Notas iniciais
Nem Csi nem Supernatural nos pertence. Estamos nos dedicando muito a fic, esperamos que vocês gostem. Boa leitura!

Dean:

-Las Vegas Dean? Você não está falando serio...

-Mais do que serio irmãozinho. Temos que dar um tempo nesse negócio de anjos, demônio e tem lugar melhor para isso do que Las Vegas? Vamos lá Sammy, vamos nos divertir um pouco, além do mais tem um dos nossos por lá. –Tentei animá-lo, mas não obtive sucesso.

-E você quer que eu acredite que sua intenção é caçar?

-Não, mas se quiser acredita boa sorte. Tem muito mais em Las Vegas do que um espírito irritadinho.

-Olha aqui eu sei muito bem o que tem por lá, mas ai qual o caso?

-Se animou foi? –Brinquei rindo. Sam e eu estávamos caçando muito dês que voltei do inferno e Castiel nos contou do apocalipse. Ele não me parece mais o mesmo, não tem mais pena de matar isso me assusta de certa forma. Por isso quero ir pra Las Vegas, quero que meu irmão se divirta como antes, quero que ele implique comigo. É minha função cuidar do Sam, não posso falhar.

-Fala logo o caso.

-Tudo bem. Aos trinta anos uma mãe afogou os dois filhos na banheira. Dês de então, pelos relatos, ela fez isso uns dias depois do marido a deixar.

-Me deixa adivinha, ela foi condenada e hoje mata crianças que vivem na casa afogadas.

-Ai que está! Ela foi cremada, as crianças não.

-Então crianças vingativas matam outras que se mudam para a casa?

-Sinistro, né? Pegamos o caso ou não?

-Pegamos.

-E você quer que eu acredite que quer ir para Las Vegas por causa de crianças assassinas? Conta outra Sam...

-Olha aqui eu não sou igual a você não tá?

-Tudo bem. Vamos para Las vegas.

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Assim que chegamos Sam me fez ir direto para casa onde morreu mais duas crianças, uma de cinco outra de sete anos.

-Quando terminamos vamos nos divertir não é?

-Tudo bem Dean ,você vai.

-Eu disse nós, você tem que relaxa, está pior que o Cass. –Disse enquanto virava a rua das casas simples de Las Vegas. Sam me fuzilou com o olhar, mas preferi ignora, ele ia se divertir querendo ou não.

-Dean por acaso aquela é a casa? –Olhei para onde meu irmão apontava, a casa estava cercada de viatura e policias mesmo usando documentos falsos não ai ser fácil entrar.

-Vamos à moda antiga. -Demos a volta na casa com o Impala parando na rua de trás.

-Olha eu acho que você tem razão.

-Eu sempre tenho razão maninho.

-É serio Dean. Quando você diz que ando um chato, realmente estou um chato, mas essa história de apocalipse, lúcifer, anjos... Eu não sei... Mexe comigo sabe? É como se eu me sentisse responsável.

-Espera um pouco. –Comecei nos parando em frente à janela que arrombariamos. –Você? Pelo que eu sei fui eu que quebrei o primeiro selo.

-Porque você morreu.

-E...

-E eu deixei.

-Sam, eu morri ok? E você não teve nada haver com isso, eu fiz a pacto por que quis e já sabia as conseqüências. Além do mais eu voltei, vamos esquecer isso. Venha me ajude a abri.

Assim que entramos o mandei procurar por presença de espíritos, andamos por toda a casa e estava confirmado que havia duas crianças aprontando o que não devem. Saímos quando ouvimos pessoas entrando. Voltamos para o Impala e paramos em um hotel por perto.

Durante o resto do dia pesquisamos sobre a casa, pelo menos Sam pesquisou, não conseguir parar de pensar no que disse. Ele se sentia culpado por eu ter morrido, eu fiz o pacto para salva-lo e sabe disso.

Sam não é como eu, não tenta fingir que esta tudo bem enquanto não esta. É fácil ver sua dor, e isso é o que mais me incomoda a cada dia, ele sofre e a culpa é minha, não o protegi como devia, eu falhei e não posso voltar atrás.

-Policia de Las Vegas abram à porta! – Uma voz interrompeu meus pensamentos.

Me levantei em um pulo, olhei para janela estávamos no 5º andar não seria nada divertido uma queda assim. Então vamos ao velho e bom 'cara-de-pau'

-Sim? — A abri a porta, me deparei com uma mulher loira, um homem de meia estatura de aparência série à estender um distintivo no meu rosto com aproximadamente seis policiais armados.

-Catherine Willows Criminalista, Polícia de Las Vegas, temos um mandado. -Ela também apontava uma arma para meu rosto.

-Tudo bem tia, eu não fiz nada! — Ela arqueou as sobrancelhas, se via que ela era durona e que em uma situação normal ela me encheria de tapa mais parecia que tinha uma ética de trabalho envolvida e ela sorriu com sarcasmo.

-Fique feliz por não ser meu sobrinho, se fosse filho desse meu irmão aqui estaria morto... -Ela sorriu para o baixote de terno. -Brass leva daqui!

