Notas iniciais
ATENÇÃO: Se alguma alma ainda lê essa história aqui no Nyah, eu acabei postando o cap errado hoje T^T Como aqui está atrasado 1 cap em relação ao wattpad eu postei o 19 ao invés do 18 mais cedo. Estou consertando postando o 18 agora e ainda essa semana vejo se publico o 19 pra ficar igual e eu parar de confundir orz Leviticus 21:13 "'The woman he marries must be a virgin." Notas: Eu vou dedicar esse capítulo aqui a @Nami_Swannn que me fez a pessoa mais feliz do mundo desenhando a capa linda que tá mais pra frente no cap T^T (e fica perfeita pra o final dele afffff muito obrigada de novo ❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️) O nyah cu não me deixa postar duas imagens aqui na história, então quem tiver interesse de ver a outra imagem do cap só olhar aqui: https://www.wattpad.com/977755192-incubus-love-false-virginity

Zoro praticamente jogou o corpo pequeno na cama assim que entrou no quarto, ouvindo Sanji reclamar que não era assim que deveria tratar uma dama. Como se Zoro achasse que fazia alguma diferença. Se despiu com rapidez antes de colocar o próprio corpo acima dela, notando a diferença de tamanho evidente entre os dois. Ela pareceria muito frágil, se o sorriso depravado não provasse o contrário.

Zoro levou as mãos novamente aos peitos da loira e viu o sorriso aumentar ainda mais. Pervertida. Mas, ele não tinha muita moral para apontar o dedo na cara dela por isso, já que impacientemente rasgou a parte de cima do vestido para finalmente conseguir apalpar os peitinhos direito. Os mamilos rosinhas estavam enormes e Zoro conseguia senti-los em suas palmas quando apertou os peitos macios, automaticamente se viciando com a sensação.

Sanji arfava de prazer, tentando se manter focada em qualquer coisa que não fosse todos os estímulos que o padre delicioso fazia em seu corpo, mas não havia como se esquivar, era tudo muito desesperadamente perfeito e quanto mais ele tocava, mais ela queria, quase como se fosse uma mulher insaciável... Talvez realmente fosse. Estava viciada naquele homem, percebia o quanto ele parecia diferente quando ela estava em um corpo não habitual. Zoro parecia bem maior, mais forte, muito mais gostoso e com mais tesão, até o cheiro dele parecia diferente. Ou era ela que estava tão diferente que tudo ao redor parecia ter mudado.

Por mais que protestasse a cada toque mais brusco daquele homem indelicado com a justificativa de que agora ela era uma mulher e que ele deveria ser gentil, a verdade é que era exatamente assim que ela gostava. Forte, intenso, pesado... Zoro a conhecia bem, sabia manipular seu corpo da melhor forma e vê-lo tão sedento a deixava ainda mais molhada.

— São diferentes. — Zoro disse observando os dois peitos, como se não fosse a coisa mais óbvia do mundo. — Mas ainda minúsculos.

O que era bastante verdade. Suas mãos sobravam quando ficavam por cima deles, e quando Sanji estava deitada parecia que não havia quase elevação alguma ali. Mas, diferentemente do corpo masculino, Zoro descobriu que podia juntá-los muito melhor. Assim como o decote antes estava fazendo, prendendo os dois juntos, ele fez com as duas mãos, aproximando e apertando cada vez mais até que se encontrassem. Os mamilos ficavam tão próximos naquela posição, que quando Zoro abocanhou um percebeu o quão fácil era revezar entre os dois, seu rosto perfeitamente enfiado no meio dos peitinhos pequenos.

Sanji tentou ignorar quando seus peitos foram chamados de minúsculos, algo completamente injusto já que se estava com peitos pequenos, era porque assim era como mais agradava o maior, mas não havia como se sentir ofendida com isso, então mesmo com a boca faminta os mamando deliciosamente, ela estava com um biquinho fofamente emburrado nos lábios finos e rosados. Seu orgulho feminino estava afetado e o idiota sequer pareceu notar.

Irritadinha, Sanji tentou ignorar as deliciosas sensações que ser mamada causava, o que obviamente não estava sendo muito efetivo já que os dedos se apertavam com força nos lençóis e os dentinhos mordiam o lábio para conter os gemidos e, claro, ela cedeu facilmente, gemendo obscenamente com a voz aguda.

— Idi...ota... — Ela tentou xingar, ofegando no meio e gemendo manhosa quando a boca do outro soltou um dos mamilos pressionando a pontinha e foi até o outro. Estava claramente amando a boca a devorando. Ainda irritada por ser tão fácil, ela colocou as duas mãos pequenas e finas no cabelo verde e o puxou com força para afastá-lo de seus peitinhos. — Se não te agrada assim tão pequenos, então vou deixá-los maiores. Fica longe.

Ela inflou as bochechas inconscientemente e desviou o olhar, sentindo o rosto queimar de raiva e vergonha. Zoro era um idiota.

