I Won't Give Up (Meu Anjo)

4 Capítulo 4 -- Oque foi isso? _Um Beijo.


Notas iniciais
Gente PERDÃO pela demora, eu não tenho muit tempo e acho que vcs já sabem néh... então obg pelos comentarios .... Vamos logo ao que interessa kk'


-Boa Leitura^^
Desculpe-me os erros!!!

“Quando as palavras amáveis que você ouviu, Meio que se transformam em lâminas e a vida se traduz, em grandes cortes”.

Pov. // Kristyn

Passei à tarde na biblioteca sem a mínima vontade de voltar para casa li um livro e deixei outro pela metade que aluguei para terminar de ler em, não sou de ler rápido gosto de apreciar cada palavra e admirar a forma que a historia me faz viajar para longe dessa cruel realidade, às vezes me pergunto seria tão bom que a vida fosse como essa historia, que eu leio bom seria ótimo viver em um mundo irreal, eu gosto de romances pode até não parecer mais eu curto vê que no final as coisas deram certo, gosto de saber que sempre terá um final feliz para aquela personagem que irá ter uma pessoa que pode ser capaz de amar suas qualidades e seus defeitos, è como eu disse isso e uma pura ilusão a realidade as coisas não são tão fácies assim, pois não irá ter um príncipe jogando pedrinhas em minha janela à noite, se eu decidir ir embora não haverá um cara lindo em um cavalo branco indo atrás de mim para me impedir de ir, se eu comer uma maçã “Envenenada” não terá um príncipe para me beijar e me acordar do sono da morte, bom, essas são apenas historias, historias que nos ajudam a fugir da merda que e a realidade... Mais eu ia gostar de ter alguém que me amasse...

Sai da biblioteca já eram [23h] quando ela já estava fechando, fui para o meu apartamento e estava tudo escuro, já posso imaginar onde minha mãe è meu pai estão, meu pai provavelmente está em algum bar por ai, e minha mãe, como sempre deve ter ido para casa da amiga dela sem me avisar como de costume, sempre e assim ela briga com meu pai sai de casa sem dizer para onde vai e depois de umas semanas eu descubro que ela está na casa dessa amiga dela, ai se passa uns dois meses e ela volta como se nada tivesse acontecido, meu pai passa dias na rua, bêbado, e eu fico aqui sozinha, olhando pelo lado bom, pelo menos eu não tenho um irmão ou irmã assim menos pessoas sofrem. Fui direto para me quarto me tranquei lá liguei o som no ultimo volume e sentei-me em uma cadeira que ficava na sacada já havia anoitecido foquei meus olhos nas poucas estrelas que estava amostra no céu senti uma lágrima se formar em meus olhos, parei para imaginar em como seria se minha vida fosse diferente, seria bom chegar em casa e vê meus pais juntos sorrindo e colocando a mesa de jantar, nos sentando para comer e falando sobre o dia que tivemos. A lágrima que tentei conter escorreu pela minha face. Imaginação mais fértil essa minha.

Pov. // Nicholas.

Depois da quimioterapia minha mãe me deixou em casa mesmo estando muito preocupada comigo foi trabalhar, estou enjoado e cansado mais se eu dormir um pouco isso passa, entrei no banheiro e deixei a água escorrer pelo meu corpo fechei meus olhos e deixei a água levar todo esse medo de mim, terminei o banho e me olhei no espelho meus olhos estavam muito abatidos meus lábios estavam pálidos, minha aparência não era nada boa, em uma tentativa de amenizar tentei sorrir uma tentativa falha que só me fez ter cara de idiota quando estava indo para meu quarto senti uma vontade de vomito e voltei para o banheiro, me ajoelhei no chão e vomitei bastante no vaso, como eu odeio isso minha boca fica com um gosto estranho, meu estomago arde e eu me sinto tonto, è definitivamente eu odeio isso. Levantei-me e lavei meu rosto voltei para o meu quarto e deitei-me, quando fechei meus olhos ouvi um som muito alto vinha do apartamento daquela menina a Kristyn, cobri minha cabeça com o travesseiro para vê se o barulho amenizava mais nada apenas piorar e ecoava em minha cabeça de forma perturbadora a musica até e maneira mais eu queria dormi para vê se me sinto melhor, levantei-me e fui até a sacada do meu quarto olhei para a do quarto dela que ficava praticamente grudada na minha e vi-a sentada olhando para o céu novamente o seu olhar me parecia triste queria perguntar o porquê mais isso seria meio que invadir a privacidade dela.

