Notas iniciais
Oi... Oi Gente! Dei uma de Kéfera agora... hahaha.
Capítulo super dedicado a AnnieJacksons, pela linda recomendação. Nem sei como agradecer... sério. Acho engraçado quando eu vou ler uma recomendação e já começam falando... Primeiro, isso é uma história da Anyele Sousa, preciso falar algo além disso? Sinônimo de história boa... Sério. Obrigada. Hahaha. Eu coro nessas horas...
Desculpem-me pela demora gente, é que eu estou gripada e bom, entrar e sair de uma história e outra também não é fácil, ainda mais as minhas que são super diferentes uma da outra. Espero que curtam esse capítulo. E ele tem trilha sonora, quem quiser escutar, fique á vontade.
1 - Música : http://www.youtube.com/watch?v=WfzRlcnq_c0 - Poison & Wine - The Civil Wars
2 - Música : http://www.youtube.com/watch?v=gV1-M4uRiiw - The Script - Millionaires
3 - Look da Annie : http://www.polyvore.com/cgi/set?id=92014242&.locale=pt-br

Capítulo 12 – Twelve



Pov. Annabeth*



Foi rápido e eu não esperava, mas assim que a língua dela quis avançar para a minha, eu me afastei e a empurrei gentilmente. Nunca senti coisa parecida, não era nojo, mas era absolutamente estranho. Ela sorriu e pegou em minha blusa.



– Pelo amor de Deus Ártemis. O que você tem na cabeça? Alguém pode nos ver. E, além disso, você é professora e deve ter uma relação profissional com cada aluno desse lugar, e por último, eu tenho namorada e a amo. – Ártemis deu um sorriso parecendo não ter ouvido exatamente nada do que eu tinha falado.

– Isso é o que te torna tão diferente e tão mais agradável do que todos esses garotos. Você ama sua namorada e dar valor a ela. Você pensa que eu não ouvi os garotos falando de você. São só elogios, por todas as partes. Alexandre. Alex! Além disso, você é lindo! – Eu não pude deixar de ficar estranhamente desconfortável com a situação. Eu trataria uma garota com respeito, pois queria ser tratada do mesmo modo.

– Por isso mesmo Ártemis. Se dê respeito! Você é uma mulher linda, desejável, obviamente, mas não é você quem eu quero. – Ártemis sorriu para mim. – E eu somente trato minha namorada do modo que ela merece.

– Você é perfeito! E por isso eu te quero ainda mais... – Ela se inclinou para mim e roubou um selinho de mim. Ela pulou da mesa e disse: — Continue fazendo seu ótimo trabalho. E... Eu ainda quero você! Não se esqueça! – Ela disse e saiu da sala. Eu respirei fundo. O que tinha sido aquilo? Obviamente eu já esperava que ela desse em cima de mim, mas tinha sido... Inusitado. Não que beijar ela tinha sido bom, foi estranho, mas ela disse algo que me chocou. Ela me queria, pois eu dava devido valor a uma mulher. Ártemis, nós queremos a mesma coisa. Eu queria dizer. Fiquei ali por segundos talvez, mas logo a porta foi aberta e eu pulei da cadeira. Os meninos entraram e eu voltei minha atenção a eles.

– Hey, o que minha tia estava fazendo aqui? – Nico perguntou e eu engoli em seco.

– Ela é a professora Nico! Ela veio me passar algumas dicas e ordens. Mas já conversamos, está tudo certo. – Eu dei de ombros. Peguei o livro da gaveta e ergui. – Vamos continuar nossa leitura. – Léo avançou sem eu nem pedir.

– É minha vez!

– Tudo bem. Pode começar Léo! – Ele sorriu para mim. E começou a ler. Olhei para os meninos. Observei Percy que tinha os olhos grudados em Léo parecendo interessado. Luke estava com os olhos grudados em mim, como sempre, Nico também, Jason me olhava também como sempre mais estava com seu ódio iminente. Era só ignorar. Eu suspirei me ajeitando, esses meninos ainda me deixariam louca.

