Icchõ Naruto
2 capítulo 2 - Reencarnado.
Notas iniciais
De repente me vi sentado em uma cadeira em um gigantesco salão repleto de pessoas olhando pra um maldito telão que marcava o numero 19999999999999999999999999999999998722222228888888886666665551. Olhei para minha mão já esperando o pior vendo uma folha com o numero da minha senha. Só pode ser brincadeira! Minha senha é a 19999999999999999999999999999999999722222228888888886666665551. Pelo jeito vou ficar aqui uns anos antes de poder partir para minha próxima vida. Me levantei e caminhei durante uma hora até chegar a uma mesa onde havia uma prancheta, ficha e caneta. Peguei aquelas porcarias e voltei para meu maldito lugar! Eu já havia passado por aquele inferno tantas e tantas vezes que eu já sabia de cor o que eu tinha que fazer. Eu tinha que preencher aquela maldita ficha (200 paginas) com informações que poderiam ser usadas em minha próxima vida. Eu poderia repetir as informações de alguma vida passada onde eu me dei muito bem morrendo de velhice e de forma tranquila, mas eu já havia feito isso tantas vezes que as vezes o destino me mata ainda jovem só pra sacanear com a minha cara. O que eu poderia escrever dessa vez... eu acho que vou conferir minhas vidas anteriores e tentar fazer alguma combinação. Fechei os olhos me vendo de pé sobre uma plataforma esférica feita de luz de frente para uma tela de luz. Toquei a tela com a palma de minha mão fazendo uma janela quadrada feita de luz azul surgir. Dentro da tela tinham varias pastas Técnicas, Poderes, armas, roupas, conhecimentos, família, amigos, ideias e muitas outras, mas a que me chamara a atenção fora a pasta “vidas passadas”. Cliquei sobre ela a abrindo vendo surgir vários e vários arquivos de texto. Passei a clicar em alguns os abrindo vendo os arquivos se abrirem mostrando primeiro uma imagem ao lado dos dados.
Son Naruto.
Criado pela Red Ribbon em uma de suas bases remanescentes. Son Naruto fora criado a partir da fusão do DNA de três espécies diferente. Primeira espécie Sayajin, segunda espécie Humana e terceira espécie Kitsune. Son Naruto fora criado com o único proposito de matar Son Goku. Felizmente assim que ele despertará ele destruirá a base da Red Ribbon dando seu primeiro passo para a paz.
Habilidades: taijutsu kame, técnica de transformação, técnica de clonagem, tecnica de voou, rasengan, kamehameha, kaioken, tele-transporte, PODER OCULTO HUMANO, PODER OCULTO SAYAJIN, PODER OCULTO KITSUNE.
Fraquezas: perversão herdada do DNA kitsune, bipolar, raciocínio lento para quase tudo exceto lutas e sexo.
Eu havia detestado aquela vida passada! A Bulma vivia colocando a minha vida em perigo depois que se casara com o Vegeta. Ela vivia corneando ele comigo em locais públicos ao ponto que um dia o filho da puta me matara me jogando no sol! Passei para o próximo arquivo.
Hyuuga Naruto.
Hyuuga Naruto é o filho bastardo de Namikaze Minato com a mulher do líder do clã Hyuuga. A descoberta de sua existência causara uma revolta dos Hyuugas contra o Yondaime que tivera que abdicar do cargo e da vida ninja para que não houvesse uma guerra civil. Inevitavelmente a mulher Kushina abandonara Minato depois de selar permanentemente o chakra do mesmo o reduzindo a uma pessoa comum sem profissão nenhuma, amargurada, alcoólatra e violento.
Habilidades: Kekkai genkai, taijutsu Hyuuga.
Fraqueza: Baixa autoestima, traumas psicológicos.
Essa vida ai fora uma merda de nível médio. Depois que eu havia me formado na academia o selo dos Hyuugas não funcionava mais eu pude passar a fazer terapia para superar os maus-tratos de Minato e de minha mãe. Mesmo assim não fui incrível nem nada do gênero apenas mais um ninja que morrera jovem tendo seu byakugan roubado já que o selo Hyuuga não funcionava mais em mim. Pelo menos me casei e vivi até o segundo aniversario das minhas filhas. Passei para a próxima.
