Incubus Love
10 Perfect Reflection
Notas iniciais

Quando Sanji ouviu Zoro ordenando que eles ficassem em pé e o viu se retirando de dentro daquela vadia, os dois se levantaram e ficaram de frente para o moreno. Viram ele se ajoelhando no chão e só com aquela visão os paus pulsaram e sentiram o corpo todo trêmulo. Estavam tão próximos de gozar que poderiam facilmente se despejar no rostinho safado de um padre ajoelhado.
— O que... Vai fazer, padre? — Sanji perguntou muito inocente, sem entender o que estava acontecendo.
— Um padre se ajoelhando para demônios... Não poderia ter visão melhor. — A puta lasciva comentou lambendo os lábios indecentemente. Sanji chutou a canela dele, para que se calasse, sabia que qualquer palavra errada faria Zoro mudar de ideia, ele sabia muito bem o que ia acontecer e seu pau estava dolorido só de pensar em ver um padre mamando sua rola ajoelhado.
As palavras do clone apenas evidenciaram mais ainda seu sacrilégio, fazendo Zoro morder seu lábio forte. Em sua mente, entretanto, não havia espaço para dúvida. O tempo de tentar treinar até que seus desejos se fossem já havia ido embora, seu tão prezado auto-controle já há muito tinha evaporado como fumaça. Só havia uma coisa que importava, o que ele desejava. E o que ele desejava era observar os dois se contorcendo de prazer por causa dele.
Olhou para cima e viu ambos o seguindo com o olhar, as pupilas tão grandes que quase não se via a fina íris dourada de desejo. Eles pareciam tão apreensivos que era até engraçado, e seus paus refletiam o sentimento, ambos escorrendo pré-gozo e pulsando de antecipação. Zoro agarrou firmemente um em cada mão, masturbando ambos ao mesmo tempo num ritmo tranquilo, fazendo o pré-gozo sair ainda mais intensamente da abertura de suas glandes até cair no chão. Viu o clone olhar um pouco desapontado, como se achasse que era um desperdício, mas nenhum deles protestou.
Os dois loiros não se aguentaram ao sentir o toque das mãos grandes de Zoro em seus paus. Aquilo era maravilhoso e eles deliravam facilmente de prazer. A punheta era perfeita e os dois nem conseguiam mais pensar, não tinha como ficar melhor, era a melhor punheta da vida deles. Seus mamilos estavam duros e sensíveis, implorando por uma mínima atenção, e como as mãos que desejavam estavam muito ocupadas, eles mesmo começaram a tocar os mamilos um do outro, enquanto observavam a expressão de prazer e luxúria nos rostinhos pecaminosos.
Zoro continuou os masturbando naquele ritmo até que sentiu a impaciência no olhar dos loiros o perfurando, aproximando então os dois paus, o suficiente para as glandes meladas se encostarem. Ele fez as duas cabecinhas roçarem gostoso uma na outra, aproveitando-se do quão escorregadias elas estavam, enquanto continuava a massagear as extensões. Os gemidos de ambos eram seu maior incentivo para continuar, ele queria fazê-los sentir muito mais, sentir prazer até que as pernas fortes estivessem trêmulas.
Zoro se aproximou dos paus quase idênticos e juntou sua língua às glandes devagar, escutando a respiração pesada dos dois se intensificar.
O que os demônios acharam que não poderia melhorar, se tornou o paraíso quando a língua quente passou lentamente pelas glandes. Eles gemeram alto, desesperados por mais daquele contato. Os dois abriram a boca, as línguas molhadas pingaram saliva no chão e eles não se aguentaram de prazer, tendo que se beijar para ter alguma distração ou iriam gozar imediatamente. Não existia lábios naquele beijo, eram apenas duas línguas afoitas se esfregando sem controle fora das bocas e baba, muita baba escorrendo até o chão, podendo cair até mesmo no homem que os mamava.
