If I Were A Boy
19 Nineteen
Notas iniciais
E espero que todos os meus leitores curtam esse capítulo ;)
Capítulo 19 – Nineteen
Pov. Annabeth*
Meu corpo todo se arrepiou de medo, minha garganta fechou e minha mão começou a soar. Ela tinha descoberto tudo? Só podia ser isso. E agora? O que eu iria fazer? Passei a mão pelos meus cabelos e segui mamãe pela escada. Ela subia devagar, ela não tinha pressa, isso era mau sinal, um péssimo sinal. Ela tinha que vir para casa e estragar o fim de semana? Já era tarde da noite, para mim ela ia ficar onde estava. Olímpia apareceu em minha vista, ela vinha do meu quarto. Ela sorriu com a boca, com os olhos não para minha mãe. Ela apertou minha mão quando passei por ela e disse somente com os lábios: “Boa sorte”. É eu sinceramente ia precisar. Entramos no escritório dela, e eu me sentei na poltrona de frente a sua mesa, enquanto ela fechava a porta. Suspirei e estalei meus dedos, em uma tentativa fracassada de me acalmar pelo que viria pela frente.
– Você está nervosa. Andou aprontando muito então? – Ela disse enquanto se sentava e me encarava. Eu era exatamente uma cópia de minha mãe, loira, olhos cinza. Ela tinha uma beleza sobrenatural, e mesmo às vezes odiando esse jeito de minha mãe, ela era única para mim, e eu a amava do mesmo modo. Linda e fria. Enquanto eu? Talvez linda, com certeza mole.
– Eu não fiz nada. Só que... É bom ver você mamãe... Depois de tanto tempo, eu não a esperava.
– Eu mandei o email, você não viu?
– Eu vi... Só que você quase nunca vem!
– Se eu disse, é porque eu viria. – Ela argumentou pousando suas mãos em um caderno e tirando de lá um papel. – Eu soube que você está badernando por aqui esses tempos, e que não queria ir ainda para a faculdade. Annabeth! Onde você está com a cabeça filha desnaturada?
– As aulas só começam no mês que vem!
– Você se esqueceu? Ou caiu e bateu a cabeça? – Eu revirei os olhos e bufei, eu sabia ao que ela estava se referindo, mas preferi me fazer de burra. Eu sabia que ela odiava isso também, mas eu estava com raiva. – Eu mexi meus pequenos pauzinhos e consegui para você um mês de estágio com os maiores professores de arquitetura daquela faculdade e você está aqui? – Ela bateu com tudo na mesa. Jogou-me um papel e se levantou.
– Até Luke está na faculdade, e você está aqui! — Minha mãe sabia de Luke, ela ficou muito feliz por ele na verdade. Minha mãe gostava de Luke por ser dedicado e do modo que era. Graças a Deus, pelo menos isso. Se ela não gostasse de Luke todos esses anos eu simplesmente não saberia se um dia eu teria um amigo. Acho que Luke tinha um jeitinho de ser querido e agradável com todos com que ele quisesse. Sorri, mas logo me voltei para mamãe.
– Eu estou fazendo algo importante! – Ela não podia me obrigar a ir para a faculdade agora, ainda faltavam três semanas.
– O quê? Dê-me uma boa razão sua garota para você estar aqui! – Eu precisava de alguma idéia, precisava. Mas nada vinha. Minha mãe me mediu com os olhos.
– Mãe... Eu estou... – Eu precisava de algo concreto, não só inventando. Eu precisava de provas. Droga.
– Está? Você tem um segundo... Se não falar algo concreto, você pega o próximo vôo hoje. – Eu quase gritei de raiva, mas me contive. Pensa Annabeth, pensa Annabeth.
– Eu estou restaurando a biblioteca de um bairro pobre de nova York, para crianças carentes. E mãe, esse trabalho é incrível! Eu amo fazer aquilo, além de ser uma ótima experiência. Por favor, não me deixe ir agora! – Ah, droga. Eu fechei os olhos e abaixei a cabeça.
