Incubus Love
1 Pray or Prey
Notas iniciais

Ser um demônio de baixa categoria normalmente era algo que nenhum demônio desejava, mas para aquele demônio viciado em sexo não era um problema. Íncubos são os que estão mais embaixo na casta do inferno e desesperadamente todos tentam subir o mais rápido possível, porém, não era o caso de Sanji. Ele amava sexo e não se importava nem um pouco por não ter poderes ou força, não matar suas vítimas ou realmente fazer mal a elas. Transar era algo que ele apreciava e abriria mão de qualquer habilidade apenas para aquilo. Era interessante ver como suas vítimas reagiam ao vê-lo com a aparência que mais lhes agradava, muitas vezes a de alguma personalidade famosa ou da pessoa que gostava, outras só uma junção de características que a atraíam. Amava ver os humanos fracos se contorcendo de prazer, delirando com seus toques e gozando de diversas formas extremamente apetitosas. A energia sexual deles era a melhor e não havia coisa mais saborosa que devorá-los naqueles momentos. Infelizmente sua felicidade durava apenas uma noite, porque as pessoas não só se esqueciam dele como também perdiam a essência saborosa da primeira vez que os devorou, então não fazia sentido investir duas vezes no mesmo humano. Sanji gostava de ver como muitos acordavam e achavam que era apenas um sonho ou queriam se convencer que era. Sabia da existência da lenda de íncubos e era contado pelo mundo que eles apenas invadiam os sonhos e se alimentavam de suas energias, o que estava totalmente errado porque a maior parte das vezes eles realizavam o ato sexual com a pessoa consciente.
Naquela noite, por exemplo, ele estava na casa de um padre no qual estava de olho há dias.
Quando era jovem, Zoro não exatamente sonhava em ser padre. Mas entre um casamento arranjado com mulher problemática qualquer e fazer o seminário, o último cenário parecia menos desagradável. Era uma vida solitária e que meio combinava com seu estilo de vida. Só precisava tomar conta daquela minúscula capela em que quase ninguém ia e podia passar o resto do tempo dormindo, treinando e bebendo vinho, não era uma vida ruim, sem dúvidas. Na verdade, era até melhor para ele. Quanto menos distrações melhor e assim ele só tinha tempo para focar em treinar, nada mais.
Até o celibato não parecia tão mau assim já que Zoro não sentia atração sexual, de qualquer forma. Apesar disso ele tinha sim libido, apenas nunca fazia nada a respeito, optando por ignorar ou treinar até que passasse. Sua filosofia sempre foi a de que coisas mundanas desviariam seu foco e atenção do que realmente importava e de que poderia se livrar de qualquer coisa apenas meditando e jogando debaixo do tapete. Aparentemente isso não estava dando muito certo, e ele andava sendo perturbado por sonhos muito inconvenientes todas as noites. Nunca se lembrava do que acontecia, até porque não havia ninguém com quem tivesse o mínimo desejo de fantasiar, mas sempre acordava completamente duro e nem um pouco aliviado. Provavelmente um mecanismo de seu corpo para tentar forçá-lo a se despejar a qualquer custo. Era uma merda e sequer funcionava. Gastava o dobro do trabalho para ignorar aquilo quando acordava e já estava ficando louco. Se fosse para ter esse tipo de sonho que ao menos seu corpo se aliviasse sozinho durante a noite. Mas, assim, Zoro já estava começando a ficar irritado, e tudo piorou ainda mais quando inocentemente chegou em casa e só teve tempo de tirar o crucifixo e desabar na cama, caindo de sono.
