Notas iniciais
Oi gente!! Estou de volta amores de minha vida. Obrigada pelos comentários fofos de todos gente!! Quero agradecer a Selena, Ana Carolina, Milena Corrêa, Toph Bei Fong, Anniie Laura Chase, essa que pede mais Spoleirs que tudo... hahaha, que estão aqui comigo quase sempre. Obrigada. E quero dar as boas vindas as Jujubas novas. Bom, não tem como colocar o nome de todo mundo por aqui, mas no próximo eu coloco outros, Ok?
Música do capítulo: http://www.youtube.com/watch?v=ps7TWUfPYFU - Selena Gomez - Undercover. ~ Não tem tecnicamente nada a ver com o capítulo, mas eu gosto da música ~ Minha preferida do Stars Dance
Enjoy ;)

Capítulo 15 – Fifteen



Pov. Annabeth*



Passar à tarde com Luke foi simplesmente perfeito. Eu me esqueci de tudo e todos, naquele momento era só eu e ele, como antigamente. Isso era bom. Passamos a tarde assistindo CSI, e somente paramos para comer algo. E claro, quando já estava perto da hora da festa.

– Sua mãe não vem passar esse fim de semana aqui?

– Eu não sei. Ela é tão imprevisível. Você sabe disso! – Eu disse dando de ombros, quando Luke mencionou isso.

– Sim. Bom Annie, eu tenho que ir. Te vejo amanhã? – Eu fiz biquinho.

– Não queria que você fosse embora. Eu senti sua falta, sinto... A todo segundo. – Eu dei risada quando ele fez careta ao som do meu comentário. – Qual é! Passamos a semana longe um do outro! E, além disso, você nem vai para a festa hoje.

– Annie, só se cuide, tudo bem? Eu tenho que ir, prometi a mamãe que ficaria em casa. Ela está com saudades dos filhos dela. Connor e Travis também estão longe e não poderão voltar esse fim de semana, então... – Eu assenti. Estava roubando o filho de tia May.

– Tudo bem. Diga para ela que amanhã eu vou lá, quando acabarmos de ajeitar o galpão. – Luke concordou e foi embora. Entrei dentro de casa e fui para a cozinha, encontrei Olímpia e Percy sentados na mesa, olhando para o tabuleiro de xadrez de Olímpia. Argus olhava tudo com atenção. Eles estavam no meio de um jogo. Percy parecia estar se dando mal, e não era para menos. Olímpia era fera no xadrez. Sentei-me ao lado de Argus e disse:

– Como está a situação? – Eu não entendia muito bem esse jogo, somente o suficiente, eu não tinha essa paciência infinita que Olímpia sempre tinha. Ela mexeu uma peça e Argus disse:

– Oh, o garoto é bom. Mas Olímpia é mais. – Eu assenti e virei a tempo de ver Olímpia mexer mais uma peça e dizer:

– Xeque-mate! – Percy murmurou baixo um palavrão, mas em seguida sorriu. – Você foi ótimo, Percy. A cada partida melhorando.

– Depois de quase a tarde toda não era possível que não melhorasse. – Argus riu e Percy revirou os olhos. Coloquei a mão no queixo e observei. Percy já tinha se enturmado com aqueles dois, tudo bem que isso era bem fácil, vendo quem eram os dois.

Olímpia colocou os olhos em mim e disse:

– O que quer para a janta?

– Eu não irei jantar aqui. Você pode fazer o que tiver com vontade de comer. Ou então, o Argus pode escolher. O que acha Argus? – Ele sorriu.

– Pode ser Lasanha. – Olímpia sorriu.

– Tudo bem. – Meus olhos foram para Percy.

– Você pode ir para a casa agora. Tomar banho, se arrumar e daqui à uma hora e meia voltar. Nós vamos a uma festa. Se quiser pode levar o carro, só tome cuidado com ele. – Ele assentiu e foi embora. Olímpia sorriu para mim.

– Como foi com Luke? Acertou tudo com ele? – Eu abri um sorriso que machucou minhas bochechas.

– Sim. Está tudo certo.

– Mas você ainda vai para a faculdade?