Kurosaki Naruto.
Filho de um Shinigami e uma Quincy. Naruto crescera no mundo humano até conhecer Matsumoto em um shooping o que despertara seus poderes. Ele lutara para ser reconhecido pelos outros Shinigamis e pelo amor de Matsumoto.
Habilidades: Força e velocidade nível capitão, habilidades de luta SS, técnicas de nível A à SS.
Fraquezas: péssimo em Kidous, pouca paciência, sai no tapa com Kenpachi Zaraki sempre que se vem destruindo tudo em seu caminho.
Essa vida fora muito boa. Grandes e leais amigos, lojas de conveniência cheias de ramen e o melhor de tudo era que Matsumoto era muito pervertida sendo bi sexual gostando de trazer amigas pras noitadas.
Passei a anotar algumas ideias em um arquivo novo enquanto procurava novos dados em outras de minhas vidas passadas. Eu sabia que devia evitar a todo o custo algumas coisas: Kekkai Genkais atraiam muitos inimigos, talento nato pra tudo causava muita inveja, pertencer a um clã era pedir pra ser cobaia do Orochimaru, ser fraco é pedir pra apanhar, ser muito burro é pedir pra apanhar, ser muito gato é pedir pra ser estuprado, ser muito feito é pedir pra apanhar o dobro.
Passei a anotar algumas coisa em minha ficha deixando algumas coisa claras. Eu desça vez não teria uma Kekkai Genkai foda, não seria um gênio ninja, não seria treinado pela Kyuubi, não seria um jinchuriki e não seria um Uzumaki. Dessa vez eu ia conquistar tudo aos poucos seguindo uma serie de fatores. Primeiro eu teria que ser filho do Minato pra poder ser Treinado por um Sannin, segundo eu teria que ser inteligente pra poder estudar muito aumentando minhas habilidades, terceiro eu teria que ser ambicioso para encontrar alguns tesouros que encontrei em minhas vidas passadas, etc. A cada nova informação, sugestão, detalhe e pedidos minha ficha ia ficando cada vez melhor. Eu não seria um cara fora do normal, nem alguém muito normal.
Após o que se pareceram séculos e séculos o meu numero foi chamado. É foda só estar funcionando cinquenta e cinco guichês, enquanto tinha mais de trezentos vazios. Olhei para a atendente e sorrir me sentando de frente para ela entregando minha ficha.
– Oi Rukia. Hoje você esta mais linda do que nunca. Que acha de reencarnar comigo de novo e se casar comigo pela sexta vez? – perguntei sorrindo. Eu já havia aprendido que bajular as atendentes me ajudava a ter um vida mais saudável.
– Sinto muito ainda falta mais quatro séculos pra eu poder sair de férias de novo... se bem que minha bunda ainda doi quando eu lembro de nosso ultimo casamento – disse Rukia sorrindo sem tirar os olhos de seu computador.
– Que pena... e na sua folga que acha de me fazer uma visita pra eu te levar pra jantar? – perguntei colocando minha mão sobre a que ela colocara sobre a ficha.
– Quem sabe... vejamos como estão seus dados pra essa vez... – disse Rukia fechando os olhos para enquanto mantinha a sua mão sobre a minha ficha. Os atendentes podiam ter a ficha de todos com apenas um roque e poucos segundos, mas quando eles não gostavam da pessoa... dae o negocio ia lento – Pelo que vejo essa sua vida vai ser um pouco complicada de se encaixar no que temos disponível para você... mas como é pra você eu vou dar meu jeitinho – disse Rukia começando a digitar sem falar comigo por uma hora – Bom eu consegui garantir alguns de seus pedidos para sua próxima vida, inclui alguns acontecimentos que sugerirá... apesar que algumas de suas ideias foram bem diferentes das anteriores. Bom eu não consegui garantir muita coisa pro que vai acontecer no seu futuro, mas garanti algumas surpresas para você – disse Rukia me entregando um cartão azul luminoso e transparente com um botão no centro.
