se na minha frete – Você vai ter que se adaptar.
- Falar é fácil! — reclamei.
- Tudo bem, eu sei que não experiência para falar do assunto – continuou – Mas eu posso ficar de seu lado, como uma madrinha de casamento.
- Eu já te disse o quanto eu estou feliz por você ter aceitado ser minha madrinha de casamento? — segurei a mão dela entre as minhas.
- Algumas vezes – revirou os olhos – Mas eu aceito ouvir de novo.
- Com licença, meninas! — foi a vez de Dominique aparecer na porta do quarto – Detesto interromper esse momento entre melhores amigas, mas estão todos lá embaixo só esperando pela noiva.
- Bom, então vamos logo! — minha amiga se levantou e saiu do comodo.
- Você está maravilhosa, Elena, querida – disse sorrindo enquanto me olhava de cima a baixo e eu sorri simpática – Eu tenho uma surpresa para você, espero que isso compense o fato dos seus pais não estarem aqui.
- Oi, irmãzinha! — e lá estava o meu irmão caçula parado embaixo do batente da porta.
- Jer! — corri para abraçá-lo com toda a força e dei um beijo na sua bochecha – Não acredito que você está aqui!
- Até parece que eu iria perder o seu casamento! — respondeu – Na falta do nosso pai, eu estou aqui para te levar até o altar.
Esse não seria, exatamente, um casamento, vai ser somente uma cerimônia civil com a assinatura dos papeis e um jantar para comemorar depois. Mesmo assim esse gesto do Jeremy me comoveu, era bom tê-lo ao meu lado nesse momento.
- Você é mesmo o melhor irmão do mundo! — encostei a cabeça no seu ombro – Apesar de você ser meio irritante as vezes.
- Você também é a melhor irmã do mundo – continuou – Você não tem ideia do quanto eu estou sentindo a sua falta.
- Tenho ideia sim, por que eu também estou sentindo a sua – garanti antes de soltá-lo e me virar para a minha futura sogra – Muito obrigada, Dominique, você não sabe o quanto isso é importante para mim.
- Isso é o mínimo que eu posso fazer – colocou a mão sob o meu ombro – Bom, agora precisamos ir mesmo, sei que é chique a noiva se atrasar, mas não nesse caso, o juiz de paz tem hora.
Dei o braço para o meu irmão e descemos as escadas. A porta que dava acesso ao jardim da sala estava fechada e as cortinas também me impediam de ver o que estava acontecendo do lado de fora.
- Fiquem esperando aqui – Dominique avisou – Assim que vocês começarem a ouvir a música podem entrar.
Assenti e ela também foi para os jardins junto com o restante dos convidados.
- Você está bem, Lena? — Jeremy me perguntou e eu balancei a cabeça afirmativamente – Tem certeza de que consegue andar sem vomitar ou tropeçar nos próprios pés?
- Eu estava bem calma antes de você falar isso – olhei brava para ele – Muito obrigada, Jer!
- Não precisa se preocupar, vou estar aqui o tempo todo de amparando – deu um beijo no topo da minha cabeça – A proposito, dei um soco no seu futuro marido quando cheguei aqui.
- Você fez o que? — não pude deixar de sentir graça imaginando a cena – Os pais dele e os pais de Caroline estão ai, eles te deixaram fazer isso?
- Ninguém me impediu – deu de ombros – Ora, Lena, depois de tudo que ele fez um soco é pouco. Não vai me dizer que você vai começar a defendê-lo.
Não disse mai nada, apenas fiquei olhando para a porta.
A marcha nupcial começou a tocar então, eu e Jeremy começamos a andar pelo jardim em direção ao altar improvisado. Os únicos convidados eram os pais e a irmã e Damon, Caroline e os pais dela, mesmo assim tinha um tapete vermelho no meu caminho e uma flor em cada uma das cadeiras.
- Um grande produção para um casamento feito as pressas – meu irmão comentou.
- Até parece que você não conhece a Caroline – lembrei – Ela disse que o meu casamento merecia toda a produção do mundo e ela não iria deixar por menos.
Damon estava me esperando em pé e segurou a minha mão livre assim que nos aproximamos.
