I Won't Give Up (Meu Anjo)
1 Capítulo 1 -- Quem Se importa? _ Eu me Importo.
Notas iniciais
Pov. // Nicholas Lanforts
Como é difícil entender a Vida, Há Dois Anos, atrás eu estava jogando bola, conversando brincando correndo fazendo as coisas que qualquer jovem faria. Agora estou deitado na minha cama vendo a vida passar pela janela do meu quarto através de um vidro que não me permiti ter esperança, Meu nome e Nicholas Lanforts e há duas semanas a trás manchas apareceram em minha pele manchas que não dei muita importância e deixei achando que era apenas uma macha sem importância que logo sumiria. Bom, não foi assim os dias foram passando eu fui me sentindo cansado eu perdi o apetite senti dores e as manchas só aumentava, minha mãe resolveu me levar ao medico fiz muitos exames e oque eu e minha mãe temi mais nunca dissemos estava ali na nossa frente eu tinha Leucemia o chão me faltou por alguns segundos, até que percebi que isso queria dizer que eu não viveria muito, isso quer dizer que talvez eu nunca chegue a ter uma família, isso quer dizer que talvez eu nunca descubra oque e amar...
A Vida nunca foi fácil para mim, afinal ela nunca e fácil para ninguém meu pai bom, meu pai ele abandonou minha mãe enquanto ela ainda espera que eu nascesse minha mãe o verdadeiro anjo deixado na terra por Deus o meu presente mais lindo e valioso somos muito unidos eu até quis trabalhar para ajuda-la mais a mesma não quis deixar, estudo e jogo bola, ou melhor, eu jogava balo agora não posso mais.
Mesmo assim eu tentava ser feliz na maior parte do tempo eu estava feliz eu sorria afinal agora a minha mãe merecia todos os meus sorrisos ela pensa que não vejo a noite quando vai me ver para ver se estou bem ela pensa que não escuto ela orar ao meu lado enquanto chora.
Pareci injusto eu já sofri bastante com as coisas da vida mais mesmo assim eu tentei nunca desistir da vida, pareci injusto eu sempre tive bastante vontade de viver e realizar os sonhos que agora não tenho tanta certeza se chegará a concretiza-los talvez eu tenha feito algo errado e A vida esteja me castigando?! Mais oque eu posso fazer além de passar o dia esperando que a noite chegue, e quando chegar à noite deitar pedindo que mais um dia de vida me seja concedido?!...
Pov. // Kristyn Vienna
Meu Nome? Meu nome e Kristyn Vienna eu tenho 17 anos, é Estou sentada na beira da janela do ultimo andar do prédio de 10 andares onde morro as coisas lá embaixo são tão pequeninas aos meus olhos, o vento está forte que fazem meu cabelo dançar ao seu toque, o som está ligado no ultimo volume oque me trás certa paz se e que isso existe. Mais a paz que digo e a que não me deixa escutar os gritos dos meus pais brigando na sala, todos os dias isso acontece, meu pai bebe minha mãe grita berra eu me tranco no quarto ligo o som no ultimo volume tentando calar eles e meus pensamentos que gritam e berra assim como minha mãe, eu me sento na beira da janela decidindo quando tomarei impulso para me jogar e os calar de uma vez só, oque não me parece uma má ideia, seria uma maneira rápida de acabar com esse tormento de todos os dias, afinal acho que ninguém se importaria...
Eu acho que não me importo com a morte, pois sinto que já morri há tanto tempo quase nada me importa, e ninguém se importa comigo sou apenas mais um peso nas costas dos meus pais um penso que pode ser tirado agora com apenas um passo. Uma lágrima assim como eu solitária escorreu pelos meus olhos e percorrendo o mesmo trajeto que meu corpo percorreria se eu desse um passo a frente me lembrando do quanto e alto, parece errado parece injusto tantas pessoas querendo viver precisando viver e eu aqui não dando a mínima para a palavra Vida mais pelo menos essas pessoas devem ter um motivo para querer está vivas. Eu?! Eu acho que não tenho nenhum, nem amigos tenho.