– Obrigado... na próxima vez que formos casar agente bem que podia viver uma historia diferente das anteriores. Que acha ser sermos imperadores de Jurai? – perguntei sorrindo.
– Claro... isso se você for menos pervertido e sádico... minha bunda começou a latejar só de lembrar de novo – disse Rukia se inclinando pra frente e massageando as nadegas.
– Veremos. Bom até minha próxima morte – disse apertando o botão do cartão fazendo ficar tudo escuro
Aos poucos um filme começara a passar de ante dos meus olhos. Eu estava assistindo uma festa na vila o qual um casal parecia discutir. A mulher dera um tapa na cara do loiro e fora embora batendo o pé dizendo que estava tudo terminado entre os dois. O loiro então fora para um bar onde passara a encher a cara enquanto cantava uma morena espetacular. Os dois bêbados foram para um motel onde tiveram um sexo sem censura. Pela manhã os dois seguiram caminhos diferentes.
Dois meses depois a mulher aparecera no escritório do loiro dizendo que estava gravida e o cafajeste a acusara de tentar dar o golpe do baú nele e milhares de outras coisas. Ele estalara os dedos e mandara dois Anbus expulsarem aquela mulher da vila. O loiro não podia deixar que sua noiva descobrisse que ele havia se aproveitado da embriagues e de um breve rompimento dos dois para ir para a cama com outra mulher. Assim ele tinha que fazer de tudo para se livrar daquela mulher. Ele dera uma pequena fortuna para a mulher e a colocara para fora da vila.
A mulher viajara até um pais distante escoltada pelos Anbus que iriam garantir que ela não voltasse para a vila deles. A mulher comprar uma pensão naquelas região fria e passara a viver ali administrando o lugar da melhor forma que conseguia. No dia do nascimento de seu filho.
Nasci naquela noite fria de inverno sendo entregue aos braços de minha mãe. Abri meus olhos vendo minha mãe me admirando com aqueles seus belos olhos verdes. Minhas lembranças de minhas vidas anteriores iam sumindo enquanto eu começava a guardar novas memorias.
Nos cinco anos que se passaram posso dizer que fui extremamente feliz. Minha mãe era além de dona de pensão era minha professora, minha sensei e minha amiga. Agente tinha uma boa, nada cheio de luxo, mas o suficiente para podermos vivermos felizes. Pelo menos fora assim até aquele velho de cabelos brancos nos encontrar. Eu nunca havia visto minha mãe tão furiosa daquele jeito em toda a minha vida.
– Nós não vamos voltar! – dizia minha mãe furiosa socando a mesa da cozinha de pé encarnado o velho com uma fúria que me dava medo, mas nem mesmo assim o velho demonstrara sentir medo algum.
– Como eu disse eu realmente preciso que você volte para a vila comigo, Raku. Você era uma de nossas melhores interrogadoras. Eu descobri a injustiça pela qual passara e... – dizia o velho com seriedade até minha mãe o interromper.
– Isso fora a seis anos! Como o senhor demorara tanto para descobrir que uma injustiça dessas!? Assim isso fora mais conveniente enquanto não precisavam de mim, não é? – dissera minha mãe com sarcasmo.
– Raku... acredito que esteja esquecendo com quem esta falando – dissera o velho e de repente eu senti dificuldade de respirar do local onde estava escondido.
– Eu já fui da Anbu, Sarutobi. Você não conseguirá me intimar facilmente – disse minha mãe enrolando uma mexa de cabelo em seu dedo indicado esquerdo enquanto olhava as unhas da mão direita.
– Bom eu não queria te dizer, mas... Namoro fugira da prisão e esta lhe procurando pelo que minhas fontes me informarão – dissera o velho fazendo minha mão ficar extática – seria difícil proteger a si mesma e ao seu filho.
– Entendo... – dissera minha mãe abaixando a cabeça – você tem ideia do que meu filho ira passar naquele lugar?
– Sim... mas a vila precisa de você e lá você estará em segurança – dissera o velho fechando os olhos antes de abri-los demonstrando seriedade – vocês voltam amanhã para Konoha.
Fale com o autor