— Você que é idiota. — Zoro disse, voltando a segurar os peitos e franzindo a testa com a resposta ridícula de Sanji. Ela deveria saber que ele gostava daquele corpo, então Zoro não sabia porque diabos ficava querendo que ele repetisse toda hora.

Parecia que não estava completamente confiante e ele não entendia direito se era só porque se acostumou a ficar sempre de um jeito com ele ou algo do tipo. Porque, ligando os pontos na sua mente, ele sabia que provavelmente Sanji já havia aparecido de maneiras diferentes para muitas pessoas diversas. Assumido tantas formas e identidades que ele nem seria capaz de contar.

Era estranho pensar nisso. Não como se esse fosse o corpo de Sanji realmente, mas uma mera vestimenta que ela poderia trocar a bel prazer. Não que Zoro se importasse muito. Se continuasse sendo Sanji, provavelmente ele ainda gostaria, independente da aparência.

Então apenas continuou se aproveitando daquele corpo mais delicado, juntando novamente os dois peitinhos pequenos, apesar dos protestos da loira. Parecia tão macio no meio dos dois que Zoro não pôde deixar de imaginar como seria tentar fodê-los, involuntariamente se aproximando mais e mais até ficar perigosamente próximo de fazer isso.

— Você... Costuma ficar muitas vezes nesse tipo de corpo? — Zoro começou a pergunta um pouco hesitante. Geralmente não perguntava muito sobre esse tipo de coisa, justamente porque parte do seu cérebro não queria saber, estava contente em apenas receber suas visitas sem pensar no seu passado, na sua vida como íncubo.

— Hn... — Sanji balançou várias vezes a cabeça em uma resposta negativa, querendo transmitir que com certeza não. — Nesse é a primeira vez...

Ela disse manhosa e vendo a nova posição do padre, resolveu que já haviam passado tempo o suficiente sem trocar beijos, então o puxou pelo pescoço, fazendo o enorme corpo se curvar bastante para alcançar seus pequenos lábios, mesmo ela se esticando para alcançá-lo também. Quando se afastou, seu cabelo loiro e ainda curto havia esparramado pelo rosto e a franja comprida se separado, mostrando os dois olhos azuis enormes brilhando e havia um carinho que não deveria ser correto um íncubo demonstrar.

— Esse corpo é apenas seu. — Ela afirmou, mostrando o sorriso mais angelical de todos enquanto puxava a mão do maior e a levava até seu coração que batia acelerado. Na verdade, apenas queria que o moreno abusasse de sua tetinha sensível. Sanji não se referia apenas ao corpo em que estava naquele momento e sim a seu real corpo que há tempos estava entregando apenas ao moreno, desde que voltou nunca mais havia dormido com mais ninguém e nem sentia vontade, para ela Zoro era o único que fazia sentido.

Ainda sorrindo injustamente como um anjo, Sanji abandonou a mão grande em seu peito e levou as mãos dela até a bunda grande sentada em sua barriguinha minúscula, puxando o corpo moreno para frente até o pau delicioso encaixar no meio de seus peitos. E o sorriso inocente, havia se tornado o mais sujo e depravado.

Ouvir aquela afirmação fazia o desejo incontrolável de Zoro por aquela fantasia de ser o único se aflorar e as dúvidas se enterrarem bem no fundo da sua mente. Ele queria ouvir aquilo, mesmo que não fosse verdade, não pensaria sobre isso. Nunca precisou ficar pensando no que Sanji fazia quando não estava com ele, era estúpido.

— Meu... — Zoro repetiu a palavra, ficando ainda mais excitado em como ela soava saindo de sua própria boca. — Minha.

Ele tentou meter entre os peitos pequenos espremidos juntos, mas apenas o seu pré-gozo não era suficiente para fazê-lo deslizar como desejava. Então subiu um pouco mais até a boquinha pequena de Sanji, que entendeu rapidamente e chupou aquele pau tão gostoso sem hesitar, fazendo aquilo de bom grado e faminta como sempre, só que pela primeira vez naquele corpo. Era um pouco diferente, sua boca era menor e parecia que nem conseguiria o engolir por completo, mas a forma sedenta que o recebeu em sua boquinha gulosa deveria ser ainda mais prazeroso para o outro, mesmo que não fosse o objetivo mamá-lo no momento.

A gula da loira fez Zoro quase perder a noção do seu objetivo inicial, até finalmente afastar o rosto da loira com um estalo alto e novamente se posicionar entre as tetinhas.

Meter naquele espaço era perfeito, os peitos eram realmente muito pequenos, mas quando Zoro os apertava juntos daquele jeito, os dois comprimiam seu pau deliciosamente bem. Eram macios e já estavam completamente vermelhos por serem tão maltratados pelas mãos grandes. A saliva de Sanji fez um bom trabalho e Zoro conseguia deslizar facilmente, hipnotizado pela visão do seu pau sendo pressionado pelos peitos, a cabecinha escapando para fora e melando o pescoço de Sanji de pré-gozo que gotejava descontroladamente.

