Imagine - stray kids
24 . Jeongin +18
Notas iniciais
Meu sorriso rasgadinho.
Estou no intervalo do meu trabalho, sentada no andar de cima da cafeteria onde sou apenas uma mera balconista e eu adoro essas pausas que temos, pois fico de bobeira tomando um café despreocupada olhando para o lado de fora enquanto crio trocentas teorias de como minha vida seria se tudo tivesse saído como planejei.
Acontece que tudo deu errado para mim, e a vida parou de me sorrir como costumava ser e aqui estou eu, recomeçando, juntando os meus cacos e me reinventando uma vez que depois que consegui o emprego aqui, consegui alugar um apartamento e agora estou de fato sozinha e independente, tão sozinha que às vezes sinto falta de um colinho para me aconchegar e a teoria na qual estou trabalhando agora é que se eu tivesse respondido à mensagem que certamente veio a mim por engano eu talvez tivesse um date no sábado à noite.
Recebi essa mensagem há uns dois dias, e desde então todo dia olho para ela e dou um leve suspiro, a mensagem é singela, mas é gostosinha e me leva a muitos lugares na imaginação:
“Número desconhecido:
Te acho tão linda.”
Só isso, mais nada.
Não tem um nome, uma pista que seja, nada!
E depois que a recebi também não teve mais nenhuma outra mensagem, o que me deixou pensativa.
Eu sinceramente acho que alguém mandou essa mensagem para o número errado, na minha teoria a pessoa percebeu que cometeu um erro e corrigiu tudo enviando para o número certo, eles devem ter marcado um encontro e provavelmente agora são um belo casal, seja lá quem forem.
E a minha vida? Segue solitária, fazer o quê? Ninguém me “acha tão linda” a ponto de querer me conhecer e ter algo comigo.
Meu tempo de intervalo está acabando, então respiro fundo, coloco um belo sorriso no rosto e volto ao meu posto, afinal, é para isso que estou aqui e não para devanear sobre a vida alheia.
[...]
O dia passou depressa, mesmos clientes de sempre, inclusive um grupinho de amigos que todo dia exatamente as dezoito horas veem a cafeteria, fazem os mesmos pedidos e ficam até a hora que fechamos, eles conversam, riem alto, jogam no espaço reservado para isso e paqueram muito.
Sério, eles paqueram para valer, sejam clientes ou funcionários daqui, o que é engraçado de ver, bom, pelo menos três deles, o quarto parece ser mais tímido.
É um fofo, e senhor, como é lindo, o sorrisinho dele faz com que seus olhos virem dois risquinhos e eu perco o ar sempre que vejo.
Enfim, de todos ele é o mais retraído, mas também o mais fofinho e secretamente eu o chamo de meu sorriso rasgadinho.
[...]
Hora de ir, vou me trocar, pego minha bolsa e dou uma rápida olhada no meu celular que para minha surpresa tem uma nova mensagem daquele mesmo numero de dois dias atrás:
“Número desconhecido:
Desculpe se estou sendo chato, mas hoje você estava ainda mais linda.
Uma pena não ter ficado curiosa em saber quem eu sou e me respondido.”
Tá legal, essa me pegou.
Mas enfim resolvo desfazer esse engano de uma vez e avisar para seja lá quem for que as mensagens dele estão indo para o número errado, então, sem pensar demais, começo a digitar:
“Me:
Olha, eu sinto muito.
Mas acredito que suas mensagens estejam indo para o número errado.”
Começo a sair do almoxarifado me direcionando uma última vez para o balcão onde o Jinnie está me esperando para irmos embora e no caminho sinto meu celular vibrar.
“Número desconhecido:
Ah, então foi por isso que não me respondeu?
Por achar que foi um engano?
Não foi engano, eu juro, eu te acho muito linda mesmo.
E adoro quando está com esse sobretudo.”
Certo, que coisa estranha.
Não tem mais clientes aqui, como ele sabe do meu sobretudo?
A pessoa da mensagem é um stalker? Que medo!
— Que foi ursinha? Tá pálida mulher.
— Jinnie, você e seu namorado estão aprontando algo?
— Não, por quê?
— Nada... deixa quieto.
— Eu hein, você é mesmo doidinha como o Lino sempre diz... — Ele passou o braço pelo meu ombro e sorriu bobo — Vamos? Meu coelhinho está nos esperando.
— Cero, então vamos ele odeia esperar.
Dei uma última verificada, tudo certo então fomos embora, a noite estava muito fria, eu não via a hora de chegar em casa e me enrolar em um cobertor quentinho.
[...]
Jeongin POV
— Eu não acredito que vocês fizeram isso! Estou muito puto com vocês, sério Felix não ri não!
Meu amigo australiano não parava de rir da minha cara de incredulidade, quero socar ele, mas não vou ele é lindinho demais.
— Innie você faz a gente ir nessa cafeteria todo santo dia só para ver a atendente, você gosta dela, Innie, então, por que não?
— O Sunguie tem razão bebê raposa, nós só estamos dando uma forcinha para o amor de vocês.