– E porque hesitou tanto em falar? – Ela ainda mantinha aquele tom dela.
– Porque pensei que por ser uma instituição pobre e por não estar pagando nada para mim, a senhora não iria aprovar. – Boa Annabeth! Levantei o olhar e ela sorria, ela tinha acreditado. Alivio percorreu todo meu corpo e eu mordi os lábios. Que mentira horrível. Agora eu ia ter que fazer isso de algum jeito. Acho que vou vestir os meninos de bebês, os levarei para a biblioteca da faculdade e vou tirar fotos, vai ficar muito fofo. Sorri só pensar nisso.
– Tudo bem. Eu odeio quando você faz isso. Mas de todo modo, você está trabalhando para fazer algo com relação ao seu curso. – Eu assenti sorridente quando ela se sentou.
– A senhora vai amanhã?
– Sim. Tenho coisas a fazer. – Ela apontou para o papel e disse: — Eu quero uma prova desse seu trabalho e quero que olhe esse papel direito. No mês que vem nada vai me impedir de mandar você para a faculdade, até mesmo que eu faço Argus te arrastar. – Levantei e fui pelo lado da mesa. Eu sabia que ela odiava isso, mas deixei nossas diferenças de lado e pulei nela, lhe dando um abraço. O que a pegou de surpresa, eu nunca fazia isso. Mas já estava na hora de mudar, e minha mãe era um bom começo para isso também. Ela me empurrou devagar e disse:
– Vá tomar banho! – Fiz bico. – Parece criança! – Eu sorri fechando a porta antes de ouvi-la resmungar. Peguei meu celular que piscou na hora em que entrei no meu quarto e vi uma mensagem de Thalia. Nem ao menos vi, liguei direto para ela. Ela atendeu quase no primeiro toque.
– Oi Thalia.
– Viu minha mensagem?
– Na verdade, eu nem li. Liguei direto para você! – Eu sorri. Ela riu.
– Eu acabei de chegar à Nova York. Você disse que amanhã não teria tempo para mim. Pensei... Ainda está cedo o suficiente para conversamos um pouco. – Ela disse animada. Sorri, aprovando a idéia.
– Ótima idéia. Onde você está?
– Acabei de sair do avião!
– Hey, eu vou te buscar! Tem lugar para ficar? Não! Espere, você vai ficar aqui em casa hoje. Podemos comprar algo no caminho de volta para comer e teremos uma noite de meninas.
– Mas...
– Não tem como dizer não. Será ótimo para conversamos e perdemos esses diversos anos separadas. Daqui a pouco estarei aí, me espere. – Desliguei, nem ao menos esperando ela me responder. Desci as escadas, peguei um casaco, e disse para Olímpia chamar Argus. Ele me levou para o aeroporto o mais rápido que podia. Corri pelo aeroporto olhando para todos os lados. Eu estava empolgada em encontrar Thalia depois de todos aqueles anos, queria ver se ela ainda continuava do mesmo jeitinho. E quando vi a morena, com suas mechas azuis e suas habituais roupas pretas, percebi que muita coisa não tinha mudado. Eu fui até ela. Ela sorriu e eu a abracei. Mais um abraço em uma pessoa que eu sei que não gosta desse tipo de coisa. Hoje eu estou quebrando barreiras. Afastei-me e disse:
– Quanto tempo Thalia!
– Ok. Não foi uma eternidade. Alguns poucos anos. – Eu ri, ela estava como sempre. Argus vinha atrás de mim e eu nem tinha percebido, só o vi quando ele pegou a mala de Thalia. Seguimos ao carro.
– Como está sua vida desde que deixamos a escola? – Thalia suspirou e mexeu em sua testa.
– Uma pura dor de cabeça. Mas eu vou levando. – Eu sorri apertando o braço dela.
