Notas iniciais
Oi pessoinhas! ;) Fiquei surpresa com os comentários que recebi, para euzinha aqui eu não tinha mais nem leitores, e muito menos pessoinhas tão fiéis como vocês! Obrigada meus lindos!! Vontade de morder vocês!! Hahahaha. Capítulo novo e bem rápido aqui... Felizes? Olhem, eu coloquei na minha cabeça que irei postar pelo menos um capítulo por semana agora... Nos finais de semana Okay? Acho que no Domingo... O que acham? Bom, né? A história está entrando na segunda fase agora... Fiquei mega insegura escrevendo esse capítulo, principalmente na parte Gay do tal amor e tals... Hahaha, mas espero que vocês gostem. Preparem-se... vocês podem acabar diabéticos... Tá, é mentira. É que todo mundo critica as partes da declaração sabe? Mas, tipo, tem como fazer de outro jeito que não sendo meloso? Alguns autores conseguem essa façanha, mas a emoção da dor de barriga rola? Não sei... Hahaha. Vamos ver! Vishi, lê eu soltando Spoiler aqui... Hahaha. Sorry!!

Capítulo 33 – Thirty — Three

Pov. Annabeth*

Eu senti um medo enorme percorrer minha espinha. Isso não está acontecendo comigo! Não agora! Não aqui! Não nesse exato momento! Sabe aquele sentimento quando você sabe que o mundo conspira não a seu favor, mas quando ele conspira contra você? Eu me sentia assim naquele momento. Poderiam aparecer diversas outras pessoas ali sabe, mas ele... Justamente ele estava ali na minha frente. Porque não Heathcliff? Porque não Harry Potter? Bem eu sempre preferi o Malfoy, mas tudo bem. Por que não o Rei Pedro? O magnífico? Tinha que aparecer o Luke? Claro Annabeth, sonhar com seus personagens literários preferidos agora não vai adiantar. Avancei na direção de Luke e ele foi para trás automaticamente.

– Luke não é isso! Escuta-me primeiro? Por favor? – Ele parecia que não ia escutar. Ele passou a mão pelos cabelos e disse me olhando friamente... Ele nunca tinha me olhado daquela forma.

– Primeiro, porque fez isso?

– Por você!

– Por mim? Enganou-me e... e... – Ele arregalou os olhos. – Os meninos sabem disso não é? – Mordi os lábios e ele soube que sua suspeita era verdade. Luke me lia com facilidade assim como eu a ele. Comecei a me desesperar. Nunca imaginei que isso aconteceria agora, e nunca imaginei como explicaria tudo para ele se viesse acontecer. Meu plano sempre foi sair ilesa, mas estava a ponto de sair da pior forma possível. Se eu o perdesse agora o que seria de mim? Luke era parte de mim e somente de pensar nessa possibilidade só tive vontade de me jogar nele e não deixá-lo sair de perto de mim até que eu explicasse toda essa história e que ele me desculpasse. Mas ainda não o faria.

– Luke eu fiz isso para que você fosse atrás do seu sonho... E você está seguindo o caminho certo. – Falei aflita. – Eu estou... Estava tão perto. Por favor, entenda... Tudo isso é por você!

– Como assim por mim? Meia hora atrás eu estava falando dos meus sentimentos sobre você com você... Você mentiu para mim... E não por mim... Sabe como eu odeio mentiras? Sabe como... – Ele não falou mais nada, acabou rindo, o que foi pior. – Isso foi à pior coisa que você poderia ter feito para mim. – Seus olhos estavam começando a ficar vermelhos. E acho que os meus estavam do mesmo modo, eu sentia meu coração ser apertado a cada palavra que Luke dizia. – Eu agüentei Percy, e somente a questionei sobre o assunto... Eu fiz... Eu fiz... – Peguei no braço de Luke e o abracei. Senti as lágrimas descerem.

– Luke... Desculpe-me. Desculpe-me. – Solucei. Eu apertei sua blusa contra meu rosto e inspirei seu cheiro.

– O que mais você esconde de mim? Quantas vezes já mentiu para mim?