— Ela nem sabe que eu existo Minnie, vocês três me pagam, não podiam ter mandado mensagem para ela assim... pera aí como conseguiram o número dela para começar?
— Eu pedi para o outro atendente, como é mesmo o nome dele?
— Hyunjin Lixie, e ele tem namorado então quieta o facho.
— Mas eu também namoro ué, namoro vocês três.
— A gente não namora Lixie, não endoida.
— Mas a gente poderia Sunguie.
— Céus eu estou cercado de malucos, e não tentem sair do assunto, como vou encarar ela agora hein?
— Encarando ué, meu deus como complica. — O Seungmin vem até mim e me abraça. — Olha Innie nós começamos isso por ver o quanto você está afim dessa moça, mas agora é com você, e você precisa fazer algo.
— O Minnie está certo, cadê seu celular?
— Na mesa, mas não vamos mais falar nada, ela não responde porque certamente tem medo, elogiar o sobretudo foi coisa de stalker pervertido.
O Felix pegou meu celular e eu gelei o sorrisinho que ele dava era muito suspeito.
— E se eu te disser que ela respondeu ao stalker pervertido?
— Sério?
— Uhum.
Nos juntamos os quatro e o Lixie passou o celular para mim.
“Atendente URSINHA:
Se não foi um erro, como conseguiu um número?
Agradeço o elogio, mas olha isso está estranho, como você sabe como estava vestida hoje?”
— Ai caramba! — O Sunguie falou empolgado. — Tá aí, ela cedeu, agora conversem Innie, chame ela para sair!
— Mas já Sunguie? Não é melhor falar um pouco mais? — O Lixie perguntou pensativo e eu apenas encarava os três ali comigo.
— Cedo não é, pelo tanto de tempo que nosso bebê raposa gosta dela, mas acho que esclarecer as coisas seria um bom primeiro passo né?
— O Minnie tem razão, já que ela respondeu vou explicar tudo a ela.
— Você vai dizer que gosta dela Innie? Que legal! — O Lixie falava tão empolgado que me assustou.
— Não, eu não vou fazer isso, só vou falar que meus amigos fizeram isso para me zoar e acabou.
— Nem fodendo! — O Sunguie pegou o celular da minha mão. — Por que diabos você vai fazer isso? Tá loucão raposinha?
— Devolve isso aqui Jisung!
— Calma Innie e Sunguie passe isso para cá? — O Minnie nos acalmou e me encarou. — Innie, amor, se você fizer isso ela vai ter certeza que foi um engano, pode perder o interesse, então, porque não conversar com ela mais um pouco, chame ela para sair e aí você explica tudo.
— Você acha mesmo Minnie?
— Sim, eu acho.
— Me devolve meu celular.
— Aqui, seu bravinho, mas vai responder ela na nossa frente, se você der para trás nós vamos ligar para ela na mesma hora.
— Tá, que seja... vou responder.
Sentei no sofá e meus amigos ficaram m volta de mim, pareciam urubus na carniça e eu me senti paralisar.
— Precisa mesmo ficarem me olhando assim?
— Dá para responder à menina logo?
O Sunguie é o mais impaciente de nós, então antes que ele viesse para cima de mim respondi à mensagem.
“Me:
Desculpe ter sido invasivo, mas consegui seu número com o balconista.
E foi assim que soube como estava vestida, eu estava na cafeteria.”
Não demorou nada ela me respondeu, e pelo pulo que dei meus amigos notaram na hora.
— Ótimo ela não é enrolona, gostei. — O Sunguie falou sorrindo e fazendo o Seung sorrir também.
— E aí Innie? O que ela disse?
— Vou ler agora Lixie... que vergonha mano...
“Atendente URSINHA:
Ah nossa, você estava aqui?
Você é mesmo um stalker então... rs.
E quanto ao Hyunjin, deixe ele comigo, ele me paga depois.
Mas vem cá, se você estava na cafeteria, pode me dizer quem era?”
— Ah, gostei dela, parece ser uma fofa igual a você Innie.
— Meu deu Lixie para de viajar, já deve estar casando os dois. — O Sungue falou sorrindo para o Lixie.
— Parem com isso vocês dois, o Innie tá nervoso.
Eu não respondi meus amigos, apenas mandei mensagem para ela.
“Me:
Não, por favor, eu não sou um stalker, eu só te acho muito linda mesmo.
Sério fiquei encantado desde a primeira vez que te vi.
E não brigue com o seu amigo, tenho certeza que ele só quis ajudar a mim.
Vou te dar uma dica de quem sou, vou aí todos os dias com meus amigos e ficamos até fechar.
PS: Ficamos por que eu quero te ver por mais tempo, e eles me apoiam.”
Digitei tudo, mas não cliquei em enviar.
— Hei! O que foi bonitão? Envia logo isso!
O Sunguie pulou em mim e ele mesmo enviou.
— Minnie!
Estava feito, agora basta ela descobrir qual de nós é o que está falando com ela.
[...]
Atendente POV.
Estou em casa e o Hyunjin veio para cá com o Lino, vamos fazer a noite dos filmes e agora eles estão me encarando de forma estranha.
— Com quem minha ursinha está falando aí hein?
