Icchõ Naruto

3 Capítulo 3 - Konoha.


Notas iniciais
Dae galera! Estou adorando o apoio que os leitores estão dando. Isso me motivara a postar mais um capítulo. Espero que todos vocês curtam bastante esse capítulo.

Detestei ter que deixar o pais do ferro! Eu tinha planos de um dia me tornar um samurai, mas parece que vou ter que me contentar em ser um ninja como minha mãe. A pior parte é que eu não poderia mais ficar tanto tempo com a minha mãe, ela teria que voltar a ser uma ninja e eu teria que frequentar a Academia Ninja de Konoha. Pelo que minha mãe me contou é possível que algumas pessoas não gostem muito de mim em Konoha, mas que eu não devo me abater. Se tinha uma parte que eu gostava naquela viagem era o tipo de viagem. Não era todo mundo que podia dizer que voara nas costas de uma ave gigante invocada pela mãe.

Quando chegamos a aldeia eu caminhava próximo a minha mãe carregando em minhas costas a mochila com as minhas coisas que minha mãe selara em alguns pergaminhos e passando pelas alças da mochila estava minha espada de bambu. Noite que muitas pessoas olhavam de cara feia para mim e minha mãe... aquilo fora horrível. Ao olhar para minha mãe vi que ela mantinha a cabeça erguida e eu passei a agir da mesma forma. Não tinha porque eu me sentir mal pelo jeito que aquele povo me olhava eu não havia feito nada de errado então não desanimaria por causa deles.

O velho Sarutobi nos encontrara no meio do caminho e nos acompanhara até um prédio muito ridículo. Parecia uma redoma vermelha faltando um pedaço. Adentramos o prédio do Hokage sendo escoltados pelo velho Sarutobi até chegarmos entrada de um escritório. O velhote batera na porta recebendo em seguida permissão para entrar. Adentramos o local indo até uma grande mesa de madeire onde um homem loiro usando um manto branco nos olhava com seriedade. Ele olhara um momento para mim em meus olhos antes de começar a falar com minha mãe. Eu pensei ter notado naquele breve olhar tanta coisa, raiva, desgosto, vergonha e duvida.

– É bom ter você de volta Raku. Espero que possamos deixar o passado para trás e seguirmos de forma profissional – dissera o loiro com seriedade.

– Eu sempre agi como uma profissional... pelo menos eu soube agir dessa forma – dissera minha mãe murmurando a segunda parte, mas pela expressão do loiro ele ouvira perfeitamente assim como o velhote.

– Bom vocês podem voltar a ocupar sua antiga casa, já mandei um grupo de genins reforma-la, limpa-la e mobiliar ela ... – dizia o loiro até minha mãe o interromper.

– Claro que isso seria como um ato de boa vontade da vila nos deixando livre de qualquer despesas, certo!? – dissera minha mãe de uma forma que até eu entendi que ela não estava perguntando e sim exigindo. Mesmo assim percebi que o loiro rangera os dentes... eu acho que os gastos que minha mãe falara vão sair do bolso dele.

– C-Claro... darei um tempo para que se adapte a vila novamente antes que você possa voltar a fazer missões... – dizia o loiro até ser novamente interrompido por minha mãe.

– Obrigado Hokage-sama essas três semanas de adaptação serão ótimas. Afinal preciso ajudar meu filho a se adaptar enquanto arrumo tudo e procuro uma babá confiável para o meu filho – dizia minha mãe com seriedade fazendo o loiro desviar o olhar do dela.

– Que seja – disse o loiro contrariado olhando para a esquerda.

– Bom melhor vocês dois irem andando afinal o líder da vila tem muito o que fazer... e é mais seguro também – dissera o velhote murmurando a segunda parte.

