In Your World

11 Capitulo Onze


Notas iniciais
Não, não, vocês não ficaram loucas, eu realmente postei rapidamente xD Olá pessoinhas! Primeiramente obrigada a todas pelas felicitações, contos com vocês para recomendar o livro hein?! Segundo como eu demorei muito tempo, eu achei mais do que justo postar dois de uma vez para compensar a demora! Terceiro eu amei os reviews, eu fico muito feliz que ainda tem paciencia e comentem mesmo eu demorando tanto *___* Vamos lá. Boa leitura e desculpem os erros.

Capitulo Onze

Tudo aconteceu tão rápido e de repente que não sei como não desabei no choro ou sei lá, esperneei ou coisa pior. Meu sábado se transformou num daqueles dias que tudo dá errado de uma forma catastrófica.

Começou com a briga com Vincent na festa e aqui estou eu sentada num banco de hospital esperando que deem os pontos na cabeça do Ed depois da surra feia que levou do meu chefe.

Sim! Absurdamente isso, Vincent medroso do jeito que é encarnou o pai e avançou brutalmente no meu ex que pelos gritos finos se entregou sem mais desculpas.

Embora a parte da conversa onde ele disse que era até bom eu ter amante já foi o suficiente para encerrar o assunto.

Como tudo isso aconteceu? To ainda tentando entender... Eu saio zangada de uma festa, vou atrás de minhas amigas, Ed me liga querendo conversar, vou para casa da minha mãe para encontra-lo onde descubro que está grávida do peixeiro e quer vender a casa, meu noivo chega com ar de príncipe apaixonado, temos uma discussão absurda sobre sua sexualidade e ele solta que pode virar homem comigo!? Meu Deus, como ele teve a cara de pau de dizer uma coisa dessas, parece mais idiota cada vez que lembro! Eu fiquei atordoada com a proposta, minha irmã cai na gargalhada na porta de casa e BAMM, Vincent aparece misteriosamente num taxi bem quando eu estou tentando evitar que o Ed me beija como forma ridícula de reconciliação sem o meu consentimento.

Eu nunca vi o Vincent tão furioso desde que o conheci, foi a mesma coisa de ver o pai dele quando está com aquele ar matador e finalmente entendi por que o irmão dele diz que ele se parece com o velho poderoso chefão. Eu realmente achei que ele fosse matar o Ed...

—Eaí? Ta muito feio? —Ignorei a pergunta do Edgar suspirando, como eu não percebi antes?

—Deixa de ser vaidoso, ainda bem que meu padrasto tirou o Vincent de cima de você. —Por incrível que pareça Ed riu acenando para andarmos.

—Isso aqui é magnifico Abby! —Apontou pro imenso roxo e um corte que para não precisava de pontos, porém tenho que dizer que o Vincent extrapolou, eu nem sabia que ele tinha força para socar alguém. — O filho do dono da creative me espancou! Tem ideia de quanto vou conseguir num processo contra eles? —O mirei furiosa.

—Nenhum centavo do que depender de mim! Você mereceu cada soco dele por ter me enganado esse tempo todo... —Falei rangendo os dentes limpando os meus olhos que deram para ficar úmidos agora.

—Abby meu amor, eu já te expliquei.... Foi uma curiosidade, eu... Não sou... —Coloquei a mão na frente dele.

—Chega Edgar, você é! Talvez o seu pai não vá gostar do que vai ouvir, mas quer mesmo continuar me tocando sabendo que não gosta? —Ele negou prontamente.

—Hey! Espera um minuto, isso não é verdade, eu gosto de você Abby e tocar você também...

—É diferente! Você sabe que é! Não é mesma coisa do que tocar alguém e sentir prazer ou qualquer outra sensação mais forte do que simpatia. —Engoliu seco sem graça, acertei em cheio.

—Estava mesmo tendo um caso com seu chefe? —O mirei com desdém.

—Você não tem moral para me corrigir, né?! —Ele negou sorrindo.

