Notas iniciais
Yo minna! Estou aqui com mais um capítulo. A estrutura das fanfictions vai continuar sendo a mesma e eu espero poder ser mais fiel aos personagens. Mas tem um problema: Eu pouco sei do Mukuro, só assisti a saga de Kokuyo com ele. Depois disso 0% de conhecimento do Mukuro.
Já sabem. Eu me salvo com o gênero UA como desculpa. Mas eu não posso me salvar sempre assim. Peço que vocês me auxiliem com características mais aprofundadas do Muku-kun, ou simplesmente como vocês o veem: como um grande sádico, sarcástico, apenas bonito, malvado, etc., entre outros blábláblá.
Chega! Boa Leitura!

Neste longo tempo, passando por vários mundos, ele descobriu que havia um grande poder. Ele pensou: “Sou o mais forte agora.”.

As pessoas realmente ficam empolgadas quando pensam serem superiores a outras. E não precisam mentir... Todos se sentem melhores quando são exaltados, isso é um fato.

Isso acontecia pelo menos com os humanos que ele conhecia.

Num certo dia, ele se deparou com uma pessoa cuja alma era realmente sombria. Ele realmente viu uma das verdades deste mundo naquele fatídico dia.

Ele suspirou olhando o buraco no teto. Ainda estava esperando, pacientemente. E neste tempo o seu consolo era se recuperar e pensar claramente em todos os passos a percorrer dali em diante naquele plano louco.

Se por algum acaso Hibari soubesse no que ele estava sendo incluído, ele nunca teria entrado no avião de volta para Itália. Porém, Mukuro sabia que, sendo ele o Guardião da Nuvem, sendo ele Hibari Kyouya, não havia chances de erros ocorrerem. Por que sendo um carnívoro tão sombrio, e Mukuro tendo já possuído seu corpo um dia, ele teria no mínimo 50% de chances de saber o que Hibari faria.

Ha. Sua percepção já começava a funcionar.

Dali do chão, que estava quente por causa de sua temperatura se estabilizando, Mukuro pode tranquilizar-se, vendo que os canos d’água já não rangiam e as gotas de água pararam de cair formando poças. Assim como a luz do sol finalmente entrava aquecendo o local abandonado.

Estava se sentindo melhor com o silêncio. Tinha se acostumado com ele. Solitário.

Seu cabelo estava grande ao ponto de lhe cobrir os olhos. Não estava muito diferente de Hibari quando acordou no hospital. O moreno resmungou uma praga baixa, reclamando que o tempo humano era irritante. Suas mãos passaram pelos fios arroxeados muito escuros tentando levá-los para trás.

-Oya oya... –ele sorriu sentindo uma presença ao longe se aproximar.

Parecia-lhe que sua hora de abandonar a solidão estava chegando. Mais uma diversão estava prestes a começar e poderia provar-se do ódio das pessoas com quem tinha se envolvido de forma tão irresponsável. No fim das contas, explicar aquilo para o Décimo não foi nada fácil e de algum jeito, Tsunayoshi não ficou nada satisfeito e não garantiu nada. Disse que não assumiria nada e que não sabia de nada. Aquilo tudo tinha sido arquitetado de uma forma um tanto horrenda e resumindo, era tudo culpa sua. O máximo que podia fazer era dar continuidade e resolver aquele assunto que estava em queixa desde há um bom tempo. E que, definitivamente, era um problema enorme para a Famiglia.

Mukuro, resolvendo aquele assunto, poderia se beneficiar e também ficar em bons lençóis perante a Vongola. Apenas duas pessoas iriam eternamente guardar ódio de si, mas o que eram duas pessoas diante todo o tempo naquele lugar horrível onde seu corpo estivera preso?

Se convencendo disso, sorriu maldosamente, ouvindo a porta do lugar sendo aberta com um ranger doloroso, que aos ouvidos de Mukuro eram um bom som em comparação ao silêncio contínuo.

-Mukuro-san!

-Demoraram...

xxx

Olhando atentamente pela janela, Hibari apoiava o queixo na palma da mão. Um suspiro foi dado de leve. Em seguida, sentiu uma presença que caminhava com cuidado. O italiano com dois copos de cappuccino.

