I'll Protect You
12 Capítulo 11: Happy New Year for Our Friendship
Notas iniciais
Desculpem pela demora,eu acabei pegando recuperação de espanhol (Rola,como estas? rcrcrc) e matematica,para variar.
Feliz Ano Novo! -sqn Espero que gostem,boa leitura!
“Feliz Ano Novo meu amor! Eu espero que esteja aproveitando a neve~. Divirta-se meu anjo! Te amo toneladas e-Oh! Não se esqueça de usar o seu quimono hoje! Eu quero fotos!”
Apertei o botão e deixei o celular cair para o criado-mudo,ao lado da cama . Era o terceiro dia de Ano Novo no Japão ,e digo que não havia muito o que comemorar. Foi a primeira vez que eu passei o feriado sozinha. Mamãe ligou, mas é claro que ela não poderia acompanhar a diferença de tempo e me ligou no meio da noite. Eu bufei,ignorando a chamada e fechando os olhos denovo.
No primeiro dia,fui comer osechi com Kiku e Hiro. Foi bom ter alguém, mas em seguida, eles tiveram que viajar, uma vez que ainda tinham de passar um tempo com suas famílias. Ate pensei em ir no sushi bar Yamamoto,mas deixei pai e filho terem um tempo juntos.
Me reviro novamente,encarando o teto. O ano passou muito rápido, eu ainda conseguia me lembrar como se fosse ontem (literalmente,Ba Dum Tss~). Minha mãe nunca soube cozinhar, então eu sempre preparei as refeições, depois ficavamos a tarde toda sob o kotatsu,conversando. Em seguida, iríamos andar pelas ruas em nossos quimonos de inverno,isso quando nao estavamos viajando,claro. E tudo acabava com um beijo de boa noite,e eu dormia a noite toda, segura e aquecida nos braços dela.
Meu kotatsu foi mal usado e eu ainda não tinha pensado sobre usar o traje tradicional. E tenho certeza que mamãe ficaria brava se eu fosse ver os fogos de artificio de jeans e molenton,ela sempre gostara de vestir-me como se fosse uma boneca. Alias nos nao saimos juntas esse ano,ou seja,sem quimonos novo.
O som da campainha vinda do andar de baixo me interrompeu,gritei.— Estou indo! — Desci as escadas rapidamente,abri a porta e encontrei um homem de uniforme azul segurando uma grande caixa de papelão.
— Boa tarde,você seria ... Kazehaya,Saitou? — Ele perguntou, lendo a prancheta na mão.
Eu olhei para a caixa com as sobrancelhas erguidas,confusa — Isso é para mim?
Ele acenou com a cabeça, com um olhar ligeiramente irritado, me entregando a caixa.
— Espero que seja algo realmente valioso,eles queriam entrega-lo sem falta hoje. Eu tive que tirar um dia das minhasférias por causa deste pacote.
Me desculpei e assinei meu nome sobre a linha do papel. Ele saiu com um grunhido e em seguida pisou fundo na van da empresa.
Colocando a caixa na mesinha de café, procurei por algum endereço, mas não havia nenhum. Tudo o que tinha era o meu número de casa e um selo pequeno. Nada deu sua origem.
Eu rasguei o papelao e explorei entre as camadas de papel de seda vermelho brilhante. Olhei para o conteudo confusa. Dentro havia um bilhete de poucas palavras.
— “Achei que lhe seria util.
Mancherai, mia piccola”
Sem assinatura,mamae sempre deu o endereço...
Acompanhado do bilhete havia um tecido branco abaixo que brilhou com a iluminação. O brilho prateado, tinha um papel azul escuro entre as dobras,onde continha um pequeno pente preto,com pequenas flores frágeis. Peguei o tecido e o estendi,um retrato de flores semelhantes aos do pente voou pelo ar. E por ultimo,um par de chinelos tipo geta da mesma cor no fundo.
Ao provar o quimono,eu senti o toque macio presente na pele. O quimono parecia perfeito. Era como o ceu em um dia nublado,porem mais alegre. Petalas de sakura voando de suas arvores na parte superior e inferior,que tinha detalhes sutis de roxo e azul. A faixa obi era vermelha com detalhes dourados,que se destacou pela cor. Apenas vestindo-o eu pude perceber que o quimono correspondia a minha altura e o comprimento do braço.
Meu celular vibrou denovo,era uma mensagem de Tsuna dizendo para ir na sua casa para uma festa de Ano Novo.
Coincidência? Acho que o Destino discorda.
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— Kazehaya-chan!
— Oh meu Deus!