– Luke eu não... Eu não escondo nada. – Luke me afastou, me fazendo sentir desamparada, mas eu acho que merecia isso. Ele estava certo. Eu menti, manipulei e escondi coisas deles, e por mais que por uma perspectiva diferente, eu parecesse inocente, eu não era. Tinha feito tudo errado em mentir para ele. Tinha feito por ele, desde o inicio, mas agora não parecia. No meio do caminho eu acabei me atrapalhando com meus próprios quereres, e esqueci-me da verdade crua que tudo aquilo estava tomando. Eu estava totalmente errada.

– Eu sei que esconde... Pois agora que os pontos estão todos interligados, eu não vou mais fazer o papel de idiota e não ver o que está diante dos meus olhos. Os olhos... Ninguém tem seus olhos. Ninguém olha do modo com você. Sinto-me completamente ignorante agora.

– Luke... – Nada que eu falasse adiantaria, mas eu tinha que repetir seu nome, tinha que falar algo.

– Só me responda uma coisa... Com sinceridade... – Ele alcançou meus olhos e eu falei rápido:

– O que quiser...

– Você não quis ficar comigo, pois está apaixonada por ele não é? Pois voltou a amar aquele idiota, não é? – Mordi minha língua em desespero. As lágrimas saíram mais fortes, e eu comecei a soluçar. Desci até o chão chorando, mas falei o que ele queria que eu dissesse e o que eu queria falar:

– Quando você revelou seus sentimentos, foi por pensar em você que eu disse que iria pensar... Luke você sempre foi e sempre será o mais certo em todos os sentidos para mim. Você é meu par perfeito, mas somos meio que Julieta e Romeu, algo que não vai dá certo. Você é alguém que eu sempre irei contar em todos os momentos... E sim, eu estou apaixonada por ele, mas é algo que eu não posso evitar... Seria tão errado ficar com você, e estar apaixonada por ele... Eu me sentiria dez vezes pior, me sentiria suja, me sentiria... – Solucei. As lágrimas caiam sem serem refreadas.

– Eu sempre soube Annabeth... Sempre soube disso... – Eu ergui minha cabeça, e peguei em sua mão. Ele soltou rapidamente.

– Não vai!

– Eu quero um tempo... Dê-me um tempo... Não quero ver você agora! – E foi embora, chorei e me encolhi perto da parede ali mesmo. Não sabia para onde ir e nem se podia parar de soluçar com tamanha a dor que eu sentia em meu coração. Somente me despertei quando o meu celular vibrou. Eu não vi a mensagem, mas logo depois ele tocou, obriguei-me a atender, mesmo soluçando fraco ainda.

– Oi... – Minha voz saiu arrastada.

– Annabeth! Onde você está? – Reconheci a voz do Nico e disse para ele onde eu estava. Desliguei, o esperando. Quando ele me viu, correu em minha direção. Ele nem pode perguntar o que estava acontecendo, pois logo estendi a mão e disse:

– Me tire daqui. Agora... Por favor... – Ele assentiu e me arrastou para fora da faculdade. Fomos para o jardim e ele me encostou atrás de uma arvore. Sentou-se e me apoiou em seu colo. Não falou nada, só deixou que eu parasse e me acalmasse. Respirei fundo, usando a técnica de respiração para acalmar meus nervos e clarear a mente. Contei até dez e sequei meus olhos.

– Você está melhor?

– Não. Mas estou mais sóbria agora. – Respondi. – Obrigada.

– Posso perguntar o que aconteceu? – Assenti cabisbaixa e comecei a relatar tudo sem tentar chorar.

– O que ele vai fazer?

– Eu não sei Nico. Não sei se ele vai me entregar, se ele vai... Eu não sei! – Eu tentei focar, mas eu não conseguia não pensar em toda essa tragédia.

– Acalme-se... Vamos para o seu quarto.

– Sim, vamos. – Se tinha uma coisa que eu tinha certeza agora era que eu não podia ficar ali como Alex mais. Meu tempo tinha acabado há poucos minutos atrás. Andamos devagar até o quarto, e eu me preparei. Quando entramos sentei na cama e suspirei. Vi minha mala encostada em um canto, entocada. Levantei-me e fui até ela, dei graças a Deus por Percy não está ali. Quando Nico viu meu ato, começou a balbuciar:

– O que está fazendo? – Olhei para ele e levantei uma sobrancelha.

