Notas iniciais
Mais um capitulo de If I Die Young! Ele já esta pronto a mais de uma semana so esperando o Nyah! voltar para ser postado! Bem... sem mais protelaçoes! Nos vemos nas notas finais... P.s.: Peço desculpa por qualquer erro de ortografia que possa ter passado pelo meu radar! Beijinhos!

Algumas horas antes...

Os lábios de Damon deixaram os de Elena um pouco mais rápido do que ela esperava. Não sabia o porquê mais aqueles lábios eram tão doces, que a faziam lembrar das suas balinhas favoritas, e uma vontade de passar a noite inteira se deleitando neles lhe veio a cabeça. Porém ela logo mandou para longe esses pensamentos impróprios com o seu melhor amigo, e o puxou pela barra da camisa preta que ele usava para o meio da boate, onde ficava a pista de dança.

Uma musica contagiante tocava dos autofalantes e preenchia todo o ambiente. Elena não tinha mais controle de seu corpo e antes que ela pudesse cogitar alguma coisa, ele já estava fazendo. Ela virou-se de costas para Damon, e suas mãos procuraram as deles, e assim que as encontrou, ela as trouxe para o seu quadril e as firmou lá. Elena dançava sensual alem do limite, e a sensação de tê-la daquele jeito, dominou Damon, quando deu por si, ele já estava inclinado sobre o vão do pescoço da morena, beijando, mordendo, lambendo o mesmo, enquanto seguia seus movimentos.

Elena estava adorando as caricias de Damon, porém seu lado racional se sobressaiu em meio a dormência que a bebida havia causado em seu cérebro, e mandou alguns lembretes para que ela retomasse, pelo menos um pouco do seu juízo, como: Você esta se esfregando no seu melhor amigo; você vai acabar transando com ele; e o mais importante, você vai morrer em duas semanas e ainda nem falou pra ele. Elena franziu o cenho, confusa, enquanto pensava em tudo que ela estava fazendo, e sinceramente, não parecia o certo a fazer.

No entanto, algo como uma fadinha verde, que parecia um pouco com a Sininho do Peter Pan, só que ela era totalmente verde, veio voando do meio da multidão que se encontrava ali, e ficou a voar na frente de Elena. Ela sorriu e se aproximou do ouvido que não estava sendo mordiscado por Damon, e começou a falar em uma voz fininha: Você esta se esfregando no seu melhor amigo, e daí? Ele é muito gostoso por sinal, e não tem nada demais, não há ninguém melhor nessa boate, e tá na cara que existe uma tensão sexual entre vocês, e das grandes, e você acabar transando com ele, vai ser lucro, amiga, vai por mim... E você vai morrer em duas semanas, tem que aproveitar ao máximo tudo que lhe é oferecido, assim como Damon... Agora visualize comigo... Ele deitado sobre você, gemendo coisas safadas em seu ouvido, assim como você desejou durante os aqueles anos da faculdade...

Elena não podia acreditar nas coisas que aquela fadinha minúscula e com aquela aparência lúdica estava lhe dizendo. Ela meneou a cabeça, afastando-se da fadinha e das caricias de Damon. Sua cabeça parecia rodopiar, e aquele lugar pareceu cheio demais naquele momento e tudo que ela queria era sair daquela boate. Elena saiu andando por entre a multidão, e foi até o bar novamente, aquela parecia ser a parte menos cheia da boate, e ela precisava arejar sua cabeça. Ela viu novamente a fadinha sentada na garrafa com liquido verde que ela havia tomado quando chegou à boate, e se pós a ler o rotulo da garrafa pela primeira vez.

— Absinto... – Elena disse um pouco alto demais, enquanto espremia seus olhos para tentar ler o que estava escrito no rotulo – Oh merda...

A bargirl ouviu o que Elena disse, e lhe serviu outras duas doses da bebida verde. Por mais que Elena não tivesse pedido, ela tomou a bebida, ou melhor, as duas doses da bebida. Deus sabe lá por que ela fez isso, talvez ela nem tenha percebido o que estava bebendo. Ela estava distraída demais pensando no que havia lido na internet sobre a bebida, e ficou até com medo de acordar no dia seguinte sem uma orelha assim como Van Gohn, já que ele, aparentemente, cortou a sua própria quando estava sob o efeito da bebida da fada verde.

