I Won't Give Up (Meu Anjo)
5 Capítulo 5 --Você veio. _Eu Prometi Que Vinha.
Notas iniciais
Desculpe qualquer coisa boa leitura...
Pov. // Nicholas
[...] _Oque foi isso? — perguntou ela com a respiração ofegante, ainda com seus olhos fechados.
_Um... Beijo. — respondi ainda com a respiração acelerada, olhando para o rosto dela... Lentamente a mesma abriu seus olhos enquanto eu a fitava esperando alguma reação dela [...].
_Por que... Por que me beijou? -- disse ela olhando-me seria.
_Desculpa, foi à única maneira que encontrei de te calar... -- respondi rindo, ela me olhou mais seria ainda, mais uma vez tenho a impressão que disse algo errado, não era essa a resposta que ela queria ouvir... A mesma se afastou de mim, e desviou o olhar dos meus.
_Tenho que ir. -- disse ela virando-se, evitando me olhar.
_Ey, não era isso que eu queria dizer... -- disse mais ela logo me interrompeu.
_Tudo bem, afinal foi só um beijo. — sorriu de canto e se afastou de mim indo até a porta e descendo as escadas, fiquei parado ali não sei se estou feliz por ela não ter recusar meu beijo ou se me xingo de todos os nomes horríveis por ter dito aquilo a ela, logico que eu não à beijei apenas para que se calasse mais sim por que desejei ter seus lábios nos meus...
Pov. // Kristyn
Ele me beijou apenas para me calar?! Apenas... Ah por que estou decepcionada com isso, já era de se esperar, a Kristyn não fica triste por isso você esperava que ele te beijasse por quê? Por que ele desejou isso? Ah acorda você e realmente Patética, Apenas um beijo... Foi apenas um beijo sem sentimentos... Desci as escadas e fiquei esperando o elevador que estava demorando, não conseguia parar de sentir a pressão de seus lábios sobre os meus, olhei no relógio [00h 39min].
_Droga. — resmunguei, amanhã tenho que acordar Cedo, além de ir ao colégio tenho que ir ao tal do trabalho voluntario... Minutos depois O Elevador chegou e eu entrei quando a porta estava prestes a se fechar uma mão impediu que ela se fechasse fazendo assim com que ela se abrisse novamente e alguém entrasse, era o Nicholas.
_Me desculpa ok. Eu não te beijei para te calar, te beijei por que quis por que eu desejei isso, te beijei por que você e linda e tem os olhos mais encantadores que eu já vi... — Dizia ele o elevador tinha começado a descer, Pera! Ele disse que me beijou por que desejou isso? Eu só poço esta louca, Me perdi em alguns pensamentos enquanto agora era ele que não parava de falar de se explicar e eu até gostei dessa explicação do mesmo, o único problema era que ele falou muito conseguiu me superar, me aproximei dele segurando a gola da sua camisa, ele que ao perceber nossa proximidade se calou e apenas me fitou, sorri com a carinha de surpreso que ele fez e juntei nossos lábios lentamente, aos poucos vi os olhos do mesmo se fechar então fechei os meus também e senti seu braço enlaçar minha cintura colocando nossos corpos o mais juntos possível, um beijo calmo, pedi passagem com a língua e ele aceitou, nossas línguas travaram uma calma e desejada batalha que por mim continuaria mais foi interrompido por uma senhora que entrou no elevador logo tossindo fazendo assim nos pararmos de nos beijar e começamos a rir disfarçadamente e abafadamente, a senhora também estava rindo oque nos deixou um pouco sem jeito, ela logo virou para trás nos fitando e disse...
_Fazem um belo casal! — afirmou ela, e eu olhei para Nicholas que ainda ria, fiquei sem saber oque fazer apenas ri Mais nos não somos um casal. Ela riu mais ainda uma velhinha muito simpática por sinal com suas rugas de experiência mais parecia ser uma pessoa muito feliz...
