Notas iniciais
Oiiiii galerinha! Olha quem chegou mais cedo! Euuuu! To tão feliz por está postando esse capítulo, serio mesmo, tá perfeito, modéstia a parte... Bom, eu to louca pra deixar vocês lerem, mas antes, quero colocar aqui algumas músicas que realmente me ajudaram a compor esse momento. Por favor nao deixem de escutar, são musicas lindas! Goodbye my lover - James Blunt https://www.youtube.com/watch?v=wVyggTKDcOE I'm still breathing - Katy Perry https://www.youtube.com/watch?v=thirpldpkFE Speechless - Morning Parade https://www.youtube.com/watch?v=j8M__o7jQHc e Never Think - Robert Pattinson (Sim! Edward também sabe cantar *.*) https://www.youtube.com/watch?v=R89K1zydhPI Well, além de se encaixarem melodicamente no capitulo, se vocês lerem as letras, também verão que se encaixam mais ainda! Bom, sem mais delongas, me desculpem os erros, e boa leitura! Nos vemos nas notas finais! ;**

'Damon,

Você não sabe quantas vezes eu já refiz esse mesmo começo, ou a quantidade de folhas que eu já descartei, amassei, rasguei e joguei fora por não achar que as palavras nelas eram boas o bastante para serem destinadas a você. Bom, apesar de ser uma jornalista, pelo menos eu era uma, escrever essa carta pra você esta sendo realmente muito trabalhoso, mas eu sei que lhe devo uma explicação e por isso estou aqui, mesmo que de uma forma extremamente covarde, lhe escrevendo minhas ultimas palavras destinas a você, Damon.

Lembra-se daquela vez quando formos à casa do lago dos meus pais? Eu sei que foram muitas, mas faça um esforço pra se lembrar. Eu acho que eu devia ter meus 14 anos, e nós havíamos passado o dia todo na casa do lago, fizemos um piquenique no deque e ficamos lá comendo nossas guloseimas, tomando banho de sol, tirando algumas fotos e conversando sobre nada e ao mesmo tempo tudo. Bom, se você não lembra tudo bem, não foi um momento muito marcante, mas foi um dos melhores dias da minha vida. [...]’

Quase uma hora depois de lutar para encontrar uma cadeira no primeiro avião sem escalas para Valência, Damon finalmente estava desembarcado no aeroporto de Valência. Ele andava a passos largos entre as varias pessoas na parte térrea do aeroporto em direção à saída mais próxima de onde ele estava. Desde o momento em que leu a cara de Elena, Damon sabia que tinha que ir até ela o mais rápido possível, mas ao receber a ligação de Miranda, Damon se encontrava em uma corrida contra o tempo. Segundo Miranda, Elena se encontrava internada em estado gravíssimo, e como medico, Damon sabia que cada segundo importava.

Com as ultimas palavras de Elena, assim como ela nomeava em sua carta, ecoando por sua mente, Damon saiu do aeroporto e mais rápido do que pensava, conseguiu um táxi. E em seu espanhol amador disse o endereço do hospital que Miranda havia dito ao motorista e pediu que fosse o mais rápido que ele pudesse, pois se tratava de uma emergência, algo que o senhor senil de cabelos brancos no banco do motorista pareceu entender rapidamente, pois logo o pequeno fusca verde começou a se mover com agilidade em meio aos outros carros.

Naquele mesmo dia, enquanto aproveitávamos o por do sol, eu perguntei se ainda seriamos assim tão próximos quando você fosse pra faculdade, e você me respondeu que nada no mundo poderia nos afastar. E eu, estupidamente cética do jeito que sou, duvidei de suas palavras e lhe dei diversas situações que provavelmente nos separariam para sempre. Eu lhe dei tantas situações, algumas delas terríveis e que se realmente acontecessem nós nunca mais nos olharíamos, no entanto em nenhuma delas você pestanejou, e sempre respondia com alguma mirabolante solução e no final de tudo acabaríamos de mãos dadas e sorrindo para o por do sol assim como estávamos fazendo naquele mesmo dia.

Você parecia tão convicto de suas palavras, e seus olhos pareciam enxergar muito mais do que os meus, que me fez crer realmente que nada nesse mundo seria capaz de tirar você do meu lado. Eu acreditei em suas palavras com tamanha voracidade, que sequer percebi nosso fim se aproximando. Eu simplesmente não vi. Não digo que foi culpa sua por me fazer acreditar que podíamos ser eternos, você também acreditava fielmente nisso. Mas, é como dizem, quer ver Deus rir, conte para ele todos os seus planos. [...]’