Zoro beijava os dois paus ao mesmo tempo, a língua percorrendo cada centímetro das cabecinhas sensíveis, abusando da abertura de onde saía tanto pré-gozo. O beijo triplo parecia ter tido um efeito bastante drástico na postura de ambos, que antes estavam quietos e ansiosos, agora pareciam cada vez mais desesperados.
Satisfeito consigo mesmo, Zoro continuou a beijar as glandes, cada vez mais intensamente, vez por outra sugando uma delas inteira na boca. Infelizmente, o efeito disso não era apenas nos Sanjis, mas também nele próprio. Ele já não estava mais se aguentando de tesão antes, tendo seu orgasmo interrompido incontáveis vezes, e agora pensava seriamente que suas bolas iriam explodir se ele não fizesse alguma coisa.
Ele soltou um dos paus com a intenção de levar a mão livre até seu próprio membro. Ele nunca realmente havia se masturbado. Nem quando o desejo fora insuportavelmente grande, jamais. E, por algum motivo, ele ainda não conseguia se tocar, mesmo querendo muito. Já havia transado das maneiras mais sujas com o demônio, mas era como se ainda sentia que aquela era uma barreira a ser ultrapassada. Como se seu subconsciente considerasse que se fosse o demônio ele teria uma desculpa de ter sido aliciado, mas no momento em que se tocasse sozinho não existiria argumento algum. Seria apenas um fraco sem princípios e sem controle.
Os beijos e sugadas que Zoro dava em suas cabecinhas rosas os deixavam ainda mais fora de si e morrendo de tesão, os corpos trêmulos, as pernas bambas, os mamilos formigando e sendo abusados pelos dedos de seu igual. Perfeição. Aqueles estímulos eram de outro mundo. Eles não estavam mais brigando, não queriam perder tempo, estavam muito focados em ter todo o prazer que mereciam para perder um segundo de tempo disputando. Com o desejo de ter todo o estímulo do mundo, os dois ao mesmo tempo levaram uma das mãos até o cuzinho do outro e começaram a meter três dedos com força, enfiando o mais fundo que conseguiam. Era muito bom, mas nenhum prazer se comparava com a boca faminta os mamando.
Zoro realmente parecia gostar de chupá-los. A língua trabalhava bem nas rolas, a boca se fechava em suas extensões e os tirava o juízo. Enquanto o clone se esbaldava em prazer, Sanji abriu os olhos por um segundo e sem querer, ou talvez nem tanto, viu o pau enorme do moreno e a mão dele tentando se tocar. Ele sorriu sádico e levou seu pezinho inocente até a rola pulsante, tocando com as pontas dos dedos toda a extensão cheia de pré-gozo melado. Era grosso e molhado, poderia cair de boca ali, mas a graça era provocá-lo com os pés. Queria usar sua boca para provocar também, só que o clone não largava sua língua por nem um segundo, sugando-a com força a ponto de deixar mais avermelhada.
Sanji sentiu o padre segurando seu pé e começando a esfregá-lo em toda a extensão do pau moreno, fazendo-o sorrir ainda mais ao ver que o outro havia cedido aos desejos impuros. Quando começou a masturbá-lo com mais vontade, Zoro para recompensar engoliu seu pau e passou a mamar apenas um por vez. Se deliciava com as sensações perfeitas, o conjunto do boquete intenso, do mamilo sendo apertado, do beijo e dos dedos estocando seu cuzinho molhado o enlouqueciam. Seu clone estava em um estado semelhante e gemia alto enquanto Zoro o masturbava. A todo momento o moreno dava atenção para os dois, seja com a boca gulosa ou com a mão habilidosa.
Zoro juntou os dois paus com a mão grande e levou as duas cabecinhas à boca ao mesmo tempo, forçando a entrada dos dois juntos, ouvindo ambos gemerem e sentindo a saliva do beijo pingar em si. Foi mais fácil do que achava que seria e ele deslizava a boca sobre a glande dos dois sem muita dificuldade, não se arriscando, claro, a ir mais fundo que aquilo.