Eu sorri, um pequeno rubor cruzou meu rosto dei um sorriso meio nervoso. — Feliz Ano Novo!
Kyoko e Haru agarraram meus dois braços, com enormes sorrisos.
— Olhe para a cor! É tão bonito!
— E é tão macio! Sem mencionar seu cabelo! — A morena exclamou,tocando as extremidades dos meus cabelos soltos. — Tradicionalmente se usa preso,mas assim ficou muito melhor!
Haru usava um quimono verde, que foi decorado com flores amarelas e um obi vermelho em volta da cintura, o cabelo habitualmente preso. Kyoko, como sempre era bonita ,cor-de-rosa, e flores decoravam seu quimono,o que combinava com a ruiva.
Me virei pros meninos,fitando Yamamoto que apenas sorria.
Meu rubor cresceu olhando para os olhos cor de chocolate, de alguma forma, ele não me parece tão ingênuo ou alegre. Estava tudo bem nos dias anteriores,mas nas caminhadas ele parecia estranho. Yamamoto era um bom amigo e nada mais...
—Então, Tsuna— Tentei quebrar o gelo. — Por que você nos chamou aqui?
Ele deu de ombros. — Eu não me lembro de convidar ninguém...
O som de engrenagens me fez saltar assustada. Um espaço da estrada abriu-se e uma plataforma surgiu a partir do solo, com um Reborn disfarçado sentado sobre ela.
— Fui eu que chamei voces. —Afirmou, ajustando as mangas de seu quimono festivo, e segurando Leon como uma bandeira.
— Ainda um outro aspecto irracional. —Tsuna disse um pouco irritado.
Reborn apenas ignorou e sorriu, levantando-se de seu pequeno travesseiro —Vejo que está todo mundo aqui. — Ele apontou a bandeira verde. — Estamos prestes a começar a Batalha de Ano Novo da Vongola Family.
Estava curiosa sobre o evento, e não dera muito tempo para Reborn dizer que nossos "adversários" chegaram.
Um grande caminhão, e na parte de trás havia uma multidão de Cavallone’s. Dino estava na frente, sorrindo como sempre.
— Desculpe a demora!
O automóvel parou e subimos um por um,apesar que Tsuna prescisava estar convencido que aquilo era seguro. Yamamoto me puxou até o caminhão. No topo, o meu rosto foi recebido por seu peito, me lembrando o quando eu era baixinha comparando com ele. O cheiro de sashimi e chuva recém-caída presente em suas roupas.
Dizem que se aprende coisas todos os dias. Mas eu estava com medo de Yamamoto, porque ele estava mais interessado nas aulas de Reborn. De qualquer maneira, eu tinha certeza que ele poderia se matar.
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O veiculo parou na praia,uma parte dividida em lados opostos de acordo com a família. Renascer estava no meio,em um estande, muito parecido com o que ele estara antes, mas desta vez com um pano de fundo de um sol nascente.
— Obrigado por ter vindo. — Reborn agradeceu ao estrangeiro.
O mesmo mudou seu olhar de seu velho professor para nós. Ele deu um pequeno sorriso. — Então esta é a sua família... — Ele estuda os rostos,uns mais do que outros. —Vejo que há algumas caras novas...
— Vejo que A Batalha desse Ano Novo vai ser interessante. — O bebê disse esfregando o queixo.
— O que é essa cerimônia? — O adolescente perguntou ainda desconfiado.
— É uma tradição Vongola. — Reborn explicou. — Uma batalha entre aliados para mostrar o entusiasmo para o ano seguinte.
— Batalha? Nós não vamos atirar uns nos outros,certo? — Ele perguntou com um misto de admiração e medo. Para enfatizar, ele fez um pequeno gesto com o polegar e dedo indicador para fora.
— Nao. — Ele tomou um gole de cha e olhou para o estudante divertido— Representantes da familia irao competir em eventos temáticos de Ano Novo.
— Existe algum prêmio? — Perguntei para Dino. Ele acenou com a cabeça. — Há um muito extravagante para a família vitoriosa."
— Entendo,é só um jogo. — Tsuna suspirou aliviado.
Claro,tudo parecia ser inocente,assim como o treino em que eu e Kyoko quase morremos,por isso,comecei a tomar notas mentais de Reborn e seus “esquemas”. Reborn deu uma piscadela.
La vem problema.
— A familia perdedora tem que pagar ¥ 100.000.000. — Reborn adicionou fazendo um sinal com a quantidade de dinheiro.
Suspirei. Eu sabia.... Que loucura.
