I want you...hungry.

13 I'd take care of you if you'd ask me to


Notas iniciais
Mais uma vez obrigada pelos comentários, vocês são ótimos! Fico muito animada para escrever. Demorei um pouco mais para escrever esse e compromissos fizeram eu atrasar um tanto também, mas ai está... Com carinho e divirtam-se

Marina estava de pé a sua frente, a mão esticada em um chamado delicado, Clara a segurou aceitando a ajuda para se levantar.

As duas voltaram caminhando em silêncio pela praia, o dia já chegava ao fim, o sol começava a se apagar no mar. A vista era linda, tão linda quanto o sentimento que crescia dentro delas à cada olhar, cada toque, cada palavra.

Pararam por um instante, Clara empunhou a câmera que segurava e tirou algumas fotos do pôr do sol, a fotógrafa a observava com um sorriso leve, não quis atrapalhar aquele momento.

Virada para o mar fechou os olhos, gostava de sentir o sol fraco do amanhecer tanto quanto o sol que se punha, isso não deixava Marina esquecer que tudo na vida passa, que certos momentos devem ser aproveitados com excelência porque eles acabam, são rápidos, como o momento do nascer, como quando ele se despede.

Lembrou de um trecho de uma música que ela adorava, já havia dançado muitas vezes louca por pistas espalhadas pelo mundo

When the sun goes down
When the sun goes down you head inside
Cause the lights don't work
Yeah nothing works, they say you don't mind
Here comes the night time

Clara abaixou a câmera e antes que pudesse falar alguma coisa foram interrompidas por um dos funcionários da casa.

–Dona Marina, Dona Marina, a senhorita pediu para que o jantar fosse servido cedo, as meninas da cozinha mandaram que eu viesse confirmar se tudo está dentro do cronograma? – Perguntou o rapaz que veio correndo ofegante, tinha uma aparência nova e estava visivelmente intimidado pela presença da chefe – As garrafas de vinho que senhora pediu já estão na ilha, chegaram agora pouco com o meu pai – Terminou de comunicar o jovem

–Desculpa eu vir atrás da senhorita até aqui, mas é que os funcionários mandaram mensagem e como não tiveram nenhuma resposta, pediram para te procurar -Terminou abaixando a cabeça.

Marina olhou para a morena que não se pronunciou, aquilo era território dela, melhor que tomasse as decisões.

–Hum – Pensou a fotógrafa – Tudo bem, pode avisar que tudo está dentro do cronograma, José. Eu realmente acabei vindo pra praia sem telefone, não tem problema, fez bem em me procurar.

–Tudo bem pra você, Clarinha? – Perguntou referindo-se ao plano temporariamente interrompido.

–Sem problemas – Sorriu Clara.

–Obrigada, rapaz.

O jovem também sorriu e voltou correndo em direção a grande casa para levar o recado.

–Bom, o que acha de tomarmos outro banho e nos arrumarmos para o jantar?

–Acho ótimo– Sorriu Clara – To morrendo de vontade de tomar uma taça de vinho, vai fazer uma noite linda por aqui pelo jeito – Concordou com a rouquidão característica na voz.

Marina entrou primeiro no banho enquanto a morena arrumava algumas roupas que estavam espalhadas ao lado de sua bolsa.

O celular da assistente tocou, olhou no visor do aparelho, era Cadu. Sentiu uma leve pontada no peito, não tinha vontade de atender, não tinha vontade de falar com o marido naquele momento. Mesmo assim achou prudente não ignorar a ligação, poderia ser algo sobre Ivan.

–Alô – Atendeu a voz rouca.

–Oi amor, poxa, achei que estivesse esquecido de mim – Disse a voz afoita do homem no outro lado da linha.

–Não, magina, não é isso Cadu.

–Hum – Murmurou – E as fotos? Estão ficando boas?

–Vamos fazer amanhã, se der tudo certo voltaremos no final da tarde.

–Voando? Mas não é perigoso? – Perguntou o homem desatento para o medo da esposa.

–A Marina disse que é muito mais seguro do que viajar de carro. Poxa cara, você sabe que eu morro de medo e ainda fica me aterrorizando – Exclamou Clara.

–Ih! Foi mal ai – Disse implicante – A Marina parece saber das coisas, né? – Terminou cutucando a esposa sem nem saber por quê.

–O Ivan? Tá tudo bem com ele? – Mudou de assunto, não queria discutir pelo telefone.

