If I Die Young

17 Brisa Parisiense


Notas iniciais
Oiiii! Que saudades! Me perdoem pela demora! Sinto muiiiitissimo mesmo! Sem mais enrolação, espero que gostem do capitulo, e como de costume, perdoem tambem meus erros de ortografia! PS: Obrigada a todos que ainda acompanham IIDY, mesmo eu tendo me ausentado durante o ultimo mes... Um obrigada em especial para a Gabi Pierce, que recomendou a fic! OMG, a quinta recomendação de IIDY *__* Brigada floor! Bom, agora sem mais delongas.... Beijooos e até as notas finais...

“Eu recebi uma proposta do Hospital Central de Londres... Eu não aceitei... Eu simplesmente não poderia deixar você pra trás... Eu não iria te deixar em Nova York e ir pra Londres sem mais nem menos...” As palavras de Damon ainda ressoavam pela mente de Elena, atormentando e torturando cada vez mais. Um dos principais motivos por ela não ter contado a respeito de sua condição era justamente para que Damon não perdesse seu tempo tentando salvá-la, e agora, lá estava ele, novamente se sacrificando por ela. “Se eu fosse aceitar o emprego, eu tinha que te arrastar comigo de algum jeito.” Elena apoiou os cotovelos no batente da sacada do quarto onde eles estavam hospedados. Lagrimas banhavam seu rosto ao mesmo tempo em que a brisa fresca parisiense tentava inutilmente secá-las.

Elena se perguntava quando e como as coisas haviam saído de seu controle. No entanto, uma resposta simples, porém ignorada por Elena, surgiu em sua mente. As coisas não saíram de seu controle, pois o mesmo nunca esteve em suas mãos. Seus sentimentos, seu coração, seu próprio corpo... Elena nunca teve poder algum sobre eles. Ela era apenas uma mera peça em um jogo de tabuleiro qualquer, e a mão que jogava os dados não era a sua...

Ela vinha tentando fingir não vê, ou fugir, por assim dizer, do seu fatídico destino. No entanto, por mais que ela corresse, mesmo que suas pernas doessem e seu peito queimasse em busca de oxigênio, ela sempre acabaria ali. Elena estava destinada a se apaixonar por Damon, e por mais que ela omitisse de si mesma esse fato, desde o dia em que o pequeno Damon, de anos atrás, apanhou na escola para defendê-la, nada poderia parecer tão certo, e tão errado ao mesmo tempo quanto aquilo que Elena carregava escondido a sete chaves em seu âmago.

Nem a sua eventual morte a assustava tanto, mas em todo caso, ela só fazia com que tudo se tornasse muito pior do que já era. A cada dia que se passava, mais a angustia em seu peito por ter escondido tal coisa de Damon crescia, a fazendo se sentir a pior e mais inescrupulosa das pessoas. “Damon sempre esteve ao seu lado, nada mais justo do que ser verdadeira com ele...” Ser verdadeira com Damon era a única coisa que Elena queria ser nesse momento. Ela já estava tão angustiada e cansada de omitir as coisas da única pessoa que esteve sempre ao seu lado, que ela imaginava que uma hora dessas a verdade ia sair de sua boca sem esforço algum, e seu peito se aliviaria de tanto sofrimento, mas isso nunca ocorreu muito pelo contrario. Sempre que as palavras subiam por sua garganta, sua covardia agia como um filtro, e as impediam de sair.

Nada era mais frustrante que a covardia e o medo que a consumiam assim que a simples cogitação de dizer a verdade a Damon lhe surgia à mente. No entanto, a situação havia se tornado extremamente peculiar, e estava na hora de encarar os fatos. Mentir para Damon estava lhe tomando o restante de vitalidade que ainda lhe restava. Se ela realmente o amava como seu coração teimava em gritar a cada batida, ela não teria outra opção alem de contar a verdade e encarar as consequências de suas omissões, e as tentativas falhas de Damon enquanto o mesmo, frustradamente, esgotava seus esforços para poder mantê-la viva por alguns minutos a mais. Ela não tinha outra opção. Ou teria?

