Incontado

12 O Feitiço


Notas iniciais
Hey!!! Desculpem a demora, minha fonte novinha chegou e eu estou postando para vocês! Para quem acompanha "I Will Wait For You" ou "Batleshipps" também, peço paciência que em breve eu posto! Hoke sairá também uma OneShot chamada "A mulher dos meus sonhos" pra quem quiser ir dar uma checada também é SwanQueen!!! Beijos e obrigada por acompanharem!

O único som que ela ouvia era o de seus próprios soluços. Já havia chegado àquela estrada de tijolos dourados há algum tempo, talvez minutos talvez horas. Ela não se importava. Tinha perdido tudo, aquele mundo definitivamente não era a Terra Encantada, ela não conseguiu encontrar Henry ainda havia perdido Emma. Flashs da cena não passam de passar em sua mente. Ela olhou para o céu azul daquele mundo que desconhecia buscando fé para acreditar no que a loira havia lhe dito: “Nós vamos nos encontrar.”

─Eu espero que esteja certa. (Ela disse enxugando o rosto com as mãos.)

Olhou o balão caído ao seu lado e amaldiçoou o momento em que teve a estúpida ideia de entrar nele. Começou a andar pela estrada sem rumo, qualquer lugar em que fosse parar estaria bom desde que lhe desse alguma pista sore Emma. Foi no meio da caminhada distraída que ela começou a reparar no detalhes do local começou a te alguma ideia de onde estava.

No horizonte um castelo que parecia ser feito de esmeraldas surgia contrastando com o dourado dos tijolos do calçamento. Ela franziu o cenho ao perceber que aquele lugar se parecia muito com Oz.

─“O Mágico de Oz”, e eu ainda tinha dúvidas de onde eu tinha vindo parar? (Ela resmungou e revirou os olhos pensando se Emma também teria parado nesse mundo.)

Resolveu que andaria até o Castelo de Esmeraldas. Se a Dorothy do filme encontrou o mágico lá, ela também encontraria e acabaria com a raça daquele infeliz se ele não trouxesse Emma de volta para ela. Na metade do caminho começou a ter a sensação de que estava sendo observada. Ela parou e viu algumas folhas de uma árvore próxima se mexerem.

─Não tenho tempo para esconde-esconde, seja quem for apareça!

Ela ficou surpresa não só por ter tido seu pedido prontamente atendido como por quem apareceu em sua frente.

─Você! (Ela disse indignada.)

Oscar lhe deu um sorriso desdenhoso e perguntou:

─Sentiu saudades?
─O que fez com a Emma? (Ela perguntou se aproximando ameaçadoramente.)
─A Evil Queen preocupada com a Salvadora? Quem diria...

Regina arregalou os olhos ao ver que ele sabia quem elas eram.

─Te surpreendi? (Ele perguntou lhe estudando com um jeito entre o perverso e o pervertido.)
─Quem é você?

Ela estava cansada de joguinhos mas ele simplesmente riu com a pergunta, o que a fez ficar furiosa. Ela projetou uma bola de fogo pronta para o atacar.

─Responda! (Ela gritou o ameaçando.)
─Você logo saberá.

Ele respondeu ainda com o sorriso irônico deixando seus olhos brilharem em vermelho vivo e a atacando ao se transformar em um macaco alado. Ela tentou o atingir com a bola de fogo, mas ele foi rápido e desviou conseguindo a atingir primeiro. Ela sentiu seu braço ser puxado para cima e a garra do monstro a rasgando. Com esforço conseguiu lançar outra bola de fogo mas não o atingiu. Ela estava sendo levantada do chão quando viu um raio branco atingir o bicho o fazendo a soltar. Quando despencava ao chão, viu de relance madeixas loiras de uma terceira pessoa que estava no local. O macaco foi voando para longe dali e ela caiu de bruços e se levantou já chamando por aquela que tanto queria encontrar:

─Emma?

Se decepcionou ao ver que se tratava de outra pessoa.

─Você está bem? (A desconhecida a perguntou se aproximando.)
─Sim, estou bem. (Ela disse frustrada.)