Aquele padre estava com uma energia sexual tão acumulada que parecia que explodiria a qualquer segundo. Era tentador e Sanji estava faminto. Ele tomou a forma que mais agradava o homem e surpreendentemente ainda estava com seu corpo masculino. Se tornara loiro de olhos azuis e uma estranha franja cobria um de seus olhos. Seu corpo era magro, mas não deixava de ser bem definido. Talvez seus poderes não estivessem tão bons e havia errado no gosto do cara, afinal, um padre iria comer um homem? Honestamente, ele não se importou muito com aquilo, se fosse desejo do outro, tomaria a forma feminina a qualquer instante. Quando invadiu o quarto do cidadão, ele estava dormindo de batina e o atual loiro não pôde deixar de rir. Não era a primeira vez que se aproveitava de um padre, porém, com certeza era a primeira que um dormia com a roupa que estava quando chegou em casa. Não que não fosse excitante, porque ele ficava bem sexy vestindo aquilo. O demônio salivava de fome, aquele padre era uma perdição e ele não demorou para se juntar a ele na cama e desabotoar a parte inferior da batina até deixar a cintura exposta. Ele babou vendo aquele pau escondido na cueca branca que não demorou segundos para ser tirada do corpo alheio. O membro suculento apontou em sua direção e Sanji soube que mais uma vez aquele homem estava tendo um sonho pervertido. Era um padre sujo que tinha sonhos eróticos e muita vontade de transar, era o dever do íncubo realizar seus desejos mais devassos.
Sanji abocanhou o pau melado e delicioso, começando a devorá-lo com vontade. O gosto era maravilhoso, mas a energia era ainda mais. Sua boca quente e molhada recebia com todo amor aquele caralho que se tornava ainda maior a cada momento. As bolas dele estavam enormes e cheias de porra, claramente aquele homem não gozava há anos ou nunca nem mesmo havia gozado. Um desperdício total. O loiro se esbaldava naquela rola, deixando-a atingir sua garganta e ir até mais fundo, vantagens de ser um demônio era que não iria engasgar como um humano patético.
Zoro havia acordado enquanto era abusado, mas jurava que estava sonhando, só que o sonho que estava tendo dessa vez era completamente diferente de todos que havia tido até então. Ele podia sentir vividamente as sensações percorrendo seu corpo, sentia algo quente e molhado o envolvendo… E quando abria os olhos no sonho dava de cara com uma cabeça loira no meio de suas pernas. Por um momento ele ficou sem entender o que estava acontecendo, até que… Oh. O homem abaixo de si estava o chupando. Ele podia sentir a língua molhada e estranhamente fina habilmente se movimentando contra si enquanto o homem engolia vorazmente toda sua extensão de uma vez. Era terrivelmente bom e Zoro não fazia ideia do que deveria fazer com aquele sonho tão específico. Tentava raciocinar, mas nunca havia se sentido tão bem em toda sua existência, mal conseguia respirar.
O rosto de Sanji estava tão indecente que também parecia a sua primeira vez, era tão delicioso e excitante que não estava se aguentando. Aquele homem estava sentindo tanto prazer que parecia que gozaria só com aquela rápida mamadinha e ele ainda parecia estar dormindo, Sanji queria muito acordá-lo para que ele descontasse toda a sua frustração sexual em seu corpo e o tratasse como ele merecia. Padres sempre seriam as melhores presas por causa daquele voto de celibato, especialmente aqueles pervertidos que queriam com todas as forças transar mas não podiam.
A boca gulosa de Sanji desceu para as bolas inchadas do homem e começou a sugá-las com toda sua perversão, com tanta força que parecia que iria estourá-las em sua boca. A língua extremamente hábil fazia movimentos ritmados e indecentes, e ele sentia muita saliva escorrendo para fora de sua boca. Eram as melhores bolas que já havia chupado e o pau inchado na sua mão estava muito molhado para um humano normal, tanto que aquilo nem parecia ser só pré-gozo e sim que ele já havia gozado algumas vezes. Definitivamente sua melhor presa em anos.
Aquilo era errado… Muito errado. Zoro havia feito votos por uma razão e se comprometido e jurado por sua vida a nunca fazer algo do tipo jamais, mas se era apenas um sonho tinha realmente algum problema? Que controle tinha ele sobre os sonhos que seu cérebro inventava? Não… Zoro sabia que eram apenas desculpas esfarrapadas. Pensamentos impuros também são proibidos, mesmo sendo apenas pensamentos, então se ele possui algum controle e consciência nesse sonho ele deveria interromper o que estava acontecendo imediatamente. Sim... Imediatamente… Interromper essa sensação maravilhosa e acordar frustrado como sempre… Parar aqueles movimentos deliciosos naquele instante… Ao invés disso ele apenas não moveu um só músculo e continuou escutando os barulhos horrivelmente sujos e torcendo para que não se lembrasse de nada daquilo no dia seguinte.