_ Você vai me contar o motivo por você ter saído daquele jeito?

A voz de Damon soou incisiva logo atrás de Elena. Um arrepio lhe transpassou o corpo, mas não foi o vento fresco que o havia causado, e sim a aflição que lhe tomou o estômago assim que o questionamento direto e firme de Damon lhe atingiu os ouvidos. Elena reprimiu as lagrimas que surgiram em seus olhos e embaçavam sua visão, e sem coragem suficiente para fitar o homem logo atrás de si, Elena o respondeu de forma sucinta, sem se virar para encara-lo:

_ Eu não estava passando bem ... – sua voz saiu em um murmuro baixo graças ao choro que se instalava em sua garganta, o qual ela fez questão de engolir antes de continuar a falar. – Sinto muito...

_ Você não estava passando bem e por isso decidiu sair correndo, e ir embora de táxi sem ao menos me falar o que estava acontecendo... – Damon disse em um tom de escárnio não muito usado por ele, fazendo que Elena se arrependesse ainda mais por ter saído daquela forma – Sem duvida alguma essa era a coisa mais sensata a se fazer...

_ Eu já lhe disse que sinto muito... – o peso da culpa fez com que Elena abaixasse sua cabeça envergonhada — Não era minha intenção deixa-lo preocupado... Eu só...

_ Você o quê? – Damon perguntou dessa vez um pouco menos amargo, mas ainda assim era possível sentir a raiva e frustração reinar em sua voz.

_ Achei melhor não te incomodar... – Elena disse brevemente, lembrando-se dos acontecimentos daquele inicio de noite, e como tudo razoavelmente bem até Damon fazer aquela proposta impossível, e a chegada de Rose logo depois não ajudou muito. – Alias você estava muito bem acompanhado pela Rose, não queria atrapalhar nada...

A voz de Elena saiu mais azeda do que ela queria. Rose havia demonstrado interesse em Damon, e isso era perceptível nos gestos sutis e elegantes que ela usava, e Damon parecia está gostando da atenção que recebia, até havia flertado com Rose, bem diante de si. Só a lembrança daquela cena lhe causavam enjoos. Elena reprimiu a bile que fazia sua garganta arder, e abraçou seu próprio corpo, tentando deixar de lado o incomodo que aquela imagem lhe causava. Uma risada gutural e cheia de sarcasmo soou logo atrás de Elena, aumentando a vergonha e o incomodo que ela já sentia. Ela sabia que aquilo tudo era irracional, mas assim como ela já havia concluído nada estava sob seu controle, muito menos seus sentimentos.

_ Isso é ridículo! – o escárnio na voz de Damon fazia o coração de Elena doer em resposta – Eu só estou aqui por sua causa! Você sequer entende isso? Eu não vim pra ficar paquerando e transando por ai, eu vim aqui por você! O motivo de ter chamado Rose hoje para jantar foi justamente você, se não fosse esse o caso, pra que eu te levaria comigo?

_ Me desculpa, não foi exatamente isso que eu quis dizer, e também eu não tinha que me meter se fosse esse o caso... – Elena respirou fundo o ar frio ao seu redor, tentando aliviar de alguma maneira o mal estar que aquela conversa a estava trazendo. É claro que Damon jamais faria isso, ela só estava sendo devorada pelo monstro do ciúme, mas Elena sabia muito bem qual era o seu lugar, e quais eram os seus direitos diante daquilo tudo – Eu realmente não estava me sentindo bem, eu só sai daquele jeito, pois não queria que você ficasse preocupado ou me visse nesse estado...

_ Você realmente sabe o quão estúpido isso soa? Mesmo que você me pedisse pra não ficar preocupado eu ficaria! – Os passos firmes sobre o piso de mármore soaram pelo ambiente, deixando Elena consciente da aproximação de Damon – Além de ser minha obrigação como médico, é também minha obrigação... Como seu melhor amigo!