-Já com saudades?

-Ainda estamos no aeroporto. E não tenho porque sentir saudades. Os herbívoros podem destruir minha cidade enquanto estou fora, isso é tudo o que me preocupa. –falava sem dirigir olhar.

Dino se sentou, não sentindo tão bem em sorrir agora. Pelo que sabia, Tsuna estava o enviando em outra missão e, sinceramente, não concordava. Hibari mal tinha acabado de acordar, era loucura. Três meses adormecido, não era algo para se arriscar assim.

Sentindo a quietude, Hibari deduziu que Dino estivesse remoendo pensamentos como era costume quando a situação estava complicada. Assim como si mesmo, que mexendo os dedos de forma impaciente, não sabia por onde começar naquela busca, como se algo realmente estivesse errado, como se algo estivesse sendo escondido dele.

Seus olhos deslizaram pela figura de perfil ao seu lado quando se endireitou.

A expressão séria, Dino pensava também o fitando discretamente, mostrava que Kyouya apenas não queria demonstrar seus sentimentos naquele momento. Desde a primeira noite em que se conheceram até os momentos atuais, dois dias depois de uma noite de sexo e uma incerteza muito grande entre os dois. Se estavam aceitos, Dino não conseguia achar nenhum traço diferente em Hibari desde o dia passado -quando o Guardião repentinamente foi ter com o Tsunayoshi- exceto a impaciência visível, como se o moreno fosse atacar de um momento para o outro.

O cappuccino soltava a fumaça cheirosa entre os dois chamando-os docemente, nenhum deles sabendo quem deveria pegar primeiro. Dino estendeu a mão segurando na parte do rótulo branco, a temperatura mais fria do que quando havia chegado, e o levantou estendendo para o rapaz.

-Kyouya, você nem tomou o café da manhã. Melhor tomar um. –falou estranhamente baixo, com um tom que poderia ser interpretado como preocupação, mas um sorriso desenhado em seus lábios ainda avermelhados pelos beijos trocados ainda no dia anterior.

O japonês aceitou o copo, abrindo-o. Normalmente ele iria negar e dizer “Hun”, mas nada saiu dessa vez. Já bastava o tom baixo e a gentileza no movimento para o Guardião pensar duas vezes. Aquele dia estava incômodo, mas a tranquilidade o consolava.

-Já vamos sair. Não se preocupe, eu falei com o Tsuna e garanti que ele vai cuidar para que nada seja destruído. O Reborn confirmou. –sorriu empurrando uns fios de cabelo pra trás da orelha antes de encostar os lábios em seu copo e puxar o gosto doce, soltando um suspiro delicioso logo após de fazê-lo.

Hibari fez um “Uhn” e manteve o corpo sobre a boca, olhando Dino sorver alguns goles para depois deixa-lo de lado e se esticar um pouco, recostando-se melhor na poltrona branca.

Os olhos cor de mel viram o copo se afastar da boca do moreno e ser depositado entre eles. Dino deixou um risinho sair baixo.

-O que?

Hibari apertou os olhos, vendo Dino se inclinar rapidamente e implantar um beijo sobre seus lábios com destreza antes que o moreno pudesse reagir, o loiro se afastou.

Hibari não demonstrou nada, mas o loiro lambeu os lábios absorvendo o gosto da bebida que ficou sobre os lábios pálidos do companheiro.

-Bastava me dizer, idiota.

Hibari passou os dedos sobre a boca devagar, vendo se não estava mais sujo. O loiro ainda tinha todo esse atrevimento, mesmo depois de tudo, ele não se acostumava. Mas era tão estranho! E ainda por cima tinha todas essas preocupações... Ele deveria não ter aceitado?

Pelo jeito, ele não estava em sua plena consciência. Ele passou a mão na testa, tocando onde a franja volumosa cobria sua pele em grande parte anteriormente. Ele estava se tornando um adulto de verdade.

Seriam essas as consequências? Apenas problemas ainda piores? Incertezas?

Respirou sentindo a mão de Dino tocar a sua.

-Ei, Kyouya. Você está se sentindo bem?