– É obvio! Vou embora! Não posso mais ficar aqui!

– Annabeth? Não vá! – Puxei a mala, indo até a porta. Nico me parou, ficando estirado entre a porta.

– Saia! Eu tenho que ir embora, eu não tenho que ficar aqui mais.

– Fique! Luke vai mudar de idéia, nada vai te acontecer Annie... Ele vai te proteger... Eu vou. – Balancei a cabeça. Não era somente por causa disso que eu ia embora, eu tinha que respirar ar fresco e acabar com minha armação, eu já tinha machucado pessoas o suficiente com essa brincadeira impensada.

– Não é isso... Você não entende, eu tenho que ir! – Disse decidida.

– Ir para aonde? – Percy apareceu por detrás de Nico. Olhei para seus olhos e disse:

– Ir para casa. Acabou. Não tem mais Alex... Luke descobriu e agora não quer olhar para minha cara, não tenho mais motivos para continuar com isso. – Percy empurrou Nico e ele mesmo ficou na porta. Nico bufou, mas ficou atrás.

– Você não vai!

– Um já era o suficiente, agora dois? E, além disso, porque eu não faria? Só porque você está parado aí? Isso não é motivo suficiente, saiba disso! – Encarei. – Você tem algum motivo? – Ele hesitou.

– Eu sabia... Você não tem...

– E seus amigos? Você vai embora e não vai falar simplesmente nada. Se você sair por essa porta agora, você leva a existência do Alex junto, e todo mundo gosta de você...

– Do Alex!

– Mas ele se tornou uma parte sua! – Nico interrompeu.

– Eu não posso ficar aqui! – Repeti debilmente.

– Só quero uma razão! – Eu já estava perdendo a paciência com aquilo, será que eles não entendiam? Minha cabeça estava a mil depois de todos os acontecimentos do dia e eu só queria um pouco de ar e descansar onde ninguém pudesse me encontrar. Mas se eles queriam uma razão, eu iria dar.

– Vocês querem uma razão? Vou dar uma razão! – Encarei Nico e parei meus olhos em Percy. – Eu não posso ficar aqui porque Luke descobriu e porque você está aqui! Luke sabe dos meus sentimentos com relação a você! Será que não é obvio que eu ainda gosto de você? E que por essa razão tudo está mil vezes pior? – Respirei fundo, eles ainda me olhavam paralisados. – Eu sei, sempre soube que Luke é o melhor para mim, e é por isso que eu fiz o que fiz, mas você estava aqui e estragou tudo Percy! Como sempre! Meu coração não pode se segurar a cada maldito segundo... Você pode me enganar como fez da primeira vez, não importa... Eu sou uma tola quando se trata de você, e a cada Te odeio que eu dizia da minha boca, eles não eram para você, eles sempre foram para mim. – Virei meu rosto e encarei a parede. – Me odeio por ainda gostar de você! – Peguei a alça da minha mala e fui em direção a eles. Dei um empurrão em Percy e ele saiu da minha frente. Olhei para Nico e respirei fundo.

– Desculpe-me Nico. Eu te amo... Mas de um jeito diferente. – E virei indo embora. Peguei meu celular e liguei para Argus. Pedi que ele viesse me buscar e fiquei esperando. Mandei mensagem para Thalia e ela disse que iria correndo para minha casa. Abaixei-me e sentei na escadaria da faculdade. Peguei os meus fones e deixei tocar a primeira música na Playlist. Era Nina Nesbitt com Two Worlds Away, e acho que meu celular estava me consolando, pois a música condizia com alguns de meus sentimentos naquele momento. Fiquei ali sentindo a brisa e depois de alguns minutos vi Argus entrando no campus. Arrastei minha mala até o carro e entrei sem dizer uma palavra. Ele respeitou meu silêncio e nada falou, e mesmo se falasse provavelmente eu não teria escutado, os fones estavam no máximo. Quando cheguei em casa corri para cima, somente gritando para Olímpia que só deixasse alguém subir se fosse Thalia, Tami ou Piper, fora elas eu não queria ver ninguém. Joguei-me em minha cama e gritei prendendo o travesseiro em minha cabeça.

