Notas iniciais
Oi pessoinhas! Que saudades de escrever para essa história gente!! Hahaha. Eu nem sei o que falar, mas eu tenho uma boa noticia, minhas aulas acabarão semana que vem... O que quer dizer, que eu terei tempo!! Aleluia!! Retomarei Amando o Inimigo, escreverei em Beautiful, e em Inocência e claro, aqui... Ah, tenho planos também de histórias novas... E galera, tanto de Percy Jackson como de Instrumentos mortais... É!! Vou passar escrever em Categorias novas... Se der, até de Sussurro... Patch e Nora... Lindos demais! ♥ Então, como vocês perceberam, muitas novidades e boas idéias pela frente... Com relação ao capítulo ele é dedicado à Jú parracho e Annys pelas lindas e belas recomendações... O próximo também será para vocês. Hum, última coisa, capítulo contém sexo... É galera, tem sexo, fazia tanto tempo que eu não escrevia Hentai!!! Ah, fiquei até empolgada, mas mesmo assim, estou enferrujada... Linguagem chula e tudo mais... Espero que gostem ;) Com carinho Any :3

Capítulo 27 – Twenty-seven

Pov. Annabeth*

Peguei a papelada de cima da mesa e decidi ir para meu quarto, eu queria pensar um pouco, ficar sozinha. Nico nem Percy me impediram. Eu não queria sair da faculdade, não queria mesmo. E eu tinha que admitir a mim mesma, eu não queria sair por causa dos meninos, de Nico, de Leo, claro, de Luke e até de Percy. Alguém que eu estava aprendendo a olhar com outros olhos agora. Não queria dizer que eu o amava, é mentira, mas não quer dizer que eu não sinta algo por ele, quando estou com ele. Não sei se crescemos, ou nossos sentimentos mudaram, mas era inevitável não estarmos juntos e não ver que existe uma química, uma conexão que não sabemos explicar. É desejo, lúxuria, é toque, é pele. É algo que eu nunca pensei sentir por ninguém, e mesmo querendo odia-lo com todas as forças, às vezes é extremamente complicado sentir esse sentimento com uma força, mesmo que eu minta, minta e minta e principalmente depois de nosso beijo, aquilo reavivou sentimentos. Suspirei querendo mesmo sair dali, mas minhas esperanças acabaram quando eu estava indo, vi Luke e ele me fez parar. Ele sorriu para mim, e logo em seguida vi Leo ao seu lado, eles vieram na minha direção e eu só queria dar a volta e correr, mas não o fiz. Meu corpo paralisou, e isso foi completamente insano. Eu queria tanto ajudar ele.

– Hey Alex! Você já está indo?

– Venha se sentar conosco cara! – Leo completou a sentença de Luke. Eu neguei.

– Eu tenho algumas coisas a fazer... Desculpe...

– Você parece mal. Está tudo bem? – Luke disse preocupado enquanto tocava meu braço. Suspirei, olhando para a mão dele e neguei.

– Não. Deixe-me ir, tudo bem? – E corri da melhor forma que pude. Não olhei para trás, não devia, não poderia e nem ao menos queria. Eu pensei nele, só pensei nele neste momento. Mas será mesmo Annabeth? Você está pensando somente no Luke agora? Minha mente traiu a mim mesma quando cheguei ao meu quarto e de Percy. Percy. Mesmo sabendo que eu sentia tudo isso, eu não podia alimentar isso, e só de ouvir esse nome fez meu corpo todo estremecer. O que eu devia fazer? Você tem de ir embora, Annabeth! Sim, respondi para minha mente. Eu já tinha feito o que tinha de fazer, eu não tinha motivos para ficar ali, e tinha que aproveitar para sair enquanto podia, e enquanto Luke não tinha me descoberto, esse era o momento perfeito. Eu podia ajudar Luke sendo eu mesma, eu podia. Encolhi-me ainda mais na porta do quarto. Tentei me convencer disso, tentei me persuadir, mas a verdade inegável era somente uma, eu não queria sair dali. Essa era a verdade. Não queria. Pensar em não ficar mais ali, me fazia querer gritar. Era como se aquele lugar, e aqueles meninos já fizessem parte de mim, uma parte estranha, mas mesmo assim, uma parte. Peguei a coisa que estava mais perto de mim, no caso meu tênis e joguei com toda a força que eu podia para a parede, ele foi parar do outro lado do quarto, mas não alcançou a parede. Tirei minha jaqueta e me encaminhei para o banheiro. Tranquei a porta e me encostei-me a ela, me preparei para tirar o resto de minha roupa. Ouvi uma porta sendo batida e logo em seguida batidas em minha porta.

– Annabeth? – Era um sussurro, mas eu estava colada a porta, então não tinha como não ouvir. Não quis responder, mas minha boca automaticamente disse:

– Oi.

