Ilha Das Sensações

12 Psicólogo : Híria Bitencourt


Notas iniciais
Gente, eu sei que alguns leitores amam fics interativas entrem nessa daqui. É de uma das nossas leitoras :D

Isso ai!

http://fanfiction.com.br/historia/334149/Pumpkin_School-interativa/

Depois desse momento divulgamento, comecem a ler auhsuahs Espero que gostem ^^)

– Tá... Tá... Tá... — Híria concordava com cada palavra que a diretora falava.

– E se ofender a sua diretora novamente... Terá consequências mais severas, mas por enquanto você vai by Deals Plugin\">perder alguns minutos de psicólogo e limpar os quadros das salas após o termino destas. — A diretora disse e saiu de sua sala. — Essa é minha sala... Por favor... SE RETIRE!

A diretora continuava murmurando enquanto Híria saía da sala.

– Vou perder tempo com esses tais psicólogos? Que ótimo.... — Híria disse sorrindo e descendo as escadas.

Ela descia, descia, descia, mas não tinha fim.

Ela olhou para trás e viu que ainda estava no primeiro degrau.

– Qual o problema desta escola?! — Híria se perguntou e saiu andando pelos corredores "infinitos".

– Ei verme! Está perdida? — Um jovem de cabelos vermelhos e tatuagens pelo corpo perguntou.

– Não. Só estou procurando a... O... Aquela lá sabe... A... — Híria tentava se lembrar do nome de alguém daquela escola. — Não importa! Estou indo.

– Não antes de vir ao psicólogo. Todos estão tendo consulta agora. Você também precisa. — O jovem disse puxando Híria pelo braço para dentro da sala.

Tudo, exatamente tudo era branco. Na verdade só o que era possível ser branco.

– Senta ai. — O jovem disse empurrando suas costas.

– Não me toque. — Híria disse séria.

– Tá, tá. Eu vou me vestir e já volto. — O jovem disse e entrou em alguma porta escondida em meio todo aquele branco.

– Ah, está me dando dor de cabeça... — Híria dizia chacoalhando a cabeça. — Nem colocar uma roupa colocou, só de toalha...

Quando Híria disse isso ela abriu os braços e derrubou uma estatueta de cavalo que havia no criado-mudo.

– Vixi... — Ela disse e olhou a estatueta no chão.

Havia um cavaleiro em cima dela. E a cabeça dele acabará de ser decepada.

– Que barulho foi esse?! Se tiver by Deals Plugin\">quebrado alguma coisa.... Eu te quebro no meio. — O jovem disse lá do fundo da sala.

– Não tenho medo dele... Mas vou consertar, vai que ele tem algum laço de amizade com essa bendita diretora. — Híria disse e pegou a estatueta do chão.

Tirou a goma de mascar que mastigava á algumas horas e colocou um pedaço debaixo da cabeça do homenzinho e colocou daquele jeito mesmo.

Se ajeitou no sofá assim que ouviu passos.

– Bom... Vamos começar. — Ele disse e soltou um breve olhar na estatueta. — Renji, e você é?

– Híria. — Respondeu seca.

– Híria... — Ele disse quase perguntando seu sobrenome.

– Não interessa. Vim aqui pela entrevista. Quero ir embora logo... Comece. — Híria dizia irritada.

– Calma estressadinha. — Renji disse se ajeitando no sofá.

– Eu estou calma.

– Não quero ver você nos dias da TPM então. — Renji dizia rindo. — Tá, esquece, vamos começar.

– Aleluia!

– Relação com os pais?

– Ninguém me disse sobre falar de família... O assunto sou eu, não meus pais. — Híria respondeu com raiva.

– Quer que eu faça sua consulta como então?! Caramba! Eu trabalho, você respondeu. Acha que vou te curar de algum trauma como?! Perguntando como foi seu dia ontem?! — Renji respondeu alterado.

Logo se acalmou e Híria tentou esconder que sentiu medo naquela hora.

– Eles... Morreram... — Híria respondeu de cabeça baixa.

– Tem algum segredo? — Renji perguntou.