_Tem um bom gosto para musica. -– disse eu me segurando nas grades da sacada, ela se virou assustada e respirou aliviada quando viu que era eu.

_Que susto menino. -– disse ela passando a mão sobre o rosto, ela estava chorando?

_Kristyn você poderia abaixar um pouco esse som eu estou com um pouco de dor de cabeça? –- disse e logo sorri.

_A claro, desculpe-me. -– disse ela logo estrou no quarto e o som que perturbava minha mente se cessaram que alivio, ela voltou com um curto sorriso nos lábios.

_Obrigada. –- disse eu.

_De nada, è desculpe-me. -– repetiu ela.

_Tudo bem. –- foi o que consegui dizer até que minhas pernas ficaram babas eu preciso dormir um pouco.

_Você está bem? –- perguntou a menina.

_S-sim, eu estou bem. -- tentei sorrir. _Mais estou com muito sono, então boa noite Linda, até amanhã à noite. -– sorri fraco, e vi um curto sorriso nos lábios dela.

_Ok, boa noite, até amanhã. -– disse ela sua voz fraca e meiga, com um olhar longe è um sorriso perfeito, olhei por alguns segundos ela que se sentou novamente na cadeira, e logo entrei me joguei na cama e como se existisse pesos sobre meus olhos eles se fecharam e não demorou muito para que eu caísse no sono...

...

Pov. // Kristyn

[11h 23min] acordei assustada logo me sentando sobre a cama, nossa perdi a hora do colégio, deixei meu corpo cair novamente sobre o colchão, eu não queria ir mesmo pelo menos eu só começo o trabalho voluntario amanhã então ach0 que não fará mal algum eu não ir hoje além do mais não estou com um pingo de vontade de ver aquela Barbie de camelo.

Liguei a TV e fiquei a passar os canais nada de interessante como sempre apenas tragédias reportagens triste e programas de beleza que ensina as mulheres a ser extremamente fúteis, troquei, troquei, até que um filme chamou minha atenção já estava na metade eu acho mais me parecia ser bem legal tentei entender a historia... “Uma jovem, se apaixonou pelo rapaz mais popular do colégio que no caso era extremamente lindo, rico mais um completo idiota, ela também era muito bonita mais quieta e podre, ele fez uma aposta com seus amigos mais perdeu e o preso era enganar a menina dizer que a amava e depois quebrar seu inocente coração, feito ele começou a falar com ela se fez de amigo a iludiu e a fez se apaixonar por ele, ele não esperava que algo estragasse seu plano, como a trama do destino o coração dele se encantou pela inocência dela, os olhos dele se apaixonou pelo sorriso dela, os lábios dele agora amava o sabor dos dela... Então no dia do aniversario da mesma quando ela foi procurar ele para comemorarem com um apenas partir de um bolo, ouviu uma conversa do mesmo com um dos seus amigos, mais especificamente com o da aposta que dizia que ele tinha que contar para ela que foi tudo uma farsa que ele apenas mentiu para ela... E ali estava quando as palavras amáveis que você ouviu Meio que se transformam em lâminas e a vida se traduz em grandes cortes, uma forma cruel de descobrir a verdade...”.