Queria estar olhando as reações de ambos, ver os dois se contorcendo com o prazer que estava lhes proporcionando, mas simplesmente não conseguia. Desde que o loiro começou a masturbá-lo estava em transe, desesperado por alívio, não conseguia nem abrir os olhos mergulhado em tanto desejo. Aparentemente os dois também estavam gostando porque abandonaram a paciência e um deles mantinha agora uma mão em sua cabeça, estimulando Zoro a chupá-los com mais velocidade.
A punheta gostosa que Sanji realizava com o pé se tornava mais forte e intensa a cada instante. As reações que Zoro mostrava eram perfeitas e ele queria ver mais daquilo. Acabou se distraindo do beijo, deixando seu clone nada satisfeito. Quando o maior viu que Zoro surtava de prazer pela punheta, ele começou a puxar a cabeça dele para que os chupasse com mais vontade, ao mesmo tempo que inseriu um quarto dedo no cuzinho de seu corpo real e começou a estocá-lo sem nenhuma dó. Por mais prazeroso e delirante que os toques do clone fossem, Sanji só tinha olhos para o padre. Ele continuou masturbando-o com vontade, abusando daquele pau grosso e desesperado, sentindo-o pulsar na ponta de seus dedos.
Talvez mais tarde Zoro fosse se arrepender de ter sido absolutamente patético e ter se esfregado voluntariamente no pé do outro pedindo por mais, só porque queria muito gozar. No momento, isso era irrelevante. Continuava chupando ambos, agora alternando entre os paus, e cada vez com mais vontade, os gemidos graves sendo engolidos junto com as ereções. Continuou se esfregando sem pudor até que finalmente conseguiu alívio, o ritmo frenético da sua mão e boca acompanhando seu desespero.
Zoro gozou tão rápido, sujando seu pezinho de Sanji e enchendo-o de porra e aquela era a melhor visão de todas. Seu clone olhou para seu pé com desejo, mas não teve tempo de se ajoelhar para lamber o gozo de Zoro, pois ele chegou em seu limite no mesmo instante basicamente, sujando os lábios morenos sedutores.
Um segundo depois o clone sumiu devido a falta de poder do corpo real para continuar mantendo-o e todo o prazer acumulado naquele corpo se transmitiu para o verdadeiro, assim como o prazer de Zoro que estava alimentando-o. Sanji gritou em desespero, sentindo que estava morrendo de tanto prazer. Ele espirrou jatos quentes de gozo no rostinho do padre, misturando-os aos do clone. Zoro que havia já pouco sentido os jatos quentes de um deles jorrando em seu rosto e nem sabia de qual era, logo depois sentiu mais uma vez, e sabia que seu rosto deveria estar todo melado.
Ainda não havia aberto os olhos, seu cérebro estava uma bagunça incoerente após gozar tão forte, não conseguia nem raciocinar direito, nem percebeu quando o clone havia sumido. Quando finalmente abriu os olhos só havia um deles olhando hipnotizado para si, totalmente vermelho e ofegante.
As pernas de Sanji tremiam e estavam completamente bambas, impedindo que aguentasse mais um milésimo em pé. Ele cedeu, caindo de joelhos na frente de seu humano, então tomou os lábios deliciosos para si, não deixaria que mais ninguém o beijasse. O beijou de forma tão meiga, doce e inocente que era até estranho para a situação absolutamente suja em que se encontrava. Zoro queria apenas arrastá-lo até a cama para dormirem.
Bom, no início, era apenas um beijo calmo e até amoroso, mas ao sentir o gosto da porra invadindo sua língua, Sanji não conseguiu manter-se decente e começou a lamber cada gotinha de sêmen que sujava o rosto lindo.
Estava sorrindo obsceno, sempre lambendo uma parte da porra e levando para a boca do outro, como se precisasse que ele sentisse seu sabor. Zoro aceitava sem protesto, deixando o demônio feliz por aquilo, o padre também queria seu prazer. Por mais que fosse a cena mais suja e sem vergonha do mundo, o beijo era calmo. As línguas se esfregavam com vontade, um roubando o gosto do outro. Ao terminar a limpeza, Sanji não se afastou e apenas continuou agarrado ao homem, segurando com força sua nuca e o puxando para si, de uma forma exageradamente possessiva.