– Não e mesmo que tivesse não diria. Sabe o significado da palavra "segredo"?! — Híria disse séria e virou para o lado.

– Está mentindo... — Renji disse olhando para ela.

– Não estou... Não pode me julgar assim. — Híria respondeu.

– Quando você mente, você da uma rápida olhada para a esquerda. O lado do cérebro de onde vem a invenção. Se estivesse falando a verdade, olharia para a direita, onde estão suas memórias. — Renji disse e continuou á olhando.

– Tá, e se eu estiver mentindo?! Qual o problema. Esse segredo não é importante. Eu te garanto. — Híria falou.

– Tudo bem, vou acreditar em você. — Renji falou e respirou fundo.

– Sério? — Híria perguntou o olhando.

–

Sim

... Por que não acreditaria? — Renji disse sorrindo.

– Por que... Por nada... Deixa quieto.

– Tá. Com quem você se deu melhor por aqui?

– Ninguém em específico...

– Então está esperando alguém perfeito?

– Não! Só não achei ninguém legal.

– Já conversou com todos então?

– Não eu só...

– Então como sabe que não achou ninguém legal? Todos são chatos?

– Não eu só queria dizer que...

– Mas você falou.

– Ah! Cala a boca! Meu Deus! Eu não conversei com ninguém e não sei se são legais. Ta bom agora?! — Híria disse se levantando.

–

Sim

, ótimo. — Renji disse rindo da situação.

Híria se sentou e bufou, murmurando algumas coisas.

– Já frequentou algum psicólogo antes? — Renji perguntou.

– É... Mais ou menos... — Híria respondeu e logo teve alguns arrepios pelo corpo.

– Poderes?

– Nada demais... Agilidade, velocidade, mira e estratégia. — Híria disse e deu de ombros.

– Nada de mais... — Renji a imitou. — Vocês não sabem dar valor ao que tem não é?! Sabia que existem inúmeras pessoas ai fora querendo ao menos uma faca para tentar proteger quem ama. Proteger os inocentes, mas não tem nada. Agilidade, mira, velocidade, poder sobrenatural... Nada. — Renji disse irritado e foi até uma pequena mesa atrás dos sofás e começou a comer alguns salgados.

– Se elas se esforçarem... — Híria deu um palpite.

– Não vai adiantar. Uma vez inútil neste corpo, sempre inútil nesse corpo. — Renji disse e começou acomer.

– Terminou? — Híria perguntou tentando esquecer de tudo.

– Não. E espero que não se esqueça disso. Vai servir algum dia. — Renji disse e virou-se para a direção de Híria. — Armas?

– Arco e flecha... — Híria disse irônica. — E qualquer outra coisa que exija pontaria.

– Bom acho que agora acabou... — Renji disse e se virou novamente.

– Tá, estou indo. — Híria avisou e foi saindo da sala.

"Que mané, nem percebeu a estatueta. Aposto que nem era psicólogo de verdade." Híria pensou rindo muito internamente.

– Ah, Híria. — Renji a chamou antes que saísse. — Sinto muito pelos seus pais...

Renji disse isso sorrindo na porta.

– Ahn... Obrigada, mas não preciso disso. — Híria respondeu e saiu pela direita.

– É para o outro lado... segundo piso. Um salão bem grande. — Renji disse acenando.

– Eu já sabia... — Híria disse e passou pela porta dele novamente, seguindo até uma grande escadaria no final do corredor.

– Ah! Híria! — Renji a chamou novamente.

Ela apenas parou, ainda de costas.

– Se você voltar aqui, vou cobrar o dinheiro da estatueta! — Renji disse acenando e sorrindo.

Híria saiu correndo até a escadaria e ouviu a porta da sala se fechando.

– Que cara rebelde... — Híria disse, sem perceber que a suja falava do mal lavado.

Ela subiu as escadas e chegou até uma sala gigantesca com alguns alunos já presentes.

Ela se sentou atrás de algumas cadeiras e pegou um sanduíche de sua mala e começou a comê-lo.

Notas finais
Comentem os erros por favor e eu os arrumo ( acho que vou dar um emprego para o Kawaii-sama).
(R)