Notas iniciais
Ah!! Nyah voltou!!! Nem acredito!! Vim correndo postar esse capítulo novo!! Espero que curtam bebês!! Morrendo de saudades!! Aproveitem ;)

Capítulo 22 – Twenty-Two

Pov. Annabeth*

Nico se inclinou para mim e meu coração parou por um segundo. Meu Deus! Eu encarei sua boca e algo despertou dentro de mim, mas isso era tão errado e eu já estava tão confusa, creio que só ia fazer besteira se eu deixasse. Por isso peguei minhas mãos e coloquei devagar no peito de Nico. Ele parou e nenhum de nós se moveu. Eu olhei para seus olhos e gaguejei.

– Eu... Eu não posso Nico. Quer dizer, não seria justo com você. Eu te falei como me sinto e como estou enrolada... Se isso acontecer, eu não posso te prometer absolutamente nada de mim. – Nico assentiu, mas não se separou como era o esperado.

– Eu entendo. – Ele pareceu engolir em seco — Eu quero isso, Annabeth. Eu gosto de você. E realmente eu não me importo. – Ele parecia sincero. Eu sorri.

– Eu também gosto de você, de verdade, mas...

– Relaxe... Eu tenho certeza do que eu quero. E acredite, eu vou arcar com as conseqüências. Além de ser seu ajudante, eu deixo você abusar do meu corpo. – Eu ri fraco enquanto passava a mão por seu pescoço. Se era assim... Porque não? Talvez Nico me ajudasse esquecer algumas pessoas e alguns problemas, pelo menos por alguns minutos. – Ainda temos tempo? – Eu olhei para o relógio. Faltavam dez minutos.

– É. Dá tempo. – E ataquei sua boca com vontade. Nico fez a mesma coisa. Ele beijava bem, tinha um gosto doce de menta e tinha pegada. Seus braços vieram para minha cintura e colaram meu corpo no dele. Ele passou a mão por meu cabelo, que tinham crescido um pouco e estavam colando em minha testa e eu suspirei o deixando conduzir tudo, cada toque. Sua língua chupou a minha devagar, me dando um ritmo, e o resultado foi completamente o esperado. Eu esqueci Luke, esqueci Percy e os problemas, fazendo que naquele momento eu só pensasse no Nico. Estava quente, então, eu logo me vi separando-me de Nico e tirando meu casaco. Droga. Isso não seria mesmo fácil. Colei minha boca novamente com a de Nico, e caímos um por cima do outro na cama. Eu em cima dele. Eu queria passar minhas pernas pela cintura dele, mas com aquela calça não era fácil, se fosse uma calça jeans, eu já teria feito. Nico sorriu enquanto nos separamos para respirar e eu dei selinhos nele.

– Você tem certeza? – Eu perguntei de novo, poderíamos parar agora e talvez ninguém se ferisse – Não quero que se machuque por minha causa.

– Eu já sou adulto, sei o que estou fazendo e onde estou me metendo.

– Se fosse outra pessoa eu não concordaria, mas sei que está falando a verdade. De todos os garotos que tem aqui, com certeza você é o mais centrado deles todos. – Confessei. – Descobriu-me num piscar de olhos.

– Na verdade, foi por causa dos seus olhos. Eles são inconfundíveis. – Me joguei para longe de Nico e peguei meu casaco.

– Vamos! Eu bem que queria ficar aqui e continuar nossa seção de amassos, mas temos que ir para a detenção, esqueceu? – Nico pegou a jaqueta dele.

– Não. Infelizmente. Que leitura será hoje? Na semana passada ficou um impasse.

– Eu não sei. Para castigar vocês estava pensando em Crepúsculo.