Passamos meia hora escutando Léo e era engraçado o ouvir lendo, pois ele lia e fazia de conta que nem estávamos ali, quando tinha uma parte engraçada ele ria e fazia-nos acompanhar ele. Léo era contagiante, além de ele ser um fofo. Eu pegava. Tudo bem, ta certo, que todos naquela sala eu pegaria, menos o Jason, pois ele era da Piper. Falando na Piper, eu simplesmente nunca mais falei com ela. Eu iria pedir o número dela para Nico. Olhei para os meninos que só esperavam que eu os liberasse e disse:

– Bom. Vocês podem ir. Mas lembre-se que amanhã começaremos um livro novo. Eu ainda vou escolher, mas acho que vou trazer algo que contenha mais ação. Talvez guerra dos tronos ou senhor dos anéis, ou Nárnia. – Léo sorriu e levantou a mão.

– Eu voto por Senhor dos Anéis!

– Eu quero Guerra dos tronos! – Nico gritou.

– Nárnia! – Jason falou desinteressado.

– Oh. Percy? Luke? – Eu perguntei já que estava empatado. Luke eu já sabia que seria para Senhor dos Anéis. Percy não gostava muito de ler, então.

– Senhor dos Anéis! – Luke murmurou.

– Guerra dos tronos! – Percy disse entediado.

– Eu decido mesmo! – Eu disse rindo. Percy e Jason saíram. Léo, Luke e Nico ficaram. Sentei-me na cadeira e coloquei minhas pernas em cima da mesa.

– Luke esse fim de semana você podia nos apresentar sua banda em? Eu não tenho nada para fazer nele, e Nico desfez seus planos! – Léo explicou.

– Seria uma boa idéia! Eu falei com Sam mais cedo e ele disse que vamos marcar ensaios esse fim de semana. Vocês podem ir lá. Eu mando mensagem para vocês! – Eu parei na mesma hora. Oh, meus deuses. Percy vai estar com a banda já que eu o contratei para ser ajudante. Eu vou estar lá, Luke vai estar lá, os meninos iram estar lá. Parabéns Annabeth, você é um Gênio e vai se ferrar completamente. Mas... Não se você mudar seus planos com relação ao Percy e pagar ele assim mesmo! Minha mente cantarolou para mim. Verdade, eu estava mandando no Percy. Olhei no relógio. Já era de tarde! Eu não tinha o mandado fazer nada. Droga. Estava na hora de mudar essa situação, hoje era quinta-feira. E sábado já estava bem ali.

– Eu não poderei aparecer lá. Mas mandem fotos para mim! – Eu disse me ajeitando e me levantando. – Hey Luke! Você poderia me ensinar a tocar violão na semana que vem? Que tal? Você é o único que pode me ensinar por aqui!

– Hey, eu sei tocar guitarra! – Nico se defendeu.

– Ele manda muito bem! – Luke reforçou.

– Eu sei tocar um pouco bateria, aprendi com um ex-vizinho meu. Eu e minha mãe gostamos de trocar de casa. – Léo deu de ombros. – Nunca ficamos muito tempo em um só lugar.

– São só você dois? – Luke perguntou e Léo assentiu.

– Sim. Meu pai sempre foi um assunto delicado para ela, e eu não gosto de pressioná-la. Eu amo minha mãe. – Ficamos em silêncio depois da última declaração de Léo e eu vi minha deixa para sair da sala.

– Nos vemos depois galera! – Sai dali bem rapidinho. Corri para o quarto e encontrei Percy ali. Desenhando.

– Hey, Percy! – Eu disse me sentando na sua frente. – Olhe, temos mudanças de planos para o fim de semana. Mas não se preocupe, eu vou te pagar mesmo assim. Na verdade, esse fim de semana que eu iria mandar em você, eu vou mandar você para a casa de uma colega. E você vai trabalhar para ela. Não se preocupe, ela é ótima! – Eu dei risadinha internamente. Ele me olhou estranhamente.

– O que aconteceu?

– Nada demais. Só percebi que você seria mais útil a ela! E não custa nada eu mandar você ajudar ela. – Tem razão. Não vai doer em nada em mim, tirar meu próprio dinheiro do bolso para mandar em você um fim de semana. E melhor, assim evito uma briga dele e de Luke.

