Inesperado

16 Capítulo 15 - Chega de mentiras (Elena)


Notas iniciais
Mais uma vez obrigada pelos comentários.
Capítulo novinho para vocês, espero que gostem.
Leiam as notas finais lá em baixo...

— Por favor, Stefan, fala alguma coisa? — pedi, já fazia quase cinco minutos que ele me encarava em total silêncio.

- O que você quer que eu fale? — sua voz era baixa e calma, o que é um alívio – Acabei de descobrir que a minha namorada, ou melhor, minha noiva, está casada.

- Não estou casada com o Damon por que eu quero – lembrei – Você me conhece muito bem, todos esses cinco anos em que estamos juntos sempre deixei claro o quanto eu desprezava o pai da Liv por tudo que ele me fez passar.

- Sei muito bem disso! — concordou com a cabeça – Mas eu sempre achei que quando você contou que estava grávida ele rejeitou vocês duas, e quando os pais dele ficaram sabendo o fizeram assumir o bebê. Nada mais do que isso.

- E é verdade! — garanti – Bom, pelo menos grande parte disso.

Eu me ajeitei melhor no sofá. Stefan voltou a ficar em silêncio esperando que eu continuasse a história.

- Como eu já te disse que fiquei totalmente desesperada quando soube que estava grávida e minha mãe me expulsou de casa- continuei – Então a mãe do Damon apareceu e me deu todo apoio, não tem ideia do quanto eu fiquei feliz, mas ela disse que o melhor para o bebê seria ter o pai e a mãe juntos e casados.

- Isso é uma grande bobagem, Lena – falou – Filho nunca foi garantia de um casamento feliz. Às vezes a melhor coisa para uma criança é ter os pais separados, mas sem presenciar as constantes brigas.

- Sei disso, mas eu não tive escolhe – expliquei – Eu só tinha 17 anos, não queria ficar sozinha no mundo com uma criança para criar.

Ele segurou a minha mão e começou acariciá-la com o polegar. Dei um pequeno sorriso em resposta.

- Então eu acabei me casando com o Damon – completei – E, sem dúvida, foi a pior coisa que eu já fiz na minha vida. Isso tudo já começou errado e o tempo e que eu morei com ele foi um verdadeiro pesadelo.

*Flash Back*

- Ela ficou se mexendo a noite inteira! — sentei na ponta da cama enquanto conversava com a minha médica – E acho que deve ter pressionado a minha coluna ou costela na parte de trás, por que eu estou com dor nas costas.

Passei praticamente a noite toda em claro, consegui dormir alguns poucos minutos. Quando acordei eram mais de oito de horas da manhã e não estava com o menor ânimo nem disposição para ir a aula, sorte que hoje é sexta-feira.

- Você sentiu mais alguma coisa além da dor nas costas – perguntou – Algum sangramento, por exemplo?

- Não! — garanti – Acredite em mim, se tivesse com algum sangramento teria ido correndo para o hospital no mesmo minuto.

- Bom, o que você sentiu é extremamente normal – respondeu – Ela só está tentando arranjar uma posição mais confortável para ficar. Sei que é incomodo para você, mas daqui a pouco isso melhora.

- Certo! — concordei com a cabeça passando a mão pela barriga, ela voltou a se mexer – Se ela já é agitada agora, não quero nem imaginar como vai ser quando nascer.

- É bom que você já ir se preparando – riu – Mas hoje tudo que você precisa é deitar, ficar o mais relaxada o possível e, é claro, se alimentar muito bem. Tenho certeza de que amanhã você vai estar ótima.

- Muito obrigada, doutora Becker – completei – Imagino que eu deva ser a sua paciente mais chata.

- Que isso, você não sabe a quantidade de ligações que recebo por dia de pacientes aflitas por que sentiram alguma coisa diferente – brincou – Acredite, você é a que me procura.

- Então acho melhor continuar com esse titulo – avisei.

- Certo, Elena, vai descansar – pediu – E, qualquer coisa, não tenha medo de me ligar, estou aqui para isso.