–Tá sim, fez o dever direitinho. Passou a tarde brincando na casa da sua irmã, perguntou quando você volta.

–Diz pra ele que amanhã, então.

–Tá certo! Bom... Então tá, só queria saber se tava tudo bem. Até amanhã – Terminou um pouco desapontado.

–Até amanhã, Cadu. – Desligou

Encontrava-se em uma posição extremamente delicada, lembrou da luta que teria pela frente e das situações difíceis que certamente enfrentaria. Sacudiu a cabeça na tentativa de afastar aqueles pensamentos. Não queria ter que antecipar nenhum tipo de sofrimento.

Marina saiu do banho e deparou-se com a cena da morena sentada, o olhar distante e pensativo.

–Tá tudo bem, Clarinha? Aconteceu alguma coisa?

–Tá, tá tudo bem sim – Respondeu gaguejando um pouco – Eu, eu só to com um pouco de medo. Assustada.

Marina estava com os cabelos molhados e vestia um roupão preto, caminhou até Clara , agachou-se a sua frente pegando uma das mãos da morena.

–Olha, tem muita coisa que ainda preciso descobrir sobre você. Conheço muito pouco da sua história, sua vida e sei que também sente isso em relação a mim. Eu definitivamente não gosto de promessas e até hoje achava que precisava e só sabia ser cuidada. Mas se você me permitir e me pedir, eu posso cuidar de você – Terminou com os olhos sinceros e marejados

Clara deixou o celular cair da mão, a face pareceu um pouco desnorteada.

–Você tá bem? – Preocupou-se Marina

–Eu to bem – Respondeu de imediato a assistente continuando – Relaxa, tá tudo bem. Às vezes eu fico meio trêmula, já tive uma crise de hipoglicemia, tá tudo be... certo – Terminou um pouco acanhada

–Você sabe o que é isso, né? – Preocupou-se Marina – São essas dietas malucas que a gente fica fazendo. Não, eu já decidi, eu não vou mais fazer dieta. Se engordar, engordei. Dane-se – Terminou em uma risada tentando mudar o foco do assunto e fazer Clara relaxar.

As duas riram e a morena levantou dizendo que iria para o banho.

Marina vestiu um vestido leve e gracioso de duas cores, ligeiramente transparente. Penteou os cabelos de lado, maquiou-se suavemente e passou o seu tão notado perfume.

Pensou se Clara sentia-se feliz de estar ali com ela e não em sua casa, vivendo sua vida de mulherzinha. Identificou em si um sentimento com o qual ela lidava muito pouco, uma pequena insegurança e resolveu não alimentá-lo, não tinha vocação para sofrer. Dirigiu-se para fora do quarto atrás de saber dos preparativos do jantar.

Clara saiu do banho enrolada em uma toalha branca, chegando ao quarto sentiu no ar o perfume que tanto mexia com os seus sentidos.

Vestiu um short jeans acompanhado de uma camisa branca leve com uns desenhos azuis. Secou os cabelos e também passou um pouco de maquiagem, perfumou-se e foi para o deck sentir a noite e ouvir o barulho do mar.

Perguntou-se intimamente por Marina enquanto sentava em um banco, teve mais medo, não queria estar sendo um peso para a fotógrafa, não queria ser uma mulher enrolada que pudesse vir a magoar uma alma que se abriu sem pudores para ela.

–Clara

Ouviu uma voz doce e sensual chamar, olhou para trás e se deparou com a imagem linda de marina.

–Oi – Respondeu sorrindo e se levantando – To pronta.

Naquele momento o medo, a insegurança e a agonia de ambas se dissiparam, sentiram o corpo ser tomado por aconchego. Bastava a imagem com um sorriso, a presença, a certeza no olhar de que estavam fazendo a coisa certa.

–Vamos? – Convidou Marina.

–Vamos. – Sussurrou

Deram as mãos e a fotógrafa guiou a morena pelo caminho que levava até o píer, havia uma mesa posta no final dele, do lado do mar. Velas eram protegidas por redomas de vidro, que traziam para o jantar um clima ainda mais intimo e romântico.

–Que lindo – Exclamou a assistente – Esse lugar é mesmo o paraíso – Sorriu virando-se para Marina – Fica ainda mais encantador por ter você aqui. – Disse baixinho depositando um beijo carinhoso nos lábios que a ansiavam.