—Não, não! Não é isso, é que ele é meio doido... —Mordi o canto da boca zangada.

—Mas é homem! Eu estava morando na casa dele, ele me acolheu quando minha mãe me expulsou e meu noivo estava mamando nos machos por aí... —O rosto dele ficou roxo e não foi das porradas que lembrou, tive que rir.

—Você vai me infernizar com isso até quando? —Sorri largo.

—Um ano e meio... —Sorriu sem graça, era o tempo que ficou me enrolando.

—Não vai contar ao meu pai, vai? —Suspirei parando de andar.

—Eu não, mas sugiro subornar a minha irmã. —Concordou. —Sabe, foi até bom o Vincent te bater, não tem ideia do quanto minha raiva por você simplesmente sumiu. —Ele fez uma careta.

—Como você é sanguinária... —Se virou de frente para mim erguendo uma das mão em cumprimento. —...Amigos? —Eu respirei fundo apertando sua mão. Tá, eu fui enganada durante um bom tempo, ele com certeza me traiu e tudo mais, porém como dia meu pai ‘guardar magoas é pra fracassados’.

—Amigos.

Respirei fundo tendo em mente meu próximo destino, eu não sei o que se passava na mente do Vincent para ele ter feito aquilo... Claro, estava com ciúmes, mas daí atacar o Ed. A expressão que fez quando mandei ele ir embora todo magoado como se eu tivesse errada... Tínhamos que ter uma conversa definitiva.

Com um taxi voltei a casa dele, mesmo depois de dizer na festa que não voltaria.

—Vincent?! —Entrei e assim que olhei ao redor meu corpo gelou.

Sempre tive curiosidade em saber como ele pintava tantos quadros e apesar de muitos ainda pareciam que era pouco diante o que ele pintava. Tinha uns seis quadros destruídos na sala e um barulho estrondoso vinha de um quarto como se fosse urros de animais brigando.

Eu quase tremi ao mesmo tempo que fiquei paralisada diante aquela cena espantosa... Ele estava todo sujo de tinta e a luzes junto a catedral que tinha pintado em lembrança da onde eu o tinha levado estava sendo completamente destruída por outras tintas... Ele pegava com a mão mesmo um bocado de tinta preta esfregando da parede cheio de ira, chutou a lata indo em um canto e pegando outra azul jogando ela por completa na parede tão nervoso que confesso... Fiquei com medo daquele homem ali que eu não conhecia.

Não era o meu dócil chefe.

—Vincent...? —Eu queria acrescentar ‘por que está fazendo isso...?’ Mas as palavras não saíram. Ele se virou para mim com um ódio tão grande que não deu mais para segurar o choro.

—Você.... Você mentiu, mentiu!!! Mentiu sobre tudo!!! Você me enganou!!! Tudo que você disse pra...

—Eu não menti!!! —Gritei mais alto que ele me aproximando o fazendo calar.

—Você tinha um noivo, ficou me acusando de estar traindo a Sasha quando você também estava comprometida! Como pode fazer isso comigo?? —Pisquei inúmeras vezes balançando as mãos.

—Eu achei que você soubesse... —Pensando bem eu sempre evitei falar do Ed, mas também não imaginei que nem desconfiava.

—Eu deixei você fazer parte do meu mundo Abigail.... —Rangeu os dentes furiosos e começou novamente a esfregar as mãos na parede com raiva. —....E VOCÊ ME ENGANOU!

—PARA COM ISSO! Você não tem que se queixar de nada! É tão comprometido quanto eu, por que eu o enganei e você é livre de culpa? Aliás você só me usou! EU devia estar zangada! Disse na minha cara que não tinha a intenção de terminar com a Sasha para ficar comigo!!! —Tive que empurrar ele para largar aquela parede idiota. Ele se virou para mim mais furioso que fiquei com medo que dessa vez eu seja o saco de pancada.