Desliguei e coloquei o celular em cima da minha mesinha.

Tenta coisa aconteceu desde o meu casamento com Damon há quatro meses. Agora eu estou com seis meses de gravidez e há pouco mais de um mês descobri que teria uma menina. Sei que eu afirmei para todos a minha volta que não importava em qual seria o sexo do bebê e que o importante era que nascesse com saúde, mas eu não poderia estar mais feliz. Ela vai ser a minha bonequinha.

Decidi ir tomar café da manhã. Quando cheguei a cozinha Damon estava terminando de lavar a louça, assim que ouviu os meus passos se virou e nos encaramos.

- Pensei que você já tivesse saído – comentou voltando para a sua atividade – Não tem aula hoje?

- Tem, mas eu não fui! — dei de ombros – Dormi muito mal ontem a noite, o bebê não queria parrar de se mexer.

Como que para provar que ainda estava ali e muito bem acordada, ela deu um chute bem forte no alto da minha barriga, fazendo com que eu colocasse a mão na região.

- E pelo jeito vai continuar fazendo isso – comentei.

- Acho que isso é normal – falou, tentando parecer indiferente – Lembro quando a minha mãe estava grávida da Kath, eu ficava horas tentando sentir ela se mexer.

- Você quer senti-la chutar agora? — deu um outro chute contra a minha mão – A nossa filha.

Ficou alguns segundos apenas me encarando, provavelmente pensando no que iria me responder.

- Quem sabe uma outra hora – foi caminhando para sair da cozinha – Estou atrasado para o trabalho, tenho uma reunião muito importante hoje de manhã;

- Está bem! — dei um sorriso triste – Boa reunião, então!

Não disse mais nada antes de sair e me deixar sozinha no cômodo. Dei um enorme suspiro, estava tentando ao máximo para que o nosso relacionamento fosse o melhor possível, apesar de tudo, mas Damon não está facilitando as coisas.

Decidi parar de pensar no meu casamento fracassado e preparei o meu iogurte grego com granola e um pouco de mel. Depois de comer e levar a louça voltei para o meu quarto e deitei, conforme a recomendação da doutora Becker.

Foi um dia totalmente entediante, fiquei o tempo todo assistindo televisão. Um pouco depois do almoço acabei sendo vencida pelo cansaço e dormi, acordei algumas horas depois com o meu celular tocando, já estava escuro do lado de fora.

- Alô! — minha voz saiu totalmente grogue.

- Lena! — era Caroline, esqueci de verificar o número no identificador de chamadas – Está tudo bem, amiga? Você não foi a aula hoje.

- A médica sugeriu que eu ficasse descansando hoje – expliquei – Sua afilhada decidiu de agitar ontem a noite.

- Mas que coisa, feia, menina – Car começou a imitar uma voz de criança, como se falasse com a minha filha – Você já está dando trabalho para a sua mãe antes mesmo de nascer, Olívia.

- Olívia? — perguntei estranhando – De onde foi que você tirou esse nome?

- É fofo – simplesmente respondeu – Já faz mais de um mês que você descobriu que vai ter uma menina, Lena, a minha afilhada merece um nome. Então eu escolhi um nome para ela.

- Eu tinha pensando em alguns nomes para ela – me defendi – Estou em dúvida entre Allana, Sarah e Beatrice.

- Nenhum desses – sabia que ela estava fazendo uma careta – Coloca Olívia, é muito melhor.

- Agora que eu estou me lembrando – disse – Olívia era o nome daquela sua boneca com a mamadeira e a chupeta. Aquela que você carregava de um lado para o outro quando tínhamos cinco anos, você vivi dizendo que quando tivesse uma filha colocaria esse nome nela.

- E eu “guardei” o nome todos esses anos” - afirmou – Mas eu deixo você usar. Afinal, é a minha afilhada, quase como se fosse minha filha.