- É melhor você cuidar muito bem dela – Jer avisou em um tom levemente ameaçador.
Ele não disse nada, apenas me puxou para ficarmos em frente ao juiz.
A cerimônia propriamente dita durou apenas cinco minutos. O juiz apenas perguntou se queríamos casar e depois de dizermos sim assinamos os papeis e pronto, já estávamos casados, eu era oficialmente Elena Pierce (pelo menos em teoria, já que decidi manter o meu nome de solteira).
- Você já pode beijar a noiva – completou.
Estava sentindo as minhas bochechas esquentarem devido a vergonha. Meu marido puxou o meu rosto e depositou um selinho nos meus lábios, todos aplaudiram.
O almoço de comemoração foi o meu prato favorito, bife a parmigiana acompanhado de arroz e batata frita, estava tudo uma delícia, tanto que eu comi duas vezes, e de sobremesa tivemos sorvete de chocolate. Depois que todos estavam alimentados fomos para a sala para tomar café e conversar.
- Eu e Elena já compramos várias roupinhas para o bebê – Dominique estava conversando com a mãe de Caroline – Nada muito elaborado, o máximo que compramos foi um macacão azul bebê. Mal posso esperar para saber se é menino ou menina.
- Espero que seja uma menina – a pequena Kath comentou enquanto balançava os pés para frente e para trás.
- Você quer é fazer a sobrinha de bonequinha, isso sim – passou a mão pela cabeça da filha – E você, Damon, querido, acha que vai ser um menino ou uma menina.
- Sinceramente, para mim tanto faz – ele usou um tom de desdem, isso não me surpreendeu, afinal, Damon não se interessou pelo filho no inicio e não é agora que ele vai fazer isso.
Durante toda essa conversa não pude evitar soltar um pequeno bocejo. Tinha sido um dia muito cheio e agora que eu relaxei que percebi o quanto estava cansada.
- Você está bem, Lena – minha amiga, que estava bem ao meu lado, perguntou preocupada.
- Só estou com um pouco de sono – admiti – É coisa de grávida, minha obstetra falou que é normal.
- Ora, minha querida, a gente aqui conversando e esquecemos da vida – minha sogra comentou – Você deve estar mesmo exausta.
- Um pouquinho! — admiti.
- Damon, é melhor vocês irem embora – virou-se para o filho – Ela só está precisando de uma boa noite de sono.
- Certo! — pareceu satisfeito ao se levantar – Vamos embora, Elena.
Então ele saiu pela porta da rua sem nem ao menos me esperar, eu me despedi de todos e o segui.
O apartamento dele, ou melhor, o nosso apartamento, não ficava muito longe da casa da família de Caroline. Damon sabia que eu não podia pegar muito peso e carregou a minha mala.
- Bom, a sala você já conhece – disse quando abriu a porta – A cozinha fica bem ali, fique a vontade quando estiver com fome – apontou para a porta no canto esquerdo – Agora venha, vou e mostrar aonde você vai dormir.
Puxou a minha mão e me levou em direção ao corredor. Chegamos a suíte, era um quarto grande com uma cama de casal, uma TV de LCD, um armário e uma porta que dava no banheiro.
- Bom, esse daqui é o meu quarto – disse – Ou melhor, era. Você pode ficar com ele.
- Tem certeza? — o olhei em dúvida – E aonde é que você vai dormir?
- No meu escritório tem um sofá-cama que é bem confortável – garantiu – Com o tempo eu posso transformá-lo em um quarto de verdade para mim.
- E você também pode fazer a mesma coisa por mim e, enquanto, eu posso dormir no sofá – sugeri – Não vou me sentir confortável sabendo que eu te tirei do seu quarto.
- Você está grávida, Elena, e precisa de todo o conforto possível – continuou – Além disso, minha mãe me mataria se ficasse sabendo que eu te deixei dormir no sofá.
- Então está bem – concordei, por fim.
- Agora descanse – pediu – Só mais uma coisa, ainda não tive tempo de tirar as minhas roupas do armário, mas não se preocupe, faço isso amanhã mesmo e você vai poder arrumar as suas coisas.