– Tudo bem! Você irá me contar tudo hoje à noite. Hum, mas primeiro, o que você quer comer? Podemos arranjar.
– Olímpia pode fazer... – Argus disse e eu assenti.
– Ou então, podíamos comprar besteiras se você estiver afim... – Ofereci a Thalia. Eu tinha tantas coisas para falar a ela. E eu iria falar da faculdade, eu sabia que Thalia com seu jeito era uma das únicas pessoas que iriam escutar, te chamar de louca, mas que não iria contar para ninguém. Eu confiava nela, mesmo depois de tanto tempo.
– Hum, eu não faço idéia do que quero, só sei que meu estomago está roncando... – Eu ri e assenti. No final decidimos que Olímpia faria algo para nós. Pensei em ligar para os meninos, mas amanhã eu iria para faculdade e encontraria todos eles. Viemos conversando e quando já estávamos em meu quarto, eu joguei em minha cama.
– E você? Eu te contei um pouco de minha vida chata. Quer dizer, eu não tenho mais nada a dizer... – Thalia era mesmo uma graça, ela tinha me contado muito pouco de seus dias, mas sempre estava tentando mudar o foco da conversa, pelo menos quando ela estava no centro. Acho que ela ainda estava desconfortável.
– Tudo bem. – Suspirei e comecei a contar a ela o que estava fazendo ultimamente. Ela imediatamente se lembrou de Luke quando falei dele. Falei nas enrascadas que estava me metendo e ela ouviu tudo. No final, eu esperei alguma coisa vindo dela e ela só começou a gargalhar desesperadamente.
– Sério Annabeth?
– Thalia! Isso é sério! – Falei irritada enquanto pegava um travesseiro e jogava nela. Ela era idiota ou o quê?
– Eu acho que Luke é bem grandinho para fazer suas próprias escolhas não é? – Ela sorriu para mim. – Você está apaixonada por ele! Só pode ser isso! – Eu fiquei sem palavras, eu não era apaixonada por Luke, eu só tinha um carinho por ele.
– Eu não sou apaixonada por ele! Somos amigos! – Falei exaltada, como ela podia pensar isso? – Somos amigos desde sempre, eu quero proteger ele, o fazer seguir seus sonhos. Tem algo errado nisso?
– Você se agarra tanto nessa frase... “Somos amigos desde sempre” – Ela disse usando as aspas.
– Thalia! Eu não sou apaixonada por ele! Eu só me sinto mal por estragar tudo. Ele queria fazer música, mas por mim... E por minha burrice, acabou mudando de idéia.
– Você não disse que ele te falou que você era a razão de ele estar cantando? – Eu me lembrava vagamente disso, mas sim, ele tinha dito.
– Sim. Ele falou. – Cocei minha cabeça. Eu estava estressada. Caramba, eu tinha minhas razões. Será que eles não entendiam? – Eu me cortei, foi errado. E por isso, e sua magoa... Ele... Mudou...
– Olhe, só acho que você está errada!
– Se eu estiver errada ou certa, só vou descobrir ficando ao lado dele... E é isso que estou fazendo agora. Se ele quiser fazer outra coisa só quero que ele me fale com sinceridade mesmo. De coração. Senão, eu vou continuar acreditando que é por minha culpa que ele desistiu de música. E ele é tão bom!
– Tem alguma música dele? – Eu sorri. Eu tinha todas as gravações dos meninos. Adorava a voz rouca de Luke.
– Sim, você quer? Eu te passo. Tenho certeza que com seu gosto de Rock, você vai adorar alguns covers deles. – Ela sorriu e assentiu.
– Hey, amanhã eu irei com você!
– Para onde?
– Para a faculdade! – Arregalei os olhos.
– Fazer o quê?
– Serei sua Julieta! – Eu me engasguei com minha própria saliva.
– Como assim?
– Eu quero conhecer eles. E Luke não me conhece direito! Ele nunca irá me reconhecer.
