*Cap especial de secso pro cês*

Di pulou nos braços dele com um sorriso do tamanho do mundo. Ele quase caiu no chão e riu ao constatar que tinha aquela ruiva em seus braços novamente, tudo bem que passara só 1 dia... Mas, era muito tempo para ele ficar sem ela. Era tão bom vê-la sorrir. Ela começou a enchê-lo de beijinhos na boca e na bochecha. Até que ele gemeu baixo, sentindo-a chupar seu pescoço.

– Cory, eu amo você. Isso basta, não basta?

- Eu te amo, Di.

Ele deu o sorriso preferido dela e agarrou os cabelos ruivos puxando-a para um verdadeiro beijo. Ele pediu passagem para a língua, que foi concedida rapidamente, pois a boca dela tinha fome da dele. As línguas dançavam, mas algumas vezes pareciam guerrear. Ela também agarrou os cabelos do rapaz, que desceu as mãos para as coxas grossas de Di, que enlaçou as pernas ao redor dele. Com cuidado, Cory a levou para a cama a deitando devagar. Eles paravam o beijo apenas para tentar recuperar o fôlego.

– Cory! – Ela gemeu, ao perceber que ele havia arrancado sua toda roupa. A ruiva apenas arqueou as costas, quando sentiu a língua dele passear pelo seu seio direito, enquanto a outra mão enorme do loiro (meio castanho, sei lá) acariciava o esquerdo. Daí, foram uma série de gemidos. Ele chupava, rodeava com a língua e mordiscava de leve os seios da mulher. Ele podia explodir só de ouvi-la gemer seu nome. Di mordeu o lóbulo da orelha dele de leve, logo depois sussurrando algo, repetidas vezes.

– Me fode, Cory.

Ele já sentia a calça incomodar. Precisava se livrar dela e invadir aquela garotai suplicante. Assim fez, tirou sua roupa, mas ainda manteve a cueca. Enquanto ele tirava a roupa, Di o observava, passando os dedos por sua própria intimidade e gemendo o nome de Cory. Ele estava louco. Cory rasgou a calcinha dela, após verificar que ela estava bastante molhada. Seus dedos passearam pela intimidade dela, e a penetraram. Ele movimentou-os rapidamente. Di deu um longo gemido e Cory retirou os dedos, logo os levando a boca. Chupou cada um dos três dedos. Di retirou a cueca dele, que rapidamente pegou a camisinha, no móvel perto da cama. Afinal, eles não poderiam arriscar no meio desse inferno, não é? Pelo menos não agora. Gemeu, ao vê-la colocar a proteção com o auxílio da boca. Ele ficou por cima dela novamente e a penetrou com força. A ruiva soltou um gritinho. Ele começou a se movimentar, arrancando um gemido mais alto, a cada investida mais forte. Ela puxava os cabelos dele com muita força e ele chupava o pescoço de Di, deixando marcas.

Após mais algumas investidas, ela chegou ao ápice. Ele investiu mais um pouco e logo depois, sentiu preencher a camisinha.

***

Finny & Carol

Mal entraram no quarto, Finny tratou de tirar a roupa dela.

– Awn baby, eu só quero tomar um banho. Vem comigo, vem.

– Claro, linda.

Seguiram para o banheiro e optaram pelo chuveiro. Finny jogou suas roupas por qualquer lugar e entrou junto com a loira, no mesmo instante. Ele beijou Carol e logo desceu para o pescoço. Abocanhou os seios da namorada e logo depois a levantou, colocando-a no colo e a penetrando com força. Carol gritou um “oh” longo e Finny continuou chupando o pescoço dela, enquanto penetrava com força. Era uma sequência de gemidos, vindos dele e dela. Carol gemia mais alto cada vez que ele entrava nela. Ela arranhava as costas dele e com certeza, as marcas apareceriam. Puxava os cabelos loiros dele com força e o bagunçava. Já ele, entrava com brutalidade nela, sentindo o sexo quente da mulher.

Depois de um tempo, ela sentiu-se chegar ao limite e ele a segurou mais firmemente. Logo depois, ele também chegou ao ápice e a colocou no chão.

Carol começou a passar as mãos pelo corpo de Finny

Eles tomaram banho e se deitaram na cama para tudo acontecer novamente.