Incubus Love
17 The Devil is a Woman
Notas iniciais

Naquela manhã, após muita preguiça, Zoro havia decidido ir ao mercado. Depois de algumas semanas convivendo mais de uma vez por semanalmente com um íncubo que conseguia fazer ingredientes aparecerem instantaneamente e sabia cozinhar como ninguém, ele quase havia esquecido de que algum dia precisou se alimentar de outra forma, assim como quase havia esquecido novamente como era viver sem aquela presença que às vezes o tirava do sério e às vezes o trazia tanta paz. Mas, fazia alguns dias que Sanji não aparecia e Zoro realmente precisava fazer o mínimo de compras. Não tanto pela comida, mas pelo menos para repor seu estoque de bebida, que era o mais importante.
O padre passeava pelo supermercado em roupas casuais, não era o maior fã de usar batina fora da igreja para não ser abordado, por mais que não adiantasse muita coisa já que todos o conheciam naquela cidade minúscula. Já estava há um bom tempo no estabelecimento e deveria ser mais que o suficiente para comprar os poucos itens que precisava, mas não havia conseguido achar nenhum deles, por mais que tentasse seguir as placas irritantes do local.
A relação... Seja lá qual fosse, se é que existia mesmo algo, afinal, era um íncubo e um padre, entre Sanji e Zoro parecia ficar cada vez melhor. Era normal para o loiro aparecer nos dias mais aleatórios de todos, às vezes seguidos, mas sempre bem mais do que apenas uma vez por semana como era no início. Sanji se alimentava do sexo, cozinhava para o moreno e eles passavam horas e horas apenas fazendo nada e tudo, fosse discutir pelo controle da TV ou trocar carícias e sorrisos em meio aos incontáveis beijos. Era bom, Sanji estava cada vez mais feliz em estar ao lado dele, o que era bastante confuso.
Recentemente ele estava cada vez mais ouvindo seu amigo Kid falar sobre certo humano também, que estava se encontrando com frequência porque, de acordo com ele, a foda era do caralho. Sanji brincou com ele, retribuindo as mesmas palavras que teve de ouvir centenas de vezes, acusando que ele havia se apaixonado pelo humano. E claro, uma risada macabra e demoníaca ecoou alto do demônio, arrepiando até mesmo o próprio amigo. Kid era muito bizarro. Tudo bem que foi só uma brincadeira e era óbvio que teria uma reação do tipo, ele só não precisava exagerar. Era claro que o outro só estava brincando e se divertindo com mais uma presa boa, como sempre costumava fazer. Aquele íncubo era o mais cruel e insensível que Sanji conhecia, um ótimo exemplo de demônio, mas como íncubo não era dos melhores, por mais viciado em sexo que fosse.
E Sanji... Bom, provavelmente era um bom exemplo. Ele era sim viciado em sexo e não costumava fazer maldades com os humanos, afinal, não era criado para isso. A única diferença é que ele estava um tanto fixo com um humano em específico e em sua mente não se passava em momento algum trocar de presa. A energia de Zoro parecia cada vez melhor, não havia nenhuma razão para deixá-lo. Com esse pensamento bobo, o íncubo tomou a forma humana que agradava tanto seu... O humano e foi atrás dele mais uma vez, sem fazer nem uma semana desde que se viram.
Zoro estava no mercado, o que era bem raro, a primeira vez em meses que viu o moreno indo comprar coisas e não ia negar que era bem fofo. Passou algum tempo observando-o com um sorriso bobo nos lábios... Só que, já fazia bons minutos que ele estava indo e voltando pelo mesmo corredor sem colocar nada no carrinho e com uma expressão confusa no rosto, o que deixou o loiro bem intrigado.
Sem pensar que estavam em público, se aproximou discretamente, mas não pulou em cima ou fez qualquer coisa que entregaria a relação deles, apenas apareceu em sua frente com um dócil sorriso nos lábios finos.
— Oi, padre.
Zoro odiava supermercados com todas as suas forças. Enquanto tentava pela vigésima vez achar o corredor das bebidas, ouviu uma voz nada familiar chamando por ele.