— Não é com os meninos que pediram o número dela para você, amor?
— É amor? — Falo ironicamente encarando o meu amigo. — Não seria com eles que eu estou falando Hwang Hyunjin?
— Coelhão! Eu te falei que ela não sabia amor... — Ele fez um bico enorme, eu teria rido da cara dele se não estivesse tentando me manter séria.
— Ah é me desculpe lindeza minha! — O Lino deu um selinho no Jinnie, dois fofos.
— Nossa vou vomitar... E você Jinnie, o que deu na sua cabeça de dar meu número assim?
— Você viu aqueles meninos? Tão fofinhos... se forem uma gang, eles são ótimos mesmo no disfarce viu.
Revirei os olhos e o Lino gargalhou, eu confesso que o namorado do meu amigo (meu amigo também) é bem maluco e assustador às vezes, mas é um amor, então eu relevo.
Encarei à última mensagem que recebi e depois olhei meu amigo.
— Jinnie, qual deles te pediu meu número? Como eu vou saber qual deles me acha bonita?
— Todos eles te acham bonita ursinha, nós te achamos bonita, todos te acham bonita.
Joguei uma almofada nele que gargalhava.
— Três deles vieram juntos, pareciam estar aprontando, então acho que eles fizeram isso pelo seu quarto amigo, o fofinho que sorri com os olhos.
Meu coração disparou, será que justamente o que acho mais lindo de todos é o que me acha bonita? Será que é com ele que eu estou falando?
Sem muito mais para pensar mandei outra mensagem.
“Me:
Vamos combinar o seguinte; se eu acertar qual de vocês está falando comigo vamos sair juntos amanhã, pode ser?”
Estava feito, agora vamos ver o que ele me responde, afinal as vozes da minha cabeça ainda gritam que isso é um grande equívoco.
[...]
Jeongin POV.
— Ai meu deus, ela já quer saber quem sou eu.
— Ah, eu gostei mesmo dela, vai amigo, agora é só deixar rolar, quem sabe você não será o primeiro de nós a namorar hein?
— Felix, sua empolgação me dá nos nervos às vezes.
— Vocês dois parem com isso, diz aí Innie o que ela falou?
— Que vai tentar descobrir qual de nós está falando com ela, e se ela acertar sairemos amanhã.
— Nossa, confiante ela, gostei também viu...
— Mas e como ela vai tentar descobrir? Nem sabe quem somos.
— Vou perguntar.
“Me:
E como isso vai funcionar?”
Mais uma vez ela respondeu sem demoras, fazendo meu estomago revirar de emoção quando recebi sua resposta.
“Atendente URSINHA:
Me mande uma foto dos quatro, vou circular o que acho que é e você me diz se eu acertei.
Mas não vale roubar hein.”
Enquanto eu lia a mensagem dela, os meus três amigos já foram escolhendo a foto para mandar.
— Aqui, manda essa. — O Minnie falou, me deixando surpreso.
— Nessa a gente tá lindão mesmo, mandou bem Minnie.
— Meu cabelo nem tá mais vermelho. — Falo pensando se deveria mandar aquela foto mesmo.
— Mas a carinha de anjo tá aí, então agiliza.
O Sunguie falou e sem me contrapor muito mandei a foto.
“Me:
*FOTO*
Desafio aceito, agora é com você.”
— Pelo jeito esses dois combinam mesmo...
— Fica quieto Sunguie, tô nervoso...
[...]
Atendente POV.
— E aí ursinha?
Eu encarava a tela do meu celular esperando uma resposta, já nervosa, achando que ele desistiria, até que o sentir vibrar em minha mão.
— Ai meu deus como eles são lindinhos... — O Lino fala, eu nem vi que ele estava atrás de mim.
Sorri soprado e encarei o Hyunjin.
— Amigo, tem certeza que esse aqui não estava junto deles?
— Tenho ursinha, foi para ele que eles pegaram o número, tenho certeza.
— Então lá vai.
Circulei o meu sorriso rasgadinho e reenviei a mensagem.
“Me:
*FOTO*
Acho que é esse que está falando comigo.
E aí eu acertei?”
Minha mão tremia, eu estava gelada e muito ansiosa, até que meu celular vibrou.
“Número desconhecido:
Você acertou sim, prazer, meu nome é Yang Jeongin.
O que acha de nos encontrarmos amanhã as dezoito perto da cafeteria onde trabalha?”
Me senti eletrizar, então era o meu crush esse tempo todo?
— Yang Jeongin! — Falei sorrindo enquanto alterava o número dele na minha agenda e meus amigos ficaram com sorrisinhos bobos, que eu nem dei trela e fui logo responder o Jeongin.
[...]
Jeongin POV.
Eu estava apreensivo, mas agora também não tem mais volta, meus amigos estão tão tensos quanto eu, e em outra ocasião eu riria de tudo isso, mas agora nem passa pela minha cabeça sorrir...
Meu celular vibra, é ela respondendo e eu quase tive um infarto.
— E então Innie, o que ela disse?
— Pera aí Minnie, vou ler.
“Atendente URSINHA:
Estou feliz de ter acertado Jeongin, e só para saber eu também te acho muito lindo.