Mesmo que o maior tenha fugido de sua boca e começado a meter tão deliciosamente entre seus peitinhos, com ele mesmo esmagando a carne delicada para envolver o pau tão grosso, Sanji ainda estava sedenta por aquela rola, especialmente vendo o quanto de pré-gozo que era derramado. Então, sem pensar duas vezes, ela mesma puxou o maior pela bunda para que ficasse mais perto e esticou o pescoço para que a cada metida, ela conseguisse envolver a cabecinha inchada em sua boca molhada. Assim, era quase perfeito. Quase.

Não havia como ela conter sua perversão. Mesmo com seus peitinhos sendo fodidos, mesmo a boca recebendo todo o pré-gozo do outro, ela queria enlouquecer mais aquele homem, vê-lo se contorcer de prazer e gemendo apenas para ela. Sentia sua bucetinha cada vez mais melada, tanto que até mesmo seu cuzinho estava molhadinho com a lubrificação que escorria do buraquinho virgem. Sanji precisou se tocar lá, no processo esbarrando sem querer no clitóris pulsando e gemeu manhosa de prazer.

Sabia que se tocasse mais um pouco ali ia acabar gozando fácil e rápido como sempre, então preferiu apenas coletar toda aquela lubrificação exagerada e voltar com as mãos para a bunda enorme do moreno. Rapidamente se aproveitou da posição, das mãos segurando a bunda do outro, para esgueirá-las entre as nádegas e com uma mão as afastou e a outra penetrou um dedinho safado no cuzinho gostoso do padre que sempre costumava foder em seu outro corpo, usando apenas sua lubrificação como preparação.

— Kokku... — Zoro disse, não tirando os olhos um único segundo sequer do que estava fazendo, o olho funcional ainda fixado nos peitos esmagando seu pau. — Seus dedos são muito pequenos agora. Mete direito.

Zoro era tão safado e guloso, Sanji só conseguia sorrir da forma mais obscena ouvindo aquele padre pecador desesperado por um volume a mais naquele cuzinho tão indecente. Ela claramente percebeu que o depravado não ia deixá-la falar pois sabia que apenas o provocaria, então socava com mais vontade o pau em sua boquinha e contra suas lindas tetinhas. Era tão bom, aquele homem a fazia tão feliz.

Zoro pode sentir a risada da loira fazendo seu pau vibrar enquanto ainda continuava metendo a cabecinha naquela boca perfeita. Era sua sorte que ela não pudesse falar agora, pois podia ver muito bem nos olhos azuis as provocações idiotas que receberia por estar pedindo por mais. Porque Sanji era sempre assim. Não bastasse Zoro ter que pedir, ainda precisava aguentá-la sendo completamente insuportável. Aumentou o ritmo apenas pela irritação e agora vislumbrava um pouco mais do que sua cabeça entrando na boca da loira, a saliva escorrendo pelos cantos pela dificuldade de chupar.

Sanji jamais negaria prazer ao homem de seus sonhos, então facilmente, muito fácil mesmo, ela deslizou mais um dedo fininho naquele buraquinho tão suculento que se contraia contra os dedos, mas o outro resmungando a fez meter mais um, tão rápido que o moreno sequer deve ter sentido. Era tão bom senti-lo mais larguinho, tão diferente da primeira vez que o fodeu.

Depois que ela atendeu seu pedido, Zoro achou que não mudou muita coisa, pois seus dedos estavam realmente finos. Pelo menos adicionou um pouquinho mais de pressão, e a mão de Sanji era habilidosa o suficiente para dar prazer independentemente de qualquer coisa, se movendo exatamente no ritmo que Zoro queria e acariciando sua próstata sem piedade.

Ela metia com vontade os três dedos, algumas vezes também tentando meter o mindinho para dar um volume a mais, mas era tudo tão pequeno que não dava muito efeito. Talvez o mais prazeroso para o corpo enorme que parecia se contorcer em seus dedos fosse o prazer de suas unhas arranhando seu interior, pressionando a próstata... E quanto mais ela arranhava a pele, mais o outro parecia amar. Realmente o melhor dos masoquistas. Ela estava dando tudo ao outro, em compensação, sua bucetinha estava apenas escorrendo abandonada e solitária, em desespero Sanji começou a apertar as coxas, tentando pressionar seu clitóris e em segundos suas coxas macias estava meladas e grudentas, isso a excitava ainda mais. Era uma pervertida, mas era tudo culpa do moreno. Então, o xingaria.

— Rápido, Zoro... Despeja na minha boquinha... — Ela parou de chupar o pau que pulsava desesperado em sua boca e apenas afastou os lábios, abrindo a boca safada e colocando a língua para fora, tudo enquanto olhava no olho do outro e fazia uma expressão falsamente inocente.

