I want to be much more than your friend.
32 Capítulo 31
Notas iniciais
OIE.
Foi mal se demorei :)
Ta, talvez eu tenha alguma coisa pra falar pra vocês, só que eu to atrasada, e não consigo pensar em nada.
Se lembrar, eu digo no próximo capítulo.
Não revisado, sorry.
Espero que gostem !!
Minha cabeça dói, assim que desperto. Ela lateja lentamente, e minhas pálpebras estão pesadas, tornando difícil a tarefa de abrir os olhos.
Minha perna está dolorida; não tanto desde a primeira vez que acordei, mas ainda é um enorme incômodo.Eu quero voltar a dormir, não suportando a realidade. Não quero estar aqui, só quero ficar inconsciente pelo resto de minha vida.Mas sei que o motivo de minha cabeça doer, é o tempo em que fiquei ali dormindo.Meus olhos ainda estão fechados, embora eu já me sinta fora dos efeitos do sono. Então, eu só permaneço ali, gostando da sensação de não ter a mente ocupada. Porém, sei que é por hora.E assim como imaginei, as imagens não tardam a me perturbar. As cenas se repetem em minha cabeça, o que me faz apertar o cobertor em cima de meu corpo.Meus olhos ardem e as lágrimas saem, assim que eu os abro, encarando o teto marrom em cima de minha cabeça.Meu coração se aperta, à medida que é inevitável chorar mais. As lágrimas já caem em meu pescoço, e estão por toda as minhas bochechas.Eu pensava que não tinha como eu derramar mais lágrimas, mas sinto ser impossível ter algum dia em que não irá acontecer. Em que não me sentirei triste.Mas esse choro é diferente. Eu não soluço nem berro. Eu só... fecho os olhos, e deixo esse sentimento se esvaziar através das lágrimas incessantes.Assim como quando eu estava na floresta no outro dia, é difícil respirar. Então é aí que eu sinto as mesmas sensações de quando eu estava lá. Meu corpo, embora em volto à grande coberta, está frio. Eu me sinto cansado. Eu não respiro, nem consigo pensar. Eu só estou péssimo.Questionamentos vem à minha mente, e me pergunto o pôr que aquilo aconteceu comigo; conosco.Sei que é impossível, mas o que eu mais desejo, é parar de pensar. Parar de relembrar. Parar de chorar. Porém, ao mesmo tempo, eu preciso disso, já que minha tristeza não pode se manifestar de outra forma.Mordo o lábio inferior fortemente, tentando de alguma maneira, parar de chorar. Mas a dor da mordida, causa é o contrário, e logo estou chorando mais intensamente por causa da nova ferida em minha boca, e não demoro para sentir o gosto de sangue.Espremo os olhos, apertando minha blusa entre os dedos, e acabei tossindo e gemendo fraco por um curto momento.—Oh, finalmente acordou.- escuto sua voz calma ao meu lado.Eu não desvio minha atenção para a direção, estando ainda de olhos fechados. Mas sei de quem se trata.Eu escuto os passos, e barulho de algo se abrindo, e logo já sinto sua presença. Então, abro os olhos, enxergando o azul claro me encarando.Eu não tenho tempo para responder, uma vez que foco meus olhos em seu rosto, e já estou com um pano úmido em minha boca.—Tem que parar de fazer esses machucados.- sussurrou, me deixando cuidar eu mesmo de minha boca ferida, por causa da mordida.Então, apenas se senta ao meu lado, me encarando. Se ajeita um pouco mais, parando quando parece confortável o suficiente.Há silêncio no quarto, enquanto ainda seguro o pano em minha boca, esperando que o ferimento pare de sangrar. A dor em minha boca é suportável, mas ainda dói de um tanto, e sei que é por causa de outros machucados que há ali.