A mulher percebeu um corte no braço de Regina e falou:

─Você está sangrando.
─Não mais. (Ela disse curando o corte com magia.)
─Eu sou Glinda, a Bruxa Boa do Norte. (A mulher disse estendendo a mão de forma simpática apesar de ter observado com atenção quando a morena se curou com magia.)
─Regina. (Ela disse agradecida pela outra ter a salvado.) Que diabos era aquilo?
─Pobre Oscar... (Ela respondeu pensativa.) Ele era um bom rapaz, até o reino ser tomado. Ela mexeu com a cabeça dele e o transformou naquilo que você viu.
─Ela quem? (A morena perguntou.)
─A Bruxa Má do Oeste.

Regina levou a mão a testa, se essa bruxa dominava Oscar provavelmente ela é quem estava por trás daquilo tudo.

─Onde eu consigo a encontrar? (Ela perguntou decidida a ir atrás de Emma.)
─Quer encontrá-la porque? Deveria querer ficar longe, ela provavelmente quer te matar se mandou o Oscar atrás de você.
─Ela pegou a pessoa que eu amo, meu verdadeiro amor. Preciso encontra-lá.

Glinda a encarou e por fim abriu um meio sorriso:

─Se for para o bem eu posso ajudá-la.

A morena concordou com a cabeça e sentiu uma pontada de esperança lhe invadir. Ela iria encontrar Emma, e não teria Bruxa nenhuma capaz de a impedir. Foram andando pela estrada de tijolos dourados e iriam até o Castelo. Regina não queria perder tempo com conversas, mas a outra insistia:

─Vi que você sabe usar magia, de que reino você veio?
─Floresta Encantada.
─Sua magia não é pura. (Ela disse se referindo à bola de fogo que viu Regina conjurar.)
─Não, não é. (Ela respondeu secamente.)
─Porque devo acreditar que uma pessoa que usa magia negra quer fazer algum bem?

A morena parou de andar e encarou a mulher de forma não muito simpática, mas por fi falou:

─O mal não é nascido, ele é feito. Eu não sei usar magia branca, eu não sou do tipo heroína, mas a vida me levou até isso. Ainda assim eu protejo quem eu amo! Se quiser me ajudar ótimo, se não quiser só porque eu não tenho uma varinha com pelo de unicórnio ou magia purpurinada das fadas tudo bem, só fique fora do meu caminho!

Glinda a encarou com o semblante plácido e lhe respondeu:

─Eu sei que você tem um motivo nobre e sei que se importa com alguém, dá para ver no seu semblante a preocupação. O que quero saber é se pretende fazer algum mal à quem está com o seu amado.
─Amada. (Ela corrigiu sem responder a questão e continuou andando.)
─Amada? Você ama outra mulher? (A Bruxa perguntou admirada.)
─Sim e não tenho tempo para julgamentos. (Regina respondeu bufando.)
─Ei! Eu não estou julgando eu só... (A mulher se calou ficando um pouco rubra.) Eu só nunca tinha ouvido falar em uma história assim antes.

A morena ficou calada e aumentou o ritmo dos passos. Já a outra a encarou de lado e perguntou:

─Como vocês ficaram juntas? Na Terra Encantada isso é comum?
─Nos conhecemos em outro reino, na terra encantada provavelmente não aceitariam nós duas juntas.

Ela respondeu sem pensar, mas aquilo de repente a afetou. Como seria quando se elas chegassem a floresta encantada? Ela a Rainha-má e a Salvadora, como se já não fosse de mais o fato de duas mulheres se amarem para um lugar como a Floresta encantada. Aquilo seria um problema mas o melhor era pensar nisso depois de recuperar Emma.

─E o beijo? É igual ou melhor que beijar um rapaz? (A loira perguntava com um interesse grande na história.)
─Porque tantas perguntas? Está achando que eu sou algum tipo de aberração ou algo assim? (Ela retrucou irritadiça.)
─Não! (Glinda respondeu de imediato.) Eu só queria saber porque... (Ela enrubesceu novamente.)
─Por que?
─Porque eu já me vi numa situação similar, mas nunca tivemos nada. Aqui isso não é comum.