Pus-me de pé na beira da janela foquei meus olhos em um ponto lá embaixo, e pedi mentalmente que os anos da minha vida que estou prestes a jogar fora sejam dados a alguém que deseja viver. Fechei meus olhos.
Pov. // Nicholas Lanforts
Fui até a sacada do meu apartamento vendo as pessoas viver lá fora enquanto vegeto aqui dentro amanhã começo novamente a quimioterapia oque me dói muito. Olhei para o lado e vi uma garota em pé na beira de sua janela, oque me assustou oque ela faz ali?! Parecia-me que está chorando era uma menina bonita mais seu jeito me parecia triste e pareci que está atormentada, a mesma fechou os olhos e levantou uma de suas pernas como se fosse da um passo, um passo em uma direção sem volta;
_Ei Menina não faz isso. ---- disse tentando parecer calmo, coisa que eu não estava, ela não abriu os olhos nem amenos me respondeu parecia que não ouvia nada, eu não podia desistir de tira-la dali. _Ei menina, olhe para mim! -- pedi. Ela parecia que aos poucos ouvia minha voz, abriu os olhos e olhou na minha direção, seu rosto estava completamente molhado. _Não sei oque está tentando fazer mais pare, sai dessa janela, por favor.- — tentei manter meu tom de voz calmo. Ela me olhou como se não acreditasse no que eu disse.
_Oque você tem haver com isso? -- pausou. _Nada, então me deixe em paz. -- respondeu ela a sua própria pergunta não me dando chances de argumentar, voltou a olhar o vazio da altura em que se encontrava, meu coração de certa forma se apertou no peito não quero ver essa garota jogar sua vida fora assim dessa forma trágica, a sacada de nossos quartos eram coladas uma na outra cheguei o mais perto que pude é ergui minha mão até ela, que parou de fitar o vazio e olhou-me confusa, sorri;
_Me da sua mão? -- pedi de forma carinhosa.
_Não! Pare de falar. -- gritou ela. _Pare de agir como se importasse. -- a menina agora chorava, continuei com minha mão erguida até ela.
_Por favor, não... Não desperdice sua vida. --- pedi, pois tudo que eu queria e ter a certeza que teria muitos anos de vida, que eu teria saúde.
_Ninguém se importa ninguém. --- agora ela parecia demostrar uma profunda tristeza oque me deu uma leve pontada em meu coração oque levaria uma garota linda como ela com saúde pensar em fazer uma coisa dessas?!.
Para o meu desespero ela soltou as duas mãos da grade da janela onde segurava e olhou para baixo suas lágrimas escorriam, um vento frio passava entre nós dois uma pontada percorreu a minha coluna um certo medo dela acabar caindo. Ela pois as mãos para frente ainda olhando para Imensidão daquela altura eu pude ver seu corpo cai lentamente até que consegui segurar sua mão, causando um forte empaqueto do meu peito com as grades da sacada, oque me causou dor muita dor meus ossos não erram tão fortes como antes, mais sei que não vou soltar ela... Não vou, ela me olhou chorando é eu com muita dificuldade eu sorri;
_Eu... Importo-me. --- disse tentado a puxar para mim.
_Por favor, não... Não me solte?! -- pediu ela, oque me deu uma ponta de alegria, pois isso quer dizer que a mesma se arrependeu.
_Não... Não vou te soltar. --- disse a puxando para cima, senti uma dor que corroeu os ossos do meu corpo, uma dor horrível, mais não a soltei, com muita dificuldade consegui a puxar para a sacada do meu quarto ela chorava em completo desespero eu só conseguia tossir senti falta de ar mais aos poucos minha respiração voltou sentindo pontadas em meu peito mais que logo diminuiram, ela se aproximou me olhando e me abraçou em uma forma de agradecimento fazendo nossos corpos se chocarem respirei fundo e abracei sentindo o coração dela bater junto com o meu [...].
"Não sou nada especial; disso estou certo. Sou um homem comum, com pensamentos comuns e vivi uma vida comum. Não há monumentos dedicados a mim e o meu nome, em breve, será esquecido, mas amei outra pessoa com toda a minha alma e coração e, para mim, isso sempre bastou." --Nicholas Sparks--_
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