Indiscriminada Paixão
4 Capítulo 4
Notas iniciais
-Ele é cego ou o que?
-Do que esta falando?
-Você não percebeu Sam? A garota é afim dele da para ver de longe.
-É eu percebi mas temos outro trabalho cupido. Achar uma prova.
-Isso é para o Cass. A questão, gênio, é: que prova vamos arranja de algo sobrenatural? Afinal há um bom motivo das pessoas não acreditarem nessas coisas e acharem que somos loucos, não há provas que fantasmas ou qualquer coisa que caçamos existam.
-Eu sei Dean, a gente dá um jeito.
-Porcaria de anjo não aparece quando precisamos dele. -Resmunguei enquanto a gente entrava no carro
-Devia ouvir o que Castiel Dean, ele está certo sobre você e a Catherine.
-Ah claro ouso ele e passo a ouvir você também, ai sim estou frito. E quantas vezes vou ter que lhe disser que não tem um eu e a Catherine?
-E quantas vezes eu vou ter que lhe disser que há e só você não ver?
-Não vou disculti com voce Sam, temos coisas mais importantes a fazer como por exemplo provar o improvável a um cientista! Tinha que ser você a ter esse ideia de fala com ele. — Tentei muda de assunto rapidamente não queria mais fala nela, desde que ajudei-a no parque Catherine não sai de minha mente e isso já estava me deixando louco.
-O que você queria fazer? Invadir uma cena de crime protegida por policias?
-É
-Olha não precisamos prova a ele, afinal pelo que percebi é a Catherine que esta no comando do caso
-Você quer fala com a Catherine?! Só pode tá de brincadeira....
-Dean não temos muitas escolhas, vamos lá! Não vai me disser que ta com medo?
-Eu não tenho medo de mulher ta?!
-Então agora ela é uma mulher e não uma tia?
-Eu mereço.... Olha se quiser falar com ela boa sorte mais eu não, já cansei disso.
-Ta tudo bem eu vou, vai me empresta o carro?
-Não você na está merecendo. E já sabe se ela não vai te ouvi, nos invadimos e voltamos a ser os Winchester de sempre entendeu?
-Tudo bem, ate mais então.
-Onde você vai? Sabe por acaso onde ela mora?
-Sei.
-Como?!
-Olhei em um site da policia, iria te dar o endereço mais como você disse não esta interessado nela então...-Sam saiu do carro e pegou um táxi. Não tinha idéia para onde Sam ai, mas algo me dizia que alguma informação ele pegou naquele laboratório.
-Qual é Dean você não vai fazer isso... –Disse a mim mesmo vendo o táxi se afastar. –É você vai faze isso.
Dei a partida e segui o táxi que disparava nas ruas de Las Vegas, eu sei que isso é ridículo afinal ele é meu irmão mais algo dentro de mim me dizia que eu tinha que descobri onde ela mora e eu dei ouvidos a esse lado.
De repente me lembrei do que ela disse, que ai provar minha culpa de qualquer jeito... ela não vai acreditar no Sam muitos menos em que podemos ajuda-la, ela vai nos chamar de loucos e ter mais um motivo para me colocar atrás das grades, mais porque diabos isso me incomoda tanto?!
-Se desse mais atenção ao que eu digo já teria suas respostas.
-Será que não da para você avisa quando vai aparecer?!
-Ousa o que eu digo Dean...
-Já sei o que vai falar Castiel não precisa repetir você e o Sam já me encheram demais e... –Quando dei por mim estava falando sozinho e já tinha chegado ao meu destino.
Estacionei o carro um pouco mais afastando da casa que vi Sam entrar, andei até seu jardim e olhei por baixo na janela vendo ele se sentar e ela a sua frente.
Me escondi atrás de uma janela da sala para escutar o que se passava.
-Senhora Willows eu sei que foi de forma desagradável que nos conhecemos, e sei também seu pensamento sobre mim. Não estou a par da conversa de meu irmão com a senhora mais sei que deve tolerá-la o máximo possível.
-Olha rapaz tudo bem, pode me chamar de Catherine, claro, se seu irmão não tiver dito que meu nome é 'tia'.
-Releve, por mais que Dean seja um homem tem alma de garoto.
-Pois então crianças estão matando crianças e você está nessa lista.
-E você está certa.
-Você está confessando assassinato? — Porcaria, ela tinha entendido tudo erra, pelo tom de voz ela estava começando a se desesperar. Era tudo menos o que agente precisava. -Aonde eu estava com a cabeça quando deixei você entrar. Caso não saiba eu sou uma das melhores atiradoras da área, e bom já matei dos suspeitos nas cenas de crimes com um tiro em casa se...
-Calma! Se eu fosse o assassino estaria em busca de uma criança, talvez sua sobrinha, irmã mais nova, primo menor. E aliais seria provocar onça com vara curta procurar um parente de um investigador, que me considera suspeito, para matar.
-Como você tem isso tudo em mente?
-Você é muito desconfiada. Eu estou lhe dizendo, não sou um assassino, apenas sei que quem mata as crianças são espíritos vingativos de crianças que morreram anos atrás afogadas pela mãe.
-Você é doido ou apenas escapou de um manicômio? — Escutei ao longe um chamado, um 'psiu' no meio da cala do meu esconderijo. O barulho me incomodou novamente, virei meu rosto pensando que era Castiel, tive uma surpresa quando vi a mesma garotinha de antes pendurada na janela do quarto me observando.
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