– Vou. Ele ainda não mudou de idéia. E tem algo que ele não quis me falar hoje, e não quer compartilhar comigo, talvez, ele compartilhe com Alex. Eu tenho que descobrir. – Finalizei me levantando.

– Tudo bem. Vá se arrumar.

– Eu vou esperar Tami. Ela disse que viria me ajudar. – Olímpia sorriu.

– Tudo bem querida. – Subi as escadas correndo e fui atrás do celular para mandar mensagem para Tami. Tinha duas mensagens quando eu o peguei. A primeira era de Tami, dizendo que estava chegando, mas a segunda não era de quem eu esperava. Thalia. Mesmo eu não tenho aquele número na agenda, eu o reconheceria. Era estranho ela ainda estar com o mesmo até hoje. Mas ela pode ter trocado de celular, de chip não. Li a mensagem.


“Annabeth, uou, faz tanto tempo que não nos falamos. Na verdade, nem sei por que estou mandando essa mensagem. Eu nunca corri atrás de ninguém, mas pelo valor que nossa amizade tinha antigamente para mim, eu resolvi falar com você. Eu estarei indo para Nova York, e queria ter alguém com quem contar e você certamente é a pessoa certa. Esse é meu número, se quiser me ligar, fique a vontade. Assinado Thalia.”


Eu nem ao menos hesitei. Era o momento certo para isso acontecer. Eu nunca liguei para ela de volta por vergonha, mas eu queria minha amiga de volta e ela como sempre, estava me dando uma chance. Coloquei seu número definitivamente na agenda e em seguida liguei para ela. Dei dois toques e ela em seguida atendeu.

– Oi. – Eu disse timidamente.

– Annabeth... – Ela deu risada. – Tímida como sempre Nerd. – Eu ri relaxando. Ela era irritante, mas eu sempre a adorei.

– Nerd não! Essa fase já passou. Faz tantos anos Thalia! – Ela suspirou do outro lado e começamos a conversar, falei do porque não ter ligado a ela, e ela disse que não se importava. Disse que gostava de mim e eu falei que também gostava dela. Ela disse como passou os últimos anos, disse que atualmente estava na Califórnia, onde seu pai estava, mas que agora iria morar com a mãe aqui já que os dois eram separados e que vinha fazer faculdade. Só que ela não conhecia quase ninguém em Nova York, e claro, tinha se lembrado de mim.

– Que dia você chega?

– Eu acho que amanhã de noite. Nós podemos nos ver na segunda? – Eu sibilei.

– Não. Eu estou metida em uma enrascada. Faculdade na verdade.

– Você está fazendo a sua? – Eu suspirei.

– É complicado Thalia. Eu acho que devemos conversar sobre isso ao vivo. Mas eu prometo te explicar tudo. Mas eu posso dar uma fugida pela parte da tarde. Eu vou tentar pelo menos.

– Tudo bem então. Eu mando mensagem para você! – Nos despedimos e joguei o telefone na cama na mesma hora em que a porta se abria. Olhei para Tami e sorri, mas ela não estava com uma cara muito amigável.

– Meu Deus Annabeth, você ainda não tomou banho?

– Que horas tem?

– Nós temos 45 minutos.

– Uou, o tempo passou muito rápido. Agüenta aí, eu já estou indo. Você pode escolher as nossas roupas no guarda-roupa, fique a vontade para tirar um vestido lindo para você!

– Annabeth você comprou um para mim, esqueceu?

– Ah, é mesmo! – Ela riu e eu peguei uma toalha e entrei no banheiro. Depois de 10 minutos no banheiro e um banho básico, eu sai. Tami foi direto para meu cabelo, o dela já estava pronto e completamente entrançado. Maquiagem simples, mas que ao mesmo tempo destacava seus olhos e busto. Ela vestia seu vestido preto, e estava descalça, mas mesmo assim, continuava deslumbrante.

– Você se arrumou muito rápido.

– Eu já sou fera em fazer maquiagem. Essa é a vantagem de trabalhar em um salão. – Tami disse e eu ri. Quando ela acabou, peguei meu vestido e fizemos os nossos acabamentos. Ela tinha feito uma maquiagem escura. Usando o lápis para destacar meus olhos, o que foi que eu pedi. Descemos as escadas ao mesmo tempo em que os meninos entravam. Percy entrou depois deles.