— Isso não pode ser mudado, é tradição.
Tsuna ficou cara a cara com o menor,uma veia saliente na testa. — Eu nao gosto da maneira que você está falando agora.
Kyoko suspirou ao meu lado,com um ar sonhador. — 100 yens seria otimo, mesmo que seja apenas um sonho.
— Concordo,daria pra comer todos os tipos de bolo!
Haru ergueu o punho — Yeah,vamos ganhar e devemos sair para comer!"
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— A-atchim!
— Kazehaya-chan,você está bem? — Haru perguntou oferecendo um lenço rosa.
Eu sorri. — Ah, não é nada,eu apenas não venho me sentido muito bem desde que o inverno começou.
Ela levantou uma sombrancelha,com um olhar severo. — Basta pedir que te dou uma dose de “Haru Haru do Get Well”! —Ela pegou uma garrafa termica. Que tinha uma aura estranha... lembrando-me do Poison Cooking de Bianchi.
Eu acenei com a mão, empurrando o copo estranhamente quente para baixo. — Ah, não obrigada.
Ela me respondeu com um aceno alegre,e empurrou a garrafa térmica em seu obi. Graças a Deus, eu acho que não vou morrer hoje.
A voz de Reborn cortou o ar,e ele acenou com uma bandeira. —Vamos começar! Eu sou o juiz.
Um sentimento estranho se formando no meu peito, não poderia dizer se era apenas preocupação ou me apenas nervosismo. Era como uma visão cega. Alguém sempre se machucara quando lida com esses eventos.
Dino deslizou os olhos em nossa direcao,eu comecei a notar que aqueles olhos eram gentis ao passarem por seus “oponentes”, não é o mesmo fogo que eu vi quando lutei com os caras da Yakuza,ou com Hibari. Ele sorriu e disse consideravelmente. — Ganhar ou perder, sem ressentimentos, Tsuna.
Se existe algo como um “assasino bonzinho” esse seria Dino,era difícil acreditar que esse cara desajeitado e alegre seja um deles.
Reborn colocou um apito cor-de-rosa nos lábios, deixando que o som alto anunciasse o primeiro evento da Batalha. E fora atendido por um rugido alto, vindo da praia,era um grande crocodilo verde floresta. Sua boca aberta, os pés arrastando-se em nossa direcao.
As meninas (mais Tsuna) gritaram .
— O que é isso?!
— É o nosso primeiro desafio. — sorriu
Eu olhei para a boca do animal enorme,tirando a linha afiada dos dentes de cima e de baixo,sua língua estava repleta de pequenas tiras de papel.
— Pegue sua sorte da boca do crocodilo. — O assasino em miniatura disse e jogou um pedaço de madeira em sua boca. — Mas se você não puxar sua mão para fora antes da boca se fechar...
Segui a madeira com os olhos,que caiu nos dentes afiados e acabou fazendo uma chuva de estilhaços doentia. Eu me arrepiei quando o som chegou a meus ouvidos. Reborn começou a explicar o sistema quando Yamamoto veio ao meu lado. Meus sentidos entraram em alerta elevado.
Eu nunca considerei a idéia de que todas as vezes Yamamoto me acompanhou, ou tentou me proteger,que seria algo real, porque ele gosta de mim. Eu tive uma queda por ele no jardim de infância, mas ela desapareceu há muito tempo.
Ou eu apenas a deixei de lado?
Meus pensamentos foram interrompidos quandoYamamoto riu. — Wow,Reborn tem alguns jogos muito divertidos!Quero dizer, olhe o robô de crocodilo!
— Mhm... — Nota mental: Arranjar mais assunto.
Ele se virou e inclinou para o lado,qualquer fangirl estaria gritando e tendo nosebleeds. — Você está se sentindo bem,Haya-chan?
— E-eh, não eu...-
— Tudo bem, deixe-me! — Ryohei exclamou e e estendeu a mão.
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— Muita má sorte, — Reborn leu em voz alta. — muita má sorte, azar, muito azar ...
A lista continuou e so piorava, não havia sequer uma boa ou muito boa. Não havia nada de espetacular,acabamos com -16 pontos.
Rodada dos Cavallone,Romario adiantou-se e colocou a mão na boca. Ele não ficou lá por muito tempo como ele puxou um papel. Ele deu o mesmo para Reborn. — Fortuna boa, 1 ponto.
Neste ponto,eu estava contando cada centavo no bolso.
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Quando o apito soou pela segunda vez,era anunciado uma partida de "Battledore japonês.”
Eu cruzei os braços. — Eu não sou nenhuma expert, mas não seria 'badminton'?