—E fiz bem! Antes ficar com uma golpista do que uma ordinária enganadora. —O mirei bem engolindo seco e o fitando ressentida.

—Você é igualzinho ao seu pai... —Respirei fundo olhando para os lados. Que seja, eu não tenho que ouvir isso. —...Mas eu não sou como a sua mãe... E essa ordinária vai sumir da sua vida, feliz? —Ao invés de dizer algo racional e voltou para a parede socando e tirando o máximo da pintura que podia.

Fechei os olhos sem acreditar que pela manhã estávamos tão bem e agora está assim.

Isso é tão trágico e cômico ao mesmo tempo... Numa fração de segundos tudo muda de uma forma espantosa. Se antes me dissessem que Vincent ia estar no fim me culpando de tudo de ruim e causando esse desastre na própria casa eu não teria nem começado uma amizade e ainda estaria só recebendo ordens por bilhetinhos.

—Aqui. —Vic me entregou uma garrafa de vodca pela metade que nesse momento não recusei. —Você se esqueceu das regras! —Franzi o cenho confusa.

—Que regras? —Até Milena fez careta.

—As regras minha cara, você devia ter abusado do dinheiro dele, feito sexo até perder a graça e dito adeus logo em seguida! E ao invés disso o que fez? Adotou um cachorrinho e esqueceu de mencionar que tinha uma Lacy no meio, e no final não aproveitou o canil. —Olhei para Milena para ver se ELA entendeu alguma coisa, ao final nós duas rirmos.

—Isso é ridículo, ta eu me envolvi emocionalmente, mas como evitar isso? Eu me meti numa encrenca, só que estava frágil... —E muito carente. —...Além do mais não importa, na segunda sou demitida, vou procurar outro emprego e começar nova vida. —Tomei outro gole da bebida vendo minhas amigas darem pouca fé nas minhas palavras.

—É, é o melhor caminho! —Disse Vic me tomando a garrafa e bebendo também. —Até por que o relacionamento de vocês não chegou a um estágio elevado de apego, não é? —Virei o rosto notando que ela me analisava.

—Isso, a gente só se aproveitou um da carência do outro... —Murmurei. Se bem que vou sentir falta de quando ele fazia a comida e ficava me olhando daquele jeito preocupado se eu ia gostar ou não. Também acho que as vezes que ele me arrastava para a bolha era até divertido e ficar tendo aquelas conversas sem logica até terminar o expediente era tão... Balancei a cabeça. —...Passou, agora é bola pra frente.

—Concordo, você é bonita Abby, seu chefe doido vai é se matar quando se der conta do que perdeu. —Comentou Milena e eu não pude evitar de mirá-la assustada. —Eu falei se matar brincando... —Engoli em seco.

—Claro, Vincent não gostava tanto de mim a ponto de tentar se suicidar, não é? —As duas não responderam só sorriram. —Não é? Até por que eu não imaginava que ele não tivesse pleno conhecimento de que eu não tinha um noivo... Embora tecnicamente falando eu não cheguei a comentar nada sobre o Ed e... —Tornei a engolir seco sentindo um medo brotar dentro de mim. —...Acho que o Vincent nunca tentou uma coisa dessas... E nem vai tentar, não é? Ele é um adulto racional, apesar das coisas horríveis que fez lá na casa e... —Elas se entreolharam preocupadas. —...Minha nossa, ele é doido, mas nem tanto, NÃO É? —As duas mexeram os ombros sem saber o que responder. —Mas que droga...!!!

—Abby se for atrás dele vai estar mais uma vez dando corda para esse relacionamento sem futuro, ele já disse que não tem planos de largar a noiva, não tem que se preocupar com ele, acabou! O que ele fizer daqui para frente é problema dele! —Vic segurou meu braço quando tentei sair.

—Eu sei! Ele é como um menino mimado, me xingou de ordinária, mas não posso evitar de temer, quando ele fica nervoso perde o controle... Eu não sei até que ponto o nervosismo dele chega! E sozinho naquela casa... Eu tenho que ao menos ver como está! Eu vou e volto! Juro! —As duas tentaram me impedir de sair, só que já pensou se o Vincent tenta uma loucura dessas? Eu nunca me perdoaria!