Estarei amanhã as dezoito em ponto na cafeteria, pode me encontrar lá dentro e depois iremos onde quiser.
Ps: O prazer é todo meu, e meu nome é Jo Mi-seon.
Até amanhã, Jeongin.”
— VENCEMOS!!! — O Sunguie falou todo animado.
— E ela te acha lindo também Innie, mas ela seria doida se não achasse né? Você é lindo mesmo... — O Lixie falou me abraçando.
— É o nosso bebê raposinha cresceu...
Eu ainda ouvi o Seungmin de longe, e comecei a entrar em pânico...
Eu cresci? Vou ter um date? E o que se faz em um date? Ai um deus eu vou morrer.
— Gente o Innie vai ter um troço...
— Segura ele Sunguie, vou buscar água.
— Mas essa agora... Hei, Innie o que foi cara?
— Gente, e se a gente se beijar?
— Tenho certeza que vocês vão gostar... — O Lixie me deu a água. — E dependendo de onde estiverem podem até avançar para o próximo passo...
Senti meus olhos querendo sair das órbitas.
— Lixie tá maluco? Quem transa no primeiro encontro?
— Hoje em dia? Todo mundo, é só ter o clima certo, e querer... se os dois quiserem vai rolar.
— Vocês podem parar com isso? É sério, não estão me ajudando.
— Virgem você não é Innie, então o que tá pegando?
— Gosto dela, Sunguie, nada pode dar errado, não quero perdê-la.
— Você não vai raposa, é como o Lixie falou, hoje em dia isso pode acontecer normalmente, é só você ficar atento, se for para acontecer acontecerá acredite, então leve camisinha com você está bem? Respire fundo e curta o momento.
— Vou me deitar...
— Ah não vai não, vamos ver nossos filmes e comer pizza.
— Tá bom Lixie, vou ficar..., mas nada de ficarem falando disso, eu preciso me acalmar.
Meus amigos concordaram e a noite seguiu normal, mas por dentro eu estava em pura euforia, finalmente vou sair com a minha Mi-seon, e em algum momento que eu não notei qual foi pude ver o Lixie entre o Sung e o Seung e os três estavam de mãos dadas, eles já namoram, mas às vezes parece que só eu sei disso.
Enfim, eles são meu trisal favorito no mundo todo, eu amo muito meus amigos.
[...]
Mi-seon POV
— Nossa ursinha tem um encontrooooo!
— Vivaaah!
— Vocês dois querem parar com isso?
— Eu até queria, mas você tem noção do tanto de tempo que vejo você toda boba pelo seu sorriso rasgadinho?
— Ela o chama assim lindeza?
— Sim coelhudo, o tempo todo, ela nem me deixa servir a mesa dos amiguinhos só para poder olhar de perto o sorriso dele.
— Aaah entendi, então amanhã nem vamos poder vir para cá né, amorzinho? A nossa ursinha estará muito ocupada com seu sorriso rasgadinho por aqui...
— Como assim? Vocês estão doidos?
— Claro que não, o meu coelhudo ta certo, com o tempo que vocês dois estão se cozinhando, amanhã tem tudo para ser uma noite e tanto.
— E nós sabemos o quanto você fica mais à vontade estando em casa.
— Vocês acham que eu deveria chamar ele para vir aqui?
— Ursinha, se ele for legal, e vocês estiverem se curtindo, por que não chamar?
— Concordo com meu Jinnie, veja só nós dois, ele me convidou para cá também no nosso primeiro date.
— Dois caras de pau isso, sim, nunca vou me esquecer do susto que levei, parece até que vocês não tinham casa, ou que ainda não tem porque não saem daqui.
— Sua casa é gostosinha de ficar ursinha.
— Sei...
— Mas e aí? Vai chamar ele para vir para cá?
— Talvez Lino, depende de como vai ser.
— Tenho certeza que vai ser bom, deixarei camisinhas na sua cabeceira.
— Meu senhor...
— Não reclama, você é nossa ursinha, meu lindo e eu só estamos cuidando, inclusive se ele for um vacilão já sabe né?
— Sei sim Lino, vou ligar na mesma hora para vocês me salvarem.
— Ótimo, agora vem, deita aqui com a gente, o filme vai começar.
Minha noite foi tranquila, e divertida, mas por dentro eu era a pura gelatina de tão ansiosa que já estava.
[...]
Faltando cinco minutos para as dezoito horas do dia seguinte.
— Lino, você veio aqui só para encarar ele?
— Sim amor, quero ver como ele vai tratar nossa ursa.
— Aí coelhão você é um amor sabia? Eu te amo.
— Te amo também lindo.
— Vocês dois estão me deixando nervosa, dá para parar de encarar a porta por favor?
— Vou segurar meu coelhudo ursinha, tome aqui, cortesia da casa.
O Jinnie me deu o meu café favorito e o café que o Jeongin sempre pede quando vem aqui.
— Seu chefe sabe que está distribuindo café assim Jinnie?
— Claro que sei, eu que pedi para o meu lindo fazer tá.
— Obrigada senhor Lee Minho.