—Eu sou um idiota.- digo abafado, deixando algumas lágrimas caírem por causa da agonia da contusão.Sinto suas mãos limparem meu rosto de leve, ao que choro mais.—Está chorando desse tanto, só por causa de um machucado que você mesmo causou?- seu tom está brincalhão, ao que me encara com o cenho franzido.Tiro o pano de minha boca, o jogando ao meu lado.—Você sabe que não.- respondo, colocando a mão em meus olhos, apertando um pouco as pálpebras com os dedos indicador e dedão.Eu planejava não chorar mais, isso por causa de sua presença. Eu não queria ficar assim na frente de alguma pessoa. Porém, só senti mais lágrimas descendo. Então, só permiti que acontecesse.—Ele m-—Hey, não fala nada.- sua voz está suave e baixa, como se compreendesse.Eu sinto seus braços me rodearem, e não demoro mais para me aconchegar aquele abraço. O calor que vem de seu corpo é ótimo, me fazendo imediatamente relaxar e fechar os olhos.Mas eu não aguento, depois de alguns segundos, e já estou chorando com mais intensidade em seu ombro. Meu peito se aperta, meu coração dói. Eu só queria distanciar seus braços de perto de mim, e gritar para que me deixasse sozinho. Mas eu não podia explodir novamente, já que não vai adiantar; nada disso irá adiantar. Essa dor não cessará.Eu me obrigo a me acalmar. Me obrigo a parar de chorar ou em menos quantidade. E depois de alguns minutos, consigo regularizar minha respiração, e só mantenho meus olhos marejados fechados.Então, não sinto mais o aperto de seus braços, nem seu corpo fazendo pressão no meu. Assim que desvio a atenção para seu rosto, vejo seus olhos azuis me encarando, ainda de perto.Eles estão diferentes. Expressam mudança, já que nunca os vi assim. Parece pena, o que me dá certa raiva.—Não preciso de sua pena.- eu digo, nos fazendo distanciar totalmente.
Sua expressão agora não me diz nada, só demonstra dissimulação.—Você é incapaz de interpretar o que estou sentindo agora sobre tudo isso, então entendo quando diz que estou com pena.- responde finalmente, mas não me encara nos olhos.Sua fala me surpreende um pouco, já que não esperava pela mesma. Mas logo demonstro não querer persistir no assunto.Continuamos parados na mesma posição que ficamos depois que o abraço foi desfeito. Estávamos pensativos, isso era claro. Talvez nossas mentes estivessem viradas para o mesmo assunto, mas provavelmente não.Porém, de qualquer forma, minha atenção foi desviada para seus olhos azuis.—Está acontecendo.- diz, ao que se levanta, deixando de preencher o espaço da cama ao meu lado.- Você não qu-—Quero.- corto, suspirando logo após.Eu engulo seco, respirando lentamente. Minhas mãos vão para o cobertor pesado em cima do meu corpo, e eu começo a afastá-lo.Meus olhos se fecham automaticamente, quando o cobertor está sendo afastado de minhas pernas, mas minhas mãos continuam com o trabalho de tirar aquilo de cima de mim.Então, já estou livre do pano, e meus olhos ainda estão fechados, enquanto sinto minha respiração começando a ficar pesada de forma lenta.Algumas lágrimas saem de meus olhos, assim que julgo estar pronto. É quando eu começo a levantar.—Você quer ajuda?- pergunta, me fazendo abrir os olhos para encarar seu rosto.Eu não respondo, e sorrio fraco quando estou sentado com as pernas fora da cama.—Não precisava.- lhe digo assim mesmo.