Notas iniciais
Queriamos agradeçer pelos comentarios!
esperomos que gostem do capitulo...

Andei pelas ruas fazendo no caminho de volta, não conseguia me distrair, minha cabeça girava de tanta coisa dentro. Comecei a andar dentro de um parque no meio da cidade. Ainda não havia esquecido as falas de Sam, não consegui ignora a culpa dentro de mim, a falta que meu pai me fazia, e o mais estranho, não consegui ignora o que Cass me disse.


Mas por que sua fala agora me incomoda tanto? Afinal foi ela que começou, aquela loira irritante que vai fazer de tudo para me ferrar. Irritante, mas linda, isso não posso negar.


De repente senti algo pequeno se chocando contra mim, olhei para baixo e vi uma menininha.


–Hey, ta tudo bem? Você se machucou? –Perguntei me abaixando para fica a sua altura.


–Esta sim, me desculpa.


–Está tudo bem.


– Lindsay! O que você esta fazendo aqui?!


–Ei para lá! Eu não fiz nada, estou só andando por quê? Sou suspeito por joga lixo na grama?


Eu a olhei firme, uma breve semelhança entre ela e a garota me meio a mente, foi algo muito vago. Fiquei em pé e comecei a encarar.


–Se afaste da minha filha. -Ela segurou a mão da criança e puxou para longe de mim.


–Mãe você conhece esse homem?


–Sim meu anjo, é um dos homens maus que a mamãe prende. — Na mesma hora que ela disse isso um cheiro de álcool invadiu o ar do parque. Um homem se aproximava com um fúria inconfundível nos olhos.


–Catherine... Eu quero... A minha... Filha... — Ele estava tão bêbado que vinha cambaleante. Ele olhou em minha direção mais estava com seus sentidos tão oscilantes que nem prestou atenção na minha existência.

A mulher de ferro que me encarou o dia todo estava com a filha nos braços em um abraço, demonstrando o quanto ser humano era, seguindo os princípios antropólogos de defender sempre o mais novo e sangue do seu sangue.


–EDDIE VAI EMBORA! — A garota caiu aos prantos, isso me deixou furioso. O bêbado fechou a mão e a levantou em direção a mulher e da criança, como por automático segurei o punho dele lhe e dei um soco certeiro no rosto.


–Isso é para aprender que em uma mulher não se bate nem com uma flor!- Joguei-o no chão. -Vamos embora. — Ela estava sem reação. A guiei até o lado oposto do parque e sentamos em um banco iluminado por um poste.


–Obrigada.


–De nada. — A criança estava mais calma. Mais ainda não tinha desgrudado no pescoço da mãe. -Isso me elimina da lista de suspeitos? — O olhar dela voltou a ser rude.


–Só da de violência doméstica. — A garota para de abraçar a mãe e a olha.


–Mãe esse cara não parece com um homem mau.


–É porque eu não sou um homem mau!


–Não tente me comprar pela minha filha! — A garota sorriu e voltou a se aninhar no colo da mãe.

Me lembrei da minha mãe fazendo isso com o Sam... Malditas recordações que só aparecem em horas ruins. Em alguns instantes todos calados a garota adormeceu.


–Você vai ficar bem?


–Sim.


–Quem era?


–Meu ex-marido.


–Você deveria estar prendendo gente como ele, não pessoas inocentes.


–Em primeiro lugar, não sou policial para prender ninguém sou uma investigadora forense, uma cientista. Segundo, nunca acusei ninguém inocente, se eu achei as evidências de um crime mal feito, elas o relevelaram. Terceiro, você ainda é meu principal suspeito, por mais que eu esteja lhe devendo uma.


–Não, não está. Assim quando suas 'evidências' lhe mostrarem que eu não sou culpado ninguém poderá dizer que você me deixou ir embora.


–Boa noite! — Ela se levantou do banco com filha nos braços. Ela a segurava como a um cristal. Me perguntei naquele momento o que ela faria se alguém machucasse a filha dela.