— Para de ser idiota, vai lá esperar seu príncipe.
Me afastei dos dois assim que eles me deram beijinhos de boa sorte, e na minha mente pensava que sorte mesmo era eu os ter na minha vida, pois eles sempre cuidavam muito bem de mim.
Me sentei e não demorou muito o Jeongin entrou na cafeteria, ele estava lindo, perfeito eu diria, e assim que me viu sorriu largo em minha direção e veio se sentar comigo.
— Oi, Mi-seon... — Ele disse um tanto tímido e esperou que eu dissesse algo.
— Oi, Jeongin, senta um pouco, ganhamos café, vamos tomar e depois estou em suas mãos.
Falei o mais despretensiosamente possível, mas ele corou, meu deus como ele é lindo.
— Ganhamos café? — Ele falou se sentando e me mostrou algo que trazia. — Para você, espero que goste.
Ele me entregou uma rosa linda e uma caixinha pequena e pelo que pude ver, era de chocolates.
— Que lindinho Jeonginnie, não precisava se preocupar... — Cheirei a rosa e guardei meus bombons. — E sim, além de trabalhar aqui sou amiga dos donos, quer dizer o Hyunjin namora o dono, e eu sou amiga deles há anos já.
— E eles nos deram café, — o Jeongin olhou o copo dele. — E é o meu favorito.
— Sim, o Jinnie presta muita a atenção nos clientes então ele decora com facilidade os gostos.
— Entendi... me lembre de o agradecer depois.
Nós dois estávamos sem jeito, mas eu decidi não deixar o assunto morrer.
— Agora me conte, por que pegou meu número com o Jinnie?
— Bom, terei que ser sincero com você Mi-seon, meus amigos que pediram seu número, no começo eu não sabia de nada, eles me viram todo bobo por você e quiseram me ajudar, eu sinto muito pela confusão.
Eu estava ainda mais encantada nele, e ele falava tudo de um jeitinho tão educado e fofo, aí... estou perdida.
— Por favor não se desculpe Jeongin, eu realmente gostei de falar com você e estou realmente gostando de estar aqui com você.
— Tem certeza? Não quero que se sinta mal, o que eles fizeram...
— Foi um erro? Então a mensagem era mesmo um erro?
Brinquei com ele que de início parecia que ia desmaiar, mas ao me observar sorrindo ele relaxou e sorriu também.
— Não foi um erro Mi-seonnah, na verdade, foi o maior acerto de todos, até que enfim meus amigos deram uma dentro.
Seguimos conversando e trocando sorrisos até que nosso café acabou.
— Mi-seonnah...?
— Hum?
— Vamos continuar nosso date?
— Claro... como disse estou em suas mãos agora Jeonginnie.
Sorrimos bobos um para o outro, até agora nossa conversa havia sido muito agradável, mas sim eu estava ansiosa para continuar a noite com ele.
— Então vamos, vou te levar em um lugar.
Ele levantou e estendeu sua mão para mim e eu a peguei, e então de mãos dadas saímos do café.
[...]
Hyunjin POV.
— Você viu isso coelhudo? Eles saíram de mãos dadas! — Eu só não falei gritando por estar trabalhando e meu coelhinho lindo sabia disso.
— Vi sim, lindeza, esses dois vão acabar essa noite na casa da nossa ursinha...
— Será?
— Você duvida amorzinho?
— Nãão...
— Lindo! E quando terminarmos aqui você vai para a nossa casa comigo entendeu?
— Acho que vou me mudar e morar com você de vez.
— Ai meu coração! É o meu maior sonho, amor, você sabe disso.
— Então está decidido, vamos finalmente morar juntos.
— Te amo lindão.
— Também te amo meu coelhudo.
[...]
Mi-seon POV
Saímos da cafeteria e o Jeongin me levou até seu carro, era uma BMW X7 azul, e eu só sei disso por esse ser um carro dos sonhos para mim.
Não me surpreendeu ele ter um, pois pelo pouco que conversamos eu já entendi que diferente de mim ele vinha de uma família bem mais abastada, na verdade, só dele ter uma família ele já estava no lucro, pois tenho apenas o Jinnie e o Minho por mim, e é por isso que eles cuidam tanto assim de mim.
Enquanto íamos ao lugar escolhido pelo Jeongin ele me contava entusiasmado sobre si, mas parecia se entusiasmar ainda mais quando eu falava qualquer mínima coisa sobre minha vida e isso era notável e muito adorável de sua parte.
— Nossa, mas você canta e toca piano? Mi-seonnah isso é incrível, uau... você é ainda mais maravilhosa do que eu imaginava.
— Jeonginnie, pare com isso ou eu vou acreditar em suas palavras, e isso pode ser um caminho sem volta para mim. — Falei em um tom de brincadeira, mas, no fundo, eu estava completamente amedrontada com tudo aquilo.
O Jeongin parou o caro, aparentemente chegamos, mas antes de falar qualquer coisa ele segurou em minha mão e me olhou bem nos olhos.
— Mi-seonnah, acredite em mim por favor, acredite nas minhas intenções, e no meu coração, acredite em como meus olhos te enxergam e por favor acredite no tanto que sonhei em estar assim ao seu lado.