— Maldito sonho…
— Não é um sonho. — A voz extremamente erótica do íncubo fora ouvida em meio a chupões e ruídos muito obscenos. Ele continuava mamando com gosto aquele pau grosso, se deliciando com cada sensação que o outro sentia.
— Não… Eu não quero… — Falou baixo e sem firmeza, em vão. Estava mentindo. Se tinha uma coisa que ele não podia dizer é que não queria.
Sanji não deu tempo para o humano reagir, havia abandonado o pau suculento e montado em seu colo. O peito magro fora colado na batina escura e seus lábios atacaram os do outro, faminto. A língua invadia aquela boca quente com extremo desejo, e os barulhos indecentes pareciam que só pioravam. Estava distraindo o padre enquanto segurava o pau grande e direcionava até sua entrada, forçando com facilidade naquela cavidade que se auto lubrificava. O pênis deslizou por completo em seu interior quente, até suas nádegas baterem nos testículos. Só conseguia pensar no quanto aquilo deveria ser prazeroso e no quanto desejava ter sensibilidade em seu corpo para sentir, porém, por já estar acostumado, só o prazer que o outro sentia já estava sendo o bastante para ele.
Zoro sentia que estava completamente ferrado. Passou tanto tempo acreditando que era um sonho que sequer cogitou a possibilidade de um completo estranho ter invadido sua casa sabe-se Deus como e ter começado a abusá-lo enquanto dormia. Isso era um bilhão de vezes pior do que antes. Não era um sonho? Era vida real... Então se antes ele poderia fazer algum malabarismo argumentativo que lhe permitisse ficar com a consciência tranquila, agora era impossível. Mesmo assim sentia como se seu corpo fosse imóvel, não conseguia reagir, foi tudo tão rápido que ele só conseguia abrir a boca pateticamente e permitir que continuasse a ser deliciosamente invadida pelo outro. Era ridículo. Nem conhecia aquela pessoa, além disso ele nem sequer podia fazer aquilo… Mas toda sua força de vontade de que se orgulhava, todos os seus anos de treinamento árduo e fortalecimento do corpo e da mente pareciam ter ido pelo ralo no momento em que começou a sentir aquele prazer indescritível quando foi forçado a penetrar o loiro do nada. Sua mente estava em branco e seu único neurônio se concentrava apenas em processar o quão gostoso era meter ali, seu pau, há anos necessitado, doía de tesão e sentia prazer ao mesmo tempo. Teve sua virgindade arrancada sem dó nem piedade por aquele homem que sequer conhecia e mesmo assim se encontrava em um estado tão patético que apenas se deixava ser devorado.
Aparentemente o poder do diabo era realmente bem maior que o de um homem e resistir era mais difícil do que Zoro jamais imaginara. E se tornou ainda mais difícil quando se separou da boca do outro e passou a observar o homem acima de si rebolar obscenamente. Porque ao invés de apenas sentir ele estava diretamente olhando para o homem de forma bem menos impessoal que antes, já que o maldito havia praticamente se empalado acima de si, e de perto ele percebia que aquelas feições e aquele corpo faziam seu pau pulsar ainda mais no interior do outro, e era suposto ele não sentir desejo por ninguém, não era suposto desejar nenhum corpo. Sempre achou que resistir a tentações sexuais era moleza, já que nem atração sentia, então o que porra estava acontecendo com ele?
O prazer que o moreno sentia era tão grande, que o corpo menor perdeu o controle e deixou sem querer que seus chifres pequenos e rabo com ponta em formato de coração aparecessem. Ele tentou esconder os chifres antes que o humano visse e se apavorasse, era sempre mais prático quando eles achavam que era só outro humano ou que era um sonho, mas a segunda opção já fora destruída no momento que ele afirmou que não era.
Com as duas mãos segurando os chifres, estava sem apoio, então só restava usar as forças das pernas para cavalgar gostoso naquela rola que o preenchia por completo o fazendo rebolar com vontade querendo esfolar aquele pau faminto por um cuzinho apertado. E, enquanto Zoro observava fascinado e horrorizado consigo mesmo o corpo incrivelmente gostoso do loiro, ele notou a cauda que balançava sem parar de um lado para o outro.