_Não somos um casal. — consegui dizer com um pouco de dificuldade, Nicholas me olhou e a velhinha também.
_Ah vocês jovens eim... — disse ela deveria está se referindo ao beijo que presenciou Nicholas não ria mais, parecia querer dizer algo mais não disse. _Mesmo assim, vocês fazem um lindo casal. — ela completou com um belo e simpático sorriso nos lábios.
O Elevador parou e nos dois saímos à senhora continuou lá desejei uma boa noite a ela e ela fez o mesmo, será que um dia eu chegarei a ficar velhinha? È não... Sei... Quando eu estava abrindo a porta do apartamento senti uma das mãos de Nicholas segurar meu braço.
_Então por que me beijou? — perguntou ele com um sorriso bobo nos lábios, ele e lindo, tem traços lindos, um jeito encantador e quase perfeito mais eu não pretendo me iludir com ninguém... Não pretendo...
_Por que foi a única maneira que encontrei para te calar. — disse eu rindo, e ele fez o mesmo, não foi essa a resposta que ele me deu?! Só estou devolvendo, è também eu não irei dizer que o beijei por que eu desejei aquilo... Sou orgulhosa demais para admitir uma fraqueza... Ele soltou meu braço e eu entrei em meu apartamento, não queria continuar ali perto dele, se não eu não responderia pelos meus lábios... Ele continuou lá parado na porta do apartamento ainda sorria. Entrei e como de costume tudo estava escuro com um silêncio que poderia matar qualquer um acho que não tem coisa pior que chegar a casa e nem um barulho de uma respiração ouvir, ah! Da porta para fora eu estava feliz, da porta para dentro já me sinto um lixo... Fui até o quarto do meu pai e ele ainda dormia fui até a cozinha e fiz alguma coisa para comer, fiz um prato e levei no quarto do meu pai, o acordei e o fiz comer um pouco ele disse está com dor de cabeça fui ao banheiro e peguei uma aspirina e dei a ele que logo voltou a dormir. Arrumei a cozinha e fui finalmente para o meu quarto tomei um bom banho coloquei meu pijama preto e curto... Sentei aos pés da cama pus meus fones e fiquei olhando a lua através da janela e como se as nuvens no céu quisessem me enlouquecer, eu pude ver elas se juntando e formando o desenho de dois rostos dois jovens rostos com seus lábios colados, talvez eu esteja louca, mais o desenho estava tão nítido então veio o vento e soprou se ar frio e transformou o desenho das nuvens em um borrão de nuvens espalhadas no céu... Fechei meus olhos encostei minha cabeça no colchão e esperei para ver se o sonho me encontrava... Amanhã tenho que acordar cedo...
Pov. // Nicholas
Ela me beijou! Ainda estou pasmo com isso, quando aquela linda velhinha disse que fazemos um belo casal e Kristyn disse que não somos, tive vontade de dizer que se dependesse de mim seriamos sim um casal, um belo casal, eu a conheço há tão pouco tempo a dias e ela simplesmente roubou a atenção dos meus pensamentos todos para ela mais isso me parece era primeiro acabamos de nos conhecer e eu acho que não seria justo com ela, não sei quanto tempo eu tenho de vida e não quero fazer mais ninguém sofrer por mim já basta minha mãe a Kristyn também não... Entrei em meu apartamento e liguei a luz minha mãe estava sentada no sofá da sala assistindo TV e quase dormindo sentada, quando me viu abriu um largo sorriso, me aproximei dela e sentei-me ao seu lado;
_Oi, Mamãe. — falei lhe dando um beijo na testa.
_Oi Meu amor, você chegou tarde já é quase uma hora da manhã mocinho. — disse ela rindo, se ela não me desse uma bronca não seria ela, então eu ri também. _Como foi? Vejo que foi bom você está tão sorridente. — perguntou ela e eu deitei minha cabeça em seu colo.
_Sim mãe, foi ótimo... -- pausei. _Agente se beijou. — falei e olhei para cima no caso para o rosto dela, que sorriu surpresa.
