I Won't Give Up (Meu Anjo)

3 Capítulo 3 --Quer Sair Comigo? _Hum... Sim.


Notas iniciais
Esse está maior como eu havia prometido...
~
Bom, eu não recebi nenhum comentario no outro cap. Mesmo assim postei esse pois agora tenho bastante ideias para a fic... Mais se eu não receber um comentario se quer nesse cap. Podem considerar esse o ultimo :'(
Se eu receber um comentario eu continuo mais se for como o anterior podem considera-lo o ultimo...
Boa leitura....

Pov. // Kristyn.

O Dia ontem passou voando também dormi o dia inteiro, agora chegou a hora, estou deitada em minha cama fitando o teto tentando decidir em levantar e ir para a nova escola ou ficar aqui ouvindo as discussões dos meus pais...

Tirei meus fones... E como eu esperava minha mãe e meu pai ainda discutiam, fico em casa ou vou para o colégio? Ah acho que vou me jogar pela janela. Cobri a face com o travesseiro e gritei o mais alto que pude. Levantei-me tomei um banho bem demorado e me vesti, calça uma blusa, All star, e estava pronta peguei minha mochila e os livros de lá que não cabiam na mochila então tive que os segurar nas mãos.

Respirei fundo e passei pelo corredor que já dava para perceber que meus pais já não discutiam, eles estavam na cozinha passei pela sala sem nem ao menos olhar para lá estava com fome mais prefiro me privar de certos desejos suicidas, sai e fui até o elevador entrei e quando ele ia fechar a porta para descer uma mão o impediu oque o fez abrir novamente, um rapaz entrou, Nicholas entrou com uma senhora que deduzi ser a mãe dele;

_Oi. — disse eu com um sorriso bobo nos lábios.

_Oi Kristyn. — disse ele sorrindo, um sorriso que espremeu seus lindos olhos azuis os fazendo sorrir junto com seus lábios. _Você está bem? — perguntou ele, ele me parece meio preocupado ansioso sei-lá. Mais continuava lindo.

_Sim. — sorri. _Graças a você. — falei baixo quase um sussurro para a mãe dele não ouvir, eu achei que ele também não havia escutado mais me enganei eu ouviu e sorriu, a mãe dele segurou a mão dele e sussurrou algo em seu ouvido oque fez ele me olhar meu rosto ficou um pouco vermelho, a mãe dele sorriu para mim ela me parece tão calma e carinhosa totalmente diferente da minha mãe, o elevador parou sorri para a mãe dele e para ele me despedindo, logo me afastando dos dois.

_Kristyn. — escutei alguém me chamar e olhei para trás vi Nicholas vindo em minha direção enquanto a mãe dele ficou parada o esperando apenas sorri esperando o mesmo chegar perto de mim.

_Oi. — falei quando o mesmo já estava em minha frente.

_Bom, vou ser direto... -pausou. _ Quer sair comigo amanhã à noite? — sinceramente estou surpresa ele me chamou para sair, achei que estivesse me achando uma louca por ontem.

_Achei que estava achando que sou louca por ontem. — falei olhando na outra direção.

_Não, eu nunca te acharia louca apenas agiu por impulso. -sorriu. _ Então sim ou não? — disse ele despertando algo dentro de mim, despertando um grande Sim.

_Sim, aceito. — sorri afinal tudo que me mante-se longe de casa para mim estava perfeito...

_Então, amanhã à noite eu te chamo lá na sua casa ok? — perguntou ele, não, não quero que meus pais me façam perguntas sei que pouco se importam para mim mais prefiro não correr o risco.

_Não! Amanhã Às 8h eu vou até teu apartamento, melhor. — disse e ele sorriu.

_Ok então, até a amanhã à noite, só não tenta se jogar pela janela de novo. — disse ele sorrindo e eu o olhei seria, mesmo querendo rir permaneci seria.

_Estou vendo que você e bem chatinho. — pausei. _Acho que vou pensar melhor sobre isso de sair com você... — falei eu ironicamente.

_Oh, era Brincadeira. — disse ele fazendo o riso sessar.

_Ok, também estou brincando. -- disse e ele respirou aliviado, e eu ri, conheci ele ontem em meio à confusão que estava a minha mente mais simplesmente me faz bem apenas ouvir a voz dele.

_Que bom então. pausou me olhando. _Que susto, eu achei que você tinha ficado brava com a brincadeira. disse ele.

_Não, eu não fiquei brava. disse e olhei para a hora no relógio já estava ficando tarde para o colégio, que legal primeiro dia de aula, eu já vou chegar atrasada. _Bom eu tenho que ir, primeiro dia de aula. disse eu.