Após deixarmos o escritório do Hokage caminhamos por vinte minutos indo para uma parte da vila onde tinha mais mato do que casas. Quando chegamos a uma casa mais afastada eu a achei bonita, mesmo ela sendo menor que a pensão que minha mãe tinha antes. Adentramos o local e a primeira coisa que minha mãe fez foi inspecionar o andar de baixo vendo se estava tudo em ordem com alguns moveis velhos que minha mãe chamara de “relíquias” depois de me dar um belo cascudo. Eu lembro de que quando fomos checar a cozinha minha mãe chutara uma cadeira e chamara alguém de cretino, após ela olhar a dispensa e a geladeira constatando que estavam vazias. Eu não sabia o que queria dizer “Cretino” e levei um novo cascudo quando perguntei, mas eu suspeito que minha mãe estava falando do Hokage.

– Mamãe... o que um Hokage faz? – perguntei ainda ouvindo minha mãe resmungando enquanto me levava até o quarto que eu iria usar.

– É um tremendo de um... urght... bom um Hokage é o líder da vila. Um hokage protege e administra Konoha. Mesmo que alguns Hokages não mereção principalmente o atual eles são muito respeitados pelos moradores e ninjas da vila por além de ser o ninja mais forte da vila, conhecer mais de mil jutsus ele também é o ninja que mais cumprira missões do mais alto nível sozinho – dissera minha mãe enquanto abria a porta de um quarto.

– Huum entendi... que quarto mais sem graça mamãe – disse vendo as paredes pintadas de azul fosco, uma cama com um cochão coberto por um lençol branco e um armário imbutido na parede.

– Nem mesmo um brinquedo... cretino... bom filho com o tempo vamos deixar esse quarto perfeito. Vamos liberar suas coisas dos pergaminhos, depois eu faço uma jantar gostoso para nós dois e depois eu libero as minhas coisas – disse minha mãe forçando um sorriso.

– Ham... eu já tenho sete anos mamãe eu posso arrumar meu quarto sozinho... vai arrumar o seu que depois eu te ajudo com a janta – disse dando meu melhor sorriso para ela. Eu sempre tentava fazer o máximo pra não dificultar demais a vida dela.

– Você é um garoto tão bonzinho – disse minha mãe me abraçando com força – eu tenho muito orgulho de você meu filho.

Quando minha mãe sairá eu notei que ela estava... chorando? Não, minha mãe era a mulher mais forte que eu conhecia. Passei a liberar minhas coisas dos pergaminhos e arrumar tudo – claro que por eu ser criança minha mãe provavelmente teria que arrumar algumas coisas de novo, mas fazer o que. Em seguida fui ajudar minha mãe com o jantar.

No dia seguinte acordei muito nervoso afinal era meu primeiro dia na academia de Konoha e bom... eu queria causar uma boa impressão pra não ficarem me olhando de cara feia. Coloquei um calção branco e uma camiseta preta, conferi se o material que o velho Sarutobi me dera estava em ordem e fui para a cozinha com a mochila nas minhas costas. Minha mãe já estava me esperando sentada em uma cadeira com as pernas cruzadas, lendo um jornal e tomando uma xicara de café ecá!

– Bom dia Okaa-san – disse me sentando em uma cadeira e puxando um tigela com cereal.

– Bom dia meu filho. Empolgado com a academia? – perguntara minha mãe sorrindo.

– Sim... a senhora vai ver ou vou me tornar um ninja bem forte – disse sorrindo enquanto comia meu cereal.

– Sem duvida que vai – dissera minha mãe sorrindo.

No caminho para a academia notei que as pessoas voltavam a me olhar de cara feita, mas nem dei moral. Enquanto caminhávamos minha mãe me dava alguns conselho muito importantes de como eu devia me comportar. Pelo que minha mãe me dissera mesmo eu tendo conhecimento para estar no terceiro ano da academia eu teria que frequentar o segundo pois em alguns pontos eu precisava melhorar como meu ninjutsu e jutsu shuriken. Quando chegamos na academia fomos recebidos pelo velho Sarutobi que iria me levar até a sala de aula. Me despedi de minha mãe e fui com o velhote. Enquanto caminhávamos o velhote puxara assunto comigo, mas eu ainda estava um pouco de cara com ele por destruir meu sonho de ser um samurai, mas mesmo assim o respondi educadamente... se não minha mãe me matava. Quando chegamos de frente para uma sala ele batera na porta que em seguida fora aberta por um ninja gorducho com umas expirais estranhas na bochecha. O velhote explicara tudo para o gorducho que me fizera um cafune sorrindo ao saber de quem eu era filho. O professor me convidara para entrar antes de nos despedirmos do velhote.