– Pelo amor de Deus, nem pense nisso. Eu aceito qualquer um das suas antigas opiniões, mas Crepúsculo não! – Dei risada e me direcionei para porta. Abri e esperei Nico. Ele disse que iria ao banheiro. Olhei-me no pequeno espelho que tinha ali e sorri. Eu não tinha que me preocupar com marcas de batom ou algo parecido, afinal, eu não estava usando. Sorri e quase pulei de susto quando vi Luke pelo espelho. Eu fui para trás e me encostei à parede.

– Alex? O que está fazendo aqui? Cadê Nico? – Me recompus.

– Saímos da aula e ele quis vir aqui pegar algumas coisas antes da detenção, e como eu estava com ele resolvi esperar. – Luke assentiu e sorriu.

– Tudo bem. Espere-me também, eu só tenho que ir ao banheiro. – Eu assenti. Nico saiu e nos olhos ali. Luke entrou, não falamos uma palavra.

– Ele chegou aqui agora? – Eu assenti quando Nico sussurrou para mim.

– Sim. Relaxa, acho que ele não sabe de nada. Além disso, se ele tivesse chego antes teria aberto a porta e bom... Pegado nós... – Nico assentiu e esperamos alguns minutos. Quando Luke saiu, passamos em meu quarto, peguei o livro e seguimos para a sala de detenção. Eu estava até tranqüila, mas quando vi Ártemis parada parecendo estar esperando alguém ali, tive a péssima sensação que esse alguém era eu. Olhei para Nico e ele no mesmo segundo percebeu minha situação.

– Relaxa, vou ficar aqui. – Assenti quando ele sussurrou.

Paramos na frente de Ártemis. Ela olhou para os meninos e sorriu para mim.

– Estava esperando você Alex! Entrem vocês, quero ter uma conversa com Alex sozinho. – Luke entrou de primeira, mas Nico ficou. Ártemis levantou uma sobrancelha.

– O que foi Nico?

– Tia... Deixe Alex em paz, ele tem namorada e tudo mais... Se isso continuar eu terei que falar para meu pai. – O olhar dela não me deixou nem por um segundo enquanto ele falava isso. Ártemis manteve seu sorriso no rosto, mas suspirou e olhou para Nico.

– Relaxe sobrinho, eu não farei nada entendeu? Eu hoje estou aqui para lidar com as coisas da detenção. – Nico assentiu e entrou na sala.

– Tudo bem. – Ele saiu de meu campo de visão e Ártemis me pegou pela blusa, fomos até sua sala e mesmo eu estando nervosa, me confiei em sua palavra a Nico. Ela encostou a porta, o que me fez ficar um pouco mais confiante. Eu sentei e ela sentou em seu lugar.

– Qual o problema Ártemis?

– Você terá pessoas novas na detenção. Entendeu? Aqui estão os nomes. E a quantidade de tempo de cada. Percy tem mais essa semana. Luke dois dias. Leo também. Jason três e Nico dois. – Eu assenti enquanto pegava a lista.

– Eu entendi. Eu os liberarei quando chegar a hora. – Eu me levantei, mas parei. – Professora? – Ela levantou os olhos e sorriu. – Por quanto tempo ainda ficarei fazendo essa tarefa?

– Para mim ficaria até o final do ano... – Eu fiz careta. Esse realmente não era o meu desejo. Ártemis se levantou. – Mas podemos mudar isso se você... – Eu senti a malicia em seu tom, então logo parei e comecei a andar para trás. Ártemis avançou junto com meu passo para trás.

– Pode deixar professora, eu cuidarei disso. Eu não adiantarei e nem nada do tipo. Bom, tenho que ir. Eu e os meninos temos alguns assuntos a tratar.

– Ótimo Alex! – Assenti e peguei na maçaneta. – Alex? – Eu me virei.

– Oi

– Amanhã a detenção será diferente.

– Como assim?

– Vocês irão todos sair da faculdade. Hades arranjou um trabalho comunitário em um hospital. Vocês passaram o dia lá.

– Como assim?