— Fada verde... – Elena se sentou no balcão, seu corpo parecia estar entrando em um estado de dormência, assim como o restante da sua racionalidade – isso explica por que tinha uma fada verde falando sacanagem no meu ouvido...

— Elena, o que foi? – Damon apareceu de repente, parecia um pouco assustado, talvez preocupado – você saiu de lá do nada...

— Nada demais... – Elena disse um pouco embolada, sua visão começava a ser um pouco turvar, mas ela ainda conseguia ver a fadinha verde sentada no ombro de Damon – Você viu alguma coisa estranha ou verde demais, voando ou sentada no seu ombro, sei lá?

— O que? – Ele olhou para seus ombros, mas não viu nada, apenas franziu o cenho perplexo – Você esta bem?

— Uhum... – Elena murmurou afirmando, porém ela estava prestando atenção nas caras e bocas que a fadinha fazia. – Acho que preciso beber mais um pouco...

Elena se virou para o bar novamente, e dessa vez, pediu uma garrafa de whisky, e assim que a bargirl deu para Elena, ela tirou o lacre e entornou boa parte da bebida garganta abaixo, fechou os olhos apertados, e assim que abriu os novamente, a fadinha não estava mais no ombro de Damon. Elena respirou aliviada, porém quando foi levar a garrafa até a boca, a fada estava sentada no gargalo da garrafa de whisky em suas mãos.

“Elena Gilbert, você esta mesmo tentando se livrar de mim?”– A fadinha disse com sua voz aguda enquanto colocava as mãos na cintura e olhava indignada para Elena – “Eu aqui, te dando dicas de como fazer suas ultimas duas semanas serem ótimas e assim que você me agradece? Entornando uma garrafa de whisky tentando me fazer sumir? Obrigada pela parte que me toca...”

— Damon você esta vendo isso? – Elena apontou para a garrafa, enquanto Damon se aproximava dela para ver mais de perto.

— Isso o que? – Damon perguntou confuso.

“Ele não pode me ver, pelo menos por enquanto, talvez eu devesse falar com ele, e dizer pra ele que você estar morrendo...” – a fadinha cruzou as pernas e os braços e olhou furiosamente ameaçadora para Elena.

— Não, você não faria... – Elena sussurrou para a garrafa de whisky, e Damon a olhou estranho.

— Elena? – Damon perguntou confuso, porém Elena se virou no banco onde estava ficando de costas para o mesmo. Damon deu de ombros e voltou seu olhar para a bargirl atrás do balcão – Ei, loirinha, me duas doses do que ela tomou...

A bargirl se virou, e Damon olhava de canto de olho para Elena. Ela parecia não esta muito bêbada, porém estava conversando com uma garrafa de whisky... Isso era muito estranho. Enquanto Damon entornava as duas doses que ele havia ordenado, Elena escutava atentamente as palavras da fadinha em sua garrafa:

“Não estou dizendo que vou, mas quem sabe te ameaçar seja o único modo de você escutar o que eu digo...” – A fadinha cruzou os braços e olhou com uma carranca em seu rosto.

— Eu estou escutando... – Elena se deu por vencida.

“Ótimo!” – a fadinha bateu palminhas entusiasmada de um jeito que fez Elena se lembrar de Caroline – “Preste atenção, não estou dizendo que você tenha que pegar o Damon aqui de jeito, só estou dizendo que você tem que aproveitar... Você ficar reprimindo todos os suas vontades e desejos, sejam eles carnais ou não, sinceramente, não é o melhor jeito de passar suas duas ultimas semanas... Lembre-se das palavras do seu pai... Não tenha medo, apenas viva!”

Elena olhou para a fadinha com lagrimas banhando seus olhos. Aquela pequena criatura verde, estava certa, ela tinha que viver. Elena sorriu para a fadinha, e murmurou um ‘obrigada’ para ela, a mesma sorriu afável e levantou voou, desaparecendo em meio a multidão, assim como surgiu. Elena virou novamente o liquido âmbar da garrafa de whisky, e se virou para Damon. Encontrando o mesmo debruçado em meio a vários copinhos com indícios de um liquido verde no fundo deles. Elena puxou Damon pela barra da camisa, e ela o puxou para fora daquela boate.

— Elena pra onde você está me levando... – Damon disse um pouco embolado – você não esta me levando pra um peco com a intenção de abusar da minha pessoa, não é?