Zoro ouviu as palavras safadas e bastou mais alguns segundos para ele fazer exatamente o que a loira pediu. Durar pouco nunca foi tão bom, ele gozou forte, melando aquela boquinha que pedia por isso e continuando a esporrar, fazendo com que escorresse pelo queixo de Sanji, que melasse seus peitos, sujando muito mais do que pretendia com sua porra espessa.

Não conseguiu nem se recuperar do orgasmo, nem respirar por dois segundos antes de Sanji o empurrar de cima dela abruptamente até que estivesse entre suas pernas. Zoro olhou ainda desorientado para Sanji e ela estava, como sempre, sendo absolutamente obscena com seu gozo. Ela sorria safada, embora sua expressão entregasse que estava com muita vontade de ser tocada. O fino dedo de Sanji tocou de leve no clitóris inchado, como se mostrasse a ele exatamente o que queria que fizesse e o corpo pequeno de Sanji tremeu com aquele mísero toque de demonstração.

— Aqui? — Zoro perguntou e a loira balançou a cabeça fervorosamente, claramente já muito necessitada, a pequena região tão rosinha pulsando sem controle.

Mas, só porque ele sabia exatamente o que ela queria não significava que precisasse fazer aquilo imediatamente. Era a primeira vez que via uma bucetinha, ainda mais uma que parecia tão absolutamente desesperada e melada. Seu primeiro instinto foi levar um dos dedos à entrada do buraquinho apertado, coletando a lubrificação que escorria copiosamente e distanciando o dedo, observando como ele ficava conectado pelo líquido viscoso.

Sanji parecia estar ao mesmo tempo curiosa e furiosa com tal demora, o que fazia Zoro se sentir satisfeito. Desceu a boca como se fosse finalmente fazer o que Sanji queria, apenas para levar a língua ao buraquinho e experimentar aquele líquido melado que transbordava cada vez mais a cada segundo.

Sanji gritou de prazer quando finalmente teve aquela parte tão pequena e sensível de seu corpo sendo pressionada pelo dedo do moreno. Era absurdo o quão mais prazeroso era quando ele fazia aquilo do que quando se tocava sozinha. Seus peitinhos estava tão lindos banhados com os jatos de porra do outro, nesse momento ela quis que fossem maiores para que pudesse levá-los até a boca e lambê-los diretamente. Como não era possível, ela apenas ficou brincando com os dedos pelo gozo, espalhando por todo peito até estar bem branquinho e lindo. O que sobrou em seus dedos ela levou até a boca e chupou, engolindo junto ao que escorria de seu rosto. Zoro gozou tanto e era tão saboroso...

Os olhos azuis não desviavam em momento algum do moreno gostoso no meio de suas pernas, vê-lo a provocando era excitante, mesmo que seu pequeno clitóris estivesse pulsando bem na cara dele. Era injusto e a deixava irritada, mas ver Zoro tão interessado em algo novo que ele provavelmente nunca viu a excitava e isso a fazia se tornar ainda mais vergonhosamente melada, tanto que seu líquido escorria até seu cuzinho, melando-o ainda mais.

— Me chupa logo, idiota... — Ela implorou manhosa e impaciente. Poderia ficar para sempre apreciando aquela língua explorando seu buraquinho? Com certeza. Mas precisava urgentemente gozar, não que duvidasse que poderia gozar bem forte só com o padre metendo a língua naquele orifício tão quente. Quando perdeu sua paciência, puxou os cabelos verdes até que a boca estivesse posicionada na parte correta que ela queria.

Zoro estava se divertindo com a impaciência de Sanji, mas quando ela finalmente o forçou a fazer o que queria o padre se lembrou de que ele não realmente sabia fazer aquilo. Claro, já havia chupado Sanji incontáveis vezes em sua forma masculina, mas era muito diferente. Principalmente porque aquela parte era minúscula e Zoro realmente não estava acostumado a lidar com coisas delicadas e pequenas.

Ele apenas começou a lamber o pequenino clitóris lentamente, espalhando toda a lubrificação que ainda estava em sua língua, usando os lábios em seguida para simular um beijo. Assim como quando estava beijando a boca de Sanji, ele achava que poderia permanecer fazendo aquilo por toda a eternidade. Seu gosto era maravilhoso e cada vez que beijava com mais vontade, a língua se esfregando tanto quanto podia naquela parte sensível, sentia Sanji se contorcendo abaixo de si. Os gemidos extremamente manhosos preenchiam todo o quarto e a loira se movia tanto que Zoro precisou utilizar as mãos para segurar seus quadris contra a cama.

Sanji pedia escandalosamente por mais, mais, mais, para que a chupasse direito e Zoro cedeu. Capturou o minúsculo clitóris com os lábios e chupou exatamente como faria com o pau de Sanji, ouvindo seus gemidos satisfeitos em resposta. Era difícil fazer aquilo, ele mal conseguia colocá-lo na boca de tão pequeno e não sabia se deveria fazer a mesma pressão e ritmo que estava acostumado a fazer em Sanji. As mãos quase arrancando seus cabelos pareciam dizer que sim, no entanto. Sanji empurrava com força sua cabeça em direção a si, fazendo Zoro ficar quase sem ar, mas mesmo assim entendeu o recado e começou a chupá-la bem mais forte, cada vez mais intensamente.