Aquilo me comoveu bem mais do que eu imaginava, e parados ali sem nenhuma plateia para observar o que estava por vir, selamos nossos lábios em um beijo carinhoso, calmo e apaixonado.
Sim, estávamos mais apaixonados do que podíamos prever, e o tanto que nossas almas se conectaram não há livro nesse mundo que possa explicar.
O Jeongin pediu passagem com sua língua e eu a dei, era como se nossos corpos se conectassem e nossas almas se reconhecessem, e ali ficamos por mais um tempinho, o cheiro dele me tomava e eu me sentia completamente feliz.
— Jeonginnie, seu beijo é tão bom.
Com as nossas testas ainda coladas, sorrimos.
— Ele só é bom por ser compartilhado com o seu, nosso beijo é a melhor mistura que eu já provei, e posso te dizer que eu facilmente me viciarei nele, assim como já sou viciado em você.
Eu respirava ofegante, a voz densa e grave do Jeongin quase me fez titubear, mas me mantive firme, tudo estava perfeito e eu não queria que essa noite acabasse nunca.
— Nós chegamos Innie?
Ele sorriu por eu finalmente me render e chamá-lo assim.
— Cegamos Seonnah, vamos jantar?
Ele havia me levado a um restaurante chic.
— Vamos sim. — Sorri sem graça e ele pegou levemente em meu queixo.
— Tenho certeza que você vai amar o lugar.
E eu realmente amei, comemos muito bem, bebemos um pouco também, e o Innie me tratava com uma princesa.
— Se quiser pedir qualquer outro prato, por favor Seonnah pode pedir está bem?
— Está sim Innie, obrigada.
— Você tem o sorriso mais lindo do mundo, sabia?
— Infelizmente terei que discordar de você, o seu sorriso que é o mais lindo, eu amo quando seus olhinhos se fecham por você estar sorrindo, fico toda boba.
— Então já sei o que fazer para te ganhar. — Ele falou enquanto acarinhava minha mão.
— Talvez Innie, você já tenha me ganho.
Nos olhamos cúmplices e sorrimos um para o outro, a noite estava divina e o jantar foi um sonho do início ao fim.
[...]
— Vou te levar em casa, vamos?
— Sim, vamos.
Meu peito acelerou, estava agora em minhas mãos se a noite acabaria assim ou se seguiríamos juntos por um caminho mais intenso e durante todo o percurso, nós conversamos muito mais, trocávamos pequenos gestos de carinho e cantamos nossas músicas favoritas juntos e até vimos que temos um gosto musical bem parecido e que as divergências eram inusitadamente boas para ambos que acabamos por colocar músicas novas em nossas playlists.
— Com certeza sempre que essa música tocar, eu vou me lembrar de você na hora Seonnah.
— Vai se lembrar mesmo de mim, Innie?
— E não só por causa da música, acredite.
[...]
Alguns minutos mais e chegamos no meu apartamento, ele parou seu carro do outro lado da rua e eu dei graças, pois ali o carro poderia ficar sem atrapalhar a entrada do prédio caso eu tomasse a coragem necessária para dar o próximo passo.
— Bom, está entregue! — Ele falou sorrindo, mas nitidamente nervoso. — Obrigado pela noite maravilhosa Seonnah, e se você me permitir eu quero muito poder sair com você mais...
— Quer subir comigo Innie?
Eu não sei de onde tirei essa coragem, mas uma coisa era certa, eu não queria me despedir dele, não ainda...
— Você tem certeza? Quero dizer, não está cansada de mim já?
— O quê? — falo sorrindo — Não Innie, muito pelo contrário, só de pensar que você vai embora, eu fico triste, mas se você achar melhor não subir eu...
— Vamos subir Seonnah, e eu te agradeço mesmo por não me deixar ir.
Descemos do carro e ele novamente pegou em minha mão estava assim por toda a noite e eu estava adorando isso, era tão bom estar assim, mas melhor ainda era o fato de poder estar assim com o Jeongin.
— Pode entrar, fique à vontade Innie.
— Obrigado.
Tiramos nossos sapatos e colocamos as pantufas, por sorte o Jinnie deixava sempre um par de pantufas limpas dele aqui.
— Sua casa é muito linda, bem aconchegante.
Estávamos nervosos, parecíamos dois virgens prestes a perder a virgindade juntos, mas pelo que falamos durante a noite, nós dois já não somos mais assim.
— Quer beber alguma coisa?
— Água, por favor.
— Está bem, vou pegar fique à vontade.
Enquanto eu colocava água para ele, eu o via olhando minhas fotos, depois ele me olhava e sorria.
— Do que você tanto ri Innie?
— Suas fotos, você é tão linda Mi-seonnah, não importa como, você está sempre perfeita.
— Tão galante..., mas aposto que com você é o mesmo.
— Não mesmo, minhas fotos não são bonitas.
— Duvido muito viu.
— Quando eu te levar em casa você vai ver, eu não chego nem perto de ser como você.
Então era isso? Ele pretendia continuar nossa história? Vai me levar em sua casa?