- Mas agora, quem sabe?Sua mão é estendida em minha direção, e suspiro olhando para a mesma. Eu demoro um pouco, apenas preparando meu cérebro. Também trato de tentar regularizar meus batimentos e minha respiração, mas não creio ter tanto sucesso. Suspiro novamente, antes de minha mão esquerda tocar seus dedos frios, que não hesitam em tornar aquele toque mais firme e confiante.Meu pé direito toca o chão, e me surpreendo com sua fala súbita.—Espera.- diz, soltando minha mão.Esse ato me deixa inválido, e tenho que me apoiar em meu joelho, com medo de cair.Eu não entendo sua atitude, mas levanto as sobrancelhas quando vejo que só me soltou, para poder colocar a bota em meu pé.—Agora sim. Não pode descer descalço.- afirma, e outra vez estende a sua mão.Eu sorrio, aceitando sua ajuda.—Obrigado.Então, de novo meu pé direito toca o chão, só que desta vez, sinto outro tipo de textura: a da bota.Eu aperto de leve sua mão, ao que o processo de levantar me faz pensar ser difícil. Porém, à partir do momento em que só permito um dos pés tocarem o chão, percebo ser outra história.Meu corpo descansa o peso somente em uma das pernas, e fecho os olhos, ao que deixo ser dividido pelas duas.Dói.A pressão em minha batata me faz morder o lábio inferior, não deixando nem um gemido escapar.Meus olhos marejam um pouco, ao que escuto sua voz próxima:—Só quando estiver confortável.Eu fico por mais alguns segundos parado, até que me sinta melhor. Então, eu olho para seu rosto, quando a dor é suportável.—Podemos ir.- digo.Seu braço envolve meus ombros, e dou o primeiro passo com o pé esquerdo. Eu vacilo um pouco, mas tenho a sustentação de seu corpo.Incomoda demasiadamente o desconforto na perna, mas a cada passo dado, fica mais fácil a caminhada, diferentemente do que pensei que seria.Eu ainda preciso de sua ajuda, pois sei que posso perder o equilíbrio, já que ainda não me acostumei totalmente.O suporte machuca, mas agora é em pouca quantidade.Nós já caminhamos pelo corredor, e não demoro para escutar as conversas no andar de baixo. Elas não são muito altas, e uma voz se sobressai. Eu sorrio ao reconhecer o dono, e um alívio me preenche, ao que posso agora constatar que ele está bem.Ainda tenho sua ajuda, quando descemos a escada.Eu sinto o olhar de algumas pessoas em mim, o que me dá um certo desconforto. Mas continuo a encarar os degraus.Nós chegamos ao andar de baixo, e procuro imediatamente pelo homem, o encontrando perto da cozinha. Ele sorri para mim, e o devolvo. Então, continua com o que estava fazendo, só que não presto atenção em suas palavras.—Você quer se sentar?- pergunta, me levando a olhar para seu rosto.—Não, mas se você quiser.- lhe respondo.—Ficarei aqui com você.Eu assinto, e meus olhos correm pela casa. Há um amontoado de vikings. Eles se espremem na sala, perto da porta, ao redor de meu pai e próximo aonde estou. E ainda deduzo estarem alguns do lado de fora.Há murmúrios ao decorrer do discurso do chefe da vila. Parecem comentar sobre o que meu pai fala, mas não presto atenção para ver se é isso mesmo.—Perdemos muitos dos nossos? Perdemos. Mas tenho orgulho de dizer que eles não morreram à toa.- suas palavras me chamam atenção. Eu olho para o chão, com a palavra " perdemos" teimando em ficar em minha mente mais que o necessário. Eu queria tampar os ouvidos, ou sair dali. Porém, sair dali estava fora de alcance, e tampar os ouvidos talvez me fizesse cair. Então, apenas continuei a olhar para o homem.