– Você está bem? – Percy sussurrou de volta.

– Estou. E provavelmente você também. Irá se livrar de mim... É maravilhoso, não? – Disse sarcástica. Eu esperei a resposta, mas nada veio, então no segundo seguinte eu senti meu corpo caindo com tudo, mas minha cabeça aterrissou em um travesseiro. Olhos verdes me encaravam.

– Eu sabia que você estava sentada na porta. – Me sentei.

– Cala a boca...

– Não. Escuta o que eu tenho que dizer... – Ele se sentou ao meu lado e se encostou à parede. – Olha, eu analisei sua situação e pensei... Você está aqui por ele, não é? Então, do que adianta ir embora agora? Se você está para ajudar ele, faça isso acontecer...

– Como vou fazer isso? – Ele rolou os olhos, como se fosse óbvio. Se for, eu não estava enxergando. Mas dentro de mim, eu estava implorando... Tenha uma idéia! Tenha uma idéia! Eu quero ficar, preciso ficar.

– Mostre a mãe de Luke, que nada do que aconteceu com o pai dele, vai acontecer com o filho dela. Faça-a ver que é isso que ele gosta que essa é a paixão dele. – Depois de pensar alguns segundos, vi que ele estava coberto de razão. E até fiquei paralisada. Nunca pensei que Percy me ajudaria com isso. – Mas se você ficar sabe os riscos que está passando não é?

– Quer dizer que você não vai contar?

– Na verdade, o plano continua... Meu trabalho... – Ele disse rindo enquanto se aproximava de mim. Afastei-me, mas percebi que eu não tinha muito para onde ir. Coloquei uma mão no peito de Percy.

– Pare. Eu não sei o que está fazendo, mas pare.

– O que acha que eu estou fazendo?

– Mexendo com a minha cabeça. Escute Percy, eu te odeio... Odeio-te muito. – Quanto mais eu contava isso, mais eu achava que era uma completa mentira. Ele se retraiu.

– Mas me beija como se...

– Isso não quer dizer nada garoto! São só beijos! – Eu disse na defensiva. Ele me analisou. – Se são algo além de beijos para você, eu simplesmente não posso fazer nada. – Disse rindo fraco. Pensei que se significava alguma coisa para ele, era porque ele estava sentindo algo por mim, e tudo dizia que sim. Ele estava prestativo, me seguia para todo lugar e agora roubava beijos meus. Se ele não estava sentindo algo, provavelmente eu não sabia de nada sobre sentimentos alheios. Mas, eu também estava sentindo droga. Só estava me afastando, pois era algo natural, eu sempre fazia isso com Percy. Eu não queria me magoar com ele, mas o tanto que eu não queria me magoar, era o tanto que eu o desejo. E isso, sinceramente, estava me deixa louca agora que eu estava pensando seriamente sobre o assunto.

– Se eu estou sentindo algo, provavelmente não sou só eu. Esqueceu quem acabou de falar que eu estava mexendo com a sua cabeça? – Mordi minha língua. Idiota.

– Você só está mexendo com a minha cabeça por causa dos problemas que traz para mim. Entendeu? – Percy tirou minha mão do seu peito e tocou em meu rosto.

– Annabeth... – Ele veio mais um pouco para perto e encostou seus lábios levemente no meu. Queria atacar ele, queria beijá-lo desesperadamente. – Se você me odeia, e eu não te amo, o que está acontecendo conosco? Pois simplesmente não consigo parar de me importar com você, não consigo ficar longe. – Nós dois agimos no mesmo segundo, não agüentando mais ficar longe do outro. Algo me puxou contra ele com toda a força. Tínhamos uma química incrível e isso mexia comigo toda, assim que ele me tocava. Percy me rodeou e nós nos beijamos mais profundamente, seu gosto continuava o mesmo, delicioso e viciante. Sua língua chupava a minha e eu tentava de todo o modo puxar mais ar, para que o beijo não parasse tão cedo. Ele me ergueu, e nos separamos um segundo, somente para eu arfar. Ele me carregou para a cama e perguntei entre selinhos:

– A porta está fechada? – Ele tirou meu sapato, junto com o seu e voltou a me beijar.

– Sim. – Mordi os lábios dele e pensei conscientemente por um segundo. Olha o que eu estava prestes a fazer. E eu queria fazer. Eu queria muito. Não vou pensar conscientemente mais... E foi isso que fiz. Passei a mão por cima da blusa de Percy e ele tirou rapidamente. Seu tanquinho era incrivelmente bonito. Passei as pernas por sua cintura e coloquei-o para baixo. Tirei minha blusa e rapidamente os panos que cobriam meus seios. Sem nenhuma vergonha. Percy sorriu e pegou em meus seios, subiu um pouco e chupou um enquanto massageava o outro. Meu corpo se jogou um pouco para trás, com o prazer proporcionado por aquele ato. Percy me segurou e passou para o outro. Toquei em seus cabelos e comecei a beijar o pescoço dele. Percy passou a mão por dentro da minha calça, e eu a desabotoei. E como eu não era especificamente daquele tamanho, foi bem fácil para ele abaixar elas. Tirei a dele, e logo era quase somente eu e ele. Pele contra pele, sem desimpedimentos. Passei meus dedos por sua nuca e o puxei sua boca para minha, enquanto ele tocava minha bunda. Suspirei. Empurrei Percy e ele riu.