Sua mente só conseguia pensar que desejava ter aquele homem para sempre, e que ele deveria ser só dele. Zoro acabava de se tornar apenas seu oficialmente e o loiro nunca mais dividiria seu homem com outros. Com isso em mente, ele afastou os lábios e sorriu de forma angelical, não parecendo em nada o demônio sórdido de sempre. Roubou mais um selinho dos lábios do outro e se afastou. Sentiu o toque de Zoro em seu ombro, passando o dedão pelo lugar, o loiro estranhou e olhou, vendo uma marca que não se lembrava do moreno fazer. Franziu o cenho e se levantou, indo até a frente de um espelho de corpo inteiro e notando dezenas de marcas em todo seu corpo. Ficou confuso, praticamente havia um ponto de interrogação em sua testa, até que ele lembrou que o padre havia mordido e marcado seu clone. Bufou irritado, mas internamente estava sorrindo.
— Não deveria marcar outros além de mim... — Havia um biquinho fofo nos lábios finos e a irritação que tentava transparecer não era muito crível. Na realidade estava feliz de ter tantas marcas daquele homem em todo corpo.
— Mas era você! — Zoro protestou enquanto Sanji continuava com um biquinho contrariado no reflexo do espelho. Aquele íncubo falava como se Zoro pertencesse a ele ou algo do tipo. Era… Estranho. Mas não totalmente desagradável… Não quando ele havia acabado de sorrir de forma tão injusta. Claro, se ignorasse a vozinha que dizia a ele que ele supostamente deveria pertencer a Deus. Porém, ultimamente ele estava ignorando essa vozinha com uma assustadora facilidade.
Não, definitivamente aquele clone lascivo não era Sanji. Era só uma puta que existiu apenas para ser indecente, pervertido, obsceno e safado, tentando roubar Zoro de quem ele pertencia. Então era totalmente normal e fazia muito sentido ele sentir ciúme de seu homem agarrando outro, marcando outro. Era o único que deveria ter aquelas marcas.
Zoro se levantou e ficou atrás do loiro, enquanto puxava sua cabeça o suficiente para ter acesso à garganta de Sanji. O demônio ia protestar, mas não teve tempo, Zoro estava atrás de seu corpo e o tocava, causando arrepios. Era tão fácil se derreter nos braços daquele homem, Sanji estava pirando com ele. Então sentiu os dentes pressionando a carne de seu pescoço em uma mordida deliciosamente forte. Não conseguiu conter e gemeu baixinho de forma prazerosa, se deliciando com a forma possessiva que o homem o tocava, o marcava. Sanji era dele e queria pertencer unicamente àquele padre. Zoro marcou o pescoço pálido, bem na altura do pomo de adão, Sanji estava suado devido às atividades recentes, mas isso não o incomodou nem um pouco. Ele sugou a carne até ter certeza que estaria bem marcado quando soltasse.
— Pronto, essa é só sua... — Disse quando terminou de sugar, lambendo pouco a pele machucada e se virando para encarar o reflexo da marca enorme e roxa no espelho. — Idiota.
— Zoro... — Gemeu manhoso quando o moreno soltou seu corpo, dizendo coisas safadas ao pé de seu ouvido, ele fez questão de agarrar seus braços e envolvê-lo em seu corpo esguio, forçando um abraço. A marca era linda e só dele.
O padre olhou para si próprio e notou que a batina que estava uma verdadeira bagunça, toda desalinhada, desarrumadamente desabotoada e suja, embora pelo menos não estivesse rasgada desta vez.
— Olha só o que você fez. — Ele falou, embora não fosse em tom de censura. Na verdade, estava… Se divertindo com a situação? Realmente deveria estar completamente louco por achar divertido o fato de perder a hora da missa e profanar suas roupas sagradas. Mas ele não tinha vontade de sentir raiva ou vergonha, só estava genuinamente satisfeito, a cabeça no ombro do outro enquanto observava o reflexo de ambos no espelho com algo que era quase um sorriso no rosto.