– E se reconhecer?
– Não vai ter nada a ver. Eu estudava só no mesmo colégio que ele, o destino é traiçoeiro e só... Virei namorado do Alex. Acabou! – Só pude rir da idéia de ter ela como minha namorada. Só queria saber o que Nico iria falar sobre isso.
– Tudo bem. Eu já estou completamente enrolada nessa teia, se junte a mim.
– Ok. – Olímpia trouxe nossa comida e comemos. Thalia e eu passamos o resto da noite conversando. Ela disse que iria para sua faculdade só no mês que vem, e acabei descobrindo que a minha era a mesma que a dela. Fiquei empolgada, teria minha amiga de volta e ela disse que me ajudaria com tudo que eu precisasse com relação à faculdade e os meninos. Dormimos muito tarde e por isso quando me acordei com o celular tocando dizendo que eu devia ir para a faculdade, eu quase o joguei na parede.
E se não bastava isso, segundos depois de meu celular tocar, senti alguém pular em mim. Tami.
– Hey Bela adormecida! Vamos! Esqueceu que eu tenho que te arrumar! – Ela disse me revirando. Eu abri os olhos e vi-a analisando o quarto. Ouvi um gemido e Thalia se revirou no colchão ao meu lado. Tami semicerrou os olhos.
– Hey, não pense besteira. Vivo fantasiado de menino, mas sou garota. Gosto de Homem. – Tami riu.
– Leu meus pensamentos?
– Estava estampado na sua cara. – Eu ri e a joguei de lado.
– Essa é Thalia, uma amiga do colegial. Thalia essa é Tami. – As duas se cumprimentaram e eu fui tomar banho. Eu iria ter um dia puxado hoje. Voltei e enquanto Tami me ajeitava. Thalia me ajudou com minha mala junto com Olímpia. Colocaram minhas roupas e tudo que eu precisava. Quando eu já estava quase pronta, me lembrei dos livros.
– Hey Thalia, eu tenho que levar alguns livros para a faculdade. – Ela correu na prateleira e correu os olhos pelos títulos. Pegou-os e colocou na mala. Tami me liberou. Olhei-me no espelho e me vi novamente na pele de Alex.
– Não posso usar nenhum brilhinho?
– Tá doida? Eu lá quero meu namorado usando brilhinho. – Fiz biquinho quando Thalia disse isso. Ela passou o braço a volta de mim e eu usei minha mão para imitar um Gay.
– É só uma parte aflorada de mim amor. Se você me ama, tem que me aceitar como eu sou. E eu não gosto dessa fruta do seu time. Eu gosto da mesma fruta que eu sou, ta querida? – Eu disse prendendo a respiração e fazendo voz engraçada. Thalia e Tami riram. Acabei gargalhando enquanto descia as escadas. Argus já estava com carro pronto. Eu me virei para Thalia e Tami.
– Eu não estou certa de que levar você como minha namorada seja realmente uma coisa boa.
– Quem você vai apresentar como sua namorada se não for eu? Tami tem namorado! – Thalia indicou. — Se quiser manter essa farsa, deixa comigo amor. – Thalia mexeu em minhas bochechas e eu bati nela.
– Nem um beijo entendeu? Cansei desse assédio. Já beijei uma garota e não gostei nada disso! – Elas arregalaram os olhos. Droga. Acho que me esqueci de falar isso para elas.
– COMO É QUE É? – Eu ri e contei para elas. Disse que não tinha sido uma experiência ruim, mas coisa que eu não queria repetir. Chegamos à faculdade e logo eu me despedi de Argus e Tami. Thalia ia me acompanhar, então eu puxei minha mala com ela.
– Sua mãe?
– Ela com certeza já foi. Ela nunca sai tarde assim... – Resmunguei. Vi Luke ao lado de Nico e sorri. – Preparada?
– Sim. Relaxa. Eu sou uma ótima atriz. Vamos tomar café juntos hoje? – Eu dei de ombros.