Até chegar ao hospital, Damon não poderia fazer mais nada além de esperar, porém sua preocupação e agonia ainda estavam presentes, fazendo com que seus pensamentos voassem alguns anos há frente, em um futuro onde Elena não pudesse mais estar ao seu lado. Damon engoliu a seco o bolo que subiu por sua garganta e tentou ignorar as lagrimas que queimavam atrás de seus olhos. Cogitar um futuro sem Elena era algo que não deveria ser nem cogitado, mas que ainda assim lhe causava arrepios.

Damon era incapaz de imaginar sua vida sem Elena, e se recusava em fazê-lo, ele tinha certeza de que tudo ficaria bem e ele poderia salvá-la mais uma vez. No entanto, Elena não conseguia pensar do mesmo jeito, e em sua carta ela descrevia o pior pesadelo de Damon. Mesmo não querendo recordar de todas as letras, palavras, e sentenças escritas naquelas folhas, sua mente teimava em repassa-la em sua mente, como se gostasse de vê-lo torturado e desolado. Mas uma vez a imaginação de Damon recriava o momento em que aquelas palavras foram expressas, fazendo a voz de Elena ressoar em sua mente, como se a mesma estivesse sentada ao seu lado no banco traseiro do carro. Damon olhou para o lado, vendo Elena ali, recitando suas palavras com lagrimas banhando todo seu rosto.

'Naquele dia, quando você me levou ao hospital para pegar alguns exames, eu descobri que estava doente, e que estava prestes a viver minhas duas últimas semanas de vida. Somente Deus sabe quão aterrorizada eu fiquei, e o quanto eu queria me aninha em seus braços e simplesmente chorar por aquilo está acontecendo comigo. E assim o fiz, mas ao invés de lhe dizer a verdade eu a guardei comigo, junto com minha angustia. Damon tente entender o meu lado, por favor, eu estou condenada, assim como um prisioneiro sentenciado a morte, eu também tinha o meu prazo. Eu não queria gastar meus últimos dias com você procurando inútil e incansavelmente uma cura que não existe. Tudo que eu queria era passar os últimos momentos da minha curta vida com a pessoa que a fazia ser esplendorosa.

Eu não posso dizer que pretendia lhe esconder isso durante todo esse tempo, pois eu deixei Nova York sinceramente acreditando que quando chegasse a hora eu conseguiria lhe contar. Mas cada vez que cogitava lhe dizer a verdade, a única coisa que vinha na minha cabeça era em como seria sôfrego pra você me ver partir sem ser capaz de fazer algo para impedir isso. E de somente imaginar o seu sofrimento, meu coração se partia um pouquinho. Eu não podia fazer isso com você, eu não seria capaz de ver seu pranto sem no mínimo consola-lo e dizer que tudo ia acabar bem. Por isso eu não fui capaz de te contar, e achei que estaria tudo bem, que poderia viver essas duas semanas com você, sem ao menos me lembrar da minha evidente morte. Mas novamente, Deus gargalhou. [...]’

_ Señor, llegamos... – A voz grossa do motorista fez com que a imagem de Elena desaparecesse de sua frente, o forçando a prestar atenção no que o senhor sentado a sua frente dizia. – Señor, son 467 euros...

_ Gracias, mantener el cambio... – Damon disse entregando uma soma de quinhentos euros para o motorista.

Damon saiu rapidamente do táxi e foi correndo o mais rápido possível na direção do grande prédio a sua frente, com um letreiro grande na entrada escrito de ‘Hospital Galen Vaughn’. Assim que passou pelas portas duplas do hospital, Damon foi direto a recepção onde uma mulher com um uniforme rosa escuro falava ao telefone. Damon a chamou, mas a mesma o olhou com desdém e indicou que estava no telefone. Se fosse em qualquer outro dia, Damon teria esperado pacientemente a mulher terminar a sua conversa, mas a pessoa mais importante do mundo para ele, a mulher de sua vida, estava a beira da morte, e ele não ficaria ali esperando a boa vontade alheia.

_ Con permisso... – Com um sorriso educado nos lábios, Damon pegou o telefone das mãos da recepcionista, e antes que a mulher começasse a reclamar, Damon a olhou seriamente e disse com a voz um pouco sombria. – Depois que você me ajudar você pode voltar para sua conversa, mas antes, eu preciso saber o quadro e onde está uma paciente...

_ Ok, me diga o nome... – a recepcionista respondeu grosseiramente.