-Hun.

Hibari sentiu as turbinas ligarem e o som aumentar gradativamente, assim ouvindo os avisos do piloto e copiloto, então finalmente a movimentação.

“Tudo bem. Apenas vou morder eles até a morte e depois vou atrás do abacaxi”.

-Kyouya?

Os azuis nítidos olharam para o Chefe dos Cavallone, este sorrindo levemente.

-Não se esqueça de que eu também estou nessa missão. Ah, só pra você saber... O Yamamoto está lá atrás e outro convidado também.

Hibari apertou os olhos com violência e apertou os punhos, segurando a vontade de bater em Dino no mesmo momento em que o avião deixou o chão.

-E quem seria esse... Convidado?

-Ora, quem mais? Quem não tem nada pra fazer agora no Japão: o Colonello.

Hibari olhou para frente, se ajeitando no banco com calma. Estava mais tranquilo, mas não deixaria desta vez, com certeza, de bater em Tsunayoshi e em quem teve aquela maravilhosa ideia de mandar herbívoros atrás de si quando voltasse.

-Ah, parece que o Yamamoto tem uma coisa que quer que você veja quando estivermos na Itália.

Hibari o analisou pelo canto dos olhos e fechou as pálpebras.

-Sim. Vou tirar um cochilo. Não se atreva a fazer nenhum barulho... -

Hibari apertou os olhos, a boca de Dino sobre a sua. A respiração quente e o cheiro do perfume batendo em seu rosto com suavidade, fazendo seu nariz absorver o odor e sua boca involuntariamente suspirar. Seus dedos subiram pelo casaco sem permissão e puxaram o maior apenas um pouco antes de recobrar a consciência e empurrá-lo levemente.

Seu lábio foi sugado na separação, e pela primeira vez no dia, seu rosto esquentou um pouco. A saliva que os ligava se separou. A mão de Hibari se soltou e Dino agiu antes que ele dissesse algum xingamento.

-Bom sono. –sussurrou passando o polegar sobre o lábio inferior do japonês, com o rosto tão próximo quanto Hibari desgostava.

Assim que Dino se afastou, o moreno pode sentir novamente seu coração, o que era raríssimo de acontecer. Respirou, virou o rosto para janela e encostou a cabeça na poltrona, ajeitando-se da melhor forma para dormir. No reflexo da janela seus olhos estavam gordos e brilhantes, sua boca úmida e entreaberta.

Observando o corpo virado, Dino sorriu com o canto dos lábios, se levantando para ir falar com os outros. Já poderia se tranquilizar.

xxx

Seu celular despertou às 2 da tarde com um toque enjoativo e de maneira que ninguém aguentasse ouvi-lo mais de duas vezes. Quase no volume máximo, Tsuna teve vontade de jogá-lo do outro lado do quarto, mas pensando bem, seria ótimo jogar em cima de Reborn, que era o responsável por algo assim. Tudo bem que não era nada comparado com as costumeiras granadas e bombas, ou jatos de água, ou até mesmo marteladas ou tiros... Nada comparado, mas o toque era irritante do mesmo jeito.

-Acordou Tsuna? Já deixei você dormir a essa hora porque ficou acordado a noite inteira, mas já está bom, não acha?

-Eu sei... Mas do que adianta eu acordar se eu ainda vou estar dormindo, Reborn?

Reborn deu um sorrisinho de lado, como se já tivesse bons planos.

O moreno ajeitou os cabelos como podia ali mesmo e se viu perguntando sobre como estariam Hibari, Yamamoto, Colonello e Dino agora. Eles já tinham chegado?

-E então? O Dino já mandou alguma mensagem?

-Você acha que mafiosos ficam se comunicando o tempo inteiro abertamente, Dam Tsuna? Dino vai mandar mensagens quando for necessário. Tudo está sob controle, estão no território dos Cavallone. E agora com a Famiglia alerta, vai ser difícil para alguém agir. Só precisamos localizar o Mukuro agora.

Tsuna assentiu com a cabeça. Ainda faltava descobrir o que Mukuro pretendia atraindo Hibari.

-Você apostou alto, Tsuna. –Reborn falou com um sorriso enquanto acariciava seu camaleão.