_Nossa mais já. — pausou. _Esses jovens de hoje em dia, no primeiro encontro e já se beijaram. — disse ela soltando uma leve gargalhada.
_Que isso mãe, não sou nenhum pervertido. — falei rindo.
_Eu sei meu amor... Estou feliz em te ver feliz. — disse ela juntando nossos narizes e sorrindo. _Mais então vamos dormi?! falou ela.
_Claro estou com muito sono, e amanhã eu acordo cedo. falei me levantando.
_Vai aonde amanhã filho? perguntou ela.
_Vou ao Hospital amanhã e a quimioterapia da Kathy eu prometi para ela que estaria lá amanhã. — falei eu e minha mãe sorriu. _Vou pro meu quarto. — falei indo em direção ao meu quarto.
_Filho? — chamou ela.
_Oi mãe. — respondi.
_Eu te amo! — disse sorrindo.
_Eu também te amo. — disse e fui para meu quarto, tomei um banho é fui dormir estou realmente cansado... Foi bom ter saído com a Kristyn ela e realmente uma garota incrível apenas um pouco confusa mais ainda assim incrível... Fechei meus olhos e logo dormi.
Pov. // Kristyn
Levantei cedo tomei um maravilhoso banho me arrumei para ir à chata da escola nem me dei o trabalho de ir ver como estava meu pai no quarto não quero ter a decepção de abrir a porta e ver que ele já não está em casa, não tomei café apenas peguei minhas coisas o endereço do hospital e fui andando para o colégio, cheguei fui até a cantina e compre um suco de uva e fui me sentar no mesmo lugar em que aquela tal de Lanna disse ser o dela como ela mentiu sobre eu ter pixado o armário dela eu acho que não vai fazer Mau algum atormentar a vidinha dela também. Não demorou muito e a coisa rosa chegou com um banho de garotas ridículas assim como ela, logo se aproximou de mim fiquei quieta se ela não mexer comigo eu não falo nem faço nada... Mais como já era de se imaginar ela foi mexer comigo.
_Ah Garota achei que tinha sumido ou coisa do tipo. — exclamou ela. _E você não sabe que esse lugar é meu. — ah como eu queria esbofetear essa menina, mais me controlei.
_A claro o seu lugar. — me levantei, e ela me olhou sorrindo.
_Vejo que já está aprendendo coisinha feia. — falou ela e eu que já estava dês costas para ela a olhei e sorri.
_Ah! Que isso. — pausei rindo. _A Isso aqui é seu. — virei o copo de suco todo encima dela. Sorri enquanto ela apenas me olhava como se quisesse me matar.
_Sua... Pi... — disse ela.
_Olha a boca suja eim. — disse eu gargalhando junto com as outras pessoas que estavam no pátio que também riram dela.
_Vejo que você será um problema aqui garota. — disse a expectora Jade segurando meu braço com força, a Lanna acabou rindo... Ela me levou para a secretaria puxando meu braço com bastante força por sinal, ah odeio essa mulher odeio a Lanna odeio essa escola odeio tudo isso...
_Pelo menos agora vou ser punida por algo que fiz. — bufei. Então mais uma vez ela me conduziu a Secretaria, é vou acabar sendo expulsa do colégio, nem cumpri a primeira punição, o trabalho voluntario e provavelmente vou receber outro castigo... Da hora à Vida... Sentei-me na cadeira de frente para a do diretor, eu ainda não tinha percebido mais ali na mesa dele havia uma placa com o nome dele que no caso era; Adan Wilder um belo nome, pensei, ele estava assinando alguns papeis e só depois de alguns segundos notou minha presença ali.
_Achei que não viesse mais ao colégio. — disse ele. _Pois é eu vim, sentiu minha falta?! — disse eu irônica, e ele riu talvez não fosse tão durão assim.