Tudo tinha se quebrado tão rapidamente. Brinquei, joguei e perdi tudo... E agora não tinha concerto. Só restava chorar até secar.

...

Pov. Autora*

O fim de semana se passou rápido e tortuoso para Annabeth, Percy, Luke e Nico. Tudo que eles faziam, ou aonde iam seus pensamentos e sentimentos o acompanhavam com tamanha força que ás vezes eles somente queriam se isolar do mundo. Annabeth fez exatamente isso, ela praticamente vegetou no quarto. Olímpia, Thalia, Tami e Piper estavam morrendo de preocupação com a garota. Assim como Nico, que tinha os pensamentos totalmente voltados para a loira, e que mesmo que ela tenha arrasando com seus sentimentos, ela só tinha dito a verdade, e ele não podia a culpar por isso. Ele mandou mensagens para ela a cada segundo possível, e não recebeu nenhuma resposta, o que estava o frustrando. Mas ele resolveu dar o tempo pedido para ela, por isso não foi até sua casa.

Percy estava preocupado e se sentindo culpado por todos os acontecimentos. Ele não conseguiu dizer o que era para se dito no momento certo. A cada segundo pensava nas palavras de Annabeth; a cabeça dele estava trabalhando como um reprodutor idiota que não podia ser desligado. Annabeth gostava dele, ainda o amava. E o que ele fez? Nada. Ele só faltava explodir de raiva a cada vez que pensava nisso. Frustração era seu sobrenome nos dias que se passaram. E ele se culpava cada vez mais que topava com Luke pelos corredores da faculdade, ou então quando alguém perguntava sobre Alex, e onde ele estava. Sua resposta era sempre a mesma.

– Ele foi embora... Sua mãe o queria em outra faculdade... – Luke o olhava de esguelha e depois abaixava a cabeça toda vez que estava presente. Todo mundo percebia a diferença depois dessa partida. As olheiras fundas que tinham aparecido nos três garotos deixava claro que eles tinham perdido diversas noites em claro, principalmente Luke. Mas ninguém ousou perguntar nada, nem mesmo Gabe que sabia de toda a história.

Mas no final de semana, eles resolveram dar um basta em tudo aquilo. Pelo menos Percy e Luke, já que Nico nada podia fazer.

– Luke?

– Oi? Quem está falando?

– Sou eu. Julieta. Quer dizer Thalia... Namorada da... – Thalia tinha se enrolado toda durante a ligação, mas Luke foi ao ponto.

– O que foi?

– Annabeth não está bem... Ela não come direito há dois dias... E nós não sabemos mais o que fazer. Olímpia disse que você pode mudar isso... Então, esqueça tudo com relação ao que está acontecendo, e pense somente na saúde dela agora... Eu te imploro. – Luke sentiu o celular pesar ao lado de sua orelha.

– Eu estarei aí em alguns minutos... – E desligou. Thalia suspirou aliviada. Olhou para Annabeth deitada na cama e respirou fundo.

Desceu as escadas depressa e pediu que Olímpia preparasse algo leve e rápido, pois Luke estava chegando. Ela deixou a cozinha e andou até a sala para esperar Luke. Passou-se dois minutos e a campanhia foi tocada. Thalia se surpreendeu. Luke não chegaria tão rápido ali. Ela abriu a porta e se surpreendeu ao ver Percy ali.

– Annabeth está? – Thalia ficou sem reação por alguns segundos e deu passagem para ele.

– Sim. Lá em cima. – Olímpia saiu da cozinha com uma bandeja contendo um sanduíche e um suco de laranja e disse:

– Eu vou levar para ela. – Percy deu um passo à frente e perguntou:

– Posso? Eu vou falar com ela... – Olímpia olhou dele para Thalia e levantou uma sobrancelha.