– Classe hoje temos um novo aluno. Ele é filho de uma das melhores Kunochis que Konoha já vira e vivia com sua mãe até ontem no pais do Ferro – dissera o professor falando com sua turma – Apresente-se para a turma.

– M-Me chamo Kamizake Naruto, nasci no pais do ferro, tenho sete anos e... vou ser o melhor Hokage que já existiu! – disse querendo causar uma boa impressão até os alunos começarem a reclamar e debochar de mim. Eu fiquei vermelho de raiva, mas o que me deixara mais puto fora um loiro de olhos azuis com três riscos esquisitos em cada bochecha.

– Até parece que um forasteiro ia conseguir superar o meu Oto-san – dissera o loiro com cara de deboche.

– Já chega crianças... Naruto pode se sentar mais ao fundo no lugar vago – dissera o professor bagunçando meus cabelos antes de eu ir para o meu lugar.

Durante a aula eu via que mesmo o professor ensinando coisas que minha mãe já havia me ensinado ele também ensinava algumas coisas interessantes e outras nem um pouco. Felizmente sempre que o professor me fazia alguma pergunta eu sabia a resposta – o que deixava os outros alunos irritados. Na aula de arremessos de shuriken eu não me sai tão bem quanto os membros de clãs, mas pelo menos fui melhor que aquele loiro mala. Na aula de ninjutsu eu consegui me transformar no Hokage... só errei no tamanho das orelhas o que as deixara enormes. Na aula de taijutsu eu fiquei assistindo as partidas. Os Uchihas e os Hyuugas eram evidentemente os melhores, mas aquele traseiro do Akimichi jogava todo mundo longe com uma única pancada.

– Os próximos serão Uzumaki Namikaze Menma contra Kamizake Naruto – disse o professor.

Fomo para nosso lugares nos encarando. Eu tinha certeza que ele devia ser muito bom em taijutsu já que ele era filho do Hokage, mas mesmo assim eu não iria me entregar fácil. Quando o professor dera o sinal corremos um contra o outro, mas quando eu estava para soca-lo ele... desaparecei? Apurei os meus sentidos como minha mãe me ensinara a tempo de ouvir um barulho atrás de mim o que me dera tempo de me abaixar evitando ser atingido por um chute. Aquele loiro havia usado um sunshin contra mim? Girei lhe aplicando uma rasteira, mas ele saltara aplicando um chute em minhas costas. Me levantei e corri na direção dele pronto para ataca-lo novamente, mas dessa vez vi ele executar os selos de mão e desaparecer, saltei girando aplicando um chute atingindo o loiro que vinha por trás de mim com um chute no braços que ele usara para se defender. Ele se recuperara parecendo ficar muito irritado com o meu contra ataque, mas dessa vez ele corria em minha direção muito mais rápido do que antes... como ele conseguia correr tão rápido!? Ele passara a desferir socos e chutes contra mim me forçando a bloquear seus golpes sendo pressionado para trás até... sair fora do circulo.

– E o vencedor é Menma. Agora fação o sinal da reconciliação – mesmo desanimado com a derrota fiz o que o professor mandara tendo que aturar aquele sorriso arrogante do Menma.

No caminho de volta para casa ouvi mais de uma vez os moradores olhando para mim murmurando algo que eu entendi como “bastardo”... o que é um “bastardo?