_Há Tudo bem, vai lá... Até amanhã. — falou ele, se afastando de mim. E foi até a mãe dele novamente, e eu estava com um sorriso, bobo, nós meus lábios, eu mal o conheço e ele já me convidou para sair, nunca fui de aceitar assim tão fácil sair com alguém mais com ele eu senti uma louca vontade de dizer sim.

Andei mais uns quatro quarteirões até chegar à escola, quando eu estava entrando pelo portão umas garotas ficaram me olhando de cima a baixo e cochichando algo sobre mim, eu não me importo com essas bobeiras então não dei a mínima, entrei no colégio que por sinal era bem grande havia um grupo de garotos com roupa do time de futebol eles eram bonitos por sinal, outro grupo de garotas com roupas de lideres de torcida, em um canto mais afastado havia uns alunos estudando e com uma carinha de nerd, mais um grupo que estava ouvindo uma musica que gritava muito mais me parecia perfeita estavam todos de preto e usavam cordões anéis de caveira esses me parecem os Rockeiros os que eu mais gostei eles tem estilo e bom gosto para musica. Andei mais um pouco e me sentei ao lado do bebedouro o único lugar que tinha espaço o sinal ainda não havia tocado pus meus fones e me desliguei por um segundo até que senti algo gelado cair sobre o meu rosto, abri meus olhos e todos que estavam no pátio estava rindo da minha cara olhei para cima e uma garota vestida toda de rosa com um copo de suco vazio nas mãos;

_Ficou louca, garota? — falei me levantando e tentando limpar meu rosto.

_Coisa sem graça, você sentou no meu lugar. — disse ela rindo.

_A Desculpa... — disse eu olhando para o lugar onde eu estava sentada. _Eu não sabia que estava escrito VACA aqui. — sorri ironicamente, e agora as pessoas riram dela, ela me olhou como se fosse me matar.

_Vaca e você coisa feia. disse ela e eu ri, isso e uma criança de deve ter uns 17 anos eu acho que foi mergulhada em um balde de tinta rosa.

_Serio eu sou feia... — gargalhei. _Hum... Pelo menos eu não pareço que fiquei De molho em um balde de tinta rosa... — disse e ela serrou os olhos erguendo a mão para me bater mais o sinal tocou na hora.

_Deu sorte que o sinal tocou. — disse ela.

_Não, Você deu sorte que o sinal tocou garota. — disse eu e me afastei dela subindo a escadaria do colégio indo ao 2° andar onde as salas do 3° ano se encontravam, antes de entrar na sala fui ao banheiro e tentei limpar meu cabelo que estava coberto de suco, que raiva, garota ridícula por causa de um lugar, só pode ser louca... Terminei de tentar me limpar e fui até a porta do banheiro, tentei girar a maçaneta mais estava trancada.

_Ei, tem alguém ai? — gritei.

_Quem foi mergulhada, na tinta mesmo, coisinha feia? — escutei essa frase logo seguida de uma gargalhada.

_Você! — gritei, logo caindo na gargalhada e ouvi quando a risada dela sessou ai que eu ri mais ainda. Ela vai me deixar trancada aqui primeiro dia e já consegui uma inimiga que coisa mais divertida não?! Deixei meu corpo escorrer pela parede e deitei minha cabeça para trás, Há eu não queria assistir a aula mesmo, mentira eu até que queria... Eu Fiquei horas, trancada lá, dentro sinal bateu do intervalo, senti a porta se abrir atrás de mim era a coisa irritante e mais uma mulher acho que a expectora, me levantei;

_Foi ela dona Jady. — disse a garota apontando para mim, não intendi nada foi eu oque?!?!.

_Foi eu oque? — perguntei não dando a mínima para oque ela estava falando.

_Você que pixou o armário de Lanna. — então e esse o nome da vadia.

_Como eu pixei alguma coisa, se eu estava trancada aqui? — disse eu, um pouco surpresa.

_Eu vi você vindo para cá e te tranquei para não fugir. — disse a tal Lanna. _E também vi você guardando as tintas no seu armário. — completou, ela.

_Vem, vamos ao seu armário. disse a tal da expectora, me segurando pelo braço o primeiro armário que passamos foi o dá Lanna estava escrito de Rosa, (Patricinha Bitch) A logico que não foi eu, se fosse eu teria xingado mais isso ela soou como um elogio para ela.

_Ainda bem que você sabe que é uma vadia né Lanna escreveu isso no seu próprio armário. — sorri ironicamente e senti meu braço ser esmagado pela expectora. _Ai! reclamei, e olhei com raiva para ela, nossa precisa apertar desse jeito. Pensei.