Tá aí, gostei!
— E com certeza eu vou amar tudo que eu vir de você.
Ele bebeu sua água e me devolveu o copo, e quando eu me virei para levá-lo a cozinha ele me abraçou por trás, um gesto gostozinho que permiti que continuasse, e enquanto eu ia até a pia ele ia cheirando meus cabelos, meu pescoço e com isso me senti arrepiar inteira.
Coloquei o copo na pia e ele me virou de frente para si no mesmo instante.
— Eu quero muito te beijar de novo Seonnah.
— Então não passe vontade Innie.
Nos envolvemos em um beijo, e diferente do nosso primeiro beijo esse foi muito mais intenso.
Ele me colocou de costas para pia, mas protegeu meu bumbum com suas mãos, na verdade, ele poderia estar me apertando se quisesse, mas não o fez, não de imediato, ele apenas deixou suas mãos entre meu bumbum e o mármore da pia, e seus lábios macios e quentes me levavam a loucura.
Até que ele se rendeu e me apertou, me levando assim para ainda mais perto de seu corpo, e eu me senti delirar.
Minha mente viajante ia a muitos lugares enquanto nos beijávamos, o beijo intenso do Innie fazia com que o mundo a nossa volta parecesse razoável...
Parecia fazer muito mais sentido quando meus lábios eram envolvidos pelos dele.
Sem sair do beijo ele foi me levando dali, me tirando da cozinha e me levando para a sala, e eu me deixei levar.
Suas mãos grandes caminhavam em mim com determinação e foco onde o sentido de tudo era me entorpecer, e estava funcionando, eu já me via completamente entregue a ele, e nós dois já nos encontrávamos ofegantes.
Ele sem querer bateu no sofá comigo e nós dois caímos nele, ele virou nossos corpos na queda para que eu caísse por cima e não o contrário, lindo, ele queria me proteger.
— Se machucou minha linda?
— Não meu lindo.
Sorrimos mais uma vez juntos, e aquilo parecia cada vez mais ser o nosso natural.
— Então acho que vou voltar a te beijar. — Ele falou e eu levei meus lábios para bem pertinho dos dele.
— Ah vai? Você gostou de me beijar Innie?
— Se eu gostei? — Em um gesto cauteloso ele me virou no sofá, ficando assim por cima de mim. — Seonnah, u já estou viciado no seu beijo, o que eu posso fazer? Se quando você me beija tudo fica tão... — Ele parecia buscar alguma palavra e eu acabei não resistindo e mordendo o lábio inferior dele que sorriu com meu gesto. — Macio...
— Macio? Isso parece bom...
— Isso é perfeito minha linda, te beijar é perfeito, é como gostar de viver.
Sem mais nada dizer ele avançou novamente em mim para um beijo, nos rendemos, nos entregamos para valer um ao outro, e de olhos fechados eu custava a acreditar, minha boca e a dele juntas, eu nos via em minha mente, e tudo que eu sentia era o Jeongin, até que literalmente eu o senti, mais abaixo algo se mostrou presente ali e ele em um gesto involuntário o apertou contra meu corpo, e eu pude sentir ainda mais o seu desejo por mim, por nós...
Abri meus olhos e o vi tão perto, tão entregue, e me perguntei onde é que foi parar o resto todo do mundo?
Simplesmente nada mais existe a não ser nos dois aqui e agora.
— Innie, vamos para o meu quarto?
— Você quer mesmo que eu vá? Podemos parar por aqui e deixar isso para depois, eu não quero que você se sinta forçada a nada, minha linda.
— Mas eu não me sinto forçada, eu quero isso, Innie, mas entendo se você não quiser...
Meu semblante não entristeceu, porque era verdade, eu o entendia.
— E quem disse que eu não quero? — Ele me olhava bem dentro dos olhos. — Mi-seon eu a quero demais... e-eu, eu mal consigo te dizer o quanto.
— Eu também o quero assim, mesmo que para o mundo todo isso possa ser precipitado, eu não ligo, eu quero estar com você Innie.
Ele se levantou e em seguida me pegou no colo e eu dei um leve gritinho pelo susto me agarrando a ele que sorria lindamente para mim.
— Mi-seon, você quer namorar comigo?
— Jeongin, eu quero, sim, namorar você!
— E namorados se amam de todas as formas possíveis, não é meu amor?
— É, sim, meu amor.
Sorrimos igual a dois bobos.
— Onde fica o seu quarto?
— Corredor a esquerda, última porta a direita.
Ele me deu um selar no rosto e seguimos para o quarto.
Quando entramos ele me levou direto para cama, e pode ser mais um devaneio meu, mas o seu olhar mudou completamente no curto percurso que fizemos da sala até aqui.
Seu olhar agora estava mais intenso ainda, eu conseguia ver o tanto que ele me desejava e eu quis que ele soubesse o quanto eu o desejava também.
— Innie, eu te quero agora, como nunca imaginei ter alguém antes...
Eu o beijava e aproveitei para tirar sua camisa, deixando-o só de regata, o olhei com todo o desejo e avancei nele para tirar a regata também e ao fazer isso mordi o seu ombro, o que arrancou dele um gemido sôfrego.
