Notas iniciais
Oi galera linda, tudo bem com vocês? Ó vamos dar aquele up nas reviews de novo hein, tenho novidades...VOLTEI PRO TWITTER *dançando*, é a mesma conta mas outro user, agora é @Goblintwist então podem falar comigo por lá de novo, ok? Espero que gostem desse cap hot e polêmico que nós preparamos pra vocês, não esqueçam de deixar a opinião hein, beijos. Paulo.

Minhas pernas tremeram e apoiei as mãos na mesa de vidro de Edward.

Grávida?

Sem dizer uma palavra, olhei para Edward que estava espantado. Pedi os papéis os quais ele me entregou receoso.

Sophia olhava tudo com um sorriso petulante.

Avaliei os papéis e realmente, estava ali. Havia até uma foto do pequeno bebê. Parecia um pesadelo, mas a verdade estava ali.

Minha mente trabalhava furiosamente, tentando de todo jeito negar a verdade. Não é mentira. Não é golpe da maluca.

Minha respiração ficou rápida e grunhi.

Logo agora que estávamos tão bem!

O que iria acontecer daqui para frente? Eu não fazia ideia! Edward teria um filho para criar agora. E sua ex-mulher é perdidamente apaixonada por ele... A pergunta principal é: Como ele vai agir?

Larguei os papéis assim que fitei o ‘positivo’ em negrito e olhei a ultra novamente.

Mais uma barreira.

Olhei para Edward que agora estava sentado no sofá, com as mãos na cabeça e feições sérias.

Olhei a data do exame e havia uma proximidade da data em que ela tenha ficado grávida, foi antes de Edward me conhecer.

– Essa criança será muito bem-vinda. – ele disse de repente. – Porém eu quero outros exames, não me leve a mal Sophia, mas não confio em você. E quero ter a certeza de que esse bebê é meu.

– Como se atreve! — Ela gritou e eu tapei os ouvidos. — Ao contrário de você, eu nunca trai ninguém! – Gritou novamente e minha cabeça girou.

– Sophia, por favor... — Edward gemeu. – Escute. Será rápido e você não tem nada a perder...

– Eu faço! Você verá como não minto para você meu amor — Levantei os olhos ao ouvi-la chamando-o assim.

Edward a fitava sem acreditar e eu comecei a me sentir uma intrusa ali.

Eles tinham coisas a resolver, e o nosso destino, talvez, fosse incerto.

Eu me levantei e Edward no mesmo instante se levantou também, vindo para onde eu estava.

– Fique! — Pediu amuado.

– Edward... Você tem assuntos a resolver... — Sussurrei.

– Não, ei. Por favor. — Seu dedo levantou meu queixo e o olhei por alguns minutos.

– Tudo bem. — Sentei-me novamente em sua cadeira. E ele respirava, aliviado.

– Sophia... Como já disse, essa criança será muito bem-vinda, mas o meu compromisso e amor, é com ela. Entenda que NADA vai mudar. Eu estou com Bella agora, ela é minha escolhida.

Surpreendi-me com suas palavras e fitei seu rosto, emocionada e ao mesmo tempo culpada.

– NÃO! — Sophia berrou. — Eu estou carregando um filho seu, ele vai precisar de você, Edward, e eu também. Por favor, não me deixe por ela. – Seu pedido era manhoso e totalmente injusto.

– Sophia, não adianta insistir. É assim que vai ser. –Edward disse firme.

– Quem garante que essa mulher não irá maltratar nosso filho, Edward?

Arregalei os olhos e minha boca se abriu em choque.

– Eu JAMAIS faria isso. Eu amo crianças e não importa a mãe doente que ele ou ela vai ter. Terei o maior prazer de cuidar dele.

– Cuidar dele? Como se eu fosse deixar meu filho com você! Edward, se você ficar com ela, considere-se sem filho.

Sophia pegou sua bolsa e sorriu novamente.

Edward saiu do meu lado e a pegou pelo braço, antes que ela saísse porta a fora.

– Não me ameace desse jeito. Jamais, darei todo o apoio para essa criança, serei um pai e tenho o direito de vê-lo quando bem entender!

Ela arregalou os olhos de medo e tentou se afastar.

– Entendeu? — Ele perguntou ameaçadoramente.