Para alguém que claramente nunca havia chupado uma buceta, Zoro estava se saindo bem melhor do que o esperado, fazendo a pobre loirinha virgem se contorcer desesperada de prazer. Seu buraquinho apertado se contraía necessitado, em um claro convite que o idiota não poderia enxergar pela posição em que estava, mas ela não queria perder aquela boca tão gostosa, desejava que Zoro jamais abandonasse seu clitóris. Infelizmente, era uma demônia gulosa e só ser estimulada ali não era o suficiente.

— Mais... — Ela implorou pela milésima vez, choramingando. Abandonou os fios verdes e a mão segurou a mão enorme pressionando seu quadril e a direcionou até seu buraquinho melado e abandonado. — Mete em mim.

Era quase uma ordem e ela mesma deu um jeitinho de fazer dois dedos grossos penetrarem a pontinha no orifício escorrendo. E claro, como se não bastasse, Sanji ainda investiu seu corpo pequeno contra os dedos e os sentiu deslizando para seu interior quente e úmido. Ela gritou extasiada em prazer e só deus mesmo que a fez não gozar naquele instante, porque se dependesse de sua perversão ela teria gozado escandalosamente.

Sanji era muito apertada. Muito mais do que Zoro estava esperando quando a tocou mais cedo. Seus dedos entraram com dificuldade, praticamente forçados, e mesmo assim Sanji investia seu corpo contra os dois, fazendo Zoro enlouquecer com o quanto ela queria aquilo. Era muito diferente de qualquer coisa que pudesse explicar, exageradamente melado e macio, seus dedos calejados se movimentavam naquele interior aveludado e Zoro só conseguia pensar no quão bom seria meter ali dentro. Ele sentiu seu pau começando a pulsar outra vez, apenas com esse pensamento. Ele precisava meter ali. Precisava alargar aquele pequeno buraquinho só para ele, sentir aquela maciez toda o envolvendo irresistivelmente, a deixar com seu exato tamanho.

Seus pensamentos iam ficando cada vez mais desconexos, ou talvez a falta de ar contribuísse para isso, já que Sanji estava novamente descontroladamente o puxando gananciosamente para si. Mas Zoro não se importava. Daria tudo que ela quisesse. Então continuou chupando com vontade, sempre fazendo o que rendia as melhores reações de Sanji, até finalmente as coxas da loira tremerem incontrolavelmente entre si. Sanji gemia alto e Zoro tinha certeza que se não estivesse prendendo uma de suas pernas na cama, teria sido esmagado pelas coxas fortes. O que não seria ruim...

Sanji estava se achando muito controlada por não ter gozado tão rápido, mas obviamente seu orgulho durou mais míseros segundos, porque Zoro chupava tão gostoso e especialmente metia de uma forma tão desesperadamente boa, curvando os dedos grossos e quebrando todas as barreiras daquele buraquinho virgem que seria impossível aguentar. Era insano o quão boas as sensações de um corpo virgem sendo desvirtuado eram. Ela queria mais, muito mais. Ter o padre continuando a chupar tão gostoso apenas ajudou que o orgasmo se intensificasse e ela entrasse em transe. Tão perfeito.

Zoro continuou chupando de leve até que fosse afastado, os dedos no interior imóveis lá dentro enquanto ele observava o estado de Sanji completamente ofegante na cama. Ela estava ainda mais molhada que antes, se é que isso era possível. Quando Zoro tirou os dedos, o líquido transbordava por aquele buraquinho, evidência do seu orgasmo recente, e os olhos de Zoro observavam ele se acumular na outra entradinha negligenciada da loira. Ele levou os dedos ainda encharcados até lá e começou a fazer uma mínima pressão, o suficiente para conseguir meter um pouquinho no cuzinho virgem, graças à quantidade absurda de lubrificação externa e interna. Era tentador.

Geralmente Zoro nunca precisava preparar Sanji, seu tamanho natural o acomodava perfeitamente. Mas naquele corpo, aquele buraquinho era tão pequeno que chegava a parecer que mal comportaria seus dedos. Os dois eram assim. Igualmente pequenos e rosinhas, apenas esperando para serem completamente desvirtuados, para pertencerem a ele.

Sanji gostava da conexão que os dois possuíam, Zoro sabia o que ela queria sem que precisasse falar... Não que seus buraquinhos se contraindo daquele jeitinho tão erótico não escancarasse o quanto ela precisava. Seu rostinho corado e obsceno entregavam o quanto ela estava necessitando aquilo, os dedos a invadindo profundamente. Ela poderia pedir se não fosse tão vergonhoso, então resolveu ser prática e apenas contrair incontáveis vezes e a cada contraída parecia que os dedos do moreno entravam bem gostosinho nela, e realmente era o que acontecia, até que estavam totalmente dentro. Naquele corpo, Sanji não tinha uma próstata, mas o prazer era quase tão intenso quanto quando estava em seu outro corpo, possivelmente até mais.

