I Won't Give Up (Meu Anjo)
2 Capítulo 2 -- Como se chama? _Kristyn.
Notas iniciais
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Gente explicando eu não tenho muito tempo para escrever agora, estou muito atarefada, oque me faz demorar a escrever um cap. e outra fiquei dois dias sem net oque atrapalhou mais ainda, A desculpa o cap está meio pequeno e que gente a fic tá no começo e escrever um grande cap se torna meio dificil por eu ter pouco tempo e poucas ideias, mais que já estão se renovando prometo que o proximo será muito Maior ;))
ODESCULPE-ME qualque coisa e Obg....
Pov.//Kristyn Vienna
Eu estava prestes a me jogar, eu estava decidida a dar um passo naquela direção, esse rapaz ele... Ele me salvou, mais quem e ele?! Não me importa, aproximei-me dele e o abracei ele tossia parecia está sentindo dor mais mesmo assim eu o abracei por impulso talvez. Ficamos longos 2 minutos abraçados o coração do mesmo e o meu começaram a bater mais de vagar estávamos nos acalmando, me separei dele, e mal consegui olhar em seus olhos senti um pouco de vergonha e meus olhos estavam inchados algumas lágrimas ainda escorriam;
_Você está bem? -- perguntou o garoto.
_S-sim eu estou. — pausei e finalmente olhei para ele, que me fitava com um olhar preocupado. _E-e Você? — perguntei.
_Estou. — sorriu de um jeito meigo, que fez seus olhos sorrirem junto com seus lábios, uma cor azul que me fez lembrar o céu ele e realmente um garoto lindo. _E você pode me dizer por que estava fazendo aquilo? — perguntou ele rompendo meus pensamentos.
_Não e da sua conta. — fui curta e grossa, não preciso que sinta pena de mim.
_Tudo bem, não precisa dizer... — disse ele olhando para o chão. _Mais, por favor, nunca mais pense nisso. — pediu ele, como assim ele nem ao menos, me conhece, não sabe as coisas que tenho que passar todos os dias e me diz isso.
_Tenho que ir embora. — afastei-me dele e melhor nem responder serei grossa e ele me salvou então... Melhor não dizer nada, eu andei até a porta do quarto dele olhei para mim e vi que estava com uma camisola branca quase transparente. _Droga. — sussurrei, tentei me cobrir com as mãos oque ficou quase impossível, e como eu voltaria para o apartamento dos meus pais assim? Ah eles também deve nem se importar com isso, ou melhor, comigo, isso e fato.
_Hm... Toma coloca isso. — o menino disse me entregando um casaco.
_Não obrigada. — disse me afastando da mão dele.
_Tem certeza que preferi sair assim?! — perguntou ele sorrindo maliciosamente enquanto seus olhos percorreram meu corpo.
_Okay... — peguei o casaco da mão dele e coloquei, e fui até a porta ele ficou parado me olhando. _Vêm cá seus pais eles estão? — perguntei meio envergonhada ele desviou o olhar mais logo me respondeu.
_Não... — ele sorriu fraco e logo foi interrompido por uma tosse horrível. _E-eu... Eu te levo até a porta... — ele ainda tossia mais me levou até a porta, a abriu e eu sai, olhei para ele que estava com as mãos sobre os lábios e com a face um pouco vermelha oque me assustou um pouquinho ele parecia está passando mal.
_Você tá Bem? — perguntei com um tom preocupado.
_Es-tou sim. disse ele tirando a mão dos lábios e sorrindo entre a tosse, retribui o sorriso.
_Ah Obrigada. — tentei ser mais amigável, coisa que não sou mais tentei.
_Não precisa agradecer foi um prazer te salvar. — pausou ele e eu simplesmente sorri olhando para outra direção eu não sou de sorrisos espontâneos mais ele acabou de roubar um de mim. _Qual seu nome, você não me disse? — perguntou ele enquanto eu ia até a porta do meu apartamento que ficava ao lado do dele.
_Kristyn. — respondi, quando abri meus lábios para perguntar o dele ele respondeu antes.
_O Meu e Nicholas. — disse sorrindo, um belo nome. — pensei. Entrei no apartamento e logo me deparei com meu pai caído no sofá dormindo? Ou desmaiado? Não sei, já e quase um costume o ver assim algo deprimente, andei pelo corredor e escutei barulho de choro vindo do quarto da minha mãe, pensei um pouco, Provavelmente ela me trataria mal, mais mesmo assim fui até lá, fui em busca de mais uma humilhação para minha longa coleção.