Sentaram para jantar e saborearam com gosto a refeição preparada com tanto empenho, uma garrafa de vinho já havia partido entre conversas e risadas. A funcionária aproximou-se para limpar a mesa perguntando se a chefe gostaria de outra garrafa. Marina agradeceu e confirmou o pedido.

–Ai, Marina. – Suspirou a assistente — Olha que to me acostumando com os seus mimos, hein!

–E eu to me acostumando com você – Respondeu com um olhar carregado

Clara já conhecia aquela expressão, sabia também o poder que ela tinha sobre o seu corpo.

–Você precisa se permitir mais, Clarinha. Experimentar coisas novas, diversificar. – Mudou um pouco o trajeto da conversa.

Clara deu um sorriso encabulado, sabia que a chefe tinha razão. Sempre fora muito menininha, permitiu-se a poucas aventuras quando era mais jovem, depois acabou conhecendo Cadu e se casando, ai mesmo que sua vida não tivera grandes emoções, tirando o nascimento do filho.

Mas não era disso que Marina falava, era de experiências, de vivências, de loucuras, de transgredir limites impostos e até autoimpostos.

Bom, de certa forma nesse momento era o que ela estava fazendo.

–É, sabe Marina, você tem razão! Mas as coisas não são tão fáceis como parece.

–As vezes elas são muito mais fáceis do que parecem – Sorriu, o vinho trazia um ar ainda mais delirante para o seu olhar.

A funcionária trouxe a outra garrafa e colocou sobre a mesa, Marina agradeceu a pegando, direcionou o olhar para a morena.

–O que acha de tomarmos essa no quarto?

Clara sentiu o corpo ascender, aquela mulher tinha um poder absoluto sobre seus sentidos, acho que nem poderia imaginar o quanto.

–Você é quem manda – Respondeu baixinho em um tom grave.

–Eu que mando? – Marina levou a frase ao pé da letra de forma proposital

Clara sorriu, percebeu que tinha acionado um mecanismo sem volta, não sentiu nenhum pesar por isso.

Marina levantou pegou a garrafa de vinho e o abridor, a morena a seguiu com o olhar e percebeu que deveria acompanhá-la com as taças.

Caminharam até o quarto em silêncio, o que causava uma excitação maior em ambas pelo desconhecido, pelo o que não era dito, mas era sentido.

Chegaram ao grande cômodo que estava todo iluminado com um jogo de luzes muito bem calculado, percebia-se que a casa era um projeto estudado até os últimos detalhes.

Marina abriu a garrafa e ainda em silêncio serviu as taças apoiadas na mesa de cabeceira.

Os olhos estavam levemente vermelhos por conta do álcool, ficava ainda mais sexy assim.

Clara a olhava agora do outro lado da cama. Marina então tirou o vestido em um movimento só. A lingerie era conceitual, preta e muito charmosa. Sentou na cama, pegou sua taça com a mão direita e se encostou de lado nas almofadas fitando a morena que continuava em pé a observando.

O coração de Clara estava disparado, não estava conseguindo lidar com aquele olhar. O vinho já fazia efeito e Marina a devorava, o que aumentava ainda mais o calor que sentia.

A fotógrafa então abriu um largo sorriso e com uma cara indescritivelmente linda e safada ordenou

–Já que eu mando, tira o seu short pra mim. – Continuou sorrindo colocando um dos dedos na boca.

– Senta aqui do meu lado – Continuou se afastando das costas da cama e abrindo um espaço entre ela e seu corpo para a morena sentar.

Aquele jogo estava só começando e a assistente sentiu que não queria sair dele, como quem desse o aval para a chefe de que estava gostando, abriu o short e tirou a peça imediatamente.

Caminhou até o outro lado cama sentando-se onde Marina havia indicado. Ignorando a taça que tinha sido servida para si foi pegando a que estava nas mãos da fotógrafa seguindo de uma pergunta em tom brincalhão.

–Você vai mesmo fazer isso comigo?

As duas riram juntas e Marina respondeu

–Você disse que eu mandava, acabei gostando da ideia – Confirmou – E... Eu ainda tenho que te mostrar uma coisa, lembra? – O olhar voltou a ficar carregado de prazer, só de pensar na possibilidade.

– Como eu poderia esquecer? – Respondeu Clara sem ter a menor ideia do que se tratava mas tomada por curiosidade.