Chamei um taxi que me levou até lá, na escuridão que fazia até o taxista estranhou que eu ficasse naquela casa no meio do nada só com algumas luzes ligadas. Entrei correndo apavorando tendo em mente o chefe dependurado numa corda de modo que eu cheguei a chorar de pavor implorando aos céus que fosse só fruto da minha imaginação.

—Vincent!!! —Gritei vendo que o cenário dramático que encontrei umas horas atrás mudou. Os quadros quebrados estavam empilhados e não tinha tanta destruição. Andei até o bendito quarto onde ele explodiu e onde nos beijamos pela primeira vez... Que maldição de ironia.

—Vo-você veio pe-pegar suas coisas? —Levei um susto quando a voz atrás de mim falou rouca. Respirei fundo me sentindo aliviada. Seus cabelos desgrenhados e sujos de tintas, junto as mãos vermelhas e um pijama amarrotado desleixado.

—Não... Quero dizer, ainda não... Eu vim ver como estava... Fiquei preocupada que fizesse uma besteira. —Ele fitou o chão num sorriso amargo.

—Eu-eu vou-vou superar. —Começou a apertar as mãos umas nas outras muito nervoso balbuciando umas palavras confusas. —Eu-eu-eu pe-pensei melhor, acho que-que fui injusto com-com você... —Disse engolindo seco.

—Concordo, apesar de eu achar que deveria ter sido mais clara com você, mas quer saber? —Falei olhando em volta, a verdadeira razão de eu ter aceitado a situação como estava. —...Eu não queria nada do meu mundo aqui dentro... —Ele me fitou rapidamente balançando a cabeça, continuava nervoso. —...Eu vou pegar minhas coisas.

—Fi-fica...Por-por favor... —Eu me virei assustada com o que ouvi. Depois da cena que fez ele quer que eu fique??

—Mas você... —Eu ia apontando para todo aquele quarto que no ódio que tinha destruiu toda a pintura e o cenário.

—Eu sinto muito! Mas eu-eu posso consertar isso! —Ele respirou fundo e olhou altivo. —Eu-eu não me-me importo com-com o que faz lá fora, não mais... Se-se você... Aqui de-dentro... —Ahh minha nossa ele está chorando??? —...For mi-minha.... —Fiquei boquiaberta dando voltas em torno de mim mesma.

—O que? Está dizendo que não se importa se eu trair você lá fora contando que volte e fique com você, não acha melhor pagar uma prostituta pra ficar com você? —Eu confesso que já imaginava que não era esse o ponto, não sei bem por que explodi daquele jeito.

—Não!!! Não tem a ver com isso... Se-se quiser, não-não temos que-que... —Coloquei a mão na frente dele.

—O que? Não temos o que? —O interrompi zangada, mas tive que respirar fundo, pois conhecendo ele como conheço sei que pressão só piora a situação. —...Da primeira vez que tivemos uma conversa intima desse tipo Vincent, você insistiu que queria saber o que queria de você, mas não me disse o que queria dizer apesar de explodir dizendo que tinha sentimentos por mim o que pode significar desde coisas boas a ruins... Quer que eu fique para quê? O que você quer de mim? Quer uma babá? Alguém que faz tudo que não consegue? Por que se você quer algo assim, contrate um mordomo... Eu não vou mais ser seu paga pau. —Acho que ele não sacou muito bem o que significa ser um paga pau, pois me fitou confuso. —Quer dizer que não vou mais fazer tudo que quer. —Soltou um ‘ahh’ e negou.