_ Elena Gilbert... – Damon disse pausadamente enquanto observava a mulher a sua frente digitar rapidamente.

_ Ela deu entrada hoje na emergência ontem de noite, mas foi transferida para um quarto na UTI logo depois... – A mulher disse com a mão estendida, um pedido silencioso para que Damon lhe devolvesse o telefone.

_ Me diga onde fica a UTI e qual é o numero do quarto? – Damon perguntou antes de devolver o telefone.

_ Nono andar, quarto 111...

Antes que a mulher atrás da recepção pudesse terminar de falar, Damon a entregou o telefone e se dirigiu ao elevador mais próximo. Assim que entrou, Damon apertou o botão do quinto andar e as portas, que pareciam está a favor de Damon, rapidamente se fecharam. O elevador estava vazio, e ao fundo o instrumental de Goodbye My Lover, de James Blunt, tocava ao fundo. Agoniado, Damon esperava impacientemente que o elevador chegasse ao seu destino. Mesmo sem querer, lá estava Elena, encostada na porta bem na sua frente, assim como na noite em que dormiram juntos, continuando a recitar suas últimas palavras:

‘Em nossa primeira noite em Amsterdã, tudo fugiu do meu controle, e depois do ocorrido, as coisas começaram a se fazer cada vez mais confusas. Aos poucos um sentimento adormecido durante anos, simplesmente acordou dentro de mim, e daí em diante, tudo ficou pior. Eu sonhava com coisas que eu jamais poderia ter: uma casa, uma família, um futuro. E depois da noite de ontem, eu não sei nem como meu coração continua batendo aqui dentro.

Deus sabe o quão dolorosa, angustiante, pra não dizer torturante, foi aquela noite. Eu finalmente havia assumido pra a mim mesma que o certo era lhe dizer a verdade para impedir que você jogasse o sonho da sua vida fora por mim. Mas você apareceu e bem ali na minha frente, com esses seus olhos azuis profundos emanando amor e carinho enquanto você simplesmente dizia que me amava e que não importava o que fosse preciso, faria de tudo para me te ao seu lado... Ah, eu simplesmente me odeio por não te dizer que te amava tão incondicional e loucamente quanto, mas eu não podia. Eu não podia te ver sofrer, por isso assim que você saiu furioso do terraço, eu mandei uma mensagem para Stefan, e pedi que viesse nos buscar.

Eu realmente espero que você não fique com mais raiva dele por aparecer, ele não faz ideia do que está acontecendo nem que você está comigo. Sou eu quem vai aproveitar de seu rancor para afastar você de mim. Então, se tem alguém para odiar, e sentir raiva, sinta de mim. Me ignore, me odeie, me esqueça... Não se lembre de mim como o amor de sua vida, mas sim como a egoísta que te fez sofrer, e quando você souber da minha partida, não fique triste, não chore, sequer lembre que um dia me amou apenas me odeie mais por mentir pra você, me veja com outros olhos e simplesmente me odeie por ter sido uma covarde, e ter partido sem lhe dizer uma palavra que fosse. [...]’

_ Eu vou te odiar mais ainda se você não me esperar... – a voz de Damon soou entrecortada, graças ao choro que subia em sua garganta e a agonia que dominava em seu peito.

Elena parou de falar, e sorriu sofregamente enquanto desaparecia de maneira tão abrupta quanto surgiu. As portas de metal se abriram para o corredor do nono andar, e Damon mais que depressa saiu do elevador, correndo em direção a recepção do local, abordando uma senhora de no mínimo um metro e cinquenta, e cabeços escuros assim como sua pele.

_ Estou procurando Elena Gilbert, ela está internada aqui no quarto 111... – Damon disse afoito, as lágrimas embaçavam sua visão, impedindo de ver o rosto da enfermeira a sua frente.

_ Sí, mas a senhorita Gilbert está em um procedimento no momento, você vai ter que esperar um pouco pra vê-la... – Sheila, enfermeira chefe da ala, assim como dizia em seu crachá, disse calmamente em um inglês fluente – Para permitir sua entrada, vou precisar dos seus documentos...

_ Claro, claro... – Damon entregou sua carteira de identidade para a mulher a sua frente, e rapidamente ela lhe entregou um crachá com seu nome, foto, e visitante escrito logo abaixo.

_ Siga por esse corredor, é o ultimo quarto a direita... – Sheila disse para logo depois voltar ao seu trabalho. – E não corra, por favor!

_ Tudo bem... Obrigado! Muito Obrigado!