— Que porra?! — Finalmente teve forças para agir de alguma forma e segurou as mãos do outro, notando que tentava esconder algo em sua cabeça. Quando viu os chifres, Zoro não sabia sequer o que pensar. Quando pensou que o diabo era mais forte que um humano não imaginava que seria tão literal.
Sanji entrou em pânico momentaneamente, seu disfarce fora descoberto e ele não sabia como agir. Fugir seria a alternativa mais correta, porém, com aquele pau pulsando tão forte em seu cu era impossível cogitar aquela possibilidade.
— Hmm... Surpresa? Eu sou um íncubo... — Ele falou como se estivesse tentando fazer piada, mesmo que fosse a mais pura verdade. As asas que estavam no tamanho médio, se abriram em suas costas e aquilo era mais que uma prova de que não era uma fantasia ou coisa do tipo. A reação do outro indicava claramente que ele havia... Gostado? As veias ficaram mais protuberantes naquele pau grosso e ele parecia mais excitado ainda. Parecia tão delicioso e molhado que Sanji não sabia como reagir.
O íncubo se lembrou de sua falta de habilidade em ler a mente do outro e resolveu transformar seu corpo. O peitoral reto ganhou duas elevações que começaram a balançar conforme cavalgava, o pênis sumiu, dando espaço para uma bucetinha suculenta e molhada, o pau antes em seu cu fora transferido para aquela cavidade bem mais quente, melada e apetitosa. O corpo se tornou mais curvilíneo e o rosto mais delicado, tornando-se na aparência feminina mais delicada que Sanji admirava.
— Prefere assim? — A loira continuou a cavalgar gostoso naquela rola, rebolando a bunda mais carnuda e balançando os peitos grandes quase na cara do outro. Era impossível um homem em sã consciência não morrer de tesão com aquela visão.
— O quê? Não! — Ele falou num tom mais incisivo do que gostaria, como se estivesse desesperado para que ele não trocasse aquele corpo de antes por nenhum outro jamais.
Mas será que aquela criatura achava mesmo que o problema naquela situação toda era o tipo de corpo que ele tinha? Ele não podia fazer aquilo de maneira alguma. Em nenhuma hipótese. Muito menos com um demônio. Um demônio… Zoro não conseguia deixar de encarar as asas e os dentes mais pontiagudos que o normal que agora notava enquanto o outro sorria depravado. Era horrível, uma abominação, e Zoro ficava mais excitado a cada segundo ao saber disso. Ele estava descendo as escadarias do inferno tão rápido que riria se não fosse trágico.
Já Sanji estava se divertindo com aquela situação, era a primeira vez que via um homem rejeitando o corpo feminino, era engraçado, mas como era a preferência dele, voltou no mesmo instante para a aparência anterior. O pau delicioso voltou para seu cuzinho e ele começou a se contrair para fazer o outro sentir as paredes internas com mais intensidade.
Seu rabo que balançava de um lado para outro encontrou o peitoral largo do moreno e por cima da batina viu os mamilos duros e sem pensar duas vezes começou a esfregar a ponta da cauda naquela pequena parte mais elevada. Era delicioso para ele um contato com o coração na ponta da cauda, porque era uma das poucas partes que realmente era de seu corpo original e só o mero contato proporcionava tamanho prazer que o pau amolecido começava a crescer, ganhando uma gloriosa vida. As mãos se apoiaram no abdômen e começaram a rasgar os botões da batina, até ver aquele corpo moreno escultural. Ele parecia uma escultura perfeita e estaria mentindo se dissesse que não se atraia fisicamente por um homem daqueles. A única coisa que o deixava menos perfeito era aquela cicatriz enorme e mal costurada, mas de alguma forma aquilo só fazia Sanji gostar mais ainda do peitoral forte.
— Gostoso... — Ele passou a língua pelos lábios, língua maior, mais fina que a de um humano normal e com a ponta bifurcada, sedento por aquele corpo. Ser fodido por um homem daqueles não era um presente de Lúcifer que acontecia todo dia.