- Certo, Car – dei um enorme suspiro – Prometo que vou pensar com carinho na possibilidade de chamá-la de Olívia.

- É por isso que eu te amo, Lena – completou, eu não pude deixar de revirar os olhos – Mas, mudando de assunto. Você ainda vai vir aqui amanhã me ajudar a estudar para a prova de história de segunda-feira?

- Mas é claro, Car! — garanti – Embora até hoje eu não entenda como é que você não consegue ser boa em história, é tão fácil.

- Ficar decorando fatos e datas, isso não é para mim – reclamou – Além disso eu tenho a aluna mais inteligente da turma de história como minha melhor amiga e que sempre me ajuda a estudar.

- Como você é interesseira! — brinquei.

- Isso não é ser interesseira, é ser oportunista – rebateu – Então eu passo para te buscar amanhã bem cedo.

- Vou estar esperando – avisei antes de desligar.

As horas foram se passando e nada do Damon chegar. Sei que ele costuma sair para beber as sextas-feiras, mas hoje ele estava demorando demais, confesso que estou começando a ficar preocupada.

Já passava da meia-noite, então eu decidi ir dormir, afinal amanhã eu teria que ter ânimo para estudar. Antes de me deitar definitivamente eu fui até a cozinha beber água e comer uma maçã. Foi quando eu ouvi o barulho de chave abrindo a porta.

Ele não estava sozinho, estava acompanhando de uma morena que estava com os braços em volta do seu pescoço e dando leves mordidas no lóbulo da sua orelha.

- Oi! — acenei quando os dois se viraram na minha direção, tentei parecer o mais casual possível.

- Elena! — voz de Damon saiu totalmente enrolada – Pensei que você já estivesse dormindo.

- Eu estava indo dormir quando te ouvi chegar – apontei na direção do corredor – Não vai me apresentar a sua amiga?

- Claro! — os dois estavam se apoiando um no outro, tinha a impressão de que iriam cair se se afastassem – Essa é a Blair, acabamos de nos conhecer no bar.

Esse comentário não me surpreendia nem um pouco. No pouco tempo que fiquei morando na casa de Caroline ela, finalmente, me contou o quanto o primo era galinha.

- Quem é ela, Damon? — Blair perguntou.

- Eu sou Elena – respondi antes que ele pudesse falar qualquer coisa, estendi o braço na sua direção, mas ela não retribuiu o meu comprimento – Sou esposa dele.

- Esposa! — inexplicavelmente, Blair começou a rir – Isso é algum tipo de piada, não é?

- Infelizmente, não! — foi a vez de Damon falar – Mas não se preocupe, linda, não é um casamento de verdade. Só estamos juntos por que fui obrigado.

Tudo aquilo que ele tinha acabado de falar era a mais pura verdade. Mas ouvir aquilo machucou, mais do que eu poderia admitir.

- Ótimo, que bom para mim – o beijou sem nem ao menos se importar que eu estivesse bem ali.

- Acho melhor irmos para o meu quarto, ficaremos mais a vontade lá – começou a puxá-la em direção ao corredor – Boa noite, Elena.

O quarto dele ficava bem ao lado do meu, o que significa que eu podia ouvir todos os gemidos como se os dois estivessem no mesmo cômodo que eu. E cada um deles era como uma faca sendo enfiada no meu coração.

Não sou tão iludida, não acredito em conto de fadas. Sei muito bem que a convivência forçada não faria com que virássemos amigos, futuramente nos apaixonássemos, então eu, ele e a nossa filha seriamos uma família feliz. Mas achei que ele fosse ter o mínimo de respeito por mim, principalmente depois da maneira carinhosa que com que ele me tratou no dia do nosso casamento. Só que, mais uma vez, eu estava enganada.

Peguei o meu Ipod e selecionei a minha playlist intitulada “músicas para noite de insônia”, eu costumava a usá-las quando estava ansiosa demais na véspera de uma prova e iria funcionar perfeitamente nessa ocasião também. Quando me virei de lado na cama eu acabei acordando a minha filha e ela começou a se mover tanto quanto na noite anterior, talvez atá mais, acho que está sentindo as mesmas coisas que eu.