– Já que estamos todos aqui, vamos logo! – Eu gritei do topo da escada. Eles se viraram para nós e começaram a assoviar. Tami corou, mas meus olhos se concentraram em Percy depois disso. Ele me encarava. Seu cabelo pingava ainda, por causa do banho recente. Ele vestia um blazer negro, uma blusa branca por debaixo. Uma calça jeans preta, e um tênis. Ele estava deslumbrante. Meu coração deu uma palpitada. Desviei o olhar, eu estava fazendo besteira em olhar ele daquele jeito.

Descemos a escada e beijei Ethan, Dylan e Sam.

– Tudo bem, podemos ir. Tami quer ir conosco?

– Está tudo bem em eu ir com os meninos! – Eu concordei. Andamos para fora de casa, eu peguei minha chave e coloquei na bolsa, meu celular e dinheiro. Os meninos foram na frente e Percy foi seguindo o carro deles. Já que nós não sabíamos onde era a festa direito. Mexi no meu celular, mas eu não arranjei nada de interessante nele, então, suspirei e abri a janela. As ruas estavam iluminadas, uma noite normal em Nova York, estava frio também, mas eu não me importava. Casais abraçados saiam das lojas, ou então andavam pelas calçadas. Algumas crianças puxavam seus pais apontando para brinquedos na vitrine e eu me senti mal. Olhei para o céu e comecei a mexer meus dedos enquanto esperava que o tempo passasse.

– Como anda sua relação com sua mãe? Ainda continua do mesmo modo? – Eu quase pulei do banco quando Percy falou comigo. Ele não sabia muito sobre minha relação com minha mãe, se é que eu podia chamar aquilo que tínhamos disso, mas mesmo assim, ele sabia que ela era ocupada demais para mim. Eu estava desconfortável também, devia falar? Não. Mas queria? Sim.

– Continua do mesmo modo, nada mudou. – Ele ficou em silêncio e para eu ele não falaria nada, mas depois de alguns minutos ele relatou:

– Você parece mais feliz...

– Eu estou mais feliz. Tenho motivos para sorrir agora. Tenho amigos verdadeiros, pessoas que eu amo ao meu lado, nada mais importa. – Eu fechei os olhos.

– Olhe Annabeth, eu queria falar sobre nós...

– Sinceramente eu não quero escutar. – Eu fiquei em alerta. – Eu acho que esse não é o momento, você está trabalhando para mim, eu irei te pagar assim que isso acabar, mas não vamos nos falar de novo. E, além disso, eu já esqueci tudo o que passamos, eu estou bem agora como pode ver e para mim nada do que você já fez um dia, ou deixou de fazer importa. Você é passado. – Eu me aliviei quando as palavras jorraram para fora de mim com tamanha facilidade. Era verdade tudo aquilo, mas a parte idiota dentro de mim queria ter ouvido o que ele iria falar; só que eu estava feliz demais agora com isso e nada me faria voltar.

– Tudo bem. Mas só quero que saiba que sinto muito, você é uma garota legal. A garota que curtia Rock e que tinha comigo a canção do Guns N' Roses. – Eu queria um pouco de água, definitivamente. Ficamos em silêncio pelo resto do caminho e sinceramente foi melhor assim. Mesmo que eu sentisse por um segundo que as intenções dele foram boas, eu não consegui perdoar ele. Tinha sido usada do mesmo modo. E isso ele não negou. Depois de alguns minutos o carro parou e eu saí. Era uma casa no final da rua, eu sorri vendo o pessoal já saindo da casa aos tropeços. Dylan sorriu vindo para o nosso lado.

– Hoje será divertido não? – Tami pegou no meu braço e eu sorri.

– Vai ser muito divertido! – Ouvi a música ecoar na casa e algumas luzes virem para fora. Tami me arrastou, mas eu ouvi os meninos falando a Percy.

– Se divirta cara! – Dylan murmurou

– Mas não fique com ninguém! – Ethan.