Regina é quem encarou a outra com interesse dessa vez. Ela e Emma não eram as únicas num mundo de fantasia a se apaixonarem. Isso era novo para ela.

─Mas enfim, desculpe se pareci estar te julgando. (Glinda disse de forma doce.)
─Pelo visto eu é que acabei te julgando mal. (A morena respondeu tranquilamente.) Fico feliz e saber que existem mais pessoas capazes de compreender.

Elas trocaram um breve sorriso e quando se deram conta já estavam próximas ao castelo.

─É aqui. (Glinda disse com um ar um pouco pesaroso.)
─Vamos. (Regina disse pronta para entrar no castelo.)
─Não posso. (Ela respondeu com ar de quem estava escondendo algo.)
─Porque não? (A morena questionou com ar desconfiado.)

Glinda suspirou e por fim disse:

─Eu não posso lutar contra quem eu amo.

A morena a encarou incrédula, ela amava a Bruxa Má do Oeste?

─Eu sei que seria o meu dever, mas eu não posso. Te desejo Sorte Regina e só peço para que não a machuque. Ela era uma boa pessoa, eu não sei como ela chegou aonde ela chegou, mas sei que não consigo enfrenta-la.

Regina parecia estar ouvindo sua própria história. Como brigar com Emma era dolorido desde que descobriu seus sentimentos. Ela então olhou para a mulher a sua frente e disse:

─Eu sou a Rainha Má, Emma é a Salvadora. Eu lancei uma maldição que só ela podia quebrar. Nós éramos para ser inimigas mortais, mas nos amamos desde o primeiro momento. E mesmo com as brigas, com as discussões esse sentimento não diminuiu, ele só aumentou. Emma me salvou do que eu era, ela me fez melhor, porque ela não desistiu de mim. Não tenha medo de enfrentá-la se isso for a fazer uma pessoa melhor Glinda.

A morena não esperava uma resposta imediata então adentrou os portões verdes. Se surpreendeu ao ver a loira lhe seguir e dizer:

─Você está certa. De certa forma eu também posso matar as saudades.

Não pode deixar de sorrir com a revelação de sua nova amiga. As duas adentraram então confiantes. Elas nunca poderiam imaginar o que estavam prestes a presenciar. Não tinham guardas em local nenhum, era como se a Bruxa não temesse invasores e, provavelmente, ela realmente não temia. Passaram pelos corredores até abrirem a porta do salão principal. Regina sentiu o coração vibrar o ver a salvadora viva e bem à sua frente.

─Emma! (Ela falou sorrindo por tê-la encontrado.)

A morena correu para abraçá-la, mas travou ao ver seu olhar lhe atingir, não com carinho, muito menos saudade, mas nojo.

─Emma? (Ela perguntou insegura.)
─Regina. (A loira lhe respondeu com desprezo.) Ao que devo o desprazer?
─O que aconteceu... (Ela respondeu sem entender.) Você está bem?
─Estava bem, até ver esse seu rosto imundo.

As palavras eram como facadas. Como ela podia lhe dizer aquelas coisas? Aquela não era a sua Emma.

─Eu não sei o que aquela bruxa fez com você, mas tem que confiar em mim, temos que voltar para o Henry, lembra? Nosso filho!
─NOSSO? Você deve estar brincando comigo. Ele é meu filho.

Glinda tocou o braço de Regina e disse baixo:

─Ela não se lembra, não do jeito que realmente aconteceu.
─Fora daqui. (Ela disse com ódio no olhar.)

Regina sentiu uma lágrima se formar, mas em sua teimosia falou:

─Eu não vou a lugar nenhum sem você! Eu sei que você não se lembra, mas eu achei que nunca mais te encontraria, nós nos amamos...

Antes que pudesse concluir a risada da loira interrompeu seu discurso.