_Depois diz que não foi você, vamos ao seu armário agora. — a mulher não me puxava me arrastava pelo braço com força provavelmente ia ficar vermelho depois. Fomos ao meu armário e como eu tinha Certeza que não havia nada ali o abri, mais para a minha surpresa tinha três frascos de tinta rosa, mais que droga eu nem gosto de rosa, e como isso veio parar aqui?! Fuzilei a Vadia da Lanna com os olhos ela apenas ri da minha cara, enquanto a expectora apertava meu braço.

_Vamos para a diretoria. — disse a expectora com uma cara de brava. _E você vai logo para sua sala. — falou ela para Lanna o sinal do intervalo havia acabado de bater, Lanna se afastou da gente indo para a sala e eu e a tal Jady fomos para a direção, sou uma pessoa de sorte, primeiro dia de aula e corro o risco de ser expulsa, não adianta eu argumentar eles não vão acreditar em mim então vou apenas ficar quieta e esperar minha sentença.

Entramos na sala e o Diretor logo me olhou bravo sentei-me no banco a frente dele e fiquei o olhando era um homem de mais ou menos uns 40 anos alto com cabelos negros e olhos também negros tinha uma feição seria e brava isso não me assustava mais sim me dava vontade de rir como eu sempre digo (nada mais me assusta, além de está respirando) ele me olhou por alguns segundos sem dizer nada acho que ele esperava que eu tentasse justificar oque estava acontecendo mais eu não vou nem tentar, pois sei que de nada vai adiantar mesmo.

_Então, não vai tentar se defender? — disse ele, com uma voz grave.

_Vai adiantar eu dizer alguma coisa? — falei eu, ele parou de me olhar e abaixou a cabeça enquanto escrevia algo em um papel.

_Primeiro dia de aula e já vai ser punida. — disse ele, dando um sorriso fraco.

_Fazer oque né. — ironizei eu. _Vou ser expulsa? — perguntei.

_Não. — pausou e ergueu um papel até a mim. (Hospital Aziz Shazer II) era oque estava escrito.

_Um Hospital? — perguntei sem intender.

_Você será voluntaria lá, eles estão precisando de pessoas, você ficará duas semanas como voluntaria. — não entendi muito bem oque ele quis dizer mais voluntaria era melhor do que ser expulsa.

_Mais oque eu vou fazer lá? — perguntei.

_Quando for cumpri sua punição você vai descobri. — pausou. _Há não adianta você não ir, pois eles iram me avisar e ai sim eu vou ter que te punir com a expulsão.

_Ok, eu vou sim. — falei olhando para o papel, até que gostei pelo menos vou ficar longe de casa. _Posso ir agora? — perguntei.

_Pode mais está suspensa da aula de hoje. — Nossa que noticia horrível estou suspensa de uma aula chata... Levantei-me e sai da sala dele peguei minha mochila e fui embora Droga não quero ir para casa... Há mais eu não preciso ir, tem uma biblioteca aqui por perto, desviei-me do caminho que me levava para casa decidi ir para a biblioteca principal da Roma, ler, me tira desse mundinho chato que vivo...

Pov. // Nicholas.

Eu a chamei para sair comigo por insistência da minha mãe que ficou dizendo que ela parecia ser uma boa garota, e que gostou dela isso acabou me convencendo e me dando coragem de uma coisa que eu já queria, eu queria chama-la mais eu não tinha coragem o bastante, respirei fundo e consegui a convidar para sair e ela aceitou oque me alegrou bastante, a convidei para amanhã à noite, pois como hoje tenho que fazer a quimioterapia, me sinto muito indisposto e não iria conseguir sair com ela, mais amanhã eu não faço quimioterapia então está ótimo.

Eu e minha mãe chegamos ao (Hospital Aziz Shazer II) antes de começar com a tortura, fui até os quarto das crianças que ficavam internadas aqui, tão lindas e cheias de esperança, elas me dão forças para tentar aguentar mais um dia, sempre estão sorrindo, coisas simples já lhes dão uma alegria tão grande eu coloco um nariz de palhaço e pego meu violão que sempre levo quando venho até aqui, e por alguns minutos fico tocando para eles... Não sou tão bom cantando mais minha voz também não e tão feia e eles gostam de ouvi...

(Musica ::::: Angels — Robbie Williams)

Eu sento e espero

Um anjo contempla meu destino?

E eles conhecem

Os lugares onde nós vamos

Quando estamos grisalhos e velhos?