Damon andava a passos apressados pelo longo corredor da UTI. Seu coração batia dolorido em seu peito, ansioso e angustiado. Elena estava em um procedimento, isso não só significava que estava fazendo algum exame ou cirurgia, mas também que ela estava viva, o que era um alivio. Aparentemente Damon havia chegado a tempo, porém quanto tempo lhe restava próximo a ela. Com as lágrimas queimando atrás de seus olhos, Damon atravessou o corredor e quando chegou ao último quarto a direita, entrou sem bater, dando de cara com Elena deitada inconsciente em uma cama de hospital, ligada a diversos aparelhos, e Miranda ao seu lado acariciando seus cabelos, chorando contidamente. Vendo a imagem a sua frente, Damon estacou no lugar, imaginando o pior.

_ Ela... – Damon não conseguiu completar sua frase, com medo de que se a falasse em voz alta, seus temores se tornariam reais.

_ Damon... – Miranda virou-se para Damon, seus olhos estavam inchados e vermelhos e seu rosto banhado pelas lágrimas. Ela sorriu aliviada e voltou seu olhar para Elena, voltando acariciar os cabelos de Elena. – Ela ainda está viva, porém inconsciente desde o momento em que a encontrei no quarto, desmaiada no chão...

_ O que os médicos disseram? – Damon disse depois de soltar um suspiro aliviado, e escutando os bips que sua mente ignorou assim que ele entrou.

_ Eles estavam esperando que ela acordasse, mas ela não dá resposta desde as nove da noite de ontem... – Miranda disse chorosa, ainda zelando por Elena – Os primeiros exames foram inconclusivos, então Dr. Wex acha que por conta da síndrome de Qetsiyah, um tumor possa ter crescido em alguma parte essencial, por isso ele achou melhor leva-la para fazer uma tomografia e mais outra bateria de exames. Estamos aguardando os resultados.

_ Quem a diagnosticou com essa síndrome? – Damon disse depois de engolir a seco seus temores. Ele já havia ouvido falar daquela síndrome e da sua fama de matar boa parte das pessoas que as tem.

_ O Doutor Klaus Mikaelson...

– E os sinais vitais... — Damon se aproximou e se pós a analisar os monitores atentamente — Nenhuma resposta sensorial, ou física?

_ No caminho até aqui ela dizia coisas desconexas, e chamava seu nome... – Miranda disse fitando Damon com um sorriso sôfrego nos lábios – Era como se ela estivesse tendo pesadelos sem nunca poder acordar, mas depois ela simplesmente parou...

_ Os sinais vitais dela estão bons... – Damon pegou a ficha de Elena presa na cabeceira da cama se pós a analisar o prontuário – Mas segundo os exames ela está com taxa de hemoglobina um pouco abaixo do normal, o que pode ser diagnosticado como início de anemia, mas não explicaria o fato dela está nesse estado de coma leve...

_ Os médicos também disseram isso...

Miranda observava Damon analisar minuciosamente o prontuário de Elena. Ele realmente estava preocupado, e assim como Elena suspeitava, ele tentaria cuidar dela, e não a deixaria morrer assim tão fácil. Assumindo os temores de Elena para si, Miranda gentilmente retirou o prontuário de Damon de suas mãos, o olhou com os olhos inchados e um sorriso afável nos lábios, e o abraçou. Damon retribuiu o abraço de Miranda, sentindo a preocupação da senhora em seus braços. É claro, ela não queria que sua filha morresse, mas ela também tinha Damon como um filho, e temia que o possível fracasso em salvar Elena fosse demais para que ele pudesse aguentar.

_ Não se preocupe, ela vai ficar bem, eu vou garantir isso... – Damon dizia gentilmente, acariciando as costas de Miranda, a consolando. – Nós vamos ficar bem...

_ Eu espero... – Miranda disse chorosa, se afastando de Damon com um sorriso sôfrego nos lábios finos – Eu vou ir procurar Jeremy, e deixar vocês a sós alguns instantes...

Damon sorriu complacente para Miranda, e a observou deixar o quarto. Assim que Miranda saiu, Damon voltou-se para Elena desacordada logo atrás de si. Ela estava pálida, e seu rosto parecia bem mais magro do que o de sua última lembrança da morena, mas ainda lembrava a mulher de seus sonhos e de sua vida. Damon puxou uma cadeira que estava ali, e se sentou ao lado da cama de Elena, e se pós a acariciar seus longos cabelos, e em resposta a expressão de Elena se tornou mais tranquila.