– Tudo bem. É só você mandar o endereço. Mas tipo, para o que ela precisa de mim?

– Chofer. Você vai acompanhar ela para onde ela for, fazer o que ela quiser, entendeu? Seu salário vai ser ótimo. – Eu sorri e ele suspirou virando o lápis em sua mão.

– Ela é patricinha?

– Não! – Eu disse olhando atentamente sua mandíbula enquanto ele se concentrava no desenho. Curiosidade mórbida aqui. – Ela é gente boa. Se você for legal com ela, ela será com você. – Eu finalizei me levantando e me preparando para tomar banho.

– Tudo bem. Qual é o nome dela? – Eu engoli em seco. Eu simplesmente não queria falar para ele agora. Queria que ele olhasse em meus olhos sabendo que era eu. Queria ver sua reação a me ver novamente.

– No momento você vai descobrir!



...



A sexta se passou lentamente. Minha cabeça rodava de tanta vontade de estar fora daquele lugar. A manhã foi cheia de aulas, pela parte de tarde eu e os meninos combinamos de ir para a sala de música. Eles iam fazer um som e tentar me ensinar alguma coisa. Foi um desastre.



– Preste atenção Alex! – Luke falava toda vez que eu me perdia. Era culpa dele eu estar daquela maneira, ele estava perto demais.

– Luke acho que ele está prestando atenção sim. Você que é um péssimo professor! – Léo sentenciou. Ele tocou algumas notas na bateria e sorriu. Eu ri.

– Não! Sou eu! Eu sou péssimo para aprender esses tipos de coisa. Mas eu nunca desisto sabe? – Eu já tinha aprendido algumas coisinhas. Luke me passou uma música simples e disse:

– Vamos lá! Vamos ver se você aprendeu algo mesmo. – Eu peguei o papel e dedilhei no violão. A música era do The Civil Wars e bem fácil. Sorri quando Nico começou a acompanhar na guitarra ao meu lado. Terminamos a música e Luke sorriu.

– Mandou muito bem Dude. – Sorri e eles começaram a tocar. Passamos algumas horas ali pela parte da tarde, eles tocaram quase o repertório todo de The Script, Luke assim como eu amávamos aquela banda. Quando deu quase a hora da detenção, voltamos aos nossos quartos. Abri a porta do meu e estava vazio. Olhei no banheiro e corri para o lado de Percy. Pode dizer que eu sou uma pessoa curiosa, mas a última vez que vi os desenhos de Percy; surpreendi-me.

Achei o caderno e olhei para a porta, passei a chave e me encostei-me à porta. Comecei a cantar Millionaries do The Script. Luke tinha cantado e tinha ficado na minha mente. Abri a primeira página e arfei ao ver um desenho da Sally. Tinha sido feito a lápis e era simplesmente perfeito. Passei os meus dedos devagar sobre o desenho, eu estava com medo de ser danificado. Os olhos dela eram vividos e emanavam aquela calma e paz que eu sempre sentia quando a via. Sorri e passei para a próxima pagina. Era do irmãozinho menor de Percy. Esse que eu esqueci o nome. Passei para a próxima e vi o meu desenho, o dos meus olhos. Percy. Minha mente não pode deixar de suspirar. Meu nome estava no canto da página e tinha a data. Aquele desenho fazia muito tempo. Na época em que namorávamos. Passei para a próxima e esse ainda estava em andamento. Era eu. Só que como Alex. Era o meu lado do quarto. Eu com um livro aberto sobre o colo e com os olhos fixos no mesmo. Ri fraco. E ia passar para a próxima página, mas a maçaneta fez um ruído. Levantei com tudo e guardei o caderno rapidamente onde estava. Abri a porta depois de me recompor e vi Percy parecendo irritado a me olhar.

– Porque trancou a porta? Se começar a fazer isso, eu terei que levar a chave.

– Me desculpa. Estava acostumado a passar a chave na porta do meu quarto, mas foi só hoje que eu cometi esse deslize. Não vai mais acontecer.

– Beleza. – A porta foi fechada com um clique depois que eu saí. Suspirei. Fiquei ali no corredor, eu não queria entrar novamente no quarto. Ouvi passos no corredor depois de alguns segundos e observei Afrodite vindo na minha direção. Ajeitei-me e ela sorriu para mim.