-Hm. Eu sei. –falou sério.

-Vai mesmo confiar no Mukuro assim? Ele deixou as coisas muito vagas e, mesmo você exigindo explicações, ele apenas prometeu que todos sairão vivos e inteiros, mas não garantia as experiências que eles teriam que passar.

-Vou confiar no Dino-san. Yamamoto vai saber como reagir e Colonello é muito forte. Se Mukuro está dizendo com tanta certeza que quer limpar o nome, pelo menos diante de mim, acho que é o momento perfeito. Só não comente essas coisas com ninguém. Acho que seria ruim se o Gokudera-kun soubesse disso. –pensou coçando a nuca se levantando.

-Tsuna baka. –Reborn resmungou. –Está cometendo um erro nessa decisão. Como seus Guardiões vão confiar em você se você não confia neles?

-E como você espera que eles vão reagir? –perguntava sem muita preocupação enquanto tirava uma troca de roupas do armário.

Reborn desceu de sua rede e caminhou até a janela, observando os amigos de Tsuna chegando aos poucos. Pareciam bem alegres, comentando sobre Hibari e Yamamoto estarem fora, e estarem aliviados com isso, outros preocupados.

-Acho que você tem que pensar no melhor pra eles. Só que vocês são jovens ainda... Não sabemos como vão reagir. –Reborn desceu do parapeito e caminhou calmamente em direção à porta, fechando-a atrás de si.

-Hum. –Tsuna olhou pelo vidro. Haru e I-Pin estavam falando com sua mãe e Gokudera tentava conter Lambo. O que ele faria? Deixaria o fogo baixar antes?

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O toque suave em seu ombro, porém firme, produziu arrepios que percorreu dali na área que se esquentou com a mão acalentadora e atravessou seu estômago causando friozinhos incômodos, ao que as pessoas chamavam de “borboletas” e que Hibari abominava com todas as forças.

De qualquer jeito, ele se virou com um pouco de preguiça. Por mais que fosse uma poltrona de avião, com certeza, aquela serviria verdadeiramente como uma boa cama, também se considerasse o fato de que Hibari se sentiu muito bem depois que foi dormir. Ele teve sonhos comuns, onde ele estrangulava docemente o Sawada e aquela criança vestida de vaca, literalmente um herbívoro, e Tsuna tinha cara de coala com aqueles olhos gordos. Doces momentos...

-Hibari, pare de me olhar assim, estou ficando com medo. –falou Dino com incerteza na voz, parecendo se expressar agora com o tom de voz mais alto.

Hibari se desencostou da poltrona e esfregou o olho uma vez. Fitou Dino com curiosidade e foi indagando, vendo que toda aquela parte do avião estava muito escura. Apenas pelas frestas das cortinas cor de vinho e de desenhos em linhas pretas era possível ver alguma claridade.

-Onde estamos agora?

Ainda estavam em movimento no céu, tinha certeza. O som, mesmo que quase inaudível, era distinguível para seus ouvidos apurados. Com a falta de treino se tornou menos eficiente em quesito de luta, mas estava treinando um pouco todos os dias junto com o italiano, que atrevido como era, já tinha começado a tentar fazê-lo chamar de “sensei”. Não é preciso dizer no que isso terminou assim que Hibari ouviu as palavras saindo daquela boca... (Que boca, Kamisama!).

Dino passou dedos pela franja de Hibari, que não se afastou, nem esboçou nenhuma palavra. A mudança no comportamento de Hibari chamou a atenção de Dino inevitavelmente.

-O que foi? Não vai me chamar de alguma coisa? Não vai me bater?

No instante em seguinte sentiu um pisão em seu pé. Dino sentiu os olhos até revirarem de dor. O sapato de Hibari era social, então a sola era... Bem, aquilo doía “consideravelmente”.

-T-Tá legal! Tira! Tira o pé! Itee-te-te-te-te!!

Hibari retirou o pé e puxou a cortina com lentidão, buscando não machucar os olhos. Observou as nuvens passando, acariciando a lataria do avião. Estava bem claro.