‘Talvez seja difícil, talvez não, mas eu sei que com o passar do tempo ficará mais fácil, e você aprenderá a me odiar. Viva a sua vida, ignorando o fato de que um dia eu existi, seja feliz, faça novos amigos, viaje, beije, namore, se apaixone. E depois tenha uma casa, filhos, e vários cachorros, gatos e tudo que você pode ter por direito. Aproveite cada segundo Damon, aproveite cada fração de seu tempo, pois eu sei o quão rápido um segundo pode passar e o quão fácil o tempo e a nossa vida pode escapar pelos dedos.

Então, essa carta é o fim da nossa eternidade juntos Damon. Você tem que acabar com esse capítulo e mudar a página. Você tem um futuro maravilhoso te esperando logo ali, e eu tenho certeza que você será muito feliz. Mas antes de acabar essa carta, há algo que eu preciso lhe dizer, e que você tem que esquecer. Obrigada por todos os dias e momentos que passamos juntos, me desculpe por qualquer dor que eu possa ter trago a você, e eu te amo, mas eu tenho certeza que Deus fez alguém especialmente pra você, que vai te amar mais de um jeito que eu jamais poderei fazê-lo.

Tenha uma boa e longa vida Damon,

Elena.'

Damon escutou a voz de Elena ressoar, recitando a ultima parte de sua carta, para logo depois se perder em meio ao quarto, restando apenas os bips que indicavam os batimentos cardíacos de Elena. Damon se levantou, e aproximou seu rosto do de Elena. A ponta do nariz de Damon fez o contorno do maxilar de Elena, e ele sentir os pequenos capilares do rosto de Elena se eriçarem em resposta ao seu toque, o que fez um sorriso brincalhão surgir em seus lábios. Damon beijou sua bochecha carinhosamente, e desceu seus lábios para a orelha de Elena.

_ Eu jamais poderia viver uma vida completa sem você ao meu lado... – Damon sussurrou no ouvido de Elena, ele pode ver uma lágrima escorrer do olho de Elena, molhando seu travesseiro. Ele enxugou a lágrima, e em meio as suas próprias voltou a sussurrar ao ouvido de Elena – Eu te amo, e isso é motivo suficiente para eu não deixar você ir tão fácil assim...

Damon beijou o canto dos lábios de Elena, e ficou próximo ao seu rosto, fitando com minúcia todos seus traços antes de se erguer novamente. Ele queria ficar o resto do dia ali, ao lado de Elena, mas ele tinha que ligar para Klaus e pedir que mandasse os exames de Elena urgentemente. Assim como Damon já tinha ouvido falar do alto índice de mortalidade da síndrome de Qetsiyah, ele também sabia que muitos médicos a diagnosticava erroneamente. Ele confiava em Klaus como médico, mas aquilo era uma coisa que Damon tinha que investigar pessoalmente, pois era a sua ultima esperança, e ele estava se agarrando a ela com toda sua força e fé. Damon se levantou, mas antes que pudesse sair, ele sentiu algo lhe segurar pelo braço, e ao olhar para baixo, pode ver Elena com os olhos fechados e o cenho franzido, enquanto se esforçava para dizer alguma coisa.

_ Damon...

[Continua...]

Notas finais
E ai? O que acharam? Mereço um review? uma recomendação? um tiro por parar nessa parte tao crucial? um abraço? bom, eu realmente espero que vocês tenham gostado pois eu realmente gostei de escrever esse capitulo, tanto que estou aqui postando bem antes do que era esperado... O proximo capitulo vai ser o ultimo, e eu posso precisar de um tempo pra conseguir escreve-lo portanto, acho que ele deve sair até terça feira, mas eu posso vim antes... Depois dele vem o Epilogo e fim! IIDY estará finalmente finalizada... T__T _____________________________________________ E ai? Quem já assistiu o novo episodio de TVD? se você assistiu sabe que foi muito dificil assistir, eu já estava ficando angustiada.. Se você nao assistiu, nao se preocupe, nao vou ficar dando spoilers, so espero que você vá logo assistir! _____________________________________________ Bem é só isso, se você gostou deixe o seu review, se nao gostou, deixe tambem seu review, compartilhe com seus amigos e aguarde que logo logo tem o ultimo e tao esperado capitulo de IIDY! PS. Alguem aqui sabe de quem é o nome do hospital em que a Elena está internada? Nao é nada demais, mas eu tinha que pensar em um nome ficticio pro hospital, entao pensei, por que nao... se você nao o conhece, então dá uma pesquisada e vê se você nao concorda que ele é uma beleza! Aqui me vou, até o proximo capitulo, não deixem de escutar as musicas! beijooos