- Orgulho, porque por mais que tenham morrido, honramos seus nomes ao vencer o inimigo.Não deu mais para mim. O que ele estava falando era verdade, mas eu não conseguia ficar ali, sem lembrar.—Escuta, a gente não pode ir na frente?- perguntei para a loira ao meu lado.—Podemos.[...]Eu deveria ter pensado mais sobre querer sair da cama. Deveria ter sacado que à partir do momento em que eu me levantasse, eu estava indo para um lugar, que vi depois não querer estar.Eu realmente não queria estar ali. Não queria ver tudo aquilo. Não queria chorar mais. Outra vez... Não queria estar ali.Desabei, assim que decidi não ficar muito perto do acontecimento.Estendi as pernas à frente, não podendo ficar na posição que realmente queria, por causa do suporte, e da dor que o mesmo ainda me causava. Minhas mãos ficaram ao lado de meu corpo, em contato com a neve rala, e eu ainda não olhava para frente.Ela se sentou ao meu lado, trazendo os joelhos para perto do abdômen.—Sabe, não precisa ficar aqui comigo. Você me acompanhou durante o caminho todo, e ainda lá em casa.- disse, olhando para o chão.- Pode ir para perto de seus pais.A loira me olhou por alguns segundos, logo escondendo metade do rosto em seus joelhos dobrados.—Você quer que eu vá?A encarei por um momento, logo sussurrando:—Não.Olhei para o chão novamente, mexendo com um pouco de neve entre os dedos.Eu procurava desesperadamente por alguma distração, não querendo olhar para cima ainda. Então, não hesitei em brincar com qualquer coisa que meus dedos alcançavam.As lágrimas começaram a marejar meus olhos, ao que mantinha a atenção presa em meu suporte na perna esquerda. Eu enxergo de relance a imensidão azul, imaginando o gelo que ainda deve estar as suas águas.Minha visão está embaçada, e eu não me preocupo em mudar isso. Eu só desvio lentamente meus olhos para a paisagem à minha frente. Então, outra vez penso em como foi uma péssima ideia sair de casa. Em como eu não queria estar ali.Aquela tarde seria linda; perfeita. Se não fosse o que estávamos fazendo.Umas duas unhas minhas machucavam a pele de meu braço, e não entendia que era eu mesmo que estava causando a dor. Porém, eu não ligava para aquele desconforto, quando o que doía mais, era o meu peito, e meu coração.Eu piscava poucas vezes, já que toda vez que eu o fazia, lágrimas rolavam pelo meu rosto. Mas de qualquer forma, estava tão estático na cena à frente, que só não havia necessidade de piscar.Eu observei um por um.Nós estávamos longe, mas ainda sim eu conseguia enxergar cada pessoa. E aquilo era uma tortura.Mordi o lábio inferior, sentindo minha respiração pesada, assim que permiti minha atenção se voltar para a região onde estava.Então, derramei mais lágrimas, ao que os vi. Alcis, Cabeça-Dura, Jack.Estão em uma área mais separada; mais distante. Flutuam calmante na água, em seus barcos, ou algo parecido.Eu corro a atenção por suas expressões, enquanto meus olhos ficam mais marejados. Alcis está sem seu elmo, o que o torna um pouco estranho. Os olhos fechados e a boca em linha reta, também o torna irreconhecível. Seu rosto está sereno, porém não é o Alcis que eu conheço. Cabeça-Dura também não tem seu elmo, e seu cabelo está bagunçado. Em seu rosto há alguns ferimentos e arranhões. Sua boca também está em uma linha reta. E... Jack. Os fios brancos no mesmo penteado, só que parecem sem brilho. Seu rosto assim como quando eu o observava dormindo, se encontra tranquilo. A coloração da boca não é a mesma; parece ressecada.