_ Foi exatamente isso que eu pensei...

Elena disse cinicamente pra si mesma ao escutar a incredulidade na voz de Damon. Ao final, ela esteve certa ao pensar que Damon sempre se preocuparia com ela como se sua vida dependesse daquilo. Um riso irônico escapou dos lábios de Elena, fazendo que os nervos de Damon, ainda atiçados, se exaltar. Damon a pegou pelos ombros e a girou, fazendo com que ela fitasse seu rosto. Os olhos castanhos de Elena estavam marejados e um sorriso sôfrego deturpava sua expressão.

_ Sim, eu me preocupo com você... – Damon perguntou enquanto seus olhos analisavam minuciosamente tentando encontrar alguma brecha no muro que Elena havia criado entre eles. – O que isso tem demais?

_ Você não entende, é justamente por isso! — Elena disse entre dentes, afastando as mãos de Damon de si de maneira abrupta, fazendo que ele olhasse ainda mais confuso pela sua reação. – Droga!

_ Me diz o que está te incomodando tanto Elena... Sou eu? – Damon disse em um murmuro contido, tentando não falar grosseiramente com a mulher aparentemente abalada a sua frente. Elena deu de ombros com desdém, um jeito que fez com que Damon perdesse o foco, a agarrando novamente pelos ombros, dessa vez um pouco mais forte, para que Elena não tivesse chances de escapar novamente de seu aperto. – Me explica, Elena... Eu preciso que você me explique!

_ Sua atitude me incomoda! – Elena gritou exaltada, suas lagrimas escapavam por seus olhos sem permissão banhando todo seu rosto – Há poucos minutos atrás você estava me dizendo que rejeitou a proposta dos seus sonhos por que você não me queria longe de você!

_ Sim, eu fiz isso mesmo! E não me arrependo! – Damon disse desdenhoso com uma dar de ombros desleixado.

_ É justamente isso que me incomoda! Você sempre quer cuidar de mim, sempre fica preocupado comigo... – Elena parecia descontrolada enquanto listava a plenos pulmões tudo que naquele momento ela não conseguiria lidar — Você coloca meu bem estar em primeiro lugar, mesmo que pra isso você tenha que passar maus bocados pra isso... Em todos seus planos, eu tenho que está incluída! Isso não está certo!

_ Claro que é... – Damon tentou retrucar, mas logo foi interrompido por um gemido sôfrego de Elena.

_ Não, Damon, não é...

_ Então por que cada célula do meu corpo me diz que é? – Damon questionou. Sua voz se sobrepondo aos resmungos de Elena, que logo se tornou estática entre os braços de Damon. – Eu sei que parece absurdo pra você o fato de eu ter recusado aquela proposta, mas é assim Elena... Eu sempre vou te escolher. Você é minha primeira opção, não me importa as consequências que meus atos acarretarão desde que você esteja bem e do meu lado...

_ Damon, não... – Os olhos castanhos vidrados nos de Damon suplicavam para que ele não continuasse – Por favor...

_ Shh... Você não precisa dizer nada, só precisa me escutar – as mãos de Damon subiram pelos braços de Elena, a segurando pelo rosto. Sua voz era tão doce e calma quando o carinho singelo que seus polegares faziam despercebidamente nas bochechas pálidas de Elena – Eu te amo, muito mais do que como amigo... E é por isso que eu não posso ser egoísta com você...

As palavras de Damon saíram apaixonadas pelos lábios rosados e atrativos de Damon, entrando como plumas pelos ouvidos de Elena, e atingindo seu coração como pontiagudas agulhas. Deus! Como algo poderia soar tão agradável e doloroso ao mesmo tempo? A mente de Elena arduamente tentava ignorar aquela ultima declaração, mas seu bobo coração já a havia recebido de braços abertos, mal sabia ele que aquilo seria o fim de sua ruína.