O bebê sacudiu a cabeça — Este é um jogo desenvolvido pela máfia, a raquete pesa 50 quilos e a peteca 20.
—Isso é loucura. — Eu comentei, encarando os fatos. — Quem poderia levantar isso?
Tsuna começou a surtar novamente, ao qual Reborn respondeu com um olhar comovente que apenas alguem de sua idade poderia ter . Grande, olhos redondos e um sorriso suave —Eu disse a você, é tradição.
—Não olhe para mim com olhos de cachorrinho! — Ele gritou de volta.
Yamamoto colocou as mãos em torno da raquete. Ele levantou-a do chão com facilidade. — Está tudo bem Tsuna, é quem nem o taco que eu uso nos treinos.
— Sério?
Yamamoto ficou em posição,como se estivesse jogando beiseball,a raquete atravessou o ar, que voltou para o outro ombro no final do swing. Eu tinha um pequeno sorriso quando Tsuna começou a elogiá-lo. — Podemos realmente ter uma chance!
Foi entao que um homem/ogro lvl: 80, intitulado “Brutus”,fora chamado no lado dos Cavallone,voz profunda e um corte de cabelo barato. Ah, as vantagens de estar na máfia.
Ele se aproximou de nós, seus pequenos olhos fitaram Yamamoto.— Não fuja, menino.
As regras eram bastante simples, não deixar a peteca cair ou bater para fora das linhas de giz brancas. Igual ao badminton. Exceto pela parte das armas,sangue e morte.
— Estamos contando com você, Yamamoto. — Tsuna murmurou.
Sabe aquela sensação desconfortável dentro de você? Bem,ninguem gostaria de ver seu melhor amigo indo lutar contra o Godzilla. Yamamoto é forte, mas isso ainda me preocupa.
— O jogo tem três rounds, eo vencedor receberá 20 pontos. — Reborn explicou. — Vamos começar!
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Era como se o primeiro jogo realmente dissera a verdade,tinhamos perdido todas as rodadas miseravelmente. Todos que jogaram tiveram desvantagens,Dino praticamente foi vencendo por causa da fraqueza da nossa equipe.
— Hum... — Reborn fitou sua xícara de chá verde com um olhar cético. Sua cabeça se levantou. — Atenção para ambas as famílias!
Tsuna virou-se,com um aspecto meio preocupado. — E agora?
— Havera uma rodada de bônus. — Afirmou,Tsuna imediatamente mudou de preocupado para curioso. — Huh? O que é isso?
— Preparar chá. — Eu me animei por dentro,voltando nos dias de verão que passei junto da minha avó. — Neste desafio ambas as equipes vão preparar uma xícara de chá de sua escolha.
Cutuquei o ombro de Tsuna,ele se virou e encontrou meu olhar determinado. — Eu posso fazer isso.
— Você sabe como fazer chá?
— Sim, e bem.
Ele sorriu como resposta,mas eu podia ver que ele estava incerto por dentro. — Nee,apenas confie em mim,ok?
Ele me encarou por mais uns segundos,e ouvi algo que colocara o mundo sobre meus ombros. —Eu estou contando com você Kazehaya-san.
As emoções assumiram, meu sorriso era grande e grato. — Você não vai se arrepender, eu prometo.
De alguma forma,a promessa não era apenas para aliviar Tsuna,mas foi algo alem. Pela primeira vez,ele não era apenas uma outra pessoa,daquelas que me obrigo a ser simpatica,era uma amigo,e eu não podia falhar.
— É bom vê-la novamente, senhorita Saitou. —Romerio curvou-se para mim ,de maneira cortês. Eu fiz o mesmo. — Obrigada. Espero que você me perdoe depois de hoje.
— Por que perdoar?
Dei um sorriso malicioso. — Eu não pretendo falhar,ou envergonhar meu boss.
–-Terceira Pessoa—
Kazehaya enviou uma piscadela para o garoto de cabelos castanhos por cima do ombro. E então, como sempre, um vermelho pequeno surgiu sobre seu nariz. Ele poderia sentir um pouco de satisfação no comentario sarcastico da morena.
Romario riu da ousadia da menina. — Bem,acho que teremos uma luta interessante.
— Por favor, ambos os competidores, tomem suas posições nos tapetes.
Saitou sentou-se no tapete carmesim,amarrou as cordas brancas para segurar as mangas longas do quimono. Ela puxou o cabelo longo para um coque desleixado,do mesmo jeito que sua avó lhe tinha instruído. Uma oração silenciosa foi feita.