– Porque não? – Sorrimos e caminhos de mãos dadas até os meninos. Nico ao nos ver arregalou os olhos. Eu fiz cara feia para ele e ele se ajeitou. Ri.
– Hey meninos! – Eu usei meu tom mais grave. Thalia apertou minha mão com força. Ela com certeza queria rir. Luke sorriu para mim e olhou para Thalia. – Essa é minha Julieta.
– Sua namorada? – Nico sorriu piscando para Thalia.
– Hey cara, tira o olho... – Eu disse batendo nele. Nico me abraçou e eu o cutuquei rindo em seu ouvido.
– Ficou louco? Eu não quero abraçar nenhum homem não! – Thalia deu um passo à frente e apertou a mão de Luke.
– Prazer. – Sorri. Luke se voltou para mim.
– Parabéns, ela é uma gata! – Eu revirei os olhos. E olhei pelo estacionamento querendo ver Leo.
– Cadê Leo? – Perguntei ainda olhando. Meu olhar se encontrou com o dele em um segundo. Ele estava parado, encostado em uma das árvores. Enrubesci na mesma hora. Que droga. Eu era Annabeth ou Alex agora? Mas foi inevitável, ele não pode ter ligado os pontos, mas eu me lembrei do nosso beijo. Olhei para Luke e ele agora conversava com Thalia. Suspirei. Nico veio para meu lado e se encostou a mim.
– Ela é sua amiga?
– Sim... Ela queria me ajudar. – Dei de ombros.
– Porque o Jackson está olhando para cá? – Eu ergui a cabeça e ele estava mesmo olhando.
– Eu não sei.
– Aconteceu alguma coisa no final de semana? – Eu neguei mordendo os lábios.
– Se não quiser falar tudo bem... Mas...
– Hey! – Leo interrompeu Nico. Sorri ao vê-lo. – Senti a falta de vocês caras!
– Deixe de ser chato! Vimos-nos ontem! – Nico ralhou com ele e ele veio para meu lado, passou o braço em volta de mim e disse: — Ai, o único que me entende é o Alex! Meninos engratos, não entendem que eu os amos. – Ri e o soltei. Thalia veio para meu lado.
– Hey, Leo, essa é minha namorada Thalia. – Leo piscou para ela.
– Você tem um estilo bem diferente, nunca imaginaria que fosse namorada de Alex. Cara, você é sortudo.
– Beleza, chega de falar da minha namorada. Quero convidar vocês para tomarmos café na cafeteria da rua ao lado. Como está cedo, creio que dará tempo. – Eles concordaram e sorri.
– Então, vamos. Quero saber o que vocês fizeram nesse fim de semana sem mim...
– Beleza, aí, você conta como foi passar o fim de semana com a sua Julieta. – Thalia revirou os olhos e fomos deixar nossas malas em nossos quartos. Luke e Nico foram para o seu e Leo para o dele. Mostrei para Thalia todos os cantos até chegarmos ao meu quarto. Abri a porta e entramos. Encontrei Percy sentado. Quando entramos, ele ergueu o olhar. Seus olhos se fixaram em mim e em Thalia.
– Esse é o idiota do meu colega de quarto. – Thalia não falou nada por um segundo, o que me fez olhar para ela. Ela meio que tinha travado a mandíbula. Continuei – Percy...
– Jackson. Eu sei. – Ela completou, me deixando assustada. Percy acenou para ela.
– Hey priminha! O que está fazendo aqui?
Notas finais
Spoiler da história mesmo (Olha as invenção da autora... hahaha) Daqui a um tempinho a faculdade ampliará para ter meninas, viu? Vai ter Piper, Calipso, Thalia... Gostaram?
COMENTEM!!! Beijos
PS°: Sei que a cada capítulo a Annabeth está mais enrolada, mas acreditem, eu sei o que estou fazendo... Hahaha.
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