-Claro! Tem mais alguém? — Ele falavou me algemando. Balancei a cabeça de forma negativa. -Você tem um comparsa que sabemos, facilite a minha e a sua vida e nos dia aonde... — Uma outra loira mais jovem entrou com Sam algemado, ele fez um cara de desculpa ao entrar no quarto daquela maneira para mim. -Bom trabalho detetive Curtis, acho que não precisamos mais da informação.

-Ele estava subindo no elevador, puxou conversa e Grissom havia dito que eram dois. Vamos rapazes para a delegacia.

-Sam, eu lhe daria uns gritos caso não estivesse orgulhoso por tentar se socializar um pouco...

Sam e eu fomos levados ate a criminalística para interrogatório. Dessa vez não estamos com muita sorte, nossas digitais tinham sido encontradas na casa o que nos coloca como suspeitos o que vai ser difícil de negar, já que os culpados são espíritos.

-Então o que vocês têm a nos dizer?- A loirinha nos perguntou me encarando.

-Que se meu carro for pego vocês vão pagar caro.

-Dean! –Sam me reprendeu.

-O que? É o meu carro Sam!

-Que tal esquecer a discussão de um carro e me disserem o que estavam fazendo na casa?

-Você não é da criminalística? Deveria saber. –Disse lançando meu sorriso o que a irritou mais ainda.

Ela voltou a arquear as sobrancelhas, a loira podia ser tudo menos descontrolada.

-Temos direito a um advogado. Não vamos responder nenhuma pergunta sem um. — Disse Sam. Os anos perdidos na faculdade de direito até que estavam vindo a calhar.

-Pois bem... -Ela terminaria de falar caso Castiel não entrasse de sala adentro de terno com uma maleta.

-Eu sou o defensor público designado a vocês.

-E sou Catherine Willows criminalista e queria sabe o motivo dessa intromissão.

-Todas as pessoas têm direito ao acompanhamento do advogado no interrogatório.

-Tudo bem.

-Quem indícios vocês tem que faz meus clientes serem suspeitos?

-A investigação está sobre sigilo de andamento, mas seus clientes estiveram no local do crime antes dos assassinatos podendo estar analisando as vítimas.

-A senhora está trabalhando com hipóteses, me dê fatos.

-É fato que seus clientes já conheciam o local do crime e que as digitais foram encontradas lá.

-É fato que meus clientes são eletricistas e estiveram na residência para concertar o chuveiro elétrico do banheiro. Isso pode ser comprovado na empresa, falem com qualquer um de lá. — A loira calou, devo admitir para um anjo ele sabe ser bem falso. -Meus clientes já podem sair. — Saímos e não pude resistir em mandar um sorriso vitorioso que a fez ficar se pergunta se tive tanta audácia.

-Muito bem Cass está pegando o jeito, hein? –Disse enquanto andávamos pelos corredores em direção a saída.

-Isso não foi certo Dean.

-Claro que foi! Você livrou nossa pela da mal-humorada, mandou bem.

-E a mal-humorada aqui vai fazer questão de prova sua culpa. –Me virei para trás e dei de cara com ela que me lançava um olhar determinado. Pelo visto se depender dela estou preso.

-Com que provas? Pelo que sei sou inocente, sinto muito! Devia estudar melhor seu trabalho, não o está fazendo direito.

-Eu sei muito bem fazer meu trabalho. Você verá. –Ela disse voltando para a sala do interrogatório.

-Isso o que veremos, tia!

-Meu nome é Catherine!

-Tudo bem, Tia Catherine! – Ela continuou andando revirando os olhos. Pelo visto ai ter problemas com ela no meu pé.

-É duro se bonito. –Disse rindo enquanto saímos.

-Dean você não deve arranja problemas com ela, é uma mulher não merece ser tratada desse jeito.

-Você também Castiel? Foi ela que começou.

-Dean às vezes eu me pergunto se eu sou o irmão mais novo.

-Sam tem razão Dean você esta agido como uma criança. Catherine está do mesmo lado que você, apenas está fazendo seu trabalho. Você devia respeitá-la mais, ela tem sentimentos sabia? É uma mulher com muitos defeitos assim como você mais também tem muitas qualidades. É uma ótima mãe, que ama muito a filha. Uma ótima profissional. Ela é uma boa pessoa, mesmo com tudo que já passou e você devia sentir vergonha pelo que faz.

-Lição de moral agora Cass? Dá um tempo...

-Castiel só esta dizendo a verdade Dean.

-Não me diga! Pra esse ai mentir só se for pra nos livrar de algo... Vamos voltar para o hotel que eu quero dormi. – Assim que disse isso Cass veio com seu dedo em minha testa, por sorte me virei a tempo.

-Nem pense nisso, se quiser leva o Sam, vou com meu carro que está sozinho naquele maldito lugar.

-Eu vou de táxi. Pode vir comigo Castiel, duvido que Dean volte ao hotel tão cedo. – Sam e Castiel saíram para pegar um táxi, enquanto eu voltei para busca o carro.

Notas finais
Esperamos que tenham gostado, comentem plis...
Bjs de Dark_Hina e Lety Cullen.