– Sim. — ela sussurrou. – Volte pra mim.

Eu me senti deslocada, ela o olhava com completa devoção... Chegava a ser doentio.

Ele se afastou como se ver aquilo, o fizesse mal.

Eu deveria mesmo estar vendo isso?

– Não, Sophia, entenda. Você não é a mulher que amo. Por favor... Apenas entenda, para o bem de todos.

Ela bufou e suas feições mudaram novamente, tornando-se quase agressiva.

Ela deu um tapa em seu rosto e passou pela porta saindo do escritório.

Levantei-me em um sobressalto.

– Você está bem? – Perguntei ao parar na sua frente e acariciei levemente o local avermelhado.

– Não é o primeiro tapa que levo... Está tudo bem.

Suspirei e de repente eu estava em seus braços. Ele me apertava forte e enfiava o rosto entre meus cabelos.

– Sinto muito. Se quiser me deixar, vou entender. – Seu tom era doce e ao mesmo tempo temeroso. Parecia uma criança acuada.

– Eu te amo... Não faria isso. — Sussurrei de volta.

– Obrigada – ele suspirou aliviado e riu, antes de beijar novamente meus lábios.

– Não estava nos planos...

– E quem se importa? – Eu disse com um sorriso torto. – É seu filho e serei a melhor segunda mãe do mundo!

Ele me fitou e riu da minha animação.

– Você me surpreende a cada dia.

– Assim como você – resmunguei.

– Desculpe interromper, Edward, mas a reunião é agora. Não pode perdê-la.

Mary está na porta e pela primeira vez eu a vi triste em nos interromper.

– Eu tenho que trabalhar. — dei de ombros. — Tudo bem.

– Depois dessa reunião, podemos ir embora? – Ele me beijou e eu suspirei.

– Assim fica difícil negar, Sr. Cullen – Ele riu.

Edward me soltou e pegou o café que estava em cima de sua mesa.

– Delicioso... — Sussurrou e olhou para mim agradecido.

Dei de ombros e o vi sair da sala com Mary.

Eu queria... Queria estar segura de que tudo vai dar certo. Mas é difícil, a cada dia uma surpresa, uma barreira, alguém colocando obstáculos em nossa relação.

Pensei no desprezo de seu pai por mim, na gravidez inesperada de Sophia, o quanto Edward estaria sofrendo ataques da mídia e comecei a chorar.

Encostei-me à parede e ali mesmo desabei em mais lágrimas. Eu estava exausta de tentar me segurar. Ser forte todo tempo estava me cansando.

***

Quando chegamos, Edward e eu não dissemos uma só palavra.

Me dei conta de que era a primeira vez que estava em sua casa.

– Sinta-se em casa. – ele disse.

– Hmmm, vamos ver o que acho de interessante.

Eu ri e explorei os cômodos ali.

Era grande e muito bem decorado, lembrei-me da casa de seus pais. Provavelmente Esme que havia cuidado disso.

Havia três quartos de hóspedes, e me dei conta de que era um duplex.

A cozinha ampla e iluminada ficava na parte de baixo da casa, juntamente com o escritório, biblioteca e o quarto principal, o dele.

Seu quarto possuía um design moderno, ao mesmo tempo em que simples.

Assustei-me ao ver que havia uma foto nossa em um dos porta-retratos do lado de sua cama.

Meu vestido azul denunciava que a foto era recente. Talvez ele tenha achado na internet. Fomos atacados pelos paparazzi naquela noite. Mas a foto era bonita.

– É ótimo olhar isso quando acordo... Me faz sorrir. — Sua voz rouca e baixa atrás de mim me fez estremecer.

Senti sua respiração em minha nuca e gemi ao sentir o calor de seus braços ao redor de minha cintura, puxando-me para ele.

Seu nariz roçava de leve em meu pescoço, enquanto seus lábios beijavam minha pele.

– Tão cheirosa e doce...

Dali em adiante, perdi a noção de tempo, espaço e pudor.

***

Uma semana havia se passado diante dos meus olhos como um borrão, tantas coisas aconteceram!

Sophia havia refeito os exames em um laboratório que Edward havia escolhido e sim ela está gravida e o bebê era mesmo de Edward.

A ideia não me incomodava independente de Sophia ser a mãe, a criança não tinha culpa e eu sabia que Edward estava feliz.