Sanji segurava os braços grandes em contato com seu corpo. Viu pelo espelho o quão sujo Zoro estava, seu cabelo estava bagunçado, a batina cheia de porra, o corpo moreno pingando a suor e era tudo lindo. Aquele homem realmente era um pecado. E que merda de expressão perfeita era aquela? Sanji arregalou os olhos surpreso em ver aquilo, achou que o homem se tornava ainda mais lindo com aquela expressão adorável, se é que era possível. Vendo o corpo dos dois bem coladinhos sendo refletido no espelho, um pensamento impróprio se passou pela sua mente.
— Nós fazemos um casal perfeito... — Ele disse o que estava pensando, antes que pudesse conter. Quando se deu conta, mordeu o lábio inferior e se condenou por falar aquelas merdas do nada. Era óbvio que era o casal perfeito, aquele corpo pertencia a pessoa que Zoro mais desejava, possivelmente aquele que estava destinado a ele, não a um demônio sujo e patético que estava se envolvendo mais do que o permitido.
Observava o contraste dos dois no espelho. A pele mais escura de Zoro se destacava acima da pele alva do outro. Os cabelos verdes rebeldes eram completamente opostos àqueles fios dourados ironicamente angelicais, embora ambos estivessem bastante desarrumados no momento. Zoro tinha feições muito mais grosseiras em contraste com as feições belas do íncubo. Sanji era um pouco mais baixo, o corpo mais esbelto, cabendo perfeitamente no abraço do corpo maior de Zoro. Não havia como discordar daquelas palavras...
— É... — Zoro respondeu sem pensar, na verdade mal tinha escutado o que o loiro disse, só estava olhando meio abobado o reflexo de ambos no espelho. — Quer dizer, não foi isso que eu… Ah, droga...
Era tarde demais, Zoro sabia pela expressão maquiavélica do loiro exatamente a chacota que viria depois de concordar pateticamente com aquela piada tão óbvia. Sentiu seu rosto esquentar contra sua vontade e rapidamente se desvencilhou do loiro e sentou na cama, desabotoando a batina suja para tirá-la, enquanto tentava ignorar Sanji e seu sorriso de orelha a orelha. Resolveu que a melhor forma de lidar com aquele loiro irritante era fingir que não estava ouvindo. Terminou de tirar a batina, vestiu o short que guardava debaixo do travesseiro e deitou fechando o olho, pronto para dormir… Ou fingir que dormia pelo menos.
Por mais feliz que Sanji estivesse com a resposta positiva, havia certo amargor que ele tentou esconder debaixo da típica face de deboche de sempre. Estava se envolvendo muito, talvez o padre nem estivesse o enxergando debaixo de toda aquela camada que escondia quem ele realmente era... Talvez? Era óbvio que para Zoro ele era só aquela fantasia que enxergava e o padre não se importava em nada com ele. Começava a acreditar nas palavras de Kid, Sanji estava se envolvendo muito e aquilo era perigoso, não seria uma má ideia sumir sem aviso e nunca mais retornar àquele lugar e até mesmo tinha a deixa.
No entanto, ver Zoro mais corado, fugindo de seus toques e se trocando como se fosse comum fazer aquilo na frente de um demônio pervertido, o fazia sentir mais confiança... Ele só não entendia confiança em quê. Sanji nada disse, apenas continuou observando o moreno até ele estar deitado fingindo que dormia. Ele sorriu e se deitou a seu lado, tocou de leve a cintura do maior e alcançou seus lábios, beijando-os brevemente. Acabou sendo uma rotina entre os dois, não conseguia ir embora sem o beijo de despedida.
— Estou indo... Te vejo em uma semana. — Ele falou com a voz baixa para não atrapalhar o suposto sono do outro, deu um último selinho e sumiu. Aparentemente a ideia de não retornar mais havia sumido por completo de sua mente.
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