─Nós nos amamos? Você ficou tão patética, realmente achou que eu te amasse? (Ela ria enquanto zombava.) Eu usei você o tempo todo, eu nunca poderia amar a pessoa que destruiu a minha vida, que me fez passar a vida inteira sem família! Que amaldiçoou minha família inteira por conta de meros caprichos.
─Você não sabe o que está falando! (A morena disse balançando a cabeça em negação) Nós temos uma história juntas! Eu posso fazer você se lembrar!
─Eu me lembro de tudo Regina. (Ela respondeu irônica.) Você realmente se deixou enganar por meia dúzia de palavras de amor e uma noite de sexo? Realmente achou que eu tinha sentimentos por você? Logo por você?

As lágrimas brotaram no rosto da morena enquanto o sorriso sádico se abria no rosto da loira que continuou:

─Eu achei que você fosse menos burra Regina, você estava tão desesperada assim por amor para acreditar nisso? Você é tão fraca, tão fácil de manipular...
─Vamos embora Regina. (Glinda falou segurando no ombro da outra.)

O choro estava preso na garganta. Ela queria acreditar que Emma não se lembrava, mas aquilo tudo lhe machucou da pior forma possível. Antes que pudesse responder ou fazer qualquer coisa uma quarta pessoa entrou no local. Uma ruiva, de pele verde e olhar sádico, caminhou lentamente pelo saguão. Ela se aproximou de Emma que lhe sorriu.

─Você completou sua missão meu amor. (A bruxa disse sorrindo.) Sabia que seria fácil fazê-la cair feito um idiota nessa história. Foi difícil levá-la até Oscar?
─Foi mais fácil que tirar doce de criança. (Emma disse sorrindo.)
─Agora que você conseguiu vir para mim, podemos ir juntas até sua família e vivermos felizes para sempre. Depois que nos livrarmos dela, é claro.

Ela completou tocando o rosto da Salvadora que prontamente lhe beijou.

─É o que eu mais quero Zelena.

Aquela era a gota d’água, tanto para a morena quanto para Glinda. A Rainha estava pronta para atacar as duas, Glinda tentou a impedir, mas antes que qualquer uma das duas fizesse qualquer movimento uma grade caiu do teto do castelo e aprisionou a morena. Ela tentou sair com magia, mas não estava funcionando.

─Essa grade foi encantada com o seu sangue Regina, Oscar me trouxe uma amostra. Não poderá fazer nada dai de dentro. (A Bruxa falou irônica.)

Glinda trocou um olhar assustado com a morena, Zelena então lhe falou:

─Você no eu castelo Glinda? Perdeu o bom senso? Me poupe de suas idiotices e dê o fora daqui!

A boa bruxa olhou para a mulher que estava presa como se pedisse desculpas e foi e direção à saída. E Regina foi obrigada a ver Emma trocando outro beijo com aquela mulher desprezível. Zelena saiu da sala dizendo à Emma que tinha de resolver algumas questões. A loira também estava prestes a sair do local quando a voz sentida ecoou pelo salão.

─Como pôde fazer isso?
─Como pôde achar que eu não o faria? (Emma perguntou ainda com aquele semblante frio.)
─Por que está fazendo isso?
─Não é óbvio? Zelena me ofereceu um modo de ir para a terra encantada e eu aceitei. (A mulher lhe respondeu com ar de desdém.) O jeito era entregar você.
─Quando? E como? (Regina perguntou atordoada.) Passamos todo o tempo juntas, isso não faz sentido.
─Você não precisa entender de qualquer jeito.

Foi então que a morena tentou descobrir alguma coisa sobre tudo aquilo. Por mais que sua mente acreditasse que ela havia sido simplesmente traída pela loira, seu coração a dizia que havia algo muito errado naquela história.

─Como conseguimos escapar dos Believers se você realmente não me ama?

Emma a encarou estranhada inicialmente, mas logo arqueou a sobrancelha e disse:

─Não importa, o que importa agora é que você vai sofrer enquanto eu vou ser feliz.
─A Salvadora com a Bruxa Má do Oeste? Eu pelo menos não tenho a pele verde. (A morena desdenhou.)
─Ela tem uma coisa que você nunca vai ter: O meu amor.