- Não precisa se preocupar com nada, Olívia – garanti passando a mão pela minha barriga – A mamãe está aqui, vou fazer de tudo para te proteger e, principalmente, para te fazer feliz.

Aos poucos ela foi se acalmando e eu também pude dormir, ao som de uma música romântica bem calminha.

*Fim do Flash Back*

- Isso resume como foi o nosso casamento! — completei de contar toda a história a ele.

Stefan continuava a segurar a minha mão e foi nesse momento que eu comecei a chorar, todas aquelas lembranças eram muito dolorosas para mim. Ele puxou permitindo que eu deitasse a cabeça no seu ombro.

- Não se preocupe, Lena – falou tentando me acalmar – Vai ficar tudo bem.

- Eu aguentei o máximo que pude. Fiquei dizendo para mim mesmo que o Damon iria mudar e no momento em que ele pegasse a nossa filha no colo as coisas iriam mudar – levantei para poder encará-lo novamente – Mas isso não aconteceu, como você já deve imaginar e essa foi a gota d'água. Peguei as minhas coisas e voltei para a casa da Caroline dois meses depois de a Liv nascer, então, quando as aulas terminaram nos mudamos para Los Angeles e o resto você já sabe.

- Sei que não é a melhor hora para te perguntar isso – continuou – Mas isso já faz cinco anos, por que você não nunca quis pedir o divórcio?

- Não estava me atrapalhando em nada, e Damon nunca veio me procurar querendo se divorciar, então deixei assim mesmo – expliquei – Mas então você me pediu em casamento e as coisas mudaram.

- E por que nunca me contou a verdade? — perguntou mais uma vez – Tenho vários advogados e um deles poderia ter te ajudado no processo de divórcio.

- Logo que eu te conheci e você me perguntou se eu era casada e eu disse não, não estava mentindo, não me sentia casada e isso era mais fácil do que contar toda essa situação complicada – lembrei – Mas conforme o nosso relacionamento foi ficando sério, eu fiquei com vergonha de te falar a verdade.

- Você não precisava ter vergonha de mim, meu amor – deu um beijo na minha bochecha.

- Mas quero que você saiba que eu não menti sobre o fato de nunca mais ter visto o Damon desde que me mudei de Atlanta – deixei bem claro – Ele apareceu aqui de surpresa depois de saber do nosso noivado pelo jornal. Disse que veio aqui para poder vermos os papeis do divórcio, inclusive foi ao advogado comigo, tudo isso em troca de eu deixá-lo ver a Liv.

- Então pelo jeito está tudo resolvido – pareceu aliviado – Agora você só precisa esperar os papéis do divórcio ficarem prontos e você já vai estar livre para se casar comigo.

Agora chegamos ao ponto em que eu queria desde o começo. Não sabia qual seria a reação de Stefan, então tive que ser o mais cautelosa possível.

- Não é tão simples assim – expliquei – Os papeis já ficaram prontos e quando e levei para o Damon assinar, ele disse que não iria fazer isso.

Ele começou a passar as mãos pelos cabelos, como sempre fazia quando estava nervoso. Então se levantou e começou a andar em círculos pela sala.

- Stef! — me levantei também e tentei segurar o seu braço, mas ele se esquivou – Está tudo bem.

- Não acredito que ele teve coragem de fazer isso! — começou a gritar – Depois de tudo que te fez passar. O que ele ganha se negando a assinar os papeis do divórcio.

- Ele ganha a satisfação de me atrapalhar mais uma vez – respondi – Somente por isso.

Deu um enorme suspiro e voltou a se sentar no sofá. Eu me deitei no seu colo e começou a passar a mão pelo meu cabelo, parecia que já tinha se acalmado, pelo menos um pouco.

- Tem um outro jeito de você conseguir esse divórcio, na justiça – lembrou – Sei que é mais demorado e tudo, mas ele não te deixou com outra opção.