Eu queria Terminar de ver o filme, me pareceu muito interessante e talvez seja uma bela historia, mais um barulho vindo da sala me chamou a atenção levantei-me e fui ver oque era cheguei à sala e vi meu pai caído no chão totalmente bêbado sujo e fedendo a álcool, fechei meus olhos e respirei fundo, oque eu poço fazer? Essa è a pergunta que perturba minha mente, nada eu não tenho e não sei oque fazer, eu acho que nem medo de ficar sozinha mais tenho, pois, bem ou mal eu já estou sozinha. Aproximei-me dele e o segurei pelo braço tentei o ajudar a levantar muito pesado isso ele è falava nada com nada, a única palavra que pude intender foi o nome da minha mãe, só, o levei para o quarto e o deitei na cama, fui até a cozinha e peguei um copo com café amargo e levei para ele que tomou um pouco e cuspiu a maior parte no chão peguei um pano molhado e fui limpar a sujeira, não consigo nem ter pena dessa situação apenas sinto, uma tristeza tão profunda que coroe meu corpo por dentro, e como se eu fosse feita de madeira e o meu medo e minha tristeza fosse muitos cupins que está destruindo minha estrutura aos poucos...

Pov. // Nicholas.

Acordei tarde já vai da [1h] da tarde ainda estou com sono deve ser os remédios peguei o celular na mezinha de cabeceira e tinha 27 ligações da minha mãe coitada deve está preocupada comigo, como pude dormir tanto e não ouvir o toque do celular, eu sentei-me na cama já me sinto melhor, e liguei para minha mãe, chamou um pouco mais ela logo atendeu;

_Alô, Meu amor você tá bem, está precisando da mamãe? -– disse ela, como sempre um exagero, mas posso intender sua preocupação sorri fracamente;

_Oh mãe eu too bem, não se preocupada eu não te atendi por que eu estava dormindo, acordei quase agora, mais estou me sentindo super bem. –- disse eu e pude ouvir a respiração dela mudar no outro lado da linha, eu realmente estou me sentindo melhor, espero continuar assim.

_Ai filho eu estava quase tendo um enfarte aqui, queria muito ouvir sua voz amor, ainda bem que está bem. -– disse ela pausando. _Olha se alimenta direitinho eim. -– completou.

_Ok mãe, agora vou desligar tenha um bom trabalho, só vai voltar amanhã? – perguntei desanimado eu gosto quando ela passa as noites em casa.

_Não amor, eu expliquei para minha patroa e ela disse que e aparti de hoje eu posso ir dormir em casa então à noite eu estarei ai. E filho você ainda vai sair com aquela menina ah... Ah... Como e mesmo o nome dela? – perguntou ela.

_Kristyn. -– respondi.

_Isso... Kristyn. –- disse ela.

_Sim mãe como já me sinto melhor eu vou sim. -– respondi eu, como um largo sorriso nos lábios.

_Então filho que vocês se divirtam, e leva um casaco vai esfriar a noite amor. –- ela completou com sua superproteção.

_Ok mãe, bom trabalho, Eu te amo. –- disse eu logo em seguida desligando o celular, levantei-me e fui até a cozinha estou com fome, fiz um sanduiche e comi, logo depois fui tomar um banho coloquei uma calça moletom e fui vê TV no meu quarto... Distrai-me com um programa de Sports mais especificamente futebol, e as horas se passaram, e passaram rápido demais até. Olhei para o relógio na mezinha ao lado da TV e já marcava [7h 15min] Como há horas passou-se tão depressa eu não sei explicar só sei que ali estava, dei um pulo da cama e fui me arrumar, tomei um banho rápido e me arrumei pus uma calça jeans escura uma de frio branca de pano fino e um al star e cinza, ainda estou um pouco pálido mais melhor que ontem baguncei meu cabelo e pus um pouco de perfume, quando deliguei a TV ouvi a campainha tocar era ela, sai do meu quarto e fui em direção a porta da sala, abri ansioso, sim era ela è estava extremamente linda com um vestido cinza que deixou suas belas pernas amostra seu cabelo escorrido sobre os ombros seus olhos marcados, fiquei alguns minutos admirando a beleza dela que sorriu de forma tímida pra mim.

_Oi. -– disse eu meio abobalhado.

_Oi... -– murmurou ela. _Então vamos? -– completou.

_Há Sim, Vamos. -– disse eu saindo e fechando a porta, ela sorriu, entramos no elevador iria a levar no cinema.