_Pelo que vejo suas visitas aqui a minha sala serão frequentes, no primeiro dia de aula, o segundo a senhorita não veio, e hoje está aqui novamente por derramar suco em uma das alunas. — disse ele rindo novamente, agora era eu que não estava achando nada engraçado.
_E eu desperdicei suco. — falei debochando dele, que logo ficou serio.
_Vejamos não sei oque fazer com você, ainda não foi no hospital? — perguntou ele.
_Não no papel que me entregou, dizia que hoje era o dia que eu começava. — o respondi calmamente.
_A Claro, mais então aumentei os dias de seu trabalho voluntario será um mês agora. — disse ele, sinceramente algo me diz que esse trabalho será ótimo não o vejo como um castigo.
_Ok. — falei. _Poço ir para sala? — perguntei.
_Não está suspensa novamente da aula. — Ah ótimo desse jeito vou repetir.
_Mais como assim de novo?! Ah Droga. — falei seria, e ele riu.
_Vejo que está preocupada agora não é, pensasse nisso antes, agora você pode ir pro seu trabalho voluntario. — disse ele sorrindo, será que vou presa se matar ele?! Ah! Que ódio peguei minha cosas e sai batendo a porta esse Adan quer me irritar não e possível ele sabe que eu não fiz nada que não pixei armário nenhum... Sai e fui para o tal hospital...
Pov. // Nicholas
Acordei cedo me arrumei e me despedi da minha mãe que estava indo para o trabalho, tomei café peguei meu violão e fui para o hospital não gosto de ir lá mais eu prometi para a Kathy que estaria lá hoje... Cheguei e fui à ala das crianças onde os pequenos de sorrisos puros ficavam, quando cheguei Kathy já estava quase entrando na sala da tortura Ok eu não deveria falar assim então, ela estava quase entrando na sala da Quimioterapia, quando me viu abriu um belo sorriso que praticamente iluminou toda a sala, me aproximei dela que já estava quase sendo levada pelos médicos;
_Você veio. — disse ela, com a voz um pouco fraca parecia que tinha chorado...
_É eu prometi minha pequena princesa. — disse lhe dando um beijo em sua bochecha.
_Mais agora não dá tempo de você cantar para mim. — disse ela fazendo biquinho.
_Oh, não se preocupe eu vou voltar aqui depois e cantar para você ok?! — falei e ela abriu um sorriso de orelha a orelha.
_Ok Nicholas. — falou ela logo me abraçando.
_Vamos Kathy. — disse a medica segurando a mão dela, a pequena assentiu e me deu um beijo na bochecha, fiquei parado vendo a medica levar ela para a sala antes da porta se fechar ela olhou para mim, e eu gesticulei com os lábios a seguinte frase. Vai dar tudo certo Acho Que ela entendeu, pois sorriu o sorriso que mais uma vez deu luz aquela sala, é tão ruim ficar ali parado vendo assim como ela varias crianças, jovens, adultos velhos e muita das vezes eu também... Entrarmos ali para sermos torturados... Uma forma dolorosa de pensar. Não ia adiantar ficar ali olhando para aquela porta então fui ver as outras crianças no quarto, como já estava ali é as crianças pediram para que cantasse para elas eu aceitei peguei o violão e comecei a cantar com a ajuda das vozes finas e agradáveis daqueles pequenos anjos sem asas.
(Musica:::::::::: I Won't Give Up — Jason Mraz)
Quando olho em seus olhos
É como assistir o céu da noite
Ou um belo amanhecer
Eles carregam tanta coisa
E como as estrelas antigas
Vejo que chegou tão longe
Para estar bem onde você está
Qual a idade da sua alma?
Eu não vou desistir de nós
Mesmo que os céus fiquem severos
Estou te dando todo meu amor
Ainda estou olhando para cima
E quando precisar de seu espaço
Para navegar um pouco
Eu estarei aqui pacientemente esperando
Para ver o que vai encontrar
Porque até as estrelas queimam
Algumas até mesmo caem sobre a Terra
Temos muito a aprender
Deus sabe que valemos a pena
Não, não desistirei [...].