Regina semicerrou os olhos e respondeu.

─Você não pode amar alguém que você não conhece. Aposto que nem sexo vocês fizeram ainda, ela deve ser péssima de cama. Duvido que ela te faça gozar como eu fiz.

Ela alfinetava o máximo possível a relação das duas em sua busca por receber respostas da loira, que respondia a tudo com a mesma expressão sem alterações.

─Você está certa. Eu não amo ela, eu não amo ninguém, muito menos você.

Ao ouvir aquilo Regina teve um estalido. Emma parecia estar sem sentimentos. Ela não sentia nem amor, nem raiva... Era o mesmo semblante durante todo o tempo. Existia um feitiço que roubava a sensibilidade das pessoas, era a única coisa que poderia explicar aquela reação dela. Só podia ser aquilo.
Regina pensou a única coisa que poderia quebrar o feitiço: um beijo de amor verdadeiro, mas como fazer isso com Emma aparentemente a odiando? Foi quando ela teve a ideia e tentou um truque:

─Duvido que não sinta nada por mim, aposto que se eu te fizesse gozar do jeito que eu fiz da ultima vez, você iria me dizer que ama em dois tempos.
─Isso é um desafio? (Emma perguntou com o mesmo ar de antes, mas agora com um pouco de perversão no ar.)
─Só se você quiser que seja. (Regina disse com um olhar desafiador.)
─Fale a verdade então, está doida para que eu te coma de novo não é? Mesmo sabendo que eu não sinto nada por você...

A morena tinha uma estranha sensação em relação às respostas da loira. Ao mesmo que se irritava pelo fato dela estar nitidamente tentando lhe machucar e sem sentimentos, ainda era a Emma lhe provocando. Mesmo com o ar sádico e cafajeste, aquelas palavras estavam mexendo com sua libido. Perdendo o pouco de sanidade que lhe restava ela disse:

─Talvez. (A morena disse começando a jogar.) Ou talvez você só esteja dizendo tudo isso para provar para você mesma que não sente nada.

A loira a olhou com o ar frio e se aproximou da grade com um sorriso tentador. Regina se aproximou também, o suficiente para sentir a respiração quente da outra. Os olhos estavam vazios, mas os lábios eram tão desejáveis quanto antes. A morena sentiu a loira segurar o seu queixo de forma um pouco bruta.

─Se isso é algum tipo de truque para que eu sinta pena de você já te aviso que não vai funcionar.
─Está com medo Swan? (A morena perguntou com deboche deixando seus rostos separados apenas pelas grades.)
─De você? (A loira zombou da ideia) É claro que não.
─E da Zelena? É ela que te impede? Ela manda em você agora Swan? (Ela provocou.)

Sentiu a mão da outra descer para o seu pescoço, sufocando-a levemente.

─Eu faço o que eu quero. E se eu quiser querida... (Ela disse acariciando seu queixo.) Eu posso fazer o que bem entender com você.

Os lábios estavam tão próximos que Regina quase fechou os olhos no ímpeto de sentir aquele contato, mas o momento mágico foi interrompido quando ouviu a loira dizer:


─Quem sabe em um outro momento? Que eu não tenha nada melhor para fazer do que alimentar suas ilusões?

A loira se afastou deixando Regina para trás sozinha naquela jaula. Mesmo sabendo que aquilo que ela lhe falava não era verdade, ainda era duro de ouvir. Seus pensamentos e sentimentos fervilhavam, sentia raiva, dor, angústia, mágoa, desejo... Tudo o que ela queria de verdade era a sua Salvadora de volta. Emma nunca falaria daquele jeito com ela, sabia disso. Ela a havia conquistado uma vez, teria que o fazer de novo para tê-la de volta e pelo que Zelena havia falado, ela não tinha muito tempo para isso.

Notas finais
PS: Eu não gosto do Walsh por isso usei o Oscar como mágico. Gostei do resultado e vocês? comentem! :*