– Mantenha os olhos grudados nelas duas! – Esse foi Sam. – Tami abriu a porta da casa e eu senti o ar abafado. Tocava Call My Name da Cheryl Cole. Tami me levou para a pista, passamos por diversas pessoas, empurrando de vez em quando, mas logo achamos o local. As luzes piscavam. Garotos passavam com copos de bebida, casais se pegavam ou fumavam no sofá e a música tocava nas alturas.

– Eu estava precisando! – Tami gritou e eu sorri começando a me embalar com a música. Mas a música logo acabou e começou a tocar Nicki Minaj, Super Bass. Tami riu para mim e eu comecei a realmente dançar, meus cabelos voaram enquanto eu me abaixava até o chão ou rebolava. Vi os meninos chegarem perto de nós e Dylan começar a dançar com Tami. Sorri.

Sam dançou comigo, mas logo foi embora quando na segunda música uma menina loira passou e piscou para ele. Ethan já estava enganchado com uma morena no canto. É! Que falta faz o Luke. Corri os olhos pela casa e decidi ir atrás de uma bebida. Eu era fraca para bebida, na verdade, não bebia, mas não fazia mal experimentar. Luke iria odiar aquilo, mas ele não estava aqui. Corri para a cozinha e achei baldes cheios de gelo com latinhas de cerveja. No balcão tinha todos os tipos de bebidas. Mas peguei a latinha no balde.

– Você não quer? – Um garoto se debruçou oferecendo um cigarro. Eu sorri negando.

– Não. Obrigada.

– É raro eu oferecer cigarro para alguém, faço exceções para garotas bonitas e na maioria das vezes elas não negam. – Encarei o garoto loiro na minha frente. Ele tinha olhos brilhantes e azuis. Parecia um pouco com Jason, mas era super diferente. Os cabelos cortados e salpicados, ele tinha olheiras fundas debaixo dos olhos e tinha um sorriso atraente em seus lábios. Ele rodou o balcão e veio para meu lado.

– Acho que dessa vez você pegou uma garota que fez a escolha certa! – Retruquei abrindo minha garrafinha tomei um gole e vi que era daquilo que eu precisava. O líquido gelado desceu pela minha garganta e eu adorei. Coloquei no balcão novamente e percebi que o garoto me olhava.

– Meu nome é Will.

– Annabeth.

– A maioria dos garotos não me acha bonita. – Brinquei. Ele riu.

– Quem foi que colocou os olhos em você? Ceguetas? – Rimos e começamos a conversar. Ele tinha 23 anos, trabalhava cuidando da loja da família do pai. Era um escritório e nos fins de semana ele vinha para festas como essa.

– Você é bem legal, Will. – Eu disse e ele me tocou no rosto, vi em seu olhar o que ele queria. E porque não? Fui para mais perto dele e o beijei. O gosto não era um dos mais agradáveis, mas ele beijava bem. E eu precisava me distrair. Somente trocar uns amassos com alguém não iria ser ruim. Ele me pegou pela cintura e me colocou no balcão da cozinha. Colocou-se entre minhas pernas e eu passei minha mão pelo seu ombro, cavando minhas unhas ali. Passei a mão por debaixo da sua blusa devagar enquanto ele pegava mais forte em minha cintura. Minha mão foi para sua nuca enquanto ele se separava devagar de mim, para respiramos e o arranhei ali enquanto o puxava para mim e pegava em seus cabelos loiros. Ia começar a o beijar novamente e vi Percy entrando na cozinha. Eu arregalei os olhos, mas fiquei ali, beijando Will. Percy para mim iria sair dali, mas ele veio para nosso lado, pegou latinha e foi para o canto da cozinha. Sentou-se ali e parou, nos observando. Por vários segundos eu fiquei irritada, muito irritada. Mas depois de vários segundos, fiz o que devia e não me importei. Aprofundei meu beijo com Will. E ele apertou minha cintura ainda mais. Ele desceu os beijos até meu pescoço e começou a me beijar ali. Meu corpo todo estremeceu pelo beijo gelado e a respiração dele ali, meus olhos fecharam.

– Annabeth você quer mesmo terminar isso aí? Você realmente mudou! – Me espantei com a voz de Percy, tinha até me esquecido que ele estava ali. Na mesma hora Will parou e olhou para trás. Ajeitei-me devagar e revirei os olhos.