Damon a amava, e aquilo significava que se ele soubesse de sua doença e sua eventual morte, ele sofreria muito mais do que ela cogitava. Vislumbres de um pesadelo tido recentemente invadiram a mente de Elena. Lágrimas passaram a cair em abundancia enquanto a angustia de Elena se tornava cada vez maior, assim que as imagens de Damon surtando e quebrando seu apartamento enquanto chorava incessantemente lhe surgira à mente. Aquilo era demais pra suporta, mesmo que ela não estivesse ali presente em corpo, Elena sabia que seu espírito ficaria tão perturbado quanto Damon e seu pranto. Elena não poderia permitir que aquilo se concretizasse, ela não podia. Era doloroso demais, mas do que saber que seu amor jamais poderia ser declarado ou correspondido.

_ Por favor, diz alguma coisa... — – a voz de Damon soava mançamente enquanto um sorriso melancólico tingia sua expressão com uma falsa indiferença diante do silencio de Elena.

_ Eu não pedi por isso... – a voz de Elena saiu em um sussurro baixo e apático. – Eu não quero, eu não pedi por isso!

Elena disse alterada, se esquivando com violência dos braços de Damon, o que ele não se opôs, soltando-a imediatamente antes que a machucasse. Elena secou com as costas das mãos a umidade de seu rosto, enquanto evitava olhar nos olhos confusos e magoados de Damon. Ela colocou as mãos na cintura, respirando profundamente, procurando se acalmar antes de continuar.

_ Você não precisou pedir ou querer, Elena... – Damon disse depois de engolir a seco a magoa antes que ela fosse capaz de subir aos seus olhos – Ele simplesmente cresceu...

A voz de Elena estava presa em sua garganta, e a cada misero segundo em silencio, mas ela podia ver a magoa de Damon crescer dentro dele. Elena o havia machucado com seu silencio martirizante, isso era perceptível graças ao sorriso irônico e cheio de cinismo, os quais ele usava como uma camuflagem. No entanto, mesmo que ele houvesse colocado sua mascara, Elena o conhecia bem o bastante para saber o quão aquilo o havia destruído por dentro. Porém, ao reparar o quão frio e distante ele havia se tornado em poucos segundos, fez uma lâmpada se acender na cabeça de Elena. Era doloroso demais para Elena assistir aquilo, mas talvez seja sua única esperança de não vê-lo sofrendo depois de sua inevitável morte. Elena o machucaria, faria que ele a odiasse, iria fazê-lo desistir dela, antes que fosse tarde demais.

_ Damon... – Elena começou a dizer, seu coração batia dolorosamente em seu peito enquanto ela arrumava forças para não deixar transparecer sua dor. Ele precisava acreditar em suas palavras, então ela tinha que se manter firme e acreditar em suas próprias mentiras. – Nós nos conhecemos a muito tempo, e eu te entendo que muitas de nossas lembranças foram ótimas, maravilhosas e convidativas, mas é só isso Damon... O que aconteceu em Amsterdã foi um erro, um deslize. Você e eu somos melhores amigos...

_ Tudo bem, eu sei o que você vai dizer... – Damon a interrompeu, um riso irônico escapou por seus lábios enquanto ele meneava a cabeça – Eu disse que te amava não que esperava que você me amasse de volta...

_ Eu sei, Damon, mas mesmo assim eu tenho que te dizer... – Elena mantinha seus olhos nos de Damon, assistindo suas palavras destruir o brilho de seus olhos azuis — Eu sinto muito, mas eu não posso te dizer o mesmo... Eu não posso retribuir os seus sentimentos...

_ Não, eu que sinto muito... – Damon gesticulou com as mãos erguidas em rendição, dando o assunto como encerrado enquanto ele se dirigia a passos curtos para a porta da varanda. – Vamos fingir que o que eu disse aqui nunca foi dito de fato. Somos amigos, só isso...

_ Damon... – Elena o chamou antes que ele adentrasse no quarto — Há algo que eu preciso te dizer, antes de encerramos aqui...

_ Diga... – Damon cruzou os braços rentes ao peito, esperando que ela continuasse.