Porém, por mais que fizesse as coisas mais safadas sem se envergonhar, quando era Zoro que fazia ficava constrangida, aquele padre não deveria ser tão safado. A loirinha escondeu o rosto do olhar intenso do maior, odiava vê-lo com aquela aparência predatória... Mesmo que amasse. Deixou que preparasse bem seu buraquinho, sempre gemendo manhosa e pedindo baixinho por mais, mas assim que julgou já estar bem larguinha, Sanji empurrou o tronco alheio com os pés e do peitoral deslizou até o pau duro e começou a esfregá-lo ali, mostrando o que ela realmente queria dentro. Como se isso não fosse o suficiente, ainda levou uma das mãos, afastou bem as pernas e abriu bem q bucetinha se contraindo, mostrando o que era para Zoro fazer.

Zoro observava abismado enquanto Sanji parecia repetir a mesma mensagem não-verbal várias e várias vezes. Eu quero você. Dentro. Agora. Ela não precisava abrir a boca para pedir. Zoro puxou seu corpo leve pelas pernas até que estivesse bem próximo dele e levantou seus quadris do colchão, fazendo as costas da loira se arquearem e seus braços finos a apoiarem na cama. Zoro era forte o suficiente para suspender o corpo com uma só mão enquanto coletava o que podia da lubrificação de Sanji para se lubrificar antes de alinhar seu pau na entradinha apertada.

Sentia o cuzinho pequeno pulsando em contato com sua cabecinha e forçou sua entrada naquele interior apertado, observando o tempo inteiro as expressões de Sanji, sabendo que elas denunciariam se estivesse indo rápido demais. Conseguiu deslizar graças à lubrificação sobrenatural da loira, mas era muito mais apertado do que estava acostumado, apesar de ser o mesmo buraco.

— Tão virgem e apertada... — Zoro pulsava descontroladamente apenas por pronunciar aqueles pensamentos indecentes que povoavam sua cabeça. Não sabia porque ainda tinha tanto fascínio com algo tão idiota, com aquela maldita palavra fantasiosa, mas seu corpo não parava de reagir vergonhosamente toda vez que pensava naquilo.

Parecia que cada vez que Zoro afirmava que ela era apertava e virgem, mais tesão Sanji sentia, mais seu clitóris pulsava necessitado. Zoro não fazia ideia do quanto ela desejava que aquela brincadeira fosse verdade, que Zoro fosse o primeiro a fodê-la e que mais nenhum tivesse a fodido antes. No entanto, aquela ilusão de que era a primeira vez, estava sendo bastante agradável, excitante e a deixava feliz, mesmo que o idiota estivesse regulando foder sua buceta de vez.

Era notável o quanto Zoro a desejava apenas para ele e isso a alegrava. Ao menos, aquele corpo, tanto o masculino quanto o atual feminino, eram realmente virgens e sempre seriam porque apenas se entregaria para aquele homem dali em diante, assim como estava sendo há tantos meses. Sanji queria que Zoro tivesse dois paus para preenchê-la ao mesmo tempo, talvez três.

O padre voltou a utilizar as duas mãos para manter os quadris da loira no ar e experimentou mover seu corpo pequeno contra o seu, se satisfazendo absurdamente com as primeiras estocadas experimentais. Sanji era tão leve que parecia uma boneca e era fácil movimentá-la sobre seu pau repetidas vezes, cada vez mais intensamente. A loira parecia não ter nenhuma reclamação com o tratamento até o momento.

Seu corpo branquinho estava muito mais vermelho do que antes, principalmente seu rosto onde o sangue se acumulava por estar naquela posição. Sua pele rosada e o tom cristalino de seus olhos azuis molhados a faziam ainda mais linda. Zoro apertava as coxas que enchiam suas mãos, progressivamente descendo mais até a bunda pequena, apertando também aquela parte, separando as nádegas e dando mais espaço para que investisse rápido, ou espremendo as duas, causando uma pressão deliciosa.

A posição nova favorecia bem a penetração, Sanji conseguia sentir o caralho todo em seu interior e, porra, como era bom. A cada pulsada ali dentro, ela soltava um gemido ainda mais indecente, como se ainda fosse possível gemer mais. Sanji definitivamente, em todos os corpos que usou, nunca sentiu tanto prazer quanto sentia com aquele humano. Cada investida a fazia delirar, revirando os olhos em êxtase, sem conseguir controlar as sensações prazerosas que transbordavam por todo o corpo pequeno. Ela babava, gemia, gritava e se entregava ao homem mais perfeito que já encontrou, que a causava as mais diferentes sensações.