–Não sei lhe responder essa pergunta, mais pelo instinto dela com certeza mataria. — Levantei-me do banco em um pulo com o susto, Castiel estava parado ao meu lado e isso me irritava profundamente quando não era avisado.


–Você é um anjo não um mágico.


–Está apreciando a vista? — Disse o anjo apontando para a loira andando de costas.


–Para um anjo você é bem capeta!


–Sou anjo, não cego. Sem falar que ela tem coração bom.


–Ela pode ser boa com a filha mais comigo é o cão do inferno encarnado.


–Você sabe a verdade Dean, só não que enxergar. – E assim como chegou, Castiel desapareceu do nada.


–Que grande advogado eu tenho... –Murmurei saindo do parque. Eu sei que Castiel quer que eu acredite que ela é boa pessoa, uma ótima mãe e tudo mais... Podia até ser, porém comigo não era assim.


–Hey! – Não me virei para olhar se era comigo, mas logo sentir algo puxando minha mão, era a filha dela que embora não chorasse ainda possuia olhos avermelhados.


–Obrigado por ajuda a gente. –Ela disse sorrindo para mim.


–Não foi nada. Tome cuidado, Lindsay, não é?


–É sim, pode deixar. –Ela saiu correndo de volta para os braços da mãe que nem se virou para me olhar, pelo jeito ela não gostou nada de eu ter conquistado a filha. Entretanto, mesmo não tendo nem se quer me olhado, eu a olhei vendo-a partir. Céus o que esta acontecendo comigo?!


–Agora que eu preciso de ajuda você não vem não é Cass? –Ironizei antes de busca meu carro.



–Sabia que ai demora. –Sam disse assim que entrei no quarto.


–Não estava em nenhuma os lugares que está pensando. –Me defendi indo em sua direção. –O que achou?


–Duas noticias, uma boa e outra ruim.


–Qual a boa?


–Achei o local onde as crianças foram enterradas. Pela minha pesquisa os parentes mais próximos delas quiseram que fossem enterradas nos fundos da casa onde nasceram. Ou seja só ir nos fundo, desenterrar e queimar os ossos.


–Tá e a má noticia?


–A má noticia é que convencer Grissom de que a causa das mortes são proveniêntes de espíritos será impossível.


–Em quem disse que temos que convencê-lo?


–Você espera que a gente entre a noite na casa e termine o trabalho? Assim?


–Claro! Sempre foi assim! Não precisamos convencer cientistas de nada, não vão nos ouvir e como não estamos nem ai para o que pensam vamos termina e ir embora.


–Espera um pouco! Por que agora quer ir embora?


–Eu nunca disse que queria fica.


–Foi você que me forçou vim para cá, esqueceu?


–Porque queria pegar o caso, você que pensou em outras coisas! Agora será que podemos ir logo?


–Dean o que está acontecendo? – Encarei Sammy por um tempo, nem eu sabia o que esta acontecendo. Minha cabeça voltara a gira, não conseguia mais me concentra em nosso caso, não conseguia mais pensar na minha função com Sam, não conseguia mais pensar em nada, pois quando tentava volta a mim ela invadia minha mente.


–Nada, não esta acontecendo nada. Amanhã voltamos lá e falamos com seu 'amigo', mas, se ele não acreditar, vamos fazer do nosso jeito, ok?


–Tudo bem. É por causa dela que está assim, não é?


–Dela quem?


–Da Catherine, você gosta dela.


–Não enche Sam.


–Admita Dean...


–Já disse pra não me encher! – Gritei para ele que voltou a fazer o que fazia. Me joguei na cama tentando descansar um pouco, tentando voltar ao meu mundo sinistro de coisas sobrenaturais. Tentei volta a mim... tentei, mas não conseguir.

Notas finais
O que acharam?
Beijos,Lety and Dark_Hina