Ilha Das Sensações
11 Psicólogo : Chase Comtepl
Notas iniciais
Podem apontar todos os erros :DD ( Kawaii-sama acordou agora).
Chase dava voltas e mais voltas, estava tenso porque não gostava de psicólogos. Todos pareciam loucos e antes de te ajudar, ou não, eles criavam problemas para resolve-los.
– Que ele morra antes de me encontrar, que ele tropece e quebre o pescoço, que alguém passe correndo por ele e ele caia da janela e quebre as duas pernas, os braços e no final o pescoço. — Chase dizia tentando se camuflar entre a multidão, não muito grande, de alunos.
– Chase, você parece tenso... Posso ser sua psicóloga? — Uma jovem que parecia mais nova que Chase puxava sua blusa.
Chase olhou para trás e viu a garotinha sorrindo para ele meigamente.
– A-ahn? Você não é mais nova que eu? Como pode isso? — Chase perguntava. — E-e-e como sabe meu nome?
Chase perguntava tudo incrédulo, ele conhecia todos os psicólogos dali e sabia que todos eram loucos ou anormais.
– Sou nova aqui. Sua mãe me recolheu de um orfanato, mas eu tenho mentalidade maior que a de seu avô. — A menina disse sorrindo. — Sou Ia e você? Espera... Eu já sei quem você é, que esquecida eu...
Ia estava descontraída e Chase estava duro feito pedra.
– Ei! Vamos para a minha sala! — Ia dizia puxando a barra da camisa de Chase.
Não andaram muito e chegaram em uma sala que estava com a porta entre aberta.
– Quem está ai? — Ia perguntou e já chutou a porta a fazendo voar longe, acertando alguém.
– S-sou eu Ia-sama... — Uma voz feminina soava atrás da porta.
– Ah! Sawako, me desculpe! — Ia saiu correndo para levantar a porta pesada de cima da, possível, garota.
– Minha cabeça... — Sawako dizia passando a mão nela.
– Boa tarde... — Chase disse tentando olhar o rosto da garota.
– É...É... E-eu, e-eu... — Sawako começou á gaguejar assim que viu o garoto.
– Ela é Sawako! — Ia disse apressando as coisas. — Sawako, esse é Chase!
– Prazer em conhecê-la. — Chase disse estendendo a mão para a garota.
– P-prazer... — Sawako disse e apertou a mão de Chase.
– Bom, agora vamos ter uma consulta. Pode voltar mais tarde se quiser Sawako. — Ia disse sorrindo.
– T-tudo bem Ia-sama. Boa sorte na consulta Comtepl-san. — Sawako disse e saiu correndo da sala.
– Mas então, ignorando essa parte. Vamos começar a consulta. — Ia disse se sentando no sofá e com seus poderes consertou a porta.
– Tá... — Chase disse e se sentou no sofá. — Quem era?
– Sawako! Você é surdo? — Ia perguntou séria.
– Lógico que não, só que nunca á vi por aqui. — Chase disse olhando as paredes.
– Ela é uma aluna nova. Ela tenta fazer amigos, mas é muito tímida. Estava dando umas lições para ela quando me chamaram para ir procurar qualquer aluno para ter a consulta. — Ia explicou enquanto tomava uma xícara de chá que apareceu do nada.
– Tá, vamos começar? — Chase perguntou observando a ala.
Era algo bem jovem, parede cobertas de gibis e sofás coloridos. Os móveis eram brancos e tinham símbolos de heróis em todos.
– Tudo bem, eu tenho uma maneira diferente de fazer as coisas por aqui. Eu mostro os cartazes e você me fala o que vê. — Ia disse e apareceram vários cartazes em seu lado do sofá.
– Tudo bem... — Chase disse por vencido.
– O que vê nesse? — Ia perguntou mostrando um cartaz com uma bola no meio.
– Uma rosquinha. — Chase disse.
– Está com fome. — Ia disse sorrindo.
– Um pouco, talvez... — Chase disse envergonhado.
– E neste? — Ia pergunto.
Chase estava bem distraído enquanto dizia o que tinha nos cartazes.
– Pronto, terminei. — Ia disse sorrindo.
– Como assim? — Chase perguntou estranhando.
– Digamos que um dos meus poderes é se conectar com a mente de alguém quando ela estiver calma. Como você estava tenso demais, não conseguia ler, mas agora eu sei de tudo. De tudo... — Ia disse com um olhar malicioso.
– Como assim de tudo?... — Chase perguntou envergonhado e baixou a cabeça.
– Safadinho... — Ia disse se levantando.
– Por que sou safado? — Chase perguntou quase da cor de um tomate.
– Porque é... — Ia disse subindo no colo dele.
Chase levantou a cabeça e tentou afastar Ia com as mãos, que por acidente acabaram encostando em seus peitos.
– D-desculpe... — Chase disse virando o rosto pro lado.
– Chase malvado... — Ia disse passando a mão pelo pescoço de Chase o fazendo se arrepiar.
– Com licença? Aqui é a sala do senh... — Louise entrou na sala que estava com a porta destrancada. — ME DESCULPE, EU NÃO QUIS INCOMODAR!
E saiu correndo pelos corredores até chegar perto de um banco.
– O que eles estavam fazendo? — Louise perguntou ofegante.
– Me solta... — Chase dizia. Não pareceu se importar com a presença de Louise anteriormente.
– Não solto... — Ia dizia prendendo as mãos dele com algemas na mesa.
– Eu não sou safado e se fizer algo comigo... Eu posso te machucar. — Chase disse, não estava irritado e muito menos machucaria Ia. Só estava blefando.
– Tudo bem... Acho que já chega. — Ia disse e desapareceu com as algemas.
Ela, com apenas um dedo, fez Chase levantar e o jogou contra o sofá. Tudo através da levitação.
– Acabou? Posso ir embora? — Chase perguntava animado.
– Pode. Pelo que vi não tem problemas no passado e é realmente calmo como sua ficha diz, mas continua safadinho. — Ia dizia e mandava Chase embora.
Chase saiu da sala aos chutes de Ia. Quando olhou para os lado do corredor, viu Louise sentada em um banco.
– Ei! Louise! — Ele gritou acenando.
Assim que Louise ouviu a voz de Chase, saiu correndo pelas escadas até cansar.
– Mas o que ela acha que está fazendo? — Chase perguntou rindo.
Notas finais
Estão curiosos para saber porque ele está rindo dela?? Eu tbm aushauhsa
(R)
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