_Então agente vai onde? -– perguntou ela curiosa essa menina e realmente linda.

_Hum... Cinema. –- disse eu. _Gostou da ideia? -– perguntei.

_Sim, já tem bastante tempo que eu não vou ao cinema. –- disse ela.

_Eu também. -– disse eu sorrindo e um sorriso saiu dos lábios da mesma, na verdade têm anos que eu não vou ao cinema, o elevador parrou e nos sairmos o cinema não fica tão longe então fomos andando e conversando, eu queria tocar no assunto de por que ela tentou se matar naquele dia, mais parece que se eu tocar nesse assunto vou, está ferindo ela e não e isso que eu quero... Chegamos ao cinema comprei os ingressos e entramos na sessão que ela escolheu, era uma comedia romântica, não gosto muito de romance mais oque posso fazer cai na besteira de deixá-la escolher o filme, o filme começou as pessoas fizeram silêncio e prestou atenção, Kristyn apenas olhava pra tela e eu olhava para tela e para ela. Estou muito feliz em está me sentindo bem, não quero que ela perceba que sou um doente... Minutos se passaram e algumas garotas que assistiam ao filme já estavam chorando, para ser mais exto a única menina que não estava chorando era Kristyn ela apenas estava seria, eu me pergunto que comedia romântica e essa que as pessoas só choram, eu até vi o filme e não vi um grande motivo para tanto choro, afinal as coisas deram certo para o casal do filme mais alguns minutos se passaram e finalmente o filme havia chegado ao fim, na saída da sala vi as meninas que choraram com seus rostos todos vermelhos e seus namorados rindo e era engraçado, Kristyn também riu quando viu que algumas meninas ainda chorava pelo filme.

_Achei que você também fosse chorar? -– falei brincando, e ela gargalhou.

_Eu também achei mais esse filme não me deu motivos suficientes. -– gargalhou outra vez. _Mentira eu nunca choro por filmes acho isso uma grande besteira. -– completou ela sessando as gargalhadas, saímos do cinema e fomos à lanchonete que se encontrava na frente do cinema.

_Por que você acha uma grande besteira? -– perguntei curioso, ela pensou um pouco até...

_Por que, eu... Bom, eu não acredito nisso de amor. -– falou ela olhando para o chão o que me surpreendeu, a garçonete foi até a nos nós atendermos, pedi um hambúrguer e milk-shake ela pediu o mesmo.

_Mais como assim não... Não acredita no amor? –- isso que ela disse realmente me intrigou como não acreditar no amor, se ele e o sentimento mais bonito que alguém pode sentir, pelo menos em minha opinião.

_Sabe, não quero falar sobre isso. -– disse ela com uma feição meio triste, então resolvi mudar de assunto, a garçonete já avia trazido os nossos pedidos.

_Então, você gostou do filme? -– perguntei.

_Sim, gostei, nem vou perguntar se você gostou por sei que você nem ao menos viu o filme. –- disse ela rindo enquanto mordia um pedaço do hambúrguer.

_Como sabe que eu não vi o filme? -- disse rindo.

_Bom, pelo simples fato de você ter passado todo o tempo olhando pra mim, oque me incomodou de certa forma. -– rum... Quase me engasguei com o hambúrguer, ela percebeu que eu fiquei feito bobo olhando pra ela, nossa, mais como se ela nem ao menos olhou pra mim, ela percebeu meu nervosismo e sorriu, voltando a comer... Terminamos de lanchar eu não sabia oque falar...

_Então vamos embora?! –- disse ela.

_Você está com presa de chegar a casa? –- perguntei.

_Não. -– disse ela rapidamente, oque me fez sorrir, continuamos caminhando e conversando um pouco falando sobre livros e musica até mesmo de filmes, ela falou pouco sobre ela e eu também não queria entrar em detalhes sobre mim, não me orgulho do meu estado, então a única saída era falar sobre livros, musica e filmes. Continuamos andando até que chegamos.

_Mais e o prédio do nosso apartamento. -– disse ela surpresa.