Antes de sair do quarto, ele me deu um beijo na bochecha, me pegando totalmente de surpresa. Eu me deitei na cama sem nem ao menos trocar de roupa de tão cansada que estou.
E esse é o começo da minha nova vida. Uma coisa eu posso garantir, se continuar assim, talvez não seja tão ruim quanto eu imaginava.
*Fim do Flash Back*
Mesmo Damon tendo sido um grande cretino comigo, esse primeiro dia do nosso casamento é a prova de que ele pode ser sim uma boa pessoa.
Apesar de estarmos quase na temporada de verão o saguão do Los Angeles Hotel Plaza estava quase vazio. Por isso não tive problemas em chegar ao balcão da recepção.
- Boa tarde! — a recepcionista de me deu um sorriso forçado – Posso ajudá-la.
- Sim, eu estou procura por Damon Pierce! — respondi – Ele está hospedado nesse hotel, mas não sei em qual quarto.
- Oh, sim, Damon Pierce – as bochechas ficaram vermelhas na mesma hora, não precisa ser um gênio para deduzir que Damon deu em cima dela – A senhorita gostaria de deixar algum recado?
- Pode pedir para ele vir até aqui, no saguão?- pedi – Diga a ele que Elena Gilbert está esperando por ele.
- Está bem! — foi até o telefone que ficava no outro balcão, demorou alguns minutos com o aparelho no gancho e quando desligou foi até aonde eu estava – Ele já está vindo, a senhorita pode ficar a vontade enquanto espera.
Agradeci e fui em direção ao sofá que tinha no saguão e comecei a folhear uma revista que estava em cima da mesinha de centro. Mas não tive que esperar muito, menos de cinco minutos Damon estava parado na minha frente.
- Ora, que grande surpresa! — brincou – O que futura senhora Salvatore veio falar com comigo.
- Não acho que esse seja um assunto para termos aqui – abracei o envelope bem junto do meu corpo, ele era muito importante e não podia perdê-lo de maneira nenhuma – Tem algum lugar em que podemos conversar mais a vontade?
- Bom, podemos ir para o meu quarto? — sugeriu, mas mudou de ideia quando viu o meu olhar sério – Tudo bem, vamos até o restaurante do hotel, o que acha?
- Parece ser uma boa ideia! — concordei.
Nós nos sentamos em uma mesa o mais afastada o possível. Não tive tempo de falar, pois o garçom apareceu.
- Posso anotar o pedido? — ele perguntou.
- Não vou querer nada – Damon balançou a cabeça negativamente – E você, Elena, vai querer alguma coisa?
- Quero uma água com gás! — respondi.
O garçom assentiu e se afastou. Não demorou muito para trazer o meu pedido. Tomei quase metade da garrafa de uma vez, não tinha ideia de que estava com tanta sede.
- Você pode colocar a água na minha conta do hotel – Damon avisou antes que eu pudesse contestar – E então, será que você não vai me falar o que tem de tão importante?
- Oh sim, claro! — abri o envelope e retirei todos os papéis lá de dentro – Fui até o advogado e ele me entregou os papéis, que já ficaram prontos. Se você pudesse assinar agora, não deve demorar muito para o divórcio oficial sair.
Entreguei os papeis na dele, que deu uma rápida olhada correndo com os olhos. Depois disso os colocou em cima da mesa e ficou me encarando seriamente.
- Eu não vou assinar isso! — foi tudo que ele disse.
- Como não vai assinar? — gritei mais alto do que estava planejando, algumas pessoas que estavam no local nos olharam – Você encontrou alguma coisa errada? Posso passar lá no advogado e ver o que ele pode fazer sobre isso.
- Não tem nada de errado – garantiu – Mas não vou assinar, eu não quero assinar esse divórcio.
Abri e fechei boca várias vezes, mas não consegui dizer nada. Tinha que me lembrar que estávamos em um lugar público e eu não podia falar nada que eu iria me arrepender depois.
- Como assim, você não quer assinar? — tentei ficar o mais calma o possível – Você mesmo, quando chegou aqui em Los Angele, disse que não iria complicar o pedido de divórcio e que aceitaria tudo numa boa.