– Nada ia acontecer aqui. Eu só sou amiga do Will agora. – Eu disse e Will riu, junto com Percy, mas foram tipos de risadas diferentes. Percy me deu um sorriso irônico, como se dissesse é mesmo?

Will estendeu a mão para mim e eu pulei do balcão.

– Você é uma princesa. Liga-me? – Ele disse me dando o número dele. Eu sorri e ele beijou minha bochecha. – Foi um prazer Annabeth. – E saiu, eu me voltei para Percy.

– Está vendo? Amigos. – Percy se levantou e eu bebi um gole da minha cerveja.

– Acho que você não devia beber.

– E eu acho que você não percebeu que quem manda aqui em você sou eu agora. Você só está aqui porque eu quero. Acho que você levou muito a sério o conselho dos meninos. – Percy parou na minha frente, pegou a latinha de minha mão e colocou no balcão.

– Na verdade não é assim. Eles falaram, e eu estou fazendo o que acho que é certo. Você disse para eu não estragar as coisas com Luke, e pelo que eu conheço dele, ele vai odiar saber disso tudo. – Ele apontou para a latinha.

– Só se você abrir o bico! E você não vai fazer isso!

– Mentira tem perna curta... – Ele cantarolou, ele zombava de mim com seu olhar. O encarei de volta, e foi decepcionante dizer que tive que ficar na ponta do pé para fazer isso. Eu já podia sentir o cheiro dele, a presença masculina intoxicante, eu podia o sentir.

– Não ouse falar nada de mim, e nem de Alex para ele. Nada da minha vida! Já bastam todas as besteiras que você já fez!

– E você está fazendo mais essa? Você está errada aqui, não eu! – Ele disse pegando em meu pulso, senti minhas pernas bambearem. Essa era uma reação bem comum com ele perto de mim, principalmente perto desse jeito. Ele encarou-me, especificamente meus lábios. Minha mão coçava de ansiedade, eu queria ataca-ló. E isso só prova o quanto eu precisava de uns amassos. E mesmo já estando saciada, nada ia mudar o quanto eu era hipnotizada por Percy e aquela presença dele. Dane-se tudo só por um minuto. Só que nem precisei agir, Percy colocou nossos lábios. Senti meu corpo se arrepiar somente com seu contato, ele passou os braços ao redor de mim e apertou minha cintura, seu aperto, sua pegada, seu gosto, eu quase me desmanchei em seus braços. Passei os meus pelo seu pescoço e me firmei ali, enquanto sentia sua língua de encontro com a minha, minha respiração longa e irregular. Perdi consciência. Sinceramente falando, eu não pensei. Só tinha Percy e eu, e aquela sensação louca que me invadia toda vez que eu ficava perto dele, desejo.

Mas aí, veio a imagem de Luke, nossa conversa hoje de tarde, as palavras anteriores de Percy, e vi que tinha feito besteira, eu tinha feito algo que agora sim podia machucar Luke. Afastar ele de mim, eu tinha cedido a Percy. Afastei Percy com tudo e por um segundo ele pareceu atordoado, com certeza não estava mais que eu. Coloquei a mão nos meus cabelos e me ajeitei enquanto começava a andar de um lado para o outro.

– Droga, Droga, Droga! – Minha cabeça girava tão rápido e meus pensamentos estavam tão conflituosos que eu não agüentaria mais ficar ali, na festa. Somente me virei para Percy e disse:

– Você nunca vai falar para Luke nada do que aconteceu essa noite entendeu? NADA! JAMAIS! – Eu falei entre dentes. Coloquei a mão na testa e remexi ali, uma dor de cabeça enorme me atingiria pela noite. Provavelmente eu não iria dormir. – Vamos, quero ir para casa!


Notas finais
Então!! O que acharam? Gostaram?? Odiaram?? Digam!! Fantasminhas apareçam!!! Pessoas que sempre comentam, comentem também... Beijokas, a Any aqui ama vocês.... Ah, me sigam no Twitter: https://twitter.com/anyele14_sousa
Beijos, Bye... See Ya!