Entretanto, algo ainda faltava. Tudo estava delicioso, mas não sentir Zoro metendo em sua bucetinha tão melada estava a deixando com a impressão de que não haviam completado o ciclo. Ela precisava de mais antes do outro gozar, porque se tivesse que esperar mais que segundos para senti-lo deslizando dentro do orifício escorregadio, definitivamente morreria.

Sem pensar duas vezes, Sanji aproveitou-se da posição e empurrou com seus pés o maior pelo peitoral delicioso, até retirá-lo de seu interior com um ruído obsceno, mas em questão de menos de um segundo, com Zoro sentadinho, ela se sentou por cima, segurou o pau grosso e o direcionou em sua bucetinha que escorreu naquela rola, então se sentou nele, fazendo o caralho tão gostoso deslizar em seu interior. Ela gemeu manhosa e indecente, mas seu sorriso era ainda mais do que os gemidos.

— Eu quero que preencha todos meus buraquinhos virgens. — A voz era a mais obscena de todas, tanto que ela mesma se sentiu envergonhada e apertou os braços ao redor do pescoço grosso antes de começar a cavalgar bem gostosinho. No começo, apenas lenta e sensualmente, isso até ela mesma não aguentar o tesão e começar a quase pular no pau do outro, enquanto os braços não largavam o padre em momento algum, quase como se precisasse daquele contato maravilhoso e de fato precisava.

Zoro nem teve tempo de processar o que estava acontecendo, mas assim que sentiu o interior quentinho novamente o apertando teve certeza que não era o mesmo de antes. Era muito mais macio que qualquer coisa, mesmo o apertando por ser tão pequeno, como nunca havia sentido. E Sanji com certeza era muito mais depravada do que ele conseguia aguentar. Agia sem nenhum pingo de vergonha toda vez, se fodendo sozinha na sua rola como se ele fosse o boneco agora.

E durante alguns patéticos segundos tudo que Zoro pôde fazer foi deixar-se ser usado. Parecido com o que havia feito da primeira vez em que se conheceram, apenas imóvel e sentindo o indescritível prazer de estar dentro dela, que subia e descia descontroladamente, fazendo questão de o engolir todo de uma vez de novo, de novo e de novo.

Ele não conseguia tirar do pensamento a voz da loira repetindo aquele mantra de virgindade obscenamente, gemendo alto e escandalosa, num tom que Zoro nunca esperou que gostaria, mas que agora fazia seu pau pulsar a cada som que deixava aquela boquinha.

Todos os buraquinhos virgens. Era isso que ela queria. Era isso que Zoro também queria. Sem pensar duas vezes, puxou a loira mais para perto de si, fazendo com que sua bunda ficasse arrebitada enquanto cavalgava. Zoro levou seus dedos até a outra entrada melada e penetrou lentamente, investindo progressivamente mais rápido até acompanhar o ritmo das cavalgadas de Sanji.

— É assim que você quer? — Disse enquanto ouvia o gemido surpreso em aprovação da loira. — Ficar tão cheia desse jeito?

As costas estavam completamente curvadas, a bunda bem empinada e o corpo não poderia estar mais colado ao maior ou se fundiriam em uma existência só, era tudo muito bom e Sanji apenas conseguia gemer e balançar a cabeça positivamente, mostrando que era sim tudo que ela queria, tudo que precisava, mesmo que só de estar ali com Zoro já fosse o suficiente para aquecer seu coração.

Com seus dois buraquinhos preenchidos, ela jurou que poderia atingir as nuvens e invadir as portas do paraíso, isso até seu corpo dizer que ainda faltava e os movimentos positivos com a cabeça se tornaram negativos e ela segurou com força o braço forte do moreno, deslizando as mãos por seus músculos, até alcançar a mão grande e a puxar até a boquinha.

— Todos... — Ela disse ofegante, mal conseguindo raciocinar, quem diria pronunciar palavras que faziam sentido. — Mesmo... Tempo...

Sanji jamais saberia se Zoro compreendeu suas palavras, mas estava muito aérea para se importar e assim que terminou de falar, mostrando-se uma completa bagunça, ela mesma socou três dos dedos grossos em sua boquinha minúscula e começou a sugá-los com vontade, tão bem quanto sempre fazia com o pau grosso que estava tão fundo em sua bucetinha, parecendo que iria rasgá-la.

Ela fechou os olhos e se entregou ao prazer de ter seus três buraquinhos preenchidos por um só homem, era tão diferente quando ela queria aquilo, quando era só o humano que desejava, não três caras quaisquer que só queriam se despejar em si. Zoro era perfeito e se ela deixasse um segundo de perversão, notaria seu coração batendo descompassado, muito alto para o momento, poluindo sonoramente todo o quarto com não só seus gemidos, como a pulsação alterada. Zoro a causava sensações que jamais imaginou que pudesse sentir e cada vez mais queria descobrir coisas novas a seu lado.

Zoro conseguia sentir seu próprio pau enfiado bem fundo enquanto metia os dedos por trás, e se perguntava como ela aguentava tudo isso sem nenhum pudor. Era completamente perfeito. Como se ela fosse completamente dele, e só ele pudesse a preencher desse jeito, tão bem, tão profundamente.