Marina tirou a taça de suas mãos apoiando-a novamente sobre a cabeceira esticando o corpo para alcançá-la.

Quando voltou para sua posição avançou em Clara com um beijo repleto de paixão, foi correspondida à altura. O beijo de Clara fazia seu corpo entrar em combustão.

Desceu uma das mãos pelo corpo da morena até chegar no meio de suas pernas, o beijo agora ficava ainda mais quente. Sentiu a calcinha molhada e gemeu entre os lábios finos e macios da assistente, era enlouquecedor sempre que tocava o prazer daquela mulher, mesmo que por cima de um pano.

Com delicadeza puxou a peça para o lado passando levemente o dedo agora entre o sexo exposto. Clara gemia por entre o beijo abrindo um pouco suas pernas.

De propósito a fotógrafa parou, saiu do beijo e em um tom lascivo ordenou

–Tá vendo aquela gaveta — Disse apontando para a morena – Tem uma caixa grande e preta, pega pra mim.

Clara a olhou desconfiada, mas aceitou a ordem voluptuosa de Marina. Foi até o local indicado e trouxe o que havia sido pedido enquanto a chefe ligava o som ambiente com o controle que também estava na mesinha de cabeceira.

Começou a tocar baixinho pelo quarto uma música, era Take Care – Beache House.

Marina acrescentou

–Esse foi um presente que ganhei em um amigo secreto um tanto diferente que fizemos aqui nessa casa em uma festa de final de ano – Contou com um sorriso malicioso – A Flavinha me tirou e me deu. Hoje a tarde lá nas pedras eu senti muita vontade de usá-lo pela primeira vez – Fez uma pausa – Com você! Abre...

Clara a observava enquanto contava e destampou a caixa assim que foi pedido. Quando viu o conteúdo abriu ligeiramente a boca e suspirou. Seu sexo apertou de tesão só de imaginar Marina vestindo aquela peça, era tão ousado que mal podia acreditar que em breve viveria tal experiência.

–Nossa Marina – Voltou a suspirar – Você quer realmente acabar comigo, cara.

A fotógrafa sorriu e perguntou

–Você quer?

–Muito – Respondeu a morena em forma de gemido

–Então fica pelada pra mim – Voltou a ordenar

A morena contorceu o corpo que foi invadido por um prazer descomunal. Enquanto Clara tirava a camisa no ritmo que inundava o ambiente olhava fixamente a fotógrafa.

Marina levantou-se e abriu o sutiã deixando livres os seios que a assistente tanto gostava de tocar e sentir com a boca.

Os olhares eram curiosos, carregados de um carinho que mesmo em um ambiente tão erótico insistia deliciosamente em se manter presente.

Agora a fotógrafa tirava a calcinha abaixando o corpo sensualmente, quando levantou viu que Clara estava repetindo sua ação, estavam ambas nuas e tinham os corpos e os desejos envolvidos por um prazer desmedido, ainda nem haviam se tocado direito com exceção do rápido beijo seguido de um carinho íntimo.

Marina olhou para a caixa e pegou a embalagem fechada e transparente com o ‘strapon’, abriu e sentou-se na cama com o conteúdo na mão jogando o resto no chão.

Clara a observava com os olhos vidrados, a respiração já estava acelerada e o coração batia quase fora do peito. A cena era excessivamente sensual, estava embriagada, pelo vinho e por Marina sendo o ser humano mais delicioso do planeta.

A fotógrafa sentou-se quase deitada com as costas apoiadas nas almofadas que cobriam a cama, vestiu a cinta e olhou para Clara com um olhar comandante.

Sem que Marina precisasse dizer nada Clara entendeu o que deveria fazer. Aproximou-se lentamente observando o corpo perfeito deitado à sua frente, seguiu em direção à boca corada pelo vinho, já havia visto aquela cena antes e essa mistura a tirava do sério.

Beijou com carinho e desejo os lábios macios, as línguas se encontraram em um beijo apaixonado, romântico, encaixado. Clara metia as mãos entre os cabelos soltos da fotógrafa e os apertavam conforme ia ficando mais delirante.

Marina começou a beijar todo o rosto dourado, agora ela quem segurava os cabelos em sua mão, passeava a língua de maneira abusada por toda a face de Clara sem se preocupar, sentia o sabor, a pele e era isso que a fazia perder o controle.