-Doeu, Kyo...-

-Silêncio. Não quero ouvir sua voz choramingando logo depois de acordar, Cavallone. Você não respondeu à minha pergunta.

-Tamo chegando. –respondeu com um bico e o pé ardendo. –Se eu ficar inútil em uma batalha vou culpar você.

O moreno deu um sorriso de canto e olhou para o loiro até que com um pouco de satisfação. Saber que aquela pessoa ainda tinha muito que aprender sobre si, mas apenas ter consciência de que o Cavallone sempre daria esse tratamento para si, deixava-o tranquilo. Esperava que o italiano nunca mudasse.

-Eu estou com fome. –exigiu afastando a cortina totalmente.

Se aproveitar um pouco da bondade -e dinheiro- disponível do Cavallone serviria para “cobrar tudo o que ele devia”.

Sorriu maldosamente lembrando-se da noite nada planejada.

Como reagiu àquilo? No dia seguinte se lembrava de ter quase assassinado o loiro em seus pensamentos, mas com a vergonha acima de tudo, saiu o mais depressa possível para tomar um banho (quase se arrastando, mas ninguém precisava saber disso) e, nele, ficou remoendo as memórias, esfregando os cabelos e todo o corpo avidamente para tirar o suor, os restos de... Gozo que permaneciam em sua pele, inclusive em suas intimidades. Por mais que quisesse tirar o cheiro do maior que ainda estava impregnado nele todo, não saía. O pior foi ver tudo aquilo despejar no ralo, tudo vivo em sua mente, todos os momentos. Hibari esfregou-se se sentindo indefeso e sem ideias do que fazer. Seu corpo agiu por impulso, agora estava confuso! Estava tremendo debaixo d’água quente, seu quadril doendo. Quando se olhou no espelho ficou apavorado, senão dizendo zangado, com as marcas intermináveis, roxas e vermelhas, espalhadas por seus ombros, tórax, pescoço e coxas; ao tempo que analisava cada um se lembrava sem querer de cada momento, com a excitação involuntária percorrendo por seu sistema nervoso, cada palavra que disse e que o próprio Cavallone disse. A cor de sua pele pálida tomava uma coloração mais viva e corada, estava mais saudável, mas acompanhado disso, olheiras abaixo de seus olhos mais finos e felinos.

Hibari lavou o rosto naquela hora e decidiu que deveria resolver coisas mais importantes do que ficar se humilhando em silêncio pelo que fez, ainda que estivesse certo que teria se arrependido mesmo se não o tivesse feito. Mas naquele instante, sua aparência no espelho com certeza mostrou para ele -pelo menos para ele- que Dino deixou todos os tipos de marca no rapaz de 18 anos. Que ele era o submisso, que foi do italiano, que era, que era sensível, que se entregou, que não resistiu, que... Que de todas as formas, Hibari Kyouya, Guardião da Nuvem dos Vongola -ainda que não aceitasse o título- ficou sim com um homem, pois não deveria existir mulher na Terra para deixar tais marcas em um homem como ele (a não ser que fosse sadomasoquista).

Ficou comprovado para si em frente ao espelho um dia atrás que ele foi completamente- Dominado.

Pensando em tudo isso, viu Dino sorrir e assentir com a cabeça.

-Vou pedir algo pra você, Kyouya. Mas estamos quase chegando, e um banquete deve estar nos esperando.

Hibari assentiu com a cabeça. Ele dava graças a Kamisama por voltar justamente a um país bem frio, assim teria bons motivos para usar cachecóis e qualquer coisa que cobrisse todo seu corpo.

Assim a única parte desprotegida de seu corpo seriam seus lábios... Que por sua vez já não conseguiam desviar do italiano.

Continua

Notas finais
GOMENNNN! Gomen, pessoal fiquei uma semana sem computador, porque a sala de leitura fechou e eles não ligaram o Wi-Fii da escola nem um diazinho. Mas eu tava demorando mesmo pra escrever esse capítulo. Por isso me perdoem.
De qualquer forma, tá mais ou menos? Eu não foquei nada direito, mas admito que gostei dele. Vocês dariam suas opiniões? Thanks! Até mais minna, obrigada por lerem!