Assim que se virou, deu de cara com Sanji, surpreendendo-se porque absolutamente não esperava vê-lo em público e porque Sanji estava um tanto diferente. Estava acostumado com todas as mudanças de roupa a cada vez que aparecia, e até mesmo com seu aparente envelhecimento enquanto ficaram separados, mas ele nunca havia aparecido daquele jeito. Se não fosse pela voz, talvez Zoro tivesse demorado um pouco para processar exatamente o que havia de diferente, já que aquele corpo magro parecia quase o mesmo dentro do terno preto, a franja loira ainda cobria seu rosto e até seu sorriso era o mesmo. O que para Zoro não parecia fazer a menor diferença.
— O que está fazendo? — Sanji falou com a voz baixa e encostou por um instante no local em que Zoro segurava o carrinho, acariciando seus dedos leve, sem deixar que ninguém notasse. Parecia que necessitava tocá-lo com sua vida.
— Achei que fosse óbvio. — Zoro falou observando os dedos finos acariciarem os seus, emburrado com o fato de estar demorando um pouco mais naquele mercado que o planejado.
Por mais óbvio que fosse, não era aquilo que estava perguntando e sim as trezentas vezes que passou por aquele mesmo corredor de fraldas. Pelo que sabia, o moreno não tinha nenhum filho, nem era um velho caquético para necessitar daquelas coisas.
— Faz pelo menos quinze minutos que você está rodando essa seção.
— Cala a boca, não faz tanto tempo assim. — Zoro sentia o rosto esquentar por causa daquela insinuação descabida.
Sanji adorava provocá-lo e rir da sua desgraça, o que era terrível e Zoro achava que nunca se acostumaria a ficar com o rosto quente por causa disso. Mas, Sanji também não perdia a oportunidade de ajudá-lo sem ele pedir, na verdade, especialmente quando ele não pedia. Por isso, Zoro não se surpreendeu quando Sanji seguiu na frente e tomou o controle do carrinho, direcionando Zoro ao lugar certo como um cão-guia.
Era um tanto estranho vê-lo ali em público. Sanji era como um segredo seu, uma parte de si tão reservada para as pessoas quanto seus próprios pensamentos, algo que só acontecia quando estava sozinho em casa, longe das vistas de qualquer um, quase como se o conhecimento de sua existência fosse um privilégio apenas dele. De alguma forma, ver Sanji ali, às luzes do mercado, caminhando entre as pessoas e observando tudo com olhos curiosos, era quase como se o tornasse mais real.
O que era bom de alguma forma, mas também quebrava um pouco sua ideia de fantasia. Sabia que naquele momento não podia olhar muito intensamente, nem sequer encostar. Apesar de já ter mandado tudo para os ares e traído a si mesmo, o que era o mais importante, não estava disposto a expor sua desonra. O melhor era não pensar muito a respeito e agir discretamente. O que de alguma forma era muito difícil quando Sanji olhava para trás e sorria de forma injustamente bela.
Havia três coisas em que Sanji havia se viciado ou desenvolvido um gosto peculiar desde que provou. A primeira, sem dúvidas, era em sentir prazer enquanto ele e Zoro estavam dividindo uma cama. A segunda, era fumar, tanto que mesmo quando não estava ao lado do humano não era raro vê-lo com um cigarro nos lábios. E a terceira, era cozinhar. A primeira vez que cozinhou para o padre, teve que ouvi-lo dizer que sua comida estava muito salgada e isso o irritou profundamente. Desde então, Sanji se acostumou a procurar sobre o assunto e estudar, para cada vez mais melhorar suas habilidades e assim receber um elogio do humano. Depois de tantos meses, julgava que estava beirando a perfeição já, mas não ouviu uma palavra saindo da boca do moreno, mesmo que ele sempre devorasse tudo com o maior gosto. O demônio amava observá-lo comendo sua comida.
Entretanto, era a primeira vez que Sanji entrava em um mercado para fazer compras. Foi inevitável para ele se encantar com tudo que encontrava e enquanto passeava pelos corredores, com os olhos atentos aos produtos, acabou colocando bem mais do que deveria, sendo que muita coisa nem estava na lista que Zoro havia feito.