- Isso é tudo que eu queria evitar – admiti – Afinal de contas, você é uma figura pública e isso vai chegar nos ouvidos da imprensa mais cedo ou mais tarde, além deles não nos deixarem em paz isso pode complicar a divulgação do seu filme. Sem contar que vai totalmente doloroso para a Liv também, ela só tem cinco anos não merece ficar no meio dessa briga.

- Mas você não tem mais opção, tentou fazer isso da maneira mais fácil e o Damon não colaborou – continuou – E quanto a imprensa, deixa que a Meredith cuida disso.

- Se você diz! — deu de ombros.

- Você deve ter contratado um advogado para entrar com o pedido dos papeis do divórcio – comentou – Me passe o nome dele que vou pedir para o meu empresário entrar em contato.

- O nome dele é Alaric Saltzman – abri a minha bolsa e tirei um cartão lá de dentro – Aqui está o telefone dele.

Retirou o celular de dentro do bolso e começou a discar um número. Quando colocou o aparelho no ouvido se levantou novamente.

- Elijah! — como já tinha imaginado, ele estava falando com o seu empresário – Preciso que você entre em contato com um advogado chamado Alaric Saltzman, é um assunto de estrema urgência.

Ele foi para o outro ambiente da sala, o que me impediu de continuar ouvindo o que estavam conversando. Foi nesse momento que meu celular apitou sinal de que chegou uma nova mensagem.

Lena,

Vim para a casa do Klaus depois do trabalho. Ele me chamou para jantar com ele e, provavelmente, irei dormir aqui. Por isso não precisa ficar me esperando nem fique preocupada.

Car.

Revirei os olhos. De um ano para cá, Car tem passado muito mais tempo no apartamento de Klaus do que no nosso, não sei por que ele ainda não tinha decidido se mudar de vez para lá.

Car,

Está bem. Eu e Liv também não estamos em casa agora, estamos aqui na casa do Stefan. Depois te conto com mais calma os últimos acontecimentos.

Lena.

Tinha acabado de enviar a mensagem quando Stefan voltou. Já tinha desligado o celular.

- Elijah vai entrar em contato do o senhor Saltzman – me avisou – Não se preocupe, vamos resolver isso o mais rápido possível, eu prometo.

- Só quero te perguntar mais uma coisa – pedi – Será que, durante o processo de divórcio na justiça, eu posso conseguir alguma coisa que impeça do Damon ver a Liv?

- Olha, Lena, eu sei que você está com raiva dele agora e tudo mais – estava bem sério novamente – Mas será que é mesmo a melhor opção privar a Olívia de ver o pai? Ainda mais agora que os dois já se conheceram.

- Não é só pelo fato de ele ter se recusado a assinar os papeis do divórcio, é por tudo que ele me fez passar desde o dia em que o conheci – lembrei – Tentei ser civilizada e ter a melhor convivência o possível pela minha filha, mas foi ele que procurou por isso. Ele não facilitou as coisas para mim, então vou fazer a mesma coisa.

- Se é assim que você quer – deu longo suspiro e colocou a mão no meu ombro – É isso que você vai ter.

Então é isso, a guerra está declarada. Chega da Elena boazinha, vou começar a tratar Damon Pierce da mesma maneira que ele sempre me tratou.

Notas finais
Por favor, não me matem...
Sei que as coisas entre o Damon e a Elena estão um pouco complicadas, mas prometo que será por pouco tempo.
Tudo que eu posso dizer é que vai acontecer uma coisa que irá desencadear uma outra coisa (e essa segunda coisa vai ser o principal responsável pelo Stefan e a Elena terminarem de vez) e isso tudo será decisivo para o relacionamento Dalena. complicado ou deu para entender?
Mas essas coisas todas só começaram a acontecer daqui há dois caps, por que no proximo capítulo teremos o ponto de vista da Katherine.
É isso gente, comentem e digam o que estão achando.
Recomendações?