– Eu sei que você me quer por perto, mas vai chegar um momento onde seus esforços serão inúteis... E você não vai poder mais me ter ao seu lado... — Elena disse pausadamente, procurando soar um pouco mais calma, mas seus olhos marejados denunciavam sua angustia – Por isso te peço que você aceite a proposta do hospital, e venha morar em Londres, mesmo que eu não esteja com você... Esse é seu maior sonho, eu não quero que você desista dele só por que não estaremos mais juntos como sempre...

_ Seu desejo é uma ordem... – Damon inclinou seu corpo pra frente, se curvando em uma reverência, mas a ironia em suas palavras era algo palpável. – Boa noite Elena...

_ Boa noite, Damon.

Durante alguns instantes nenhuma palavra foi proferida, e nenhum músculo foi desnecessariamente movido. No entanto, era impossível negar a intensidade com a qual Damon a olhava. Seu maxilar trancado e as narinas dilatadas eram as provas de que Damon estava lutando internamente contra seus próprios instintos para não segurá-la pelos ombros e a sacudir até que ela dissesse o que estava realmente acontecendo. O brilho que as lagrimas acumuladas criavam em seus olhos era a constatação de que aquela luta já estava perdida.

Com a visão embaçada pelas lagrimas grossas que teimavam em sair sem sua permissão, Elena viu Damon menear a cabeça em negação enquanto seus lábios se contraiam em uma linha fina, manchando sua face perfeita com um sorriso duro e frio. Foi só depois que Damon estava fora do alcance de sua visão distorcida pelas lagrimas, que Elena se permitiu soltar o ar preso em seus pulmões, o qual nem ela mesma havia reparado que o prendia, enquanto suas pernas cediam à gravidade, fazendo com que a mesma caísse de joelhos no chão frio de mármore.

Aquilo era doloroso demais, tanto que Elena não saberia se conseguiria seguir com seus últimos dias com aquela dor absurda que dominava seu peito e lhe tomava o ar. Elena tampou a própria boca com suas duas mãos, tentando não fazer nenhum barulho. Ela não podia demonstrar o quão grande era sua dor, não agora. Damon tinha que achar que ela estava bem, que aquilo era o que ela queria, caso contrario, seus esforços teriam absolutamente em vão. Elena obrigou seu corpo a se por de pé, e com as costas das mãos secou a umidade em seu rosto. Respirando profundamente a brisa fresca de Paris, Elena se recompunha enquanto tentava se convencer mais uma vez de que aquilo era a melhor solução.

Eu vou afasta-lo de mim... Mesmo que essa dor me mate antes do esperado. Elena dizia pra si mesma, enquanto pegava seu celular dentro da pequena bolsa de mão, até agora ignorada por ela. Seus dedos deslizavam pela tela touch ao mesmo tempo em que ela tentava não fitar a foto, dela e de Damon durante sua aventura nos bares de Amsterdã, que dominava o plano de fundo de seu celular. DESEMBARCO AMANHÃ ÀS 2 DA TARDE EM ROMA. Enquanto Elena digitava uma mensagem, ela podia imaginar o quão Damon ficaria furioso por ela está fazendo isso, mas Elena não tinha outra escolha. Se ela queria que Damon se afastasse aquela era sua arma secreta. PORTÃO 21051. ESTAREI TE ESPERANDO. Elena engoliu em seco, temerosa, enquanto procurava o nome de seu destinatário em seus contatos, e enviava a mensagem.

_ Eu espero que um dia você possa entender meus motivos...

Notas finais
Please nao me espanquem! Eu sinto muiiito pela demora! Prometo ser mais assídua com relação as postagens! Prometo! :S Mas ai, me digam, o que acharam do capitulo? Mereço um review? Hein... *_* Bom, não sei se vocês perceberam, mas desde que a ideia de viagem para a Europa surgiu, Damon se opos a visitar a Italia.... Agora, alguem ai chuta o por que? Ahhhh especulem! kkkk Well, eu estou aguardando os reviews de vocês! Beijooos e até o proximo