Uma coisa muito inconveniente sobre estarem em público, era que Zoro percebia os olhares de vários homens parados sobre Sanji e aquilo o incomodava. Pelo menos Sanji havia aparecido bastante decente dessa vez. Mas, mesmo que olhassem por apenas dois segundos, já era tempo o suficiente para irritá-lo e fazer Zoro ter vontade de fatiar o sujeito. Felizmente Sanji parecia bastante distraído com todas as coisas do mercado para dar qualquer atenção a outra coisa e, principalmente, para prestar atenção na reação idiota de Zoro.
Quando se encaminharam para o caixa, Zoro reclamou que ele pegou muita coisa desnecessária, nem fazia sentido gastar tanto dinheiro sendo que o loiro poderia facilmente apenas criar com seus poderes como se fosse mágica. Mas, Sanji estava tão animado e empolgado com aquilo, que seus grandes olhos azuis brilharam e Zoro acabou cedendo, recebendo um lindo sorriso como agradecimento. Em público, era o máximo que poderia fazer, quando estivessem a sós iria agradecê-lo devidamente.
— Quem é essa moça bonita com você, padre? — A caixa, extremamente bela aos olhos de Sanji, perguntou quando começaram a colocar os produtos para ela cobrar e isso intrigou o loiro. Moça? Tombou a cabeça para o lado em confusão, sem exatamente entender o que ela queria dizer.
— Ah, essa é... — Por descuido, Zoro não tinha nem pensado nisso. Óbvio que uma pessoa como ele que nunca era muito sociável iria chamar atenção se estivesse com alguém, ainda mais alguém que nunca viram na cidade antes. — Uma... Prima?
Era tão convincente quanto se estivesse assobiando e olhando para o lado, mas a mulher pareceu apenas aceitar a resposta e começou uma longa conversa com o padre sobre sua própria família, mas Zoro só queria embalar as coisas o mais rápido possível e dar o fora dali.
Acabaram saindo do mercado com bem mais sacolas do que o esperado graças ao exagero da loira, mas não era problema para a força dos dois, felizmente, embora as pessoas na rua olhassem abismadas ao ver Sanji carregando tanto peso quanto Zoro.
Sanji parecia estranha durante todo o caminho, mas o padre não comentou nada. Assim que chegaram em casa e o comportamento continuou, Zoro resolveu ceder e perguntar o que era. Ou quase isso.
— Tá estranho. — Zoro soltou simplesmente, observando a sobrancelha encaracolada franzida em irritação.
Sanji ficou meio aéreo desde que a moça do caixa falou aquilo. Naquele momento, quando Zoro o apresentou como uma prima, Sanji entendeu e imediatamente procurou qualquer lugar para refletir sua imagem, dando conta de que estava usando o corpo errado. Aquela aparência não agradava o moreno, lembrava-se bem da primeira vez em que transaram que com ele dentro de seu corpo, fodendo-o, havia mudado para o corpo feminino e o padre basicamente detestou o que via, implorando para que voltasse para forma masculina. Era óbvio que surgir dessa forma causaria desgosto no outro e essa era a última coisa que desejava. Então passou a ficar exageradamente preocupado.
A imagem que via era a de um corpo um tanto menor que o que normalmente usava, cabelos um pouco maiores, mas ainda por volta do ombro, o rosto estava com uma pequena e leve camada de maquiagem, os lábios finos, pequenos e pintados em um rosa bem claro. O corpo possuía curvas mais marcadas, a cintura era mais fina, a bunda mais redonda e um pouco maior, mais macia, e claro, os seios existiam também, mas diferente da primeira vez, agora eram bem menores, o que não deixava de ser notável o volume maior que de costume.
Ele... Ou ela... Estava confusa. Não sabia o motivo daquilo ter acontecido e isso a fez se manter calada. Óbvio que Zoro notaria, normalmente era tão tagarela que o moreno costumava beijá-la para que se calasse... Idiota.
— Desculpe, eu não notei que estava assim... — Sanji disse envergonhada enquanto tentava não olhar para o moreno, focando-se desnecessariamente nas sacolas de compras. — Eu já vou mudar para minha aparência de sempre.
Sanji tentou se transformar para a aparência que mais agradava Zoro, mas parecia que quanto mais tentava, menos conseguia, quase como se o moreno estivesse preferindo aquela aparência no momento, deixando a loirinha confusa.