– Oh, Alex. Querido, você sabe onde é o quarto de Luke? – A mínima menção de Luke fez todos meus sentidos ficarem alerta.

– Na verdade não. Mas eu posso dizer que você queria ver ele. – Ofereci-me. Ela negou, mas pegou minha bochecha e deixou um beijo estalado nela antes de sair rebolando. Fui para a sala da detenção e mesmo temendo mais uma visitinha de Ártemis, fiquei ali. Abri o primeiro livro de o Senhor dos Anéis e me afoguei na história. Só percebi que já era a hora quando os meninos entraram dando risadas.

– Hey Teacher, começou sem a gente hoje? – Jason disse irônico.

– Esse livro é ótimo! E vem logo para cá! É você que começa hoje! – Eu rebati. Começamos a ler, nos alternando hoje, e até eu li. Eu estava começando a gostar dessa minha rotina com aqueles idiotas e isso não era nada bom.



...



No sábado de manhã me acordei como se tivesse um formigueiro na minha cama. Mandei uma mensagem às seis horas da manhã para Tami e ela quase me matou, mas disse que estaria na minha casa na hora seguinte. Tomei meu banho e acordei Percy quando eu já estava pronta para ir embora. Ele se levantou grogue e eu disse:



– Eu já estou indo Dude. Quando eu chegar em casa te mando o endereço. Você ainda vai à sua casa resolver alguma coisa, não é? – Ele assentiu.

– Tudo bem. Nós vemos por aí!

Sai como um furacão da faculdade. Passei por Nico, Luke e Léo e eles riram quando me viram correndo.

– Hey Dude. Tudo isso é animação em sair daqui e ver a sua namorada?

– Sim. Estou louco para ver Julieta. – Nico riu e tocou meu braço.

– Tudo bem Romeu, vá ver sua Julieta. – Eu ri fraco e vi o carro de Argus parar ali. Olhei para Luke, mas ele não parecia prestar atenção, estava conversando com os meninos. Taquei-me no carro e coloquei as malas rapidamente do meu lado no banco traseiro.

– Vai Argus! Rápido! — Eu falei dando uma risada. – Assassinos estão nos perseguindo! – Argus riu, mas fez o que eu pedi. Saímos dali e eu suspirei aliviada.

– Você está ótima menina. Bem diferente. Até sua voz! – Joguei minha cabeça para trás e falei normalmente.

– É tão bom ser eu! Preciso de maquiagem, de saias, vestidos, festa e garotos! Não! Garotos não! – Eu ri tirando suor da minha testa. Eu parei de rir no mesmo momento e fiquei rígida. – Argus, minha mãe está em casa?

– Não. Pode ficar tranqüila. – Chegamos em casa e Argus disse que colocaria minhas malas lá em cima. Agradeci e Olímpia me recebeu. Ela me deu um abraço caloroso e eu retribui da mesma forma.

– Venha menina. Eu fiz uma torta de morango para você. A pequena Tami está comendo, ela chegou aqui e estava me fazendo companhia. – Andamos até a cozinha e eu pulei em Tami. Não éramos muito amigas, mas ela já tinha se tornado minha cúmplice e eu adorava aquele jeitinho dela. Os olhinhos puxados, as mechas coloridas.

– Hey Alex! – Ela disse na brincadeira. Sentei ao seu lado e Olímpia me passou um pedaço de torta. Comemos a torta conversando enquanto eu as botava a par de tudo o que tinha acontecido comigo ao decorrer da semana. Elas começaram a rir quando eu falei do episódio da calcinha e quase se engasgaram quando eu falei da prova da fraternidade. Quando falei do desenho, elas ficaram em silêncio.

– Eu não sei o que pensar sobre isso, Annie. Quer dizer, se ele não gostava mesmo de você, porque ele desenharia seus olhos?

– Os olhos dela são lindos, inesquecíveis Tami. – Olímpia comentou e Tami concordou. Ruborizei.

– Obrigada Olímpia. Mas isso é uma coisa que pode me fazer revirar na cama hoje à noite.

– E com Luke?