– Soube que Luke tem uma banda e canta bem e de acordo com a ficha dos meninos... Leo toca bateria, Nico toca muito bem o baixo, e você pode os ajudar... Que tal? – Eu nunca tinha pensado nisso... Eu acho realmente uma boa idéia, mas não sei se os meninos vão gostar. De qualquer modo, eles terão que fazer. Acho que pode ser divertido.

– Tudo bem.

– Com relação à Percy, Jason e os novatos, arranje alguma coisa para eles fazerem amanhã! – Assenti e Ártemis fez um sinal que eu saísse. Eu não sei o que tinha acontecido hoje, mas ela não deu em cima de mim, o que foi um alívio. Nico realmente tinha feito bem em falar aquilo. Li os nomes dos novatos e me surpreendi ao ver o nome de Gabriel e Rafael. Tinha o motivo ali e me surpreendi ao ver que eles brigaram no corredor. Hum... Gabriel e Rafael? Entrei na sala e vi que todos já estavam ali.

– Hey galera! – Eu sorri. Eles fizeram suas caras habituais. Entediados. Revirei os olhos. Olhei para Gabriel e sorri me sentando à mesa. – Nunca pensei que te veria por aqui Dude. Quer dizer, vocês dois... – Eu disse olhando para Rafael em seguida. – Podem falar o que rolou entre vocês para virem para cá? – Gabriel foi o primeiro a falar.

– Você com certeza sabe o motivo Alex.

– Eu sei, mas queria ouvir a razão real. .

– Não é algo onde você deve se meter Alex. – Rafael respondeu grossamente. Suspirei. Tinha algo entre esses dois e eu iria descobrir o que era. Mas não agora. Ajeitei-me e coloquei senhor dos anéis em cima da mesa.

– Como temos novatos hoje e não sabem como a detenção funciona, irei explicar. Eu não deixo ninguém ficar dormindo, babando e somente esperando o tempo passar. A atividade aqui é ler. – Gabriel sorriu de canto, o que eu achei inesperado. Jason bufou alto junto com Rafael. – Essa semana é algo diferente da semana passada. – Ergui o livro. Leo bateu palmas. Eu ri. Continuei: — Hoje teremos leitura. Amanhã será diferente.

– Como assim diferente? – Percy foi o primeiro a perguntar, coloquei meus olhos nele e tremi inconscientemente.

– Ártemis me falou que amanhã a detenção será no hospital.

– Como assim? – Leo ainda não tinha entendido.

– Faremos trabalho voluntário. Quer dizer... Ela falou que queria que Luke, Nico e Leo fizessem alguma apresentação no hospital, já que todos tocam instrumentos. Os outros ficarão sobre minha responsabilidade, eu arranjarei algo para fazerem lá. Se trabalharmos com crianças, levarei livros e passaremos um tempo na ala infantil. – Sorri.

– Adorei a idéia! – Leo foi o primeiro a falar. Luke deu um sorriso de lado.

– É. Pode ser legal.

– Combinem as músicas. Depois que sairmos daqui, vocês podem ensaiar algo para amanhã. – Nico assentiu.

– Tudo bem. – Peguei o livro.

– Então... Vamos começar. Quem começa hoje? – Olhei para Rafael que tinha curvado a cabeça em sinal de desgosto. É. Eu já sabia quem seria. – Rafael? Que tal fazer as honras? – Ele se emburrou e fez careta, passou por mim e arrancou o livro da minha mão, eu ri e desci da mesa, puxei uma cadeira ao lado de Nico e Leo e fiquei ali. Seria bom relaxar e por a leitura em dia. Então, somente escutei.

...

Uma hora se passou num piscar de olhos. Eu me levantei e olhei na tela do meu celular. Jason estava lendo agora. Ele fechou o livro e eu o peguei.

– Muito bom. Está todo mundo dispensado por hoje. – Eles se espreguiçaram. Eu vi que Percy estava dormindo, aquilo me irritou, fui até sua mesa e bati com tudo nela. Ele levantou a cabeça num rompante. Ele babava e seu rosto além de molhado estava sujo. Eu não sabia do que era, mas ele parecia estar azul. Eu ri, mas logo fiquei séria.