— Cala boca, Damon! Eu não vou te abusar de você, a não ser que você queira... – Elena disse um pouco sugestiva demais, enquanto andava pelas ruas de Amsterdam, agarrada a camisa de Damon – Essa noite nós vamos viver!

Depois dessa ultima declaração, nada mais fazia sentido. Elena se lembrou de caminhar com Damon em seu encalço, explorando todos os cantos da RLD. Lembrou-se de algo que parecia uma casa de shows onde eles assistiram empolgados a um espetáculo de cancã. Também recordou de invadir o palco e dançar junto com as dançarinas, até que os seguranças a expulsaram de lá juntamente com Damon. Algo como um estúdio de tatuagem veio a sua mente, mas ela logo descartou a possibilidade de ter feito uma tatuagem, isso seria loucura, porém ao tentar se mexer na cama, sentiu uma dor incomoda na parte lateral de seu corpo, mais exatamente em sua costela. Elena se levantou desesperadamente e foi até o banheiro e olhou para o espelho enorme do banheiro.

— Oh meu Deus! – Ela sussurrou do banheiro, enquanto olhava abismada para si no espelho, enquanto novamente as lembranças invadiam sua mente.

Eles estavam andando gargalhando como idiotas pelas ruas, Elena com uma garrafa de Bourbon em uma das mãos e um saco de papel com alguns pedaços de brownie que eles haviam comprado em uma loja com tema jamaicano. Assim que eles passaram ao lado de uma vitrine com vários desenhos e fotos, e com uma placa de neon vermelho formando a palavra ‘TATTOO’ e ainda com um adesivo de ’aberto 24h’ embaixo, Elena puxou Damon pela camisa novamente, assim como tinha feito toda a noite, e eles adentraram na loja.

— O que posso fazer por vocês hoje? – Um cara com os dois braços fechados com tatuagens de todos os tipos falou assim que eles entraram na loja.

— Eu quero... – Elena se escorou em uma das paredes enquanto engolia um pouco de vomito que subiu por sua garganta – Eu quero fazer uma tatuagem...

— Isso meio obviu não acha Elena? – a voz de Damon soou embolada, mas ainda era possível sentir a pitada de sarcasmo e ironia rotineira de Damon – Pra que mais você entraria em um estúdio de tatuagem se não fosse pra fazer uma!

— Cala a boca, Damon! – Elena colocou os dedos no lábios do moreno de olhos azuis o calando – você é muito mais bonito quando esta calado...

— É por você ainda não me viu gemendo no seu ouvido...

Damon falou entre os dedos de Elena pra depois mordê-los de leve, aquele simples gesto fez a intimidade de Elena pulsar por Damon, mas ela meneou a cabeça afastando aqueles pensamentos e voltou a sua atenção para o homem tatuado que assistia a cena com uma cara meia estranha. Elena desceu o zíper lateral de seu vestido e tirou as alças e deixou o vestido pendurada em seu quadril.

— Eu quero fazer bem aqui... – Ela indicou com o indicador uma área nas suas costelas abaixo do sutiã.

— E o que vai querer fazer? – o tatuador olhava perplexo pra Elena. – Um símbolo japonês, uma fada?

— A fada é uma boa ideia, mas eu quero uma frase... – Elena disse enquanto se deitava em uma maca coberta com um estofado de couro preto – Não tenha medo, apenas viva! E em francês pra ficar mais bonito e romântico...

Droga, por que eu tinha que ter dado ouvidos pra aquela fadinha verde! Pensou Elena enquanto passava os dedos delicadamente sobre a frase com letra cursiva tatuada na pele dolorida abaixo de seu seio direito. Até que ficou bonito... n'ayez pas peur, tout simplement vivre... Talvez não tenha sido um erro muito grande. Mas e o resto da noite? Elena pensou e retornou a mergulhar na torrente de lembranças novamente.

— Caramba, minhas costelas doem...

Elena caminhava com o vestido ainda pendurado em seu quadril, e com a parte superior de seu corpo amostra sendo cobertos apenas pelo sutiã preto de renda e o plástico preso com fita crepe que o tatuador colocou sobre a tatuagem para proteger. Damon estava com o braço sob os ombros de Elena, seu antebraço também tinha um plástico preso com fita crepe, e algo em latim estava escrito em sua pele branca e imaculada. Eles finalmente estavam indo pra casa, ou melhor, para o hotel, depois de passar uma noite em meio a algazarra da Red Light District. E eles estavam tão bêbados e doidos, que Elena não sabia como eles tinham encontrado o caminho de volta, e ainda por cima de pé.