Zoro observava Sanji confuso. Claro, estava com o gênero trocado, mas quase não havia diferença para o loiro estar se preocupando tanto. Depois de pedir desculpas, Sanji parecia concentrada, como Zoro já a havia visto fazer incontáveis vezes quando iria performar alguma magia. Mas, Zoro conseguia ver estampada em seu rosto a frustração, já que, embora estivesse tentando há bons segundos, nada parecia estar mudando.
— Não precisa. — Zoro falou simplesmente, ainda não entendendo o porquê da loira ter ficado tão incomodada.
— Mas... Na primeira vez que nos vimos, você... Se desesperou ao me ver assim... Parecendo odiar... — Sanji disse com a voz baixa, olhando o chão como forma de tentar evitar o olhar do outro.
Fazia sentido. Zoro mal se lembrava daquilo, ou talvez tivesse coisas mais relevantes para lembrar sobre aquele dia. Mas ele realmente tinha agido daquela forma, embora não exatamente pelo motivo que Sanji imaginava. Não tinha muito a ver com o gênero. Naquele momento, apenas não queria que aquela aparência específica mudasse de jeito nenhum, porque se sentia atraído por ela, e nunca havia experimentado isso por nenhum corpo antes.
— Agora é diferente. — Ele disse calmo, enquanto se aproximava e capturava seus lábios num beijo, apreciando o novo encaixe de seus corpos graças à pequena diferença de altura e suas mãos na cintura mais acentuada.
As palavras a surpreenderam, fazendo-a arregalar os olhos e sentir o rosto esquentar. Não precisava, então?
Quando Zoro o beijou, mesmo naquele corpo feminino e cheio de curvas, Sanji relaxou, esquecendo-se completamente da preocupação anterior. O moreno gostava. Sorriu bobamente em meio ao beijo, passando as mãos bem menores e delicadas nas costas do outro. Precisava olhar para cima para conseguir beijá-lo, o que não realmente incomodava, o salto levemente alto aproximava mais seus rostos, facilitando um pouco e não a obrigando a se esticar. Era bom. Os lábios macios eram calmamente devorados pelo outro e Sanji gostava.
Seus mamilos cresceram como se fosse por magia, mas Sanji apenas se sentiu muito excitada com aquelas palavras. Os seios levemente maiores que em seu costumeiro corpo pareciam bastante sensíveis cada vez que seus corpos eram pressionados e os botões rosados estavam marcados no vestido que agora usava e estava colado ao corpo. Era uma visão bastante sensual. Então, ela puxou a mão do maior e a colocou em seus peitinhos. Afastando os lábios e olhando docilmente para o maior.
— Essa aparência agora te atrai também? — Sanji perguntou com um sorrisinho indecente e passou a linguinha menor no vestígio de saliva devido ao beijo. As mãos pequenas apertaram as do maior em seus peitos, mostrando o que ele deveria fazer. — Você quer a virgindade desse corpo?
Zoro apenas ficou observando Sanji, seus olhos indecisos entre olhar para o rosto provocante ou para os peitos espremidos num belo decote e sendo apertados por suas mãos grandes. O padre somente balançou a cabeça concordando instantaneamente e retomou o beijo, agora menos calmo do que antes. Sabia muito bem que o íncubo, ou súcubo agora, já havia deitado com milhares de pessoas, o que costumava fazê-lo franzir a testa apenas com a mera lembrança dessa informação. Portanto, nunca havia sequer sonhado em tirar a virgindade de Sanji, mas aquele convite estranhamente o excitava, por mais que fosse apenas uma ilusão.
Sua boca beijava a boquinha menor descoordenadamente enquanto as mãos apertavam a carne macia. Os polegares circulavam os mamilos durinhos por cima do tecido irritante do vestido, fazendo com que Zoro quisesse apenas arrancá-lo de uma vez daquele corpo.
O vestido apertado marcava bem as belas curvas perfeitas no corpo pequeno e esguio, valorizando-o completamente. Os seios pequenos estavam bem esmagados, juntinhos e parecendo ter bem mais volume do que antes, o que era apenas uma ilusão graças ao posicionamento e o bojo que os deixava mais avantajados. Sanji sentia no olhar e nos toques que Zoro estava faminto por ela e isso a agradava muito, deixando-a rapidamente ofegante em meio ao beijo. Seu corpo estava tão sensível. Era um novo, completamente virgem e intocado e queria que o moreno desfrutasse verdadeiramente de sua virgindade dessa vez. Em seu corpo masculino, Zoro também tomou sua "virgindade", mas não foi um ato muito agradável.