- Eu pensei melhor – deu de ombros – Essas poucas semanas que passei aqui e conviver com Liv, me mostrou o quanto o nosso casamento poderia ter dado certo.
- Você deveria ter pensado nisso há cinco anos – lembrei – Quem sabe, ter sido menos idiota.
- Bom, até onde eu sei você quis ir embora – apontou o dedo para mim.
- Fui embora mesmo, não nego – continuei – Mas você também não fez nada para me impedir, me deixou ir sem problema nenhum.
- E teria feito alguma coisa diferença eu ter dito alguma coisa? — quis saber – Você teria ficado.
Não respondi nada, apenas peguei os papeis que ele tinha colocado em cima da mesa e os pus de volta no envelope.
- Estou começando a desconfiar que você estava pensando nisso desde o começo – mudei de assunto – E pensar que eu pensei que você tinha mesmo mudado, que poderíamos ser amigos.
- Talvez eu estivesse mesmo planejando isso – deu de ombros – Mas o que você esperava, Elena? Que eu iria ser amiguinho seu e do seu novo maridinho e nós três sairíamos para jantar juntos todas as sextas-feiras como se os últimos seis anos não tivesse acontecido.
- Pelo jeito eu sou mesmo uma grande idiota – me levantei – Só quero que você saiba de uma coisa, eu vou conseguir esse divórcio de um jeito ou de outro. A gente se vê no tribunal, senhor Pierce.
Só quando eu estava dentro do táxi a caminho da casa do meu noivo foi que eu me permiti chorar. Não pude acreditar que eu tinha caído novamente na história do Damon novamente. E agora eu vou precisa arcar com as consequências mais uma vez.
- Olá, Elena, entra! — Sophie, a governanta de Stefan, abriu a porta alguns segundos depois de eu tocar a campainha – A Olívia se comportou muito bem. Ela comeu um pedaço de bolo de laranja com achocolatado e agora está lá em cima vendo televisão.
- Que ótimo! — respondi – E aonde está o Stefan?
- Lá em cima assistindo desenhos junto com a Olívia – respondeu – Ela fez questão disso.
Não pude deixar de sorrir. Stefan tem mesmo muita paciência com a Liv, já até imagino como vai ser quando tivermos os nosso próprios filhos, isso é, se ele ainda me quiser quando eu contar toda a verdade.
- Mamãe! — minha filha veio correndo do alto da escada e me abraçou – Que bom que você chegou! Nós já vamos para casa?
- Ainda não! — dei uma rápida olhada em Stefan que vinha pelo mesmo caminho que ela – Por que você não volta a ver televisão enquanto eu converso com o Stef. Sophie, pode ir com ela?
- Claro, vamos lá, Olívia! — segurou a mão dela e as duas seguiram para o andar de cima da casa.
- O que foi, meu amor? — meu noivo se aproximou e passou a mão no meu rosto – Você parece preocupada.
- Eu tenho que te contar uma coisa! — fiquei encarando os meus próprios pés – É uma coisa muito séria.
- Agora você conseguiu me deixar preocupada – me puxou para sentarmos no sofá – Conta, o que foi que aconteceu?
- Antes de eu falar qualquer coisa, quero que você me prometa uma coisa – pedi – Não fica bravo comigo.
- Claro que eu não vou ficar bravo com vocês – garantiu – Eu te amo, Lena, e vou entender qualquer coisa que você me falar.
- Certo! — dei um longo suspiro e fechei os olhos buscando coragem para falar de uma vez por todas – Eu estou casada com o Damon!
Falei isso tudo rapidamente e depois fiquei encarando as minhas mãos por alguns segundos. Quando finalmente olhei para Stefan ele estava em choque, era impossível saber qual a sua reação no momento.
Notas finais
E o Damon não assinou os papeis, o que vocês acharam disso?
E do Flash Back do casamento do Damon e da Elena? O Damon fez uma coisa legal pela Lena naquela época...
E ela finalmente contou a verdade para o Stefan, qual você acha que vai ser a reação dele agora?
Bom, é isso
Comentem e digam o que estão achando.
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