Quando cheguei em casa minha mãe me pedira para eu contar para ela como tinha sido a academia enquanto ela preparava o almoço. Contei para ela como eu me sai muito bem nas aulas teóricas, contei meu desempenho em ninjutsu (ela riu muito), contei do meu desempenho no arremesso de shurikens e por ultimo como perdi para o Menma em combate (ela fechou a cara). Depois do almoço minha mãe me levara para os fundos da casa onde iriamos treinar, normalmente a maior parte de nossos treinos eram em kenjutsu, mas como eu não ia mais me tornar um samurai minha mãe estabelecera uma rotina de treinamento diferente.

Segundas, quartas e sextas:

1 Horas de exercícios físicos.

2 Horas e meia de taijutsu.

1 Hora teórica.

Terças e quintas:

1 Horas de exercícios físicos.

2 Horas e meia de kenjutsu.

1 Hora teórica.

A pior parte era que minha mãe tinha me dito que todo dia de manhã eu teria que fazer exercícios de controle de chakra depois de acordar e anoite antes de dormir. Nos dias que se passaram fui criando amizade com um grupinho mais isolado da sala. Eles não pertenciam a clãs, alguns eram filhos de ninjas e outros não, mas para mim isso não me importava nada já que eles eram meus amigos. Minha mãe sempre me deixava brincar com meus amigos depois da academia contando que eu não me atrasasse para o almoço nem para os treinos. O que me incomodava era ouvir algumas pessoas se referindo a mim como “bastardo”. Outro problema era o Uzumaki! O garoto insuportável! O cara se achava o maioral só porque era filho do Hokage e era paparicado por todo mundo. O Uchiha Sasuke era a mesma coisa só porque era filho do líder do clã Uchiha se achava o maioral. Pra não dizer que eu não me dava bem com os membros de clãs eu acabai ficando amigo da Hyuuga... ela é meio estressada (road to ninja) ,mas é bem legal.

Quando dei por mim o tempo já estava passando rápido e com isso o dia inevitável chegara. Desci as escadas e encontrei minha mãe na cozinha de pé me esperando... ela estava usando o seu uniforme ninja e portava sua Akataifuu (Taifuu= tufão. Aka= vermelho.).

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Ao lado de minha mão tinha uma velho gorducha, enrugada, quatro olhos, com os cabelos grisalhos formando um coqui no alto de sua nuca com um palito passando por ele.

– Até que em fim acordara meu filho. Eu estarei saindo em missão hoje. Devo ficar alguns dias fora, mas a Shimo-san vai cuidar de você e ela vai me dizer se você se comportar mau ou não treinar direito – dissera minha mãe com seriedade me fazendo olhar de novo para a velhota e ela me olhar de uma forma que me dera medo... não acho que foi só a cara dela que me deu medo mesmo.

– H-Hai... pode deixar Oka-san vou fazer tudo direitinho – disse sorrindo enquanto minha mãe vinha até mim e me dera um forte abraço.

– Sei que vai fazer... afinal você é um bom garoto – dissera minha mãe me abraçando com um pouco mais de força.

LEIAM AS NOTAS FINAS!!!

Notas finais
Galera andei conversando com outros autores aqui do Nyah (que são muito fodas na minha opinião!). Em nossas conversas abordamos o tema do abandono de fanfics e o que poderiamos fazer para que isso não acontecesse. Bom uma das ideias mais discutidas fora o de colocar metas, mas resolvemos por enquanto evitar isso porque não queremos forçalos a isso (por enquanto), mas mesmo assim muitos deles se mostraram muito desapontados com o numero de leitores que comentam em suas fics. EX: Tem 97 pessoas acompanhando uma fic que ja tem 8 capítulos, mas o numero de comentários não chega a 100. Se cada um dos 97 que estão acompanhando deixasse um comentário a fic teria 776 comentários. Quando um autor faz esses cálculos a criatividade cai, a vontade de escrever cai e a vontade de continuar aquela fanfics também. Com isso mais uma fanfic que poderia ser um sucesso é abandonada.