— Ahh... — Ela soltou facilmente um gemido manhoso, um entre vários outros que se seguiram. Tão indecente. As mãos grandes apalpando desesperadamente seu corpo lascivo a enlouqueciam e da mesma forma que sentia a calcinha umedecendo, sentia um volume enorme começando a pressionar sua barriguinha lisa. Delicioso.
Sua boquinha e linguinha, por mais que estivessem bem menores e delicadas, continuavam igualmente habilidosas, mostrando que ainda era Sanji ali. E assim como de costume, ela também se perdia no prazer e esquecia que deveria continuar a mover aquelas partes contra as do moreno para beijá-lo, ela apenas recebia o prazer delicioso e se esquecia que os beijos também eram tão deliciosos quanto.
Seus mamilos, diferente de todo o resto do corpo, estavam enormes e necessitados, a cada toque daquele homem gostoso ela gemia de forma ainda mais manhosa, parecendo mais indecente do que o normal devido à vozinha delicada.
Não se contentando com pouco, as mãos morenas começaram a percorrer o restante do corpo pequeno, a cintura fina, as costas, até chegar na bundinha ainda pequena, porém certamente mais carnuda que antes. Apalpou com vontade aquela parte, ouvindo um gemido necessitado de Sanji, e os dedos grossos e impacientes levantaram o vestido expondo toda a carne macia que havia embaixo.
Zoro imediatamente deslizou as mãos sobre a área, explorando e não se surpreendendo nem um pouco com a falta de uma roupa de baixo, até seus dedos encontrarem um pequeno e fino tecido entre as nádegas. Era óbvio que se Sanji fosse usar uma calcinha seria a mais indecente de todas.
Ele puxou o tecido apenas para soltá-lo novamente contra a pele branquinha, ficando satisfeito com o barulho e sugando com mais vontade os lábios que beijavam tão bem os seus. Em seguida, colocou um dos dedos no meio daquela bundinha só para verificar a informação que havia sido dada, surpreendendo-se ao sentir um cuzinho completamente fechadinho que pulsava com o mais leve toque. Continuou tocando aquele buraquinho com o dedo sem pressionar, acariciando-o e apenas apreciando a sensação dele pulsando de desejo sob a pontinha do seu dedo.
Se Sanji achou que estava desesperada com os mamilos, ao sentir o dedo indecente do outro explorando seu cuzinho virgem ela perdeu totalmente as forças nas pernas e se agarrou no pescoço grosso em busca de apoio com uma de suas mãos. A outra, segurou o caralho enorme pressionado em sua barriga. Sorrindo maldosa, ela acabou com aquele beijo, capturando apenas a língua grossa de seu homem e começou a mamá-la com vontade, causando os ruídos mais sujos de todos.
Zoro não só brincava com seu cuzinho, como também com a calcinha fio dental, estalando-a em sua bundinha. Injusto. Aquilo atrapalhava suas chupadas, aquele marimo era o mais safado e estava enlouquecendo-a. Quanto mais o maior abusava de seu buraquinho quase inexistente, ela sentia cada vez mais a calça dele sendo molhada...
Ao mesmo tempo em que não só a lubrificação de íncubo começava a melar os dedos dele, como também a lubrificação natural de uma mulher começava a escorrer do outro buraquinho até suas coxas grossas. Ela precisava dos dedos grossos estimulando ali também. Então puxou a outra mão dele e a levou até a bucetinha, pressionando dois dedos no buraquinho estreito que se contraia só com a menção de ser invadido, fazendo-o sentir o quão melada a havia deixado com a outra mão em seu cuzinho.
— Tão molhada... — Zoro sentia aquela parte desconhecida para si fervendo e escorrendo, quase como se estivesse chamando por ele. Desceu a mão e notou realmente o quanto ela estava escorrendo, sentindo a parte interna das coxas completamente melada e imaginando o quão delicioso deveria ser dentro dela.