Ele queria tocá-la, apertar o corpo pequeno, mas ter seus dedos enfiados na boca dela foi uma ideia muito melhor. Não apenas por causa da sensação, já que Sanji trabalhava perfeitamente sua boquinha safada sobre os três, mas a visão que aquilo proporcionava.

— Tão linda... — Zoro se permitiu falar enquanto observava Sanji.

Sanji gemeu mais alto, não que fosse possível, ao ser elogiada tão lindamente por quem ela mais desejava um elogio. Ela sorriu de forma angelical e jurou que poderia chorar de felicidade por aquilo, se já não estivesse chorando de prazer. Seus peitinhos carentes eram esmagados contra o peitoral forte do outro, fazendo os mamilinhos roçarem tão gostoso na pele perfeita cheia de cicatrizes.

Zoro via seus próprios dedos grossos enchendo a boca dela, a fazendo babar mais a cada estocada, o rosto completamente perdido e o corpo procurando cada vez mais Zoro por toda parte. Até que não aguentou mais e gozou forte no buraquinho macio, investindo para cima e em nenhum momento ousando fechar os olhos, precisava continuar olhando para Sanji até derramar a última gota, até ela também gozar e ele poder ver ela se desesperar ainda mais em seu colo.

Ela continuou boqueteando os dedos enquanto Zoro se despejava tão deliciosamente em seu interior, deixando seu corpo ainda mais quente, fazendo-a ferver. A expressão de prazer no rosto dele era tão linda que precisou deixar seus dedos e beijá-lo da forma mais amorosa que um dia achou que beijaria alguém. Os braços envolveram o pescoço alheio e ela colou ainda mais os corpos, gemendo contra os lábios dele enquanto continuava a rebolar gostoso em seu colo.

Não durou muito, assim como de costume, Sanji sempre gozava bem fácil. Enquanto contraia a bucetinha com força, esmagando o pau grosso que se tornava um pouco menor e menos duro com o passar dos segundos, ela não só acabava expulsando um pouco do gozo, como também sentia todo o corpo reagir intensamente e com uma metida mais forte em seu cuzinho, ela gritou o nome do padre e o abraçou bem forte, gozando bem gostosinho enquanto ainda sentia Zoro pulsar em seu interior. Tão bom.

Por alguns minutos ela continuou agarrada ao moreno, tremendo em seus braços e gemendo manhosinha, em momento algum deixando de beijar a boca que tanto amava. Ao recuperar os sentidos, ela se afastou um pouquinho e falou sorrindo como o anjo mais inocente e puro de todos.

— Você gozou dentro da minha bucetinha. Sabe que eu posso engravidar, não é? — Ela disse em forma de brincadeira, mas Zoro pareceu ter acreditado e não seria ela que diria que era só uma brincadeira.

Bom, não era de toda mentira, já que se Sanji quisesse, provavelmente conseguiria fazer, por mais que fosse estranho. Deveria haver casos de demônios e humanos reproduzindo, não que tivesse conhecimento, assim como não era o caso naquele momento.

— Sério? — Seu rosto ainda ofegante e vermelho empalideceu por um momento, não conseguia sequer raciocinar na merda que seria aquilo, ele ainda era um padre e Sanji não era sequer humana e- Zoro finalmente percebeu a expressão maquiavélica no rosto de Sanji. — Imbecil.

Ele queria derrubá-la da cama por isso, o que seria muito merecido, mas seu corpo parecia ter uma ideia completamente diferente. Tudo que fez foi beijar de forma desleixada seu pescoço suado, dando pequenas mordidas preguiçosas de vez em quando, seu corpo abraçando o menor e fazendo-o deitar sobre si.

No momento em que seu corpo caiu na cama, Sanji se transformou para o costumeiro masculino e antes que pudesse temer a reação do outro, sentiu o abraço forte o envolvendo e sorriu. Estava constrangido, não sabia lidar com coisas que não fossem sexuais.

Nos braços fortes, ele se sentia amado, o que na verdade era bastante confuso, mas nunca foi muito bom em raciocinar depois do sexo, apenas se deixava levar e aceitava o carinho do outro, acabando por retribuí-lo sempre e, como andava acontecendo com uma frequência maior do que gostaria, Sanji adormeceu nos braços do padre, agradecendo por alguém tocá-lo de forma além da sexual.

Zoro também não durou muito, adormecendo quase instantaneamente enquanto observava o loiro com os olhos fechados e a respiração pesada. O padre havia descoberto há muito tempo que era inacreditavelmente fraco após o sexo, já que ficava sonolento e normalmente dormir já era seu fraco. Mas também descobrira que a mesma coisa acontecia em relação a Sanji. Que por mais que fosse irritado e provocado, por mais que tivesse a vida completamente virada de cabeça para baixo, ele era fraco por Sanji.