Pois me foi dito

Que a salvação deixa as asas deles estendidas

Então, quando eu estiver deitado na minha cama

Pensamentos correndo pela minha cabeça

E eu sinto que o amor está morto

Estou amando anjos em vez disso

E através disso tudo ela me oferece proteção

Muito amor e afeição

Esteja eu certo ou errado

E debaixo da cachoeira

Onde quer que isso possa me levar

Eu sei que a vida não me arruinará

Quando eu vier chamar

Ela não me abandonará

Estou amando anjos em vez disso

Quando estou me sentindo fraco

E minha dor caminha por uma rua de mão única

Eu olho para cima

E sei que serei sempre abençoado com amor

E conforme o sentimento cresce

Ela sopra carne aos meus ossos

E quando o amor estiver morto

Estou amando anjos em vez disso

E através disso tudo ela me oferece proteção

Muito amor e afeição

Esteja eu certo ou errado

E debaixo da cachoeira

Onde quer que isso possa me levar

Eu sei que a vida não me arruinará

Quando eu vier chamar

Ela não me abandonará

Estou amando anjos em vez disso

E através disso tudo ela me oferece proteção

Muito amor e afeição

Esteja eu certo ou errado

E debaixo da cachoeira

Onde quer que isso possa me levar

Eu sei que a vida não me arruinará

Quando eu vier chamar

Ela não me abandonará

Estou amando anjos em vez disso [...].

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Como eu amo os ver sorrir, isso alegra o meu coração de uma maneira que eu nem sei explicar os ver bem me causa uma força que me dá vontade de viver, tem crianças aqui já me falaram sobre seus sonhos mais agora dizem que os esqueceram, eu não gosto quando eles fingem que se esqueceram de um desejo, por isso sempre canto uma musica diferente e eles sempre me ajudam a cantar suas vozes tão finas mais que se tornam a melodia mais linda dos meus ouvidos seus pais quando os veem sorri e cantar choram escondidos mais eu vejo, as vezes me parece uma má ideia eu ter me apegado tanto a essas pequenas pessoas, pois quando elas acabam virando anjos no céu eu morro junto sinto que um pedaço de mim também se vai, isso e ruim, ruim para mim e para ele e se um dia eu nunca mais voltar a visita-los eles iram sentir o mesmo, isso realmente não e bom, mais não consigo deixar de vê-los...

Minha mãe veio me chamar era minha vez de ser torturado em mais uma sessão de quimioterapia parei de tocar o violão e cantar a musica respirei fundo e senti uma lágrima em meus olhos, às vezes me parece tão ruim ser torturado por anos nessas sessões e acabar morrendo no final, perder a luta depois de ter sofrido por anos...

Senti uma pequena mão em meu rosto, olhei para a pequenina que estava em minha frente e sorri fraco.

_Vai dar tudo certo. — disse ela sua voz fraca e meiga, uma menina linda de olhos claros e pele pálida sem seus cabelos mais com um belo sorriso, e um olhar que nos leva ao infinito de sua alma, Kathy Uma princesinha linda que apenas com o olhar consegui dar animo ao meu coração. _Você sempre me diz isso... Quando eu vou para essas sessões. — a segurei em meu colo e a abracei, um pouco forte tentando conter minhas lágrimas ela está certa eu sempre digo que vai dar tudo certo para eles e tento me convencer disso a todo dia, eu espero, espero mesmo que todo esse esforço que agente faz venha dar certo no final pequena... — disse eu em meus pensamentos enquanto ainda a abraçava. Minha mãe me olhava de longe e eu pude ver algumas lágrimas em seus olhos, algumas mães que se encontravam ali estavam com seus rostos avermelhados de tanto chorar pelos seus filhos eu queria poder fazer com que essa doença não existisse eu queria poder fazer desaparecer todo esse sofrimento esses pequenos anjos sem asas eles não merecem tudo isso que acontece em suas vidas, são tão pequenos são tão frágeis, meu coração está apertado com medo de passar o pouco tempo que tenho de vida sendo machucado torturado e iludido por esses tratamentos que só me fazendo sofrer a cada dia...

_Eu sei, que vai da tudo certo comigo com você e com todos os outros que estão aqui. — pausei. _Agente ainda vai ser muito feliz pequenina, muito feliz acredite. — sorri e lhe dei um beijo na bochecha ela sorriu e me abraçou... A coloquei na cama novamente e sai pela porta secando minhas lágrimas troquei minha roupa e caminhei para mais uma tentativa de vencer uma doença que a cada dia me torna mais fraco que o outro [...].

Notas finais
Gente esse foi o maior cap. da fic até agora eu acho que mereço comentarios né?!
Bom vcs que sabem eu só quero saber oque estão achando não custa nada comentar, como eu disse se não houver comentarios considere esse o ultimo cap. Mesmo eu tendo muits ideias... :'(

Bjs e boa tarde.
Vlw por ler...

♔♔♔♔♔ Cap. Editado ♔♔♔♔♔