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Pov. // Kristyn
Sai da merda daquele colégio com uma raiva inexplicável, ah não sei por que esse diretor não me expulsa logo, que ódio... Peguei um taxi que me levou na frente do Hospital que para minha surpresa a placa na frente dele dizia; (Hospital Aziz Shazer II // Para tratamentos contra o câncer) O que fez meu coração dar uma leve pontada, por que ser voluntaria logo em um hospital desse tipo?! Entrei é a primeira cena que vi foi uma senhora com um lenço no lugar de seus cabelos, sentada no jardim, abraçada com um senhor que julgo ser seu marido, fiquei ali parada olhando eles dois algumas borboletas rodeava eles dois e ela sorria de uma forma que eu nunca sorri o senhor pegou uma florzinha amarela no jardim e, pois atrás da orelha dela lhe dando um beijo na testa... Meus olhos marejaram... Por mim eu continuaria observando os dois. Mais uma enfermeira se aproximou de mim.
_Oi posso te ajudar? — perguntou ela e eu logo sequei meus olhos.
_Ah, oi, sim pode é que eu vim ser voluntaria. — respondi.
_Ah sim, você deve ser a Kristyn? — disse ela.
_Sim, sou eu. — disse.
_Você vai ficar na Ala das crianças, venha vou te amostrar. — falou ela andando e eu a segui.
_Mais que tipo de trabalho eu irei fazer? — perguntei curiosa.
_Os diretores de colégios como o seu, eles mandam os alunos que julgam serem um pouco problemáticos para conviver por um tempo com as crianças daqui, e as crianças daqui precisam de amigos, sorrisos e animo, esse será seu trabalho ajudar essas crianças a ter animo. — falou ela, agente chegou ao corredor da ala das crianças que eu nem percebi prestei atenção no que ela dizia, só não gostei da parte que o diretor me julga problemática, mais ok. _Me espere aqui, irei te apresentar as crianças. — falou ela indo até outra enfermeira que havia a chamado que logo a entregou uma prancheta. Fiquei parada esperando ela enquanto olhava em volta mães com seus filhos, filhos com seus pais famílias inteiras juntas, que ao olhar para qualquer um ali se você o ver sorrir já torna aquele local um pouco menos triste em um dos cantos daquele corredor tinha um pai com sua filhinha ele fez uma careta engraçada e ela riu o riso mais puro inocente e sincero que eu já vi apenas aquele sorriso deu brilho aquele enorme corredor escuro me distrai com aquelas pessoas... Mais uma musica vinda de um dos quartos me chamou atenção como se eu não mandasse nos meus pés eles me levaram até a porta de um dos quarto onde tinha um rapaz dês costas cantando junto com as crianças ouvir a musica que ele cantava ver o sorriso daquelas crianças foi com ver uma flor em meio ao deserto, fiquei olhando pela janela da porta e ouvindo a voz dele que era muito bonita por sinal;
(Mais uma parte Musica:::::::::: I Won't Give Up — Jason Mraz)
[...] Eu não quero ser alguém que vai embora tão facilmente.
Estou aqui para ficar e fazer a diferença que eu posso fazer
Nossas diferenças fazem muito para nos ensinar como usar
As ferramentas e os presentes que recebemos, sim, temos muita coisa em jogo
E no fim, você ainda é minha amiga, pelo menos, tínhamos intenção
Para funcionarmos, não quebramos, não queimamos
Tivemos que aprender como dobrar sem o mundo desabar
Tive que aprender o que tenho, e o que não sou
E quem sou
Eu não vou desistir de nós
Mesmo que os céus fiquem severos
Estou te dando todo meu amor
Ainda estou olhando para cima
Eu não vou desistir de nós [...]
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Notas finais
Aaaa gente Domingo e meu Aniversarioooooooo!!!! õ/ Parabénssss pra mimmmmmmm!!!!!!!!! Uhuuuuuuuuu!!! Agr chega kkkk fui bjss
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