Zoro nunca era visto por ninguém, já que estava sempre de batina, então era extremamente estranho ser encarado daquela maneira, só faltava aquele ser colocar seu corpo num altar para venerá-lo. Ele nunca havia sido vaidoso na vida, outra ótima característica para um padre, apenas treinava por outros motivos, deixar o corpo bonito não era um deles, mas aquele interesse do loiro em seu peitoral não podia deixar de ser bom de ver. Além de não visto, seu corpo também era sensível, afinal era intocado. Zoro continuava observando o corpo acima de si atentamente, principalmente a cauda que balançava sem parar se esfregando tão gostoso em um de seus mamilos. Era tão bom que o instinto de Zoro foi parar imediatamente porque iria acabar se desfazendo apenas com aquilo. Segurou a cauda cordiforme em sua mão com mais força do que pretendia, apertando-a entre seus dedos, para arrancá-la de perto de seus mamilos virgens.
Para Sanji, estava tudo perfeito e sob cnontrole até o momento que o padre segurou em sua cauda o fazendo gemer alto de prazer. Mordeu o lábio para conter aquilo, não era permitido que sentisse prazer físico, tentou recuar a cauda, mas o outro pareceu ter notado sua reação e continuou a apertá-la e massageá-la, causando espasmos no corpo do loiro. Os mamilos se tornaram pontudos e duros, bem mais rosados como se todo o sangue estivesse acumulado naquela pequena parte e no seu pau que estava enorme e babando no abdômen sarado.
— N-não... Meu rabinho... Não…
Sem notar o loiro estava com a boca aberta, babando a cada rebolada que dava naquela rola gostosa que tanto queria poder sentir agora. Seu pau pulsava vistoso e pingava pré-gozo no corpo moreno, sentia que entraria em transe a qualquer momento. Ele levou as mãos até os chifres e começou a esfregar a ponta dos dedos neles, sentindo tanto tesão e prazer quanto um humano sentiria se estivesse tocando seus mamilos, ou algo do tipo. Continuou masturbando com vontade os dois chifres, enquanto seu pau melado batia no corpo maior e subia, causando um rastro de pré-gozo que não se quebrava e era lindo de se ver.
— Q-quem... Quem possui essa apa...aparência? — Sanji perguntou, curioso por ver tanto desejo no olho daquele padre. Talvez fosse um devoto, ou um amor não correspondido, só era muito excitante ver aquele homem louco por aquele corpo lascivo de demônio.
Quem… Possui? Será que o demônio estava querendo dizer que aquela era a aparência específica de alguém que Zoro desejava?
— Ninguém. — Ele respondeu, porque era a mais pura verdade. Era como se aquele à sua frente fosse um completo estranho para si, nunca havia visto mais lindo. — Não me lembro de ninguém, só voc- Porra...
Tecnicamente, um padre não deveria falar palavrões. Mas um padre também não deveria estar fodendo o cuzinho molhado de um íncubo, então àquela altura Zoro não estava mais se importando com tecnicalidades. E no momento aquele demônio estava o apertando com tanta força por dentro que Zoro sentia que seu pau seria esmagado no interior do outro. Ele parecia tão contido no início, mas foi só Zoro apertar seu coração que ele se tornou uma bagunça delirante. Ver aquilo não deveria ter efeito algum em Zoro, mas tinha, porque ele desejava imensuravelmente aquele corpo, e vê-lo fazendo caras tão safadas, ver aquele pau pulsar com tanto gosto, só fazia Zoro ficar ainda mais perdido no próprio prazer. Sem se dar conta do que fazia, começou a investir contra aquele demônio, vendo seu pau arrombando aquele cuzinho enorme, enquanto sua mão livre apertava com força o lençol ao seu lado, quase não se aguentando mais com todo aquele pecado delicioso.
— Isso, seu padre safado, fode o cuzinho desse demônio com força. Mostra quem é que manda. — Sanji estava fora de si. O prazer que o outro sentia era imensurável o que ocasionava em um prazer imenso para ele também, mas parecia mais forte para ele, ainda por cima estava masturbando seus chifres sensíveis e tendo seu rabinho abusado com tanta vontade. Ele ia enlouquecer, era muito prazer para um demônio tão fraco aguentar, queria desesperadamente que pudesse gozar bem gostoso.