Sua avó era uma anciã japonesa rigorosa, que passou para a nova geração tudo sobre cultura tradicional. Tendo uma unica neta,ela ensinou tudo o que podia. Fazendo o chá tradicionalmente nipponico e treinando uma menininha de cinco anos para ser uma boa esposa.
Ela olhou para os vários pratos e foi recebido pelo cheiro de ervas harmoniosas. Os pincéis, as bacias, foi apenas uma pequena nostalogia.
— Começem!
Romario agarrou as taças e os copos em uma grande velocidade. Preparando tudo mentalmente. Cha de canela,talvez ele arrancasse 10 pontos do pequeno hitman.
Na outra extremidade,Kazehaya se movia em um ritmo constante,sua aparência semelhante a uma estátua. De volta ao grupo, Haru e Kyoyko observavam ela atentamente.
— Ela deveria ser uma gueixa!
Ryohei ergueu o punho no ar. — Se esforçe ao EXTREMO,Kazehaya!
— Onii-chan! — Kyoko susurrou,reprendendo o mais velho. — Se acalme,Kazehaya-chan tem que se concentrar!
Kazehaya sentiu o dinheiro de sua conta bancaria aumentar, as meninas também tinham fé nela. Ela se esforçou para se concentrar em seu trabalho e já estava misturando as folhas de chá e a água fumegante em uma pequena xícara de jade. Não houve tempo para erros.
Seu nariz se contraiu.
“Cha é um calmante para a alma.” — Uma voz calma e de certa idade ecoou em sua cabeça— "Nós, que temos alma,somos responsaveis por outras tambem. Por que alguem teria vergonha de ser a “xicara vazia”? Um recipiente vazio prescisa de algo que de a ele um sentido,o “cha”.
Reborn sorriu, (Graças à sua leitura de mentes), Vongola só pode ganhar este round. Ele soprou o apito. — O tempo acabou,faça seus últimos ajustes agora.
Os olhos levemente rosados de abriram,como se nao fosse mais a mesma pessoa.
—O que ela está fazendo? — O lado Cavallone sussurrou.
— Boa pergunta...
— Tragam o chá.
Kazehaya se levantou,segurando o copo com ambas as mãos cuidadosamente embrulhado em torno de seus dedos. Gritando cada vez mais em sua mente,se cometesse algum erro no percurso...Ela estava quase no meio do caminho, quando a contração voltou ao seu nariz, e desta vez ele não foi embora.
“Por favor...Nao...” Ela parou, o rosto em uma posição inadequada. — Ah ... ah ...
Tsuna entrou em panico. — De jeito nenhum...!
— Kazehaya-chan,aguente firme! —Haru gritou
— Você consegue!
— Ah...Ahh...!
— NÃO!"
— A-Atchim! — espirrou,o que fez a pobre moça se desequilibrar sobre os chinelos negros tipo Geta,e o chá foi para o encontro do chao.
— Desqualificados,dou -10 para a Vongola. Cavallone,10 pontos.
Olhou para Tsuna,sentindo-se mal. — T-Tsuna,me desculpe... — Se inclinou.
Ele olhou para a morena com um leve sorriso,e colocou uma mao no seu ombro. — Não foi culpa sua. Você trabalhou duro.
Definitivamente ele nao era mais uma pessoa qualquer,as meninas tambem,ja que foram as primeiras a perguntar se Kazehaya prescisava ir ao médico.
— Cavallone 61 pontos, Vongola -26 pontos.
–--
— De certa forma,acho que ganhamos. — Olhou para o mais alto,que tinha um olhar pensativo enquanto assistia o céu se pondo.
Ele sorriu. — Eu suponho, fizemos o nosso melhor e isso é o que conta em um jogo,afinal.
— Nee,Haya-chan, como fez o chá?
— Eu aprendi com a minha avó. — Lembrou-se. — Quando minha mae realmente nao podia me levar nas viagens,ela me deixava nela,que morava na zona Norte de Kyoto...Ela me ensinou tudo sobre esse tipo de coisa.
Ele assentiu e continuaram andando mais um pouco,ate chegarem na casa de Kazehaya,a mesma estava abrindo a porta quando ele disse que estava indo embora. Impulsos tomaram conta da morena,ela se virou. — Takeshi!
Ele olhou por cima do ombro e uma vez que seus olhos castanhos encontraram os seus ela deu um sorriso timido.
— Gostaria de entrar?
Notas finais
Sou muito ma,por favor ♥
Deixem um review se gostaram XD
Por hoje eh so pessoal!
Ciao Ciao
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