–Eu te adoro – Disse sem perceber enquanto a lambia

Clara a olhou, aquele rosto lindo, os olhos rasgados e apertados, puxados como de um felino. Também a adorava. Adorava tê-la, adorava sentir seus mais variados gostos, adorava seu cheiro, seu toque, sua pele. Clara definitivamente sentia o mesmo.

–E eu adoro você – Respondeu com os olhos carregados daquele sentimento -E eu também quero cuidar de você – Acrescentou fazendo o coração de Marina bater descontroladamente em seu peito.

Voltaram a se beijar, era um beijo tão gostoso e cheio de sensações que ficaram fazendo isso por um tempo até perceberem um silêncio dominar o quarto que foi logo quebrado por outra música que começava a tocar, Portishead – Roads.

A melodia que se iniciava era tão inebriante quanto aquele beijo, que aumentava de intensidade agora sem controle.

Marina puxou um pouco o corpo da morena para cima fazendo seus seios pequenos e rígidos alcançarem sua boca, envolveu um dos mamilos em um beijo molhado, tóxico, fez o corpo inteiro da assistente se arrepiar.

Pegou uma das pernas de Clara passando por cima de seu corpo. Agora a morena tinha uma em cada lado.

Enquanto beijava com desejo o outro seio levou sua mão direita ao sexo encharcado. Passou dois de seus dedos entre os grandes lábios pegando um pouco daquele prazer, concentrou-se em um carinho perfeito no clitóris que parecia implorar por ela.

Clara gemeu e antes que pudesse falar alguma coisa Marina pegou sua cintura com as duas mãos e a guiou para o 'strapon' que a esperava sob si.

A morena sentou em um único movimento sentindo todo o brinquedo entrar em seu sexo, soltou um gemido maravilhoso que fez Marina fazer o mesmo sem perceber. Clara rebolava nela sensualmente enquanto a fotógrafa segurava com as duas mãos em sua bunda, uma de cada lado.

A assistente foi aumentando o ritmo enquanto a chefe também se movimentava fazendo o brinquedo ir ainda mais fundo.

–Você é uma gostosa – Marina falou depositando dois tapas simultâneos na bunda de Clara.

–Tá com vontade de me bater, é? – Perguntou a morena agora gemendo

–Muita – Respondeu a fotógrafa também sem controle na voz – Muita — Repetiu pegando o rosto dourado que estava agora perto do seu enquanto a dona rebolava da maneira mais sexy possível.

–Senta em mim, vai – Pediu – Quero você cavalgando nesse pau, Clara. Que nem uma putinha – Ordenou dando um tapinha safado no rosto que segurava.

A morena sentia um prazer incontrolável de ver Marina falando aquelas coisas, sentia ainda mais ao saber que isso também a descontrolava.

Começou a sentar com força como havia sido mandada. Os gemidos ficavam ainda mais intensos e roucos, Marina agora passeava uma das mãos pelos seios pequenos e dourados enquanto a outra apertava uma das nádegas firmes da assistente.

Então levantou o corpo e agora também estava sentada. Clara enlaçou o tronco esguio com as pernas e rebolava de forma mais firme, estavam completamente unidas. Marina depositou outra tapa na bunda da morena mandando

–Fica de quatro

Clara se desvencilhou do objeto que estava dentro de si por um momento e logo já estava cumprindo a ordem recebida.

Marina posicionou-se atrás dela, a olhou com fome, mordeu os lábios sem perceber e em um movimento estava toda dentro novamente.

A morena gemeu alto dessa vez enquanto Marina a fodia com muito gosto, batia na bunda da assistente e percebia que ela gostava, estava levemente vermelha, o que causava ainda mais prazer.

Abaixou o corpo deitando sem colocar muita força no corpo sob si, uma das mãos apoiava na cama e a outra enlaçava de maneira precisa os cabelos compridos de Clara. Puxou a cabeça da assistente um pouco para trás e disse no ouvido dela

–Não importa a vida que você tem hoje – Começou pausando – Agora e aqui, dentro desse quarto você é só minha, Clara.

Voltou a levantar o corpo deixando-o ereto, segurando a assistente pelos cabelos investia com vontade o pau que no momento também era todo seu, nela.

Notas finais
O que acharam? Capítulo do madrugadão, esse tá BEM íntimo. Mas já que o objetivo é entrar com os dois pés na porta da intimidade do casal Clarina, ai está...