Minha nova rotina era ir para a casa dele, simplesmente não me deixava voltar para casa e Paulete parecia feliz por mim. Sentia-me culpada por deixá-lo dessa forma, mas resistir a Edward era difícil.

– More comigo... – Ele pediu pela milésima vez na semana, com o rosto apoiado em minha barriga e as mãos acariciando-me distraidamente. – Quero dormir e acordar todos os dias com você...

– Edward... Não posso largar Paulete dessa forma, ele só tem a mim e há pouco tempo, ele era tudo que eu tinha também.

– Pois ele pode vir morar com a gente, espaço não falta... Mas preciso de você.

– É uma oferta tentadora... Verei o que posso fazer a respeito. – Eu respondi rindo. — Sabe que temos que trabalhar, não é?

– Não... — Ele gemeu e enterrou mais o rosto em minha pele, fazendo-me rir.

– Nossa! O maior e mais jovem empresário de todos os tempos está com preguiça de trabalhar? Isso mesmo? — Perguntei debochadamente.

– Qual homem não gostaria de ficar todo o tempo na cama com uma mulher, linda e deliciosa como você? – Ele levantou o rosto e me beijou demoradamente.

– Vamos nos atrasar... — resmunguei.

Ele rolou os olhos e me beijou novamente.

– Parece que seu novo cargo deixou você mais ansiosa para o trabalho.

Bufei e ri em seguida.

Edward praticamente me forçou a mudar de cargo, eu briguei, bati pé até o último segundo. Mas não adiantou, até que não estava sendo tal ruim assim.

Agora eu era secretária de Alice e consequentemente podia ficar mais com Paulete. E isso era bom.

No final, eu estava satisfeita. Ter Alice como chefe era maravilhoso e o trabalho era algo que ocupava minha mente e me fazia sentir útil para alguma coisa.

– Não esqueça que hoje, vou à academia com Paulete, onde Jacob dá as aulas.

– Ah, é verdade. — Ele sorriu e fomos em direção da cozinha.

– Muito bem, hora de comermos e depois irmos trabalhar.

***

Paulete pov.

Aproveitando que saímos cedo, estávamos indo para a academia visitar Jacob, o rádio do carro em volume médio, eu ainda enchia Bella de perguntas sobre sua foda-nada-normal com Edward Cullen.

– Diz aí marinheira... – eu a estimulei.

– Marinheira? – ela me olhou de olhos arregalados.

– Edward transa de meia? Diga que não. – eu lhe perguntei e ela arqueou uma sobrancelha me olhando incrédula.

– Não. – ela respondeu corada e rindo – Que tipo de perguntas são essas?

– Seu rosto está em cinquenta tons de vermelho, não fique constrangida, eu sei, se eu tivesse tido uma noite, um dia, com Edward Cullen eu também ficaria receoso em contar os seus maiores segredos. – Tirei uma mão do volante passando em frente ao seu rosto com ar de mistério.

– Estamos chegando? – ela me perguntou.

Dei uma olhada no papel com o endereço e depois uma varrida rápida no local, onde havia uma placa.

– Chegamos.

Descemos do carro, o prédio parecia ser uma construção do século passado, havia um luminoso com o logotipo e uma porta de vidro na entrada.

Antes que fossemos ao balcão Jacob veio ao nosso encontro.

– Vocês vieram mesmo! – ele disse vindo nos abraçar, seu peitoral a mostra, minha respiração desestagnou-se ao olhá-lo.

– Bella insistiu tanto que tive que trazê-la o mais rápido possível. – eu dei ombros enquanto ela me olhava incrédula com o meu cinismo.

– Não acredite em nada que ele diz Jacob. – ela o alertou.

Jacob riu e nos levou para conhecer o local. Parecia ainda maior vendo de dentro, havia diversas salas onde se praticavam dezenas de modalidades, não havia muitas pessoas no local, várias delas estavam vazias. Passamos por uma larga porta no final do corredor.

– E aqui é onde eu fico a maior parte do tempo. – ele disse apontando para a grande piscina olímpica em nossa frente.

Eu tentava juntar minhas peças e imaginar Jacob ali, minha cabeça deu um nó.