Mas, apesar de querer muito saber, Zoro apenas continuou fazendo a mesma coisa que fazia com a outra mão no cuzinho apertado. Circulava ambos os buraquinhos com os dedos grossos, sentindo o calor, sentindo Sanji pulsar a cada vez que pressionava um pouco mais forte. Era engraçado como o corpo pequeno se empinava e tentava se encaixar em seus dedos, claramente querendo mais contato do que estava tendo.
Zoro apreciava muito quando Sanji ficava tão desesperada. Principalmente quando lembrava daquela fantasia de virgindade, ele queria muito que ela se desesperasse assim só para ele, só por causa dele. O que sabia ser mentira, mas sua mente tentava ignorar essa parte.
— Quer que eu meta? — Ele perguntou enquanto ainda acariciava levemente, mesmo sabendo perfeitamente qual era a resposta.
Então, começou a pressionar os dois dedos no buraquinho minúsculo e imediatamente achou que era impossível. Tentou apenas com um e mesmo assim a resistência ainda era muito maior do que estava acostumado com o outro corpo de Sanji, que sempre estava preparado para aguentar praticamente qualquer coisa. Lentamente foi metendo o dedo, com a ajuda daquela quantidade absurda de lubrificação, estocando com mais cuidado do que sempre fazia, sentindo aquele interior tão quente e apertado se contrair. Era bastante diferente do que conhecia, mas não era ruim, muito pelo contrário. E poderia dizer o mesmo sobre quase tudo naquele corpo. Era completamente Sanji, assim como o corpo masculino era. Até aquela voz aguda e feminina que Zoro achou que pudesse achar irritante, estava gemendo extremamente depravada, demonstrando o quanto gostava daquilo e fazendo Zoro ficar com mais tesão a cada segundo.
Quando Sanji disse que entregaria sua virgindade ao marimo, jamais pensou que estaria tão apertada daquela forma. Era estranho, mesmo que aquele corpo jamais tivesse sido fodido, quando se transformava em uma pessoa qualquer sua virgindade não era restaurada, mas naquele momento parecia ter sido.
Na verdade, estar tão apertada era um tanto frustrante. Quando Zoro perguntou se ela queria que metesse, a resposta mais óbvia saiu de seus lábios e ela se desesperou quando ele não conseguiu meter, estava acostumada a ser bem larga, independentemente do corpo, mas estava muito, muito estreita, quase como se nunca tivesse sentido uma rola em sua buceta.
Seu aperto exagero a deixou meio desesperada. Sanji sem notar ficou na ponta dos pés e agarrou com força o pescoço grosso, aprofundando o beijo para que Zoro não tentasse fugir outra vez. Ela lacrimejou por não poder senti-lo e as mãos trêmulas apertavam a nuca do outro como se tentasse achar uma distração para não ficar agonizando em expectativa. Era tão estranho não ser invadida de uma única vez. Seu desespero era tão grande que ela havia se esquecido completamente que antes tentava masturbar o moreno, seus pensamentos se resumiam em beijá-lo e receber os toques gostosos.
A lubrificação natural feminina de sua bucetinha escorria pelos dedos grossos do outro, enquanto ela se contraia internamente para massagear a extensão do moreno. A lubrificação de íncubo também deslizava de seu cuzinho e ambos se misturavam nas coxas torneadas, deixando-a melada em cada pedacinho. Sua boca devorava o maior com vontade, chupando e mordendo de leve os lábios dele, querendo marcar o padre para que todos vissem que ele tinha dona.
— Quar...to... Quarto... Vamos... — Sanji pediu com a voz manhosa e os olhinhos injustos brilhando ao se separar do beijo e encarar bem de perto o olho do moreno.
Aquela voz praticamente implorando e o olhar de Sanji eram demais para Zoro aguentar. Aquela loira sempre conseguia o que queria na base de provocações, sempre foi assim desde o começo, mas Zoro achava que quando ela pedia algo desse jeito tão entregue era cem vezes mais injusto.
Não teve nenhuma escolha a não ser pegar o corpo agora bem mais leve nos braços e procurar seu quarto, sendo ajudado por Sanji que já havia abandonado a atitude entregue e voltava a caçoar do seu senso de direção, como sempre.
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