— Acredite em mim amor, minha Mi-seonnah, eu também te quero assim, pelo que pude ver nosso desejo um pelo outro é mais que profundo...
— Aaaah...
Gemi alto para ele, pois assim que ele falou aquilo ele levou sua mão em minha intimidade e a apertou, fazendo seus dedos se aprofundarem por cima do jeans da minha calça, ele estava me mostrando o quanto me queria, e eu estava pronta para me entregar a ele.
— Me faça sua Jeongin, por favor, me faça sua...
Ele sorriu largo, e mesmo que a fofura do seu sorriso ainda estivesse ali, agora seu semblante era desejoso, e seu sorriso tomava um ar de malícia pura.
— Eu farei como me pede... deita amor vou tirar nossas roupas.
De um jeito envolvente ele começou a nos despir e cada movimento minucioso dele deixava uma marca em mim, fosse na pele que ele apertava com gosto, fosse na mente que ele fazia questão de quebrar com gemidos intensos e expressões quase pornográficas.
O Yang Jeongin era a perfeição e eu estava completamente a sua mercê.
Ele seguia me encarando.
— Afaste suas pernas para mim amor, me deixa te ver.
Delirei de prazer com aquela simples sentença e assim como ele me pediu, eu fiz, e o olhar que ele lançou em minha direção me levou para muito longe da sanidade.
Eu estava perdida por ele, e queria muito que ele se perdesse em mim.
— Que gostosa...
Ele alisou seu membro olhando para mim com vontade e eu me lembrei.
— Na gaveta Innie, tem preservativo lá.
— Perfeito.
Ele foi até onde indiquei a ele, e trouxe um dos preservativos até mim que o abri e assim como ele sugeriu encapei seu membro lindo e teso e enquanto o fazia ele latejou em minha mão o que me fez respirar profundamente pensando em como seria tê-lo inteiro em minha boca.
— Sei o que pensou, depois vemos isso, pois eu também fiquei curioso, mas agora amor... — ele me deitou novamente na cama vindo por cima de mim e já me dedilhando para sentir se eu estava úmida o suficiente. — Agora vamos te satisfazer primeiro tá.
Ele encaixou seu membro grosso em mim, me adentrando de vagar e assim que se encaixou para o completo ele falou em meu ouvido.
— Agora eu vou foder minha namorada gostosa.
— Innie... aah que covardia...
Ele sorriu vitorioso me encarando enquanto me estocava com vontade.
— Que gostosa, amor...
Ele estava me maltratando a propósito e eu estava amando com força aquela provocação toda e sem me aguentar eu o arranhei nas costas e pelo que senti do seu pau me fodendo ele adorou sentir o arder dos arranhões.
— Você é uma deliciosa perdição Yang Jeongin...
Falei e o apertei entre minhas paredes de proposito e o gemido que arranquei dele me deixou ainda mais extasiada, agora ele viu que eu também sei provocar.
— Porra Seonnah... que delicia, faz de novo amor?
— Você quer mais amorzinho?
— Sim, faz para o seu Innie amor?
O beijei e fui rebolando no seu pau gostoso e assim que senti ele rendido o apertei em mim novamente, e ele gemeu se desmanchando em mim, me estocando com ainda mais vontade e eu estava já chegando no meu ápice.
— Caralho, que perfeita, promete que vai ser minha para sempre?
— Prometo se você me prometer também.
— Você é uma gostosa, uma delícia, minha perfeita, e eu já era seu antes disso tudo, serei seu para sempre minha Mi-seonnah.
As estocadas dele estavam mais intensas ainda e nossos corpos colavam suados e lá em baixo eu sentia o pau dele latejando dentro de mim.
— Eu sou sua agora, serei sua amanhã e continuarei sendo assim, — o apertei pela última vez dentro de mim e nós dois gozamos juntos. — Para sempre Jeonginnie, assim, você e eu...
Ele mal se mexia, mas aproveitou o momento e chupou meus seios o que me fez durar ainda mais no nosso ápice, eu tremia em seus braços em espasmos constantes e ele se apertava em mim de todo jeito que podia.
— Você foi meu maior acerto Mi-seonnah, o maior presente que a vida me deu.
— E você o meu Jeonginnie, sem dúvidas, o meu maior acerto foi gostar de você.
— Te adoro sua linda!
— Também te adoro meu sorriso rasgadinho.
Ele encheu de selares o meu rosto e saiu de dentro de mim, retirou a camisinha, deu um nó e a deixou no lixinho ao lado da cama perto da minha escrivaninha, e depois me abraçou com carinho.
— Innie, dorme aqui hoje?
— Que bom que você me pediu isso, — ele me deu um beijo lento e gostoso. — É claro que durmo aqui com você amor, até porque ainda temos muito o que nos provar.
— E eu não vejo a hora de provar tudinho de você Jeonginnie.
[...]
Agora namoro o dono do meu coração e a vida voltou a sorrir para mim me deixando plena e feliz, assim como o sorriso rasgadinho do Yang Jeongin me faz sentir toda vez que tenho a sorte de o ver sorrir para mim.
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