– Deixe... O importante é a fazer comer... Não importa quem... – Percy olhou para a morena e perguntou:

– Ela está sem comer?

– Sim. Suba e empurre isso na goela dela. Entendeu? – Ele subiu apressado depois de saber como a loira estava. Seu coração estava sufocado, e só respiraria direito quando falasse tudo o que tinha que ter dito para a loira da última vez. Estava se sentindo um tolo, mas iria fazer o certo naquele momento. Abriu a porta e viu uma Annabeth pálida o analisar. Ela mudou seu olhar quando o viu, ela estava surpresa. Ele andou devagar até ela, e posicionou a bandeja em seu colo.

– Como pode ficar sem comer? Está querendo morrer? – Percy riu fraco enquanto pegava o sanduíche para Annabeth. Ela somente lhe observava. Sua garganta estava seca, não queria falar muito.

– Está aqui para ver como a idiota sofre por sua causa? – Percy respirou fundo e olhou para a loira. Colocou um dedo nos lábios dela e os abriu devagar. Annabeth deixou.

– Coma algo... – Ele esticou o sanduíche, mas Annabeth não fez nenhum movimento. – Isso é o mais importante agora. Segunda — feira você vai voltar para a faculdade... Você não vai assim não é?

– O que está fazendo? Fale logo... E saia daqui... E, além disso, eu não vou a lugar nenhum. Vou para a outra faculdade, longe de vocês... – Percy passou a mão pelo braço desnudo de Annabeth e a tocou até a curvatura do pescoço. Passou para a bochecha e em seguida tocou os lábios rachados.

– Não! Você não vai a lugar algum! Muito menos para longe de mim... – Annabeth esperou, sem expressar nenhuma reação. – Você disse que eu estava perto, e eu já estou cansado dessa espera. Quero estar ao seu lado agora daqui para frente. Sei que estraguei tudo, mas você também fez isso. Eu não quero saber do seu dinheiro, só quero cuidar de você, entendeu? – Percy sorriu chegando mais perto de Annabeth. O corpo de Annabeth se alertou e se sentiu vivo como há dias não se sentia com aquele simples toque. – Posso fazer qualquer coisa para provar isso... Farei qualquer coisa. E só você dizer... Annie... Tudo, pois dessa vez é diferente.

– Diga que me ama. – Percy ergueu os lábios em um sorriso convencido.

– Não posso viver sem minha alma, não posso viver sem meu mundo... E se a senhorita aceitar-me prometo te fazer feliz e nunca mais te abandonar. Estou grudado e pertenço a ti como nunca fui de outra pessoa. – Annabeth esboçou um sorriso fraco.

– Andou lendo meus romances?

– Sim. Eles me lembram de você, passei a gostar deles.

– Isso foi clichê!

– Eu sei. Mas se eu dissesse que te amo, não seria também? — Annabeth pensou em Luke por um segundo, ela não tinha falado com ele, e ela passou o tempo todo pensando se ele a perdoaria depois de tudo que fez, o que ele faria se soubesse que tinha ficado com Percy agora? A traição seria pior, não? Pensando nisso ela desviou o rosto em direção a porta, onde viu olhos caramelos encararem a cena. Annabeth gaguejou baixinho o nome dele em segundos.

– Luke... Luke... – Ele só sorriu e comprimiu os lábios em seguida, e falou baixo somente para que a loira fizesse a leitura labial das palavras:

– Tudo bem. Estou bem. — E saiu dali.

Notas finais
E aí? O que acharam? Muito meloso? AHHHH, Dúvida cruel!! Se lembrem que hoje é domingo de Páscoa, acho que foi o chocolate que me afetou... Hahaha. Luke só sofre mano... Pena. Sou meio cruel com ele, mas isso vai mudar... Oh, se vai! Agora entramos na segunda fase da história... Eita... Annabeth deixando o Alex de lado e entrando na faculdade como ela mesma... O que vocês esperam disso? Contem! Contem! Contem! Amo vocês Jujubas e até domingo que vem! PS: Se a narração em terceira não ficou boa, é porque faz um tempo que eu não escrevo em terceira, então, perdoem-me. Beijos, Any.