– Hey, não se pode dormir aqui, quer ficar mais alguns dias na detenção Jackson? – Ele passou a mão devagar por onde a baba caia e eu suspirei enquanto os meninos riam. Ele me olhou e revirou os olhos.

– Galera! Amanhã cheguem o mais cedo que puderem! Qualquer coisa que a professora Ártemis me falar sobre amanhã, eu logo repassarei para vocês. – Eles saíram devagar, um por um. Deu-me vontade de puxar Gabriel para conversamos, mas eu não queria parecer intrometido, mesmo que quisesse souber. Eu já tinha perguntando, se ele não havia falado até agora... Era porque não queria falar comigo.

Nico ficou, sentou-se na mesa e me encarou. Sorri.

– Os meninos queriam que eu te chamasse para nosso ensaio agora. Você poderia nos ajudar a escolher as músicas. – Assenti.

– Vamos? – Eu andei para porta e senti Nico atrás de mim. Estava vazio. Já era final de dia e todos já estavam em seus quartos, se preparando para o jantar.

– Acho que hoje vai ter festa. Começo de semana sempre tem.

– Rafael não me falou nada. – Dobramos o corredor.

– Talvez ele tenha ficado irritado por causa da detenção. Com certeza não irá querer te ver. – Ri fraco revirando os olhos.

– Eu não queria mesmo ir, sabia? – Parei de súbito. Estávamos quase na ala dos quartos, mas estava escuro naquele canto e quase que eu não os percebo, se não fosse por suas vozes baixas e sussurradas. O que eu sempre achei estranho e nunca deixava passar. Além disso, eu tinha a audição realmente apurada. Puxei Nico para que ficássemos onde eles não poderiam nos ver.

– Você... Sua bichinha idiota, pare de ficar no meu caminho! – Eu botei a mão na boca. Isso veio de Rafael. – Será que você não se manca? – Eu não queria ouvir desaforos, então, andei para frente.

– Gabriel? – Eu o chamei. Rafael se separou dele rapidamente. Gabriel tinha as mãos plantadas ao lado de seu corpo, cada uma em forma de punho naquele momento. Seu rosto estava corado, seus cabelos ruivos estavam bagunçados. Eu fui até ele. Rafael deu espaço.

– Oi... Você está bem? Aconteceu algo?

– Não... Não... Aconteceu nada. – Ele gaguejou. Olhei para Rafael.

– Você não tem nada o que fazer não? – Ele me olhou parecendo raivoso por um segundo. Olhei para Nico. – Leve ele daqui... – Sussurrei.

– Vamos cara! – Nico o arrastou. – Soube que hoje terá festa na fraternida... – Não ouvi mais nada. Gabriel caiu no chão no mesmo instante em que eles foram embora. Agachei-me.

– Gabriel? Pelo amor de Deus, você está ficando pálido! – E era verdade. O calor de suas bochechas tinha sido substituído pela palidez. Toquei em seu rosto. – Amigo... Fale algo.

– Eu... Eu... Estou bem... – O peguei e disse:

– Onde é seu quarto? Eu vou te levar para lá e você irá me contar essa história direito. – Ele assentiu e disse onde era seu quarto. Eu o guiei e ele disse que não haveria problemas em conversamos ali, já que seu parceiro era um Nerd e gostava de ficar até altas horas na biblioteca.

Eu o sentei devagar na cama e suspirei me sentando ao seu lado. Olhei por dois minutos ao redor do quarto, esperando que ele tomasse uma iniciativa, mas não veio.

– O quanto você ouviu? – Quase pulei de susto.

– O suficiente. – Gabriel me olhou.