— Nem me fala... – Damon disse enquanto se apoiava na parede espelhada do elevador do hotel — Meu braço está me matando...

— Cala a boca Damon, você começou a chorar, quase que não deixou o cara terminar a tatuagem, seu frouxo! – Elena disse brincalhona enquanto e apoiava na porta do elevador que havia acabado de fechar e apertava o botão do quinto andar – Estou começando a desconfiar da sua sexualidade... Depois do seu ataque no estúdio de tatuagem, estou te achando meio frouxo hoje...

— Você não disse isso...

A vista de Elena estava meio embaçada, mas mesmo assim ela conseguiu ver os olhos de Damon brilharem desafiadores e provocativos a sua frente. Estranhamente os olhos deles pareciam mais azuis do que nunca enquanto ele se aproximava furtivamente de Elena, como um leopardo se aproxima de uma gazela. Damon apoiou um de seus braços na porta atras de Elena e o outro ele prendeu na cintura da morena e a puxou para perto de seu corpo com brutalidade, a fazendo morder o lábio inferior para evitar que um gemido escapasse por seus lábios.

— Repete... – Damon disse enquanto mantinha seus olhos presos nos lábios que Elena teimava em morder. – Repete o que você acabou de dizer...

— Que eu... Estou te achando... Meio frouxo? – a voz de Elena saiu entre cortada, ela não sabia dizer o porque, mas ter Damon assim tão perto, estava acabando com qualquer traço de racionalidade que ela manteve até aquele exato momento.

— Você está achando isso agora? – Damon sussurrou próximo deu seus lábios pra depois passar sua língua no contorno dos lábios de Elena.

— Não sei, talvez um pouquinho... – Elena sussurrou tão baixo quando Damon, fitando seus orbes azuis que pareciam emanar luxuria naquele momento – Mas você ainda pode me provar que eu estou errada...

— E eu vou...

Damon quebrou a pequena distancia que havia entre eles e selou seus lábios com os de Elena em um movimento bruto e malditamente excitante. Elena levou sua mão para a nuca de Damon, e o puxou aprofundando mais a sua língua na boca de Damon, sentindo o sabor doce vindo de Damon invadir sua boca e sua mente. As mãos de Damon desceram pelo corpo de Elena, e em um movimento rápido ele a impulsionou pra cima, e ela prendeu suas pernas no quadril de Damon.

— Ah, Damon...

Elena gemeu quando Damon passou morder seus lábios e a descer suas mordidas pelo seu queixo até seu pescoço e ombros. Enquanto ele mantinha sua boca trabalhando no colo descoberto de Elena, ela fitou por cima do ombro de Damon, fitando assistindo de outro ângulo aquele momento pelo espelho do elevador. A fadinha verde estava sentada no ar, observando os dois com um sorriso vitorioso nos lábios. Ela disse algo como, aproveite, e desapareceu em uma fumaça verde. Elena olhou confusa, porém seus pensamentos foram invadidos pelas sensações que Damon lhe causava enquanto mordiscava seus seios por cima do sutiã. Uma campainha tocou e a porta do elevador se abriu, e se Damon não tivesse a segurando, provavelmente eles teriam caído no chão.

Damon seguiu pelo corredor com Elena nos seu colo até a porta do quarto, porém ele teve que coloca-la no chão para pegar a chave do quarto. Enquanto ele vasculhava seus bolsos, Elena abria lentamente os botões da camisa preta de Damon, e beijava cada porção de pele que ia ficando exposta em seu caminho. Damon murmurou algo em meio a um gemido, e assim que a porta de abriu, ele puxou Elena para perto de seu corpo e a levou para dentro, enquanto a beijava com volúpia novamente. Ele deitou Elena na cama, sem quebrar nenhuma vez o beijo, e se pós sobre ela.

O restante da noite parecia mais como um sonho. Damon e ela se beijando com luxuria e volúpia, o fogo que assolou seu corpo quando ele literalmente rasgou seu sutiã, e libertou seus seios para que ele pudesse brincar por ali sem nenhum empecilho. Seus corpos suados e excitados se unindo em um só e chegando ao ápice juntos. A sensação de senti Damon desabar enquanto se derramava dentro dela, e o torpor que a atingiu quando finalmente atingiu seu primeiro orgasmo da noite, eram algo que estavam marcados em sua memória, e por mais que ela não tenha se lembrado de imediato, agora seria difícil ela esquecer, ainda mais quando ela sentia sua intimidade pulsar ansiosa pelo toque magistral de Damon novamente.