_Mãe... — disse abrndo a porta e indo em direção a ela que estava jogada no chão chorando de uma forma que despedaçou o meu coração, pus minha mão sobre os seus cabelos.
_Sai Kristyn, me deixa sozinha. — falou ela baixo mais com um tom nervoso, insisti em me aproximar e falar, fazer oque sou uma garota burra que gosta de "Estraçalhar seu coração".
_Mãe você está bem? — perguntei, mais não obitivia a resposta que eu desejei, eu desejei abraçar ela mais tudo que consegui foi ouvir mais gritos.
_Eu já disse sai daqui Kristyn me deixa em paz, Sai! — pausou. _Já não basta teu pai pertubando a minha vida você também... -- gritou ela oque me fez tremer, sempre e assim mesmo que eu tente me aproximar e impossível, fui para o meu quarto bufando e batendo a porta com força. Aquele garoto não devia ter me segurado, se eu já estivesse morta não precisaria disso agora dessa raiva que estou sentindo dessa vontade de sumir para sempre...
Minutos depois do meu ataque de fúria socando o travesseiro, respirei fundo o mais fundo que pude. Ele fez oque achou certo — pensei e acabei por sorrir, pus meus fones e deitei-me novamente não terei mais oque fazer hoje a não ser dormir ou sair e andar sem destino pelas ruas da Roma coisa que estou totalmente sem animo de fazer, fechei meus olhos e em um rápido fleche os olhos azuis do rapaz, Nicholas, me vieram a mente, ele e lindo...
Flashback on.
_Ninguém se importa Ninguém... disse eu entre lágrimas olhando para o grande vazio que se formaria abaixo de meus pés se eu desse um passo a minha frente.
Soltei minhas mãos da grade onde eu segura e fechei meus olhos, o vento frio que passava foi como um empurrão em minha alma, meu corpo lentamente se inclinou... Senti uma mão gelada segurar a minha com força me impedindo de despencar do prédio.
_Eu importo-me. disse ele com dificuldade dando um curto sorrizinho de canto eu apenas chorava em desespero, enquanto ele me segurava tentando me puxar para si...
Flashback of.
Eu acho que me arrependi, algo nos olhos daquele rapaz me fizeram duvidar da certeza que eu tinha de me jogar, vontade de sumir acho que todo mundo tem mais se jogar do 10° andar de um prédio será que seria a solução? Mais aquilo me parecia uma solução perfeita no momento... Mais apenas o jeito dele me olhar me mostrou que eu estava errada...
Amanhã meu primeiro dia de aula no colégio Loskexy meninas metidas e garotos nojentos se achando os gostosos awn eu não me mereço isso. Afundei meu rosto no travesseiro.
Pov. // Nicholas
Sinto-me um pouco mais cansado do que o de costume, um pouco enjoado e essa tosse que não passa, eu fiz muita força para puxar a menina talvez seja por isso, meu corpo dói um pouco, sinceramente me sinto um inutil mal me mecho e já me sinto assim.
Ela não quis me dizer o porquê de tentar se matar, mais acho que tem algo haver com os pais dela quase todo dia escuto os gritos deles brigando e um som bem distante mais alto, mais eu não sabia que eles tinham uma filha, uma filha tão linda como a Kristyn. Sentei-me em minha cama vi as coisas a minha volta girarem um pouco me deitei, e fiquei fitando o teto que girou por varias vezes me fazendo sentir enjoo.
Agora que me lembrei amanhã terei mais uma seção de tortura na quimioterapia eu havia parada, pois minha mãe foi despedida do emprego e o tratamento e caro, agora que ela voltou a trabalhar terei que voltar a sentir todas aquelas sensações horríveis de novo, meu cabelo vai cair mais um vez aos poucos me torturando, pelo menos eu não ligo muito para cabelo mais que fico feio eu fico.
Só em pensar já sinto todo o mal estar que esse tratamento causa ao meu corpo odeio sentir aquelas coisas, se eu pudesse ter escolhido entre nascer ao não existir, eu escolheria não existir assim minha mãe não sofreria dessa forma e nem eu sofreria, por isso não culpo aquela menina por se sentir mal e querer sumir eu... Eu me sinto assim e se não fiz uma besteira, se não tirei minha pouca vida foi pela minha mãe e pelo simples fatos de eu amar viver [...].
Notas finais
Beijos vou indo tenho que estudar '-' o dó de mim....
Boa Noiiiite suas lindas ♥
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