– Desculpe. Isso não tem nada a haver com ninguém. Isso é uma coisa com qual eu tenho que ligar sozinho. Nem sei como você está aqui, comigo. – Ele abaixou o olhar. – Com certeza já tirou suas próprias conclusões. – Eu sabia ao que ele se referia. O simples “bichinha” na frase de Rafael já dizia tudo. Coloquei a mão na testa. Eu sempre soube que existia algo e dentro de mim, eu acho que queria saber disso, pois esse tipo de situação era o que eu mais temia. Gabriel parecia ser o tipo de pessoa que sempre ficava no canto dele. Rafael era o líder, o garoto que sempre estava rodeado de garotas e pessoas importantes. Opostos.

– Eu nunca deixaria de te ajudar e ser seu amigo por causa de sua opção. – Eu suspirei e peguei no ombro de Gabriel. – Ou qualquer coisa que já tenha acontecido na sua vida. Conte-me o que está acontecendo exatamente entre você e Rafael... Não vou deixar ele te tratar daquele jeito, entendeu? – Ele hesitou.

– Confia em mim? – Eu perguntei tentando passar segurança. Ele suspirou e começou.

– Rafael e eu nos conhecemos desde o colegial. E sempre estivemos nessa situação. Ele é o que você chama de... Garoto de ouro, que todos querem estar ao lado, alguém que todo mundo quer ser amigo, pois sempre está na melhor parada. Eu... Eu sempre fui o deslocado socialmente, um Nerd maluco e idiota, o saco de pancada dele. Eu sempre me odiei por deixar isso acontecer. Não bastava dar o dinheiro do meu lanche, ser jogado na lata de lixo e depois ser espancado. Ele me agredia de todas as formas possíveis. – Ele engoliu em seco e eu acho que vi a vontade de chorar em sua face. Esqueci de tudo naquele momento, eu só queria confortar o garoto que estava ao meu lado. Toquei em sua mão e apertei dando um sorriso gentil.

– Só que tudo isso mudou em um dia... Nosso time de futebol estava jogando, todos estavam animados. Eu estava na biblioteca, pegando um livro, pois no outro dia teria prova de ciências, um típico dia para mim. – Um pequeno soluço se fez na garganta dele. – Eu saí da biblioteca e o vi parado no corredor. Tudo estava vazio, todos estavam no jogo, tirando à bibliotecária. Eu tentei passar por ele, ignorar ele, mas mesmo assim... Não aconteceu. Só de ouvir o nome dele, meu corpo todo se arrepiava, eu tinha transtorno por causa dele... Ele me puxou quando passei por ele e me tacou na parede, e em seguida, ele... Ele me beijou. Eu não sei muito bem o que aconteceu naquele dia, eu me senti enojado, usado de todas as maneiras. – Eu senti as lágrimas querem cair da minha face. Toda aquela história era demais. Gabriel me olhou e apertou de volta minha mão. – Só que... Depois... Eu não sei por que não vim fugindo dele, talvez porque ele parou de me bater depois que “ficamos”. – Ele fez as aspas. – Ou talvez, eu esteja sentindo algo por ele. – A situação de Gabriel era mais complicada do que eu imaginava. Gostar possivelmente de alguém que só machucava a gente era horrível. O abracei, eu não consegui resistir. Ele estava ali, contando para mim todas suas dores, seus problemas, e demonstrando confiança, eu soube que também podia confiar nele. E eu queria contar meu segredo, compartilhar, ter um amigo além de Nico.

– Não se preocupe Gabriel. Estou do seu lado entendeu? – Ele se afastou de mim, olhos arregalados.

– Você é tão estranho Alex. Um garoto muito estranho — Sorri docemente.

– Tenho essas atitudes estranhas para um garoto, mas e seu eu fosse uma garota? Seria estranho?

Notas finais
Please deixem comentários!! Posto o próximo no final de semana, já que eu tenho uma folga boa e vou aproveitar para escrever Ok? ´Para quem lê Inocência... Eu vou atualizar ela em breve, Ok? Beijos. Comentem!!