Uma quantidade enorme de baba escorria de sua boca e sua expressão era a mais obscena e suja que existia, era um demônio puta que amava sexo, amava dar prazer para outros, amava ver os outros enlouquecendo com seu corpo lascivo e indecente. As estocadas daquele humano eram fortes e perfeitas, o atingia bem fundo e Sanji sabia que se pudesse sentir seria a sensação mais deliciosa de toda sua existência, como não lhe era permitido, ele enlouquecia por outros estímulos que iriam matá-lo.
— Goza no meu cuzinho, padre. Me enche com todo seu leitinho acumulado por anos. — As reboladas do demônio se tornaram ainda mais sensuais e intensas e as palavras safadas que escapavam de sua boca nada mais eram do que um mantra que ele repetiu várias vezes, implorando. — Me arromba mais e enche meu cuzinho de porra, seu padre sujo.
Se Zoro ainda possuía qualquer migalha de autocontrole, ela evaporou ao escutar as coisas sórdidas que o demônio repetia para ele. Era péssimo, abominável, e ele queria com toda força não ficar excitado com aquilo, mas já era tarde demais para ele. O maldito havia ficado ainda mais atraente e parecia estar amando tudo aquilo, amando corrompê-lo sem o menor pudor e provocá-lo com lascívia. A voz sensual ecoava em sua mente e parecia que decifrava os desejos sujos que estava sentindo, os expondo em voz alta. Ele queria sim mostrar quem mandava, virar o corpo do outro e fodê-lo contra a cama o esmagando com seu corpo maior, queria gozar dentro daquela cavidade perfeita, compensar todos os anos de celibato e melar aquela criatura imunda com sua porra mil vezes.
Se odiando por dentro, o padre gozou forte com esse pensamento, largando a cauda e o lençol para pôr as mãos na pele branca pela primeira vez, segurando as nádegas e forçando o corpo menor a se movimentar com mais rapidez sobre seu pau, fodendo-o com vontade durante aquele orgasmo fenomenal. Sentia seu gozo escorrendo por dentro daquele cuzinho e não conseguia parar de meter mesmo depois de gozar.
Sanji gritou desesperado com o prazer que o outro sentia enquanto se alimentava de toda aquela luxúria e se deliciava com o melhor sabor que já experimentara. Seu pau pulsava forte de tesão quase como se estivesse gozando, mesmo que nada saísse da pequena abertura na glande. Era delirante como aquele homem havia sentido imenso prazer que era todo despejado em seu cuzinho melado em meio a estocadas fortes e violentas. O demônio amava ver o quão patéticos os humanos se tornavam em meio a um orgasmo, a expressão que eles faziam o enlouquecia. Jamais aceitaria subir na casta dos demônios apenas por não querer perder aquelas visões entorpecentes. Aquele orgasmo definitivamente era o melhor que já presenciara e aquilo o fazia desejar poder ser fodido por aquele padre mais vezes só para se alimentar de toda aquela energia sexual acumulada.
Os movimentos só cessaram quando o pau do moreno começou a amolecer e já não se encaixava com tanta facilidade naquele buraco, o corpo lascivo do demônio caiu para frente quando o pau começava a diminuir e o movimento brusco fez com que saísse daquela cavidade. Sêmen escorreu pelas coxas grossas e o loiro não pôde deixar de lamber os lábios de tão maravilhosa que era aquela visão.
Zoro se sentia exausto, e mal teve tempo de se recuperar e a culpa já era insuportável, a carne branca sob sua pele parecia queimá-lo e ele rapidamente tirou as mãos de lá. O demônio ainda estava em seu colo, no entanto, e ele não fazia a menor ideia do que fazer a respeito. Antes que o padre pudesse pensar em expulsá-lo, Sanji o beijou com desejo, explorando a boca molhada com a língua fina e comprida. Os dentes pontudos morderam o lábio carnudo até que ele sangrasse e mesmo com o gosto de ferro ainda continuou a beijá-lo por um tempo.