Meus olhos correm por todos eles, logo indo para o espaço em si. Há uma boa quantidade. Pessoas que conhecia, pessoas que já vi pelo menos uma vez. Todos ali. E merda... Jack também.Jack também...É quando eu vejo a primeira flecha voando, e logo em seguida as outras que fazem o mesmo percurso, que tudo parece fazer sentido em minha mente.Eu enxergo as chamas fazendo seu trabalho, e não demoro para encarar o "barco" de Jack. Então, ele é consumido.A ficha cai. Todos os que estão ali no mar. Todos os que observei há minutos... Eles estão mortos.˙˙˙˙Eu suspiro em alívio, assim que minhas costas tocam o colchão macio. Meus olhos fecham automaticamente, enquanto coloco as mãos atrás da cabeça. Minha pele se arrepia quando o vento da janela passa pelo quarto, mas sorrio de lado com a sensação maravilhosa e relaxante.Permaneço naquela posição, não querendo estragar o conforto em que me encontro. Mas me assusto um pouco, ao sentir o lado esquerdo do colchão afundar de leve, e logo encaro seu rosto próximo ao meu.—Oi.- diz divertido, com um sorriso largo.Seu humor me contagia imediatamente, e não evito sorrir também. Me endireito melhor, ficando quase sentado.—Hey.- respondo, rodeando meus joelhos com os braços.Ele sorri sem mostrar os dentes, ficando de perna de índio perto de mim.—Você já quer deitar?- pergunta, depois que fica mais confortável.Eu sorrio de lado, o observando por alguns segundos. Depois, só desvio para outro ponto do corpo do ruivo, logo voltando a encarar seus olhos.—Não, e você?Sua resposta, é apenas um balançar de cabeça rápido, junto com um sorriso.Eu assinto, cerrando um pouco os olhos. Foco minha atenção nele, que ainda sorri em minha direção. Então, arqueio as sobrancelhas ao que chego mais perto do ruivo.—Você está muito feliz essa noite...- comento casual, e imito a posição que o outro está, ficando de perna de índio.Pela primeira vez, o garoto desvia o olhar, mas dura poucos segundos. Ele leva um tempo para me responder, e quando o mesmo o faz, seu sorriso continua em seu rosto.—Fiquei feliz que você veio. Eu... queria passar esse tempo com você, já que meu pai não me deixa ter mais tempo livre.- dá uma pausa, coçando a nuca.- Sabe, ele realmente está precisando de mim mais do que o normal. E geralmente, sobre o que se trata, é algo tão sem sentido. E ele nunca quer me explicar. Mas-—Hic, você sabe que eu não prestei mais atenção no que estava dizendo, depois do "eu queria passar esse tempo com você", não é?- digo sorrindo largo, ao que me aproximo mais do garoto.Ele direciona seu olhar para mim novamente, abrindo um sorriso pequeno.—Idiota.- resmungou.Dei uma gargalhada rápida, me aproximando casualmente. Só parei quando estava perto de seu rosto, e não hesitei em olhar para seus olhos verdes.Minha atenção então caiu para a sua boca, e passei a língua pelo lábio inferior rapidamente. Eu sentia sua respiração começar a bater em meu rosto, e a minha já se encontrava irregular.Não importa quantos beijos nós já trocamos; eu sempre vou sentir um tipo de nervosismo.Eu olhei para seus olhos de novo por um curto momento, antes de direcionar minha mão até a nuca do garoto. Então, me permiti fechar os olhos, ao que já havia encostado nossas bocas.De imediato, senti o gosto de chocolate, quando entrelaçamos nossas línguas; o que tornava o beijo melhor.Me obriguei a deixar o ritmo lento, para assim aproveitar mais o gosto viciante do ruivo. Porém, não me contive, e logo estava tornando aquilo mais intenso.Nossas línguas iam mais fundo, e com mais força. O ar já estava acabando, quando me separei dele, trazendo seu lábio inferior para mim, logo escutando o seu ofego.Olhei para a sua boca vermelha, lhe dando um último selinho.Nós nos olhamos nos olhos, enquanto regularizávamos nossas respirações. Eu então passei a acariciar sua nuca, não querendo acabar com a distância em que estávamos.Nós conversamos por mais alguns minutos, que sei que não foram só alguns. E é isso que acontece; simplesmente não existe tempo quando estou com Hiccup. Não existe nada.Só já me via no escuro, com o cobertor nos envolvendo. Nossas cabeças estavam próximas, e estávamos de frente. Eu mantinha nossas mãos entrelaçadas, enquanto me aconchegava para mais perto do ruivo.O cansaço do treino de mais cedo veio de repente, cobrando o seu preço. Então, eu não demorei para sentir o sono chegar.Porém, antes escutei sua frase, que passou a ficar em minha mente pelos poucos segundos que minha consciência me permitiu ficar acordado.De qualquer forma, sabia que suas palavras iam permanecer em minha memória por um bom tempo.—Eu te amo, Jack. Pra sempre.˙˙˙˙
Notas finais
Não posto se não tiver comentário, então comente pls.
Kissus and love u all ♡
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