– Está selvagem Annabeth. Onde essa Annabeth estava quando namorávamos?

– Perdida em suas mentiras estúpidas. Era onde eu estava. – Eu resmunguei enquanto arranhava a nuca dele com força. Com certeza essa marca ficaria. Beijei seu pescoço e dei um chupão ali. Abaixei minha mão devagar, e toquei no membro de Percy, ele estava realmente excitado. Ri fraquinho e coloquei meu corpo um pouco para baixo, friccionei nossas intimidades e gememos em conjunto, desejando um contato maior. Ele começou a me tocar mais intensamente, cada pedacinho de meu corpo. Giramos e ele levantou minhas mãos. As prendendo em cima de meu rosto. Ele me olhou por um segundo.

– Sinto falta dos seus cachos. Eles deveriam estar espalhados por essa cama agora, e eu deveria tocá-los. – Meu corpo todo se arrepiou com suas palavras. Era impossível não fazê-lo. Sua voz estava rouca e sexy. Onde eu tinha me metido? Eu iria ficar com o inimigo! Se eu me arrependesse depois, eu não podia reclamar. Engoli em seco.

– Percy... Você... Você é um idiota! – Ele riu e me beijou, devagar. Ele abaixou sua mão e tocou minha cintura, passando a mão devagar pela calcinha. Eu já estava excitada e isso despertou totalmente cada sentido.

– Tem camisinha? – Perguntei.

– Sim. Não se preocupe. – Ele se arqueou por um segundo e logo vi o pequeno plástico entre seus dedos.

– Olhe, não temos nada, e quando isso acabar, simplesmente não aconteceu. Isso fica entre nós dois. Entendeu? – Ele me olhou e concordou.

– Fechado. Sexo sem compromisso. – Seria só isso. Nada mais. Era o que eu queria. Fechei os olhos e senti-o deslizar minha calcinha entre minhas pernas. Seu dedo ao mínimo toque em minha coxa externa me fez gemer em precipitação. Quando senti sua respiração então lá, meu corpo e respiração oscilaram. Sua língua quente me chupou devagar, gemi sem consegui me conter. Percy mexeu com seu dedo em meu clitóris e tirou sua língua por um segundo, enrolei meus dedos no lençol, tentando me segurar, era capaz de eu chegar ao clímax naquela hora mesmo. Percy colocou a boca novamente e me chupou, minhas pernas bambearam e eu não conseguia mais respirar corretamente. Ele continuou, até eu segurar em seus cabelos e o puxar para cima com toda força. Eu não agüentava mais me segurar.

– Vamos... Ou eu vou estar cansada demais para te satisfazer. – Percy beijou-me no pescoço e mordeu meu queixo.

– Já vai. – Ele tirou a cueca e colocou a camisinha rapidamente, ele já estava pronto para mim. E eu para ele. Ele se colocou em minha entrada e o mínimo toque fez eu me jogar em cima dele. Arranhei suas costas e ele segurou minhas coxas. Então, ele entrou em mim. E isso foi demais. Eu quase gritei com o começo de suas estocadas dentro de mim. Eu não consegui pensar, somente o prazer estava presente naquele momento. Ele me completando, eu me sentindo realizada.

Ele se movimentou dentro de mim mais rápido e eu já estava chegando ao orgasmo. Era maravilhoso. Percy entrou mais uma vez e eu o senti relaxar também. Ficamos parados, respirações ofegantes, nossa pele suada em contanto um com o outro. Não falei nada depois de alguns minutos, sai da cama em silêncio, ele só me observou enquanto pegava minhas roupas e ia para o banheiro. Liguei o chuveiro e tomei meu banho tentando não pensar em nada. Isso não iria afetar nada em minha vida. O foco ainda era Luke e nada mais. Se eu sentia algo por Percy, nunca iria ser levado a sério ou seria algo que se tornaria algo mais do que sexo e pele. Tinha acabado e ponto final.

Notas finais
Semana que vem responderei cada comentário esquecido e todos deixados, cara, tenho vontade de abraçar tantas pessoas pelos comentários lindos e por todo o apoio... Gente, vocês são "Fodas", Hahaha. Meu professor diz que quando a gente fala palavrão(Mesmo não devendo), devemos colocar entre aspas... Hahaha. Beijos, com carinho Anyele Sousa