Zoro ainda estava tonto por causa do orgasmo e ser beijado daquela forma logo em seguida não ajudava em nada. Sua boca era abusada de forma perfeita e os dentes afiados rasgavam sua carne, provocando uma dor maravilhosa. Sentia o gosto de seu próprio sangue e seu corpo, que deveria estar morto, logo começava a implorar por mais mesmo tendo acabado de ser saciado, fazendo com que ele se sentisse o ser mais fraco e sujo do universo.
— Você é o padre mais gostoso e pervertido que eu já devorei. — O íncubo disso ao afastar os lábios e terminou o ato com uma lambida nos lábios grossos. — Seu lugar no inferno acaba de ser muito bem garantido.
— Maldito. — Disse limpando a boca com as costas da mão, como se rejeitasse o beijo anterior. — Eu deveria era te fatiar pelo que fez, demônio.
Ele se desvencilhou do homem sem tocá-lo, se cobrindo pateticamente com a batina rasgada. Apesar de ter dito isso, estava ciente de sua hipocrisia. O demônio não havia feito nada sozinho, Zoro além de não ter movido um dedo para impedi-lo ainda o tocou, investiu contra ele e sentiu mais prazer que um dia imaginou que sentiria. Ele era um padre, pelo amor de Deus! Era suposto ele fazer um exorcismo ou jogar uma água benta na criatura, qualquer coisa, menos transar com ela.
— Sim, claro, porque você obviamente não queria. — O demônio disse sarcástico e provocativo e no mesmo momento se afastou para evitar qualquer tentativa de assassinato... Não que fosse adiantar algo. Poderia atiçá-lo mais, tentá-lo, mas no momento já estava com a fome saciada. O estado do outro homem ainda era deplorável assim como todos os humanos depois de gozar, no entanto, o loiro sentia que ainda havia muita energia sexual acumulada naquele corpo e pensou que talvez o moreno fosse diferente dos outros e não se satisfaria com apenas uma transa, afinal, ele era um padre, então só restava a Sanji ir até o quarto dele outra vez e ser novamente seu depósito de porra. Seria o segredinho deles, ele jurava que não contaria para ninguém... Não que a palavra de um demônio valesse de alguma coisa.
Mesmo que não tivesse muitas esperanças de que ele ainda estaria tão apetitoso quanto na primeira vez, não custava nada checar, não é como se sua vida fosse muito agitada ou algo do tipo, basicamente só existia para caçar presas boas e de qualidade.
Sanji foi de forma dramática até a janela aberta e sorriu para o padre jogado na cama.
— Bye bye. — Ele acenou e pulou da janela que era em um andar muito alto para que qualquer pessoa sobrevivesse, quase como um suicida, mas logo após pular havia sumido, literalmente, no ar e retornado para o lugar que pertencia.
O padre viu o loiro pulando da janela e imediatamente correu até lá, a torre da paróquia onde ficava sua casa era alta demais para alguém apenas se jogar lá de cima. Mas, ao colocar a cabeça para fora da janela, notou que o outro havia simplesmente desaparecido feito fumaça. Claro, era um demônio. Maldita mania idiota de se importar com qualquer pessoa. Não que aquilo fosse uma pessoa. Zoro voltou para a cama, sentando derrotado enquanto passava a mão pelos cabelos verdes suados. Não restava muito a fazer a não ser voltar a fazer exatamente o que estava fazendo antes disso tudo: dormir.
No outro dia, acordou extremamente bem descansado e disposto, parecia que tinha tirado uma montanha das costas. Zoro continuou deitado na cama tentando se lembrar de um certo sonho que tivera. Graças a Deus que fora apenas um sonho, se não estaria em sérios apuros.
Levantou-se da cama e partiu em direção à cozinha para comer qualquer coisa e começar sua rotina diária usual, seus dias eram quase sempre todos iguais, sem muitos acontecimentos ou reviravoltas. No entanto, antes que chegasse ao seu destino, ao olhar para baixo, notou que sua batina estava em frangalhos e a lembrança vívida do autor daquela peripécia automaticamente apareceu em sua mente.
Não era possível… Não tinha sido um sonho. Ele realmente fodeu um demônio. Ao menos estava crente de que aquilo nunca mais iria se repetir...
Será?
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