_Uhum, vem. –- segurei sua mão e entramos no elevador. Pus para irmos ao ultimo andar que o elevador ia que no caso era o 09°.

_Vem agora não tem mais elevador nessa parte temos que ir de escada. -- disse eu sorrindo e ela me acompanhou, subimos as escadas até que chegamos ao terraço o céu estava lindo avia mais estrelas que de costume, brilhavam intensamente.

_Moro aqui há muito tempo mais Nunca vim aqui. -– disse ela ainda olhando para o céu.

_Eu moro aqui também há muito tempo, e nunca tinha te visto. -– disse eu olhando para ela que estava maravilhada com o céu.

_È Verdade. -– ela sorriu e se sentou eu me sentei ao seu lado agente já não tinha oque falar estava estampado em nossas faces que nenhum dos dois queria falar sobre a vida, mais eu queria ter algum assunto com ela, por mais que eu pensasse nada me vinha à mente infelizmente nada... Apenas fiquei quieto olhando para o céu o mesmo que ela fazia.

_Sabe, eu não... Eu não consigo acreditar no amor. –- disse ela rompendo o silêncio que estava pairado sobre nós.

_Por que você não consegue acreditar? -– perguntei, queria intender o porquê dela não acreditar, o silêncio voltou...

_... Por que, eu acho que nunca ninguém me amou... È eu acho que nunca amei... –- depois de alguns segundos ela me respondeu, oque me surpreendeu, ninguém nunca a amou, ela nunca amou? Não sei mais oque dizer, ela levou as mãos ao rosto, acho que para secar algumas lágrimas que eu não consegui vê.

_Seus pais devem te amar. -– disse eu achando que essa frase fosse uma solução.

_Não... Eles mesmos que não me amam... -– disse ela quase soluçando, eu não sei oque acontece com a família dela, mais percebi que oque eu disse só piorou.

_Desculpe-me, eu não queria... –- tentei dizer, mais ela não deixou se levantou.

_Não... Você não tem culpa... –- pausou. _Tchau tenho que ir. –- disse ela andando em direção a saída e eu me levantei fui até a mesma e segurei o braço dela, fazendo-a olhar para mim, que fechou os olhos para não me encarar.

_Menina, não fica assim você e muito linda para ficar com seus olhos vermelhos. – pausei. _E você vai encontrar alguém que te ame, sempre haverá alguém que te ame. -- falei passando a mão sobre as bochechas dela, que abriu lentamente os olhos.

_Ok, pode parar de fingir que se importa comigo. – disse ela ríspida, puxando o braço das minhas mãos.

_Eu não estou fingindo, não tenho porque mentir pra você. -– segurei o braço dela novamente, mais com cuidado não quero a machucar.

_A claro, agora vai me dizer que você pretende se interessar por mim, por que eu não acredito... –- ela falava descontroladamente e isso estava me irritando de certa forma, enquanto ela falava meus olhos focaram em seus lábios e eu me deixei levar me aproximei aos poucos dela que ainda falava, pus minha mão direita em sua nuca e soltei seu braço logo colocando minha outra mão em sua cintura, acho que ela não percebeu minha intenção, pois continuava falando, aproximei nossos corpos e uni nossos lábios, fazendo assim que ela se calasse, eu realmente esperava que ela tentasse se separar de mim, a única coisa que ela fez foi um tapa no ombro mais retribuiu o beijo, nossos lábios apenas se tocavam lentamente, pedi passagem e ela permitiu oque fez nossas línguas travar uma batalha calma entre nossos lábios... O ar estava nos faltando então nos separamos...

_Oque foi isso? -– perguntou ela com a respiração ofegante, ainda com seus olhos fechados.

_Um... Beijo. -– respondi ainda com a respiração acelerada, olhando para o rosto dela...

Notas finais
Heeey oque acharam, ficou grandinho néh ^_^'' K'
mereço comentariossss!!! Bjs amores vou cuidar do meu sobrinho agr hihi'
Quarta eu posto na outra fic , boa noite e espero que vcs me doem comentarios ;))) Bjs