– Eu estou me tornando seu amigo. Mas já é um passo, e esse final de semana ele disse que precisa arrumar assuntos pendentes. Estou torcendo para que ele tenha se referido a mim. E de qualquer maneira, eu irei ver ele, os meninos arranjaram o galpão não é? Vamos para lá! – Tami assentiu e eu a puxei.

– Pare de ser gulosa e venha ajeitar meu cabelo. Quero ser garota novamente, não agüento mais isso. Vou abraçar meu closet e abusar de maquiagem e tudo aquilo que minha mãe me deu esses anos todos. – Tami riu e eu a reboquei até meu quarto. Olhei para ele, e cai na minha cama. Meu quarto era lilás e com pequenos flores espalhados na parede. A janela tinha cortinas brancas, um lado ficava a escrivaninha com o computador, livros, Home Theater e outras coisas. Do outro lado ficava meu closet e minha penteadeira. Tami pegou sua maletinha que estava ali e sorriu ligando meu som. Começou a tocar Emblem3 e Tami me puxou para a cadeira.

– Você vai ficar linda! – Eu sorri e peguei meu celular enquanto ela trabalhava. Mandei uma mensagem para Percy com meu endereço e suspirei. Ele não se lembraria, eu tenho certeza, além disso, ele nunca tinha vindo na minha casa. Eu só tinha falado para ele onde morava. Ele respondeu e agradeceu. Dizendo que dali à uma hora ele estaria aqui. Esperei Tami me preparar e fomos direto para o closet, quis pegar uma roupa simples, mas Tami me vetou na mesma hora.

– Você não vai ficar em casa! Você vai ao shopping, vamos ligar para os meninos e vamos fazer compras. – Eu sorri.

– Não creio que os meninos gostaram de ficar com ele.

– Não importa. Ele será só seu empregado, carregará suas sacolas e vai fazer o que você quiser. Os meninos iram adorar. – Tami sorriu e me jogou um vestido simples e um sapato preto. Sorri e fui me vestir. Quando voltei, ela já estava preparada e já tinha chamado os meninos.

– Beleza! Temos quinze minutos e só falta à maquiagem! – Ela fez a minha, e eu me ofereci para fazer a dela. Ri enquanto ela fazia bem rápido a dela. Se eu tivesse feito tinha saído uma tragédia e eu teria demorado o dobro do tempo. Ouvimos uma batida na porta e Olímpia sorriu a abrindo.

– Annabeth, ele está aí! – Ela piscou para mim e eu suspirei. Tami ajeitou meu cabelo que estava amarrado em um coque e disse:

– Preparada? – Ela nem me deixou responder. – É bom que esteja! Esse é o momento que você vai dizer para ele que você está bem, que ele perdeu uma pessoa maravilhosa e que ele é um Otário! – Não disse nada, somente abracei Tami.

Desci as escadas devagar, minhas mãos estavam suando e estavam ficando pregadas onde eu pegava no corrimão, nojento, mas não liguei, esse era o resultado do meu nervosismo. Tami estava atrás de mim e isso me fazia ficar um pouco mais tranqüila.

A primeira coisa que vi dele quando entrei na sala foi seu cabelo. Ele estava sentado no sofá de costas para mim. Olímpia falou algo para ele, e ele se levantou rapidamente. Esperei para encarar seus olhos e coloquei um sorriso cínico no rosto. Essa era minha hora, eu estava bem, era isso que eu teria que amostrar e provar a ele. Ele se virou e eu sorri encarando seus olhos. Sua primeira reação foi o choque, a segunda foi algo que não consegui identificar, e a terceira foi seriedade. Sorri e cheguei ao fim da escada.

– Oi Percy! É bom ver você depois de tanto tempo.


Notas finais
O que acharam meu povo?? Pelos deuses, deixem comentários!! Alguém além de mim está quase morrendo e contando os dias para Mar de Monstros? Hahaha. #Com #Certeza. Hahaha. Não se esqueçam dos comentários, estarei respondendo os antigos agora.
PS°: Para quem acompanha Amando o Inimigo e Inocência, o que posso dizer é o seguinte, os capítulos estão sendo escritos, e não demorará muito para sair Ok? Beijos