— Eu transei com o Damon! – Elena sussurrou um pouco perplexa, porem fitou-se no espelho novamente, e um sorriso se fez em seus lábios vermelhos e inchados, graças a Damon – Porque diabos eu estou sorrindo como uma tapada! Eu devia estar chorando ou sei lá!

Elena depois de pegar um roupão que havia no banheiro voltou-se para o quarto e ficou a fitar o ser nu deitado, ou melhor, esparramado sobre a cama. Droga, como Damon podia ser tão bonito... Elena pensou enquanto analisava todos os atributos de Damon. Sem exagero algum, Damon sem duvida era o cara mais bonito que ela havia visto em toda a sua vida, ele tinha um abdômen definido e braços fortes, e pelos deuses, como era bom sentir aqueles braços ao seu redor sem os obstáculos que as roupas se tornaram. E não poderíamos esquecer o belo e absurdo pacote que ele carregava e que Elena tocou hoje sem querer pela manha quando procurava por algo para cobrir seus olhos. Nesse exato momento, ela não queria que nada atrapalhasse a bela visão que estava tendo.

‘Elena, ele é seu melhor amigo! Como você pode se deitar com ele, e ainda querer repetir a dose?’ Sua racionalidade estava muito bem acordada e agora fazia questão de afirmar o erro que Elena havia cometido. Cadê a maldita fadinha para me dizer o contrario? ‘Você estava bêbada, e agora vai se arrepender do que fez na noite passada’, em verdade, ela se arrependia um pouco, mas não tanto quanto deveria. ‘Você está morrendo, e ainda não falou nada para o Damon, acha que é justo esconder algo de tamanha proporção dele e ainda transar com ele? Você realmente deve estar ficando louca!’ A culpa invadiu seu peito novamente, causando uma dor mais incomoda do que a da tatuagem que havia feito na noite passada. Tudo que aconteceu no dia anterior agora havia se tornado errado de uma maneira catastrófica.

— Damon! – Elena pegou o lençol azul que estava no chão ao pé da cama juntamente com seu vestido, sua lingerie em pedaços e a Box preta de Damon – Damon acorda, caramba!

— O que foi Elena? – Damon se sentou na cama enquanto se espreguiçava e se colocava a analisar o quarto com uma expressão confusa – O que aconteceu ontem à noite?

— O que aconteceu? – Elena perguntou um pouquinho exaltada pelo fato de Damon não ter se lembrado do ocorrido, mas ela não poderia culpa-lo, inicialmente nem ela havia se lembrado de nada – Nos bebemos pra caramba, e ainda bebemos absinto! É sorte nos termos acordado com nossas orelhas no lugar!

— O que? – Damon franziu o cenho enquanto olhava para um ponto atrás de Elena – Isso explicaria o por que eu fiquei vendo uma gostosa toda pintada de verde... O que mais aconteceu?

— Isso aconteceu! – Elena apontou para a tatuagem em suas costelas, e depois para a do seu antebraço que adora ela pode ler a expressão em latim como sendo HIC ET NUNC, traduzindo ‘aqui e agora’ – Isso aqui aconteceu? – Elena pegou sua lingerie estraçalhada do chão e a cueca preta de Damon e jogou sobre a cama – Quer que eu seja mais clara? Se você não percebeu, você está nu embaixo desse lençol... E eu acordei do mesmo jeito... E se você se esforçar um pouquinho, você vai se lembrar de que nos dois...

— Oh merda... – Damon disse com o queixo caído e os olhos arregalados e confusos. – Nos dois dormimos juntos!

Notas finais
Caraca, as lembranças foram voltando aos poucos... mas por fim voltaram... Seila nao foram assim tao chocantes... para o que acharam que ela nao dormiria com o Damon, sorry... para os que acharam que ela dormiria com o Barman, saibam que eu fiquei tentada, mas... tinha que ser o Damon... Deixem seu review ou sua recomendação com a sua opinião sobre o capitulo e sobre o que voces estao achando da fic ate agora... Tambem me digam o que vocês esperam para o proximo capitulo... Beijos e até lá!