—Eu-eu só quero que-que fique... —Respirou fundo juntando coragem e me encarou. —...Vo-você foi a-a melhor coisa que aconteceu há anos... —Pigarreou nervoso. —...Ti-tirando esse dia... Eu-eu aceito qualquer coisa... —Deu um passo a frente de mim. —...Só pra ficar perto de mim e fazer algum sentido em tudo... —Analisei ele por um momento sorrindo sem jeito. Respirei fundo.

—Meu noivo é gay Vincent! Eu nunca dormi com outro cara desde que eu e você ficamos juntos, aliás eu não dormi com ninguém desde que fiquei noiva até você aparecer. —Ele ficou paralisado boquiaberto. —Os únicos traído nessa historia foram o Ed e a Sasha ironicamente...

—Mas-mas ele-ele estava beijando você.... —Neguei suspirando.

—Ele estava tentando me fazendo um monte de propostas absurdas por que eu não ia mais ser noiva dele e continuar com essa farsa, ele tem medo que o pai dele descubra, eu não sou uma vadia que vai dormir com um cara lá fora e voltar aqui e fingir que nada aconteceu! Como pode pensar isso de mim? Eu achei que... Ao menos meu caráter você conhecia... —Um enorme silêncio perdurou enquanto nos olhávamos ali, eu não sei o que ele estava pensando, mas enquanto o analisa mesmo desarrumado eu caí a ficha patética da minha vida.

Acho que foi mais uma das regras da Vic que descumpri, aposto que entre pegar o dinheiro e a interação sexual excessiva existia a clara proibição em não se apaixonar e o fato de eu ter ficado tão zangada quando disse que não ia largar a noiva ou o medo que me deu pensando se estaria morto me clareou a mente.

Suspirei longamente fitando aquele quarto, eu não acredito que realmente estou gamada nesse babaca que destruiu quadros lindos e a pintura da parede que eu mais gostava.

—Dá pra-pra consertar... —Ouvi ele murmurar ficando ao meu lado. O fitei zangada pelo canto do olho, para ele tudo é tão simples que dava raiva.

—Se eu ficar, vai ter que fazer parte do meu mundo também e isso significa tentar sair daqui com mais frequência. —Falei séria.

—Não... De-de uma vez...?! —Neguei sorrindo.

—Não, devagar, como você me deixou entrar no seu... —Engoliu seco concordando tendo as bochechas levemente coradas. —...Vamos começar de novo... —Segurei sua mão adentrando mais o quarto. —...Só que dessa vez é pra valer, topa? —Vincent franziu o cenho.

—Co-como assim? —Sorri sem jeito.

—Eu to falando de um relacionamento sério Vincent, nem que... Nem que eu tenha que deixar de ser sua secretária... —Não sei por que fiquei com medo de ele me dizer não. Ao invés disso me encarou espantado.

—Tipo um namoro oficial? —Acenei que sim, por que ele tem que perguntar? É tão obvio. —E o seu noivo? —Suspirei, não estava claro quando mencionei a opção sexual dele?

—Acabou. Você quer ou não quer ficar comigo pra valer? —Ele balbuciou algumas coisas que só Deus sabe o que significavam. —Vincent! Diz que sim ou não! —Ele balançou a cabeça negativamente e eu meio que congelei. —Não? —Tornou a negar.

—Sim, digo, não, é que-que eu não entendi, é pra ser de verdade ou tipo de mentira ou os dois o... Eu estou confuso... —Fiz uma careta suspirando, até nisso eu tenho que tomar iniciativa?

—Vincent eu estou apaixonada por você, e eu quero que seja meu namorado, deu pra entender agora? —Tudo bem, eu estava nervosa, com as mãos tremulas, o rosto corado e meu chefe doido ficou me encarando boquiaberto como um retardado.

—É sério? Mesmo depois de ter me visto zangado...?! —Afirmei sorrindo.

—É... Genes é uma coisa sé... —Minha frase foi interrompida com um beijo. Um beijo bem caloroso de reconciliação que me deu um pensamento esperançoso de que podia dar certo.

Mas não sem antes tentar mudar algumas coisas.

Notas finais
Até o proximo!!