– Venha, Bella, chegue mais perto. – ele disse colocando a mão na água e fazendo algumas ondinhas.

– Não é uma boa ideia, não pra mim, não sou muito amigável com tanta água.

– Que mentirosa! – eu lhe acusei. – Jacob, Bella fez amor com Edward Cullen dentro de um iate no meio no mar, se isso é ter medo de água...

Jacob deu uma risada alta enquanto Bella corava em cinquenta tons de vermelhos mais escuros, seu olhar denunciava algo que eu imaginava ser “Eu vou matar você!”.

– A água está fria? – eu perguntei me ajoelhando ao lado dele e batendo minha mão na água fazendo-a respingar em seu peito. – Opa.

– Piscina aquecida. – ele me respondeu com um sorriso que poderia ter me feito cambalear e cair ali mesmo.

– Sinto o calor. – eu respondi.

Bella me olhava com reprovação, mas escondia o riso.

O celular de Bella tocou.

– É Edward, preciso ir atender, com licença. – ela disse e saiu pela porta.

Sentados na beirada da piscina ficamos conversando, sem Bella ali, ele me olhava de outra forma, da mesma forma daquela vez em meu apartamento antes de sermos interrompidos. Ficamos ali por longos minutos, minha cabeça estava em transe com tantos pensamentos.

Meu celular vibrou no bolso, uma mensagem de Bella que dizia “Preciso sair, volto em vinte minutos, me espere.”

– Bella vai demorar um pouquinho mais. – eu lhe alertei.

Ele soltou um sorriso torto, tirou o celular da minha mão e o jogou em cima de um monte de toalhas ali perto.

– Por que fez isso? – eu perguntei sem entender.

– Para evitar que ele se danifique caso caia na água.

– Não vou derrubá-lo. – eu parei fitando-o pensando se ele faria mesmo isso...

– Mas eu sim. – Jacob respondeu e agarrou meu braço pulando para dentro da piscina e consequentemente me levando junto, senti minhas roupas se encharcarem, a atitude repentina dele me assustou, mas eu não estava bravo, eu estava surpreso.

Surgi para a superfície e olhei em volta, ele apareceu em minha frente, o cabelo completamente molhado, o rosto a centímetros do meu.

– Jacob! Minha roupa está toda molhada. Como vou entrar no carro depois? – eu lhe perguntei fingindo estar emburrado.

– Isso não é problema. – ele respondeu. – Não é recomendável ficar de roupa dentro d’água, deveria no mínimo tirar a camiseta, se você afundar, eu não vou te salvar.

Sem pensar muito, tirei e a joguei na beirada da piscina, já estava ensopa mesmo, não faria diferença.

– Isso aqui é tão vazio.

– Especialmente hoje, e nesse horário, posso jurar que estamos aqui somente, eu, você, e a recepcionista. – ele me fitava com um olhar que eu já conhecia.

Tenha calma. Tenha calma. Não deixe essa chance ir por água abaixo.

Meus pensamentos me inundavam.

– Venha, vamos dar um mergulho.

Afundei na água com os olhos abertos para tentar ver em que direção ele ia, ele estava vindo em minha direção, tentei sair, mas ele chegou mais rápido, suas mãos seguraram meu quadril me empurrando para o canto da piscina, eu estava prensado entre os azulejos e os braços dele – aqueles braços – quando ele emergiu na minha frente.

– Você nem me deixou tomar fôlego! – eu o acusei. – Isso é trapaça!

– Mas eu posso tirá-lo. – ele disse isso e seu rosto se aproximou do meio, fechei os olhos e senti finalmente seus lábios se encostarem nos meus, me permiti aquele beijo, mesmo que eu nunca o tivesse imaginado dessa forma, seus braços me entrelaçaram e um arrepiou seguido de um calor embaixo d’água percorria meu corpo como uma corrente elétrica, ele juntou meu corpo ao dele, seu peitoral me prensando contra seus braços, eu ergui minha mão e peguei em seu cabelo molhado, dando uma mordidinha nos lábios, abri levemente os olhos e vi um sorriso pervertido que ele dava. Realmente eu estava sem fôlego, os minutos pareciam longos, eu havia esperado por aquilo há muito tempo, ele afundou na água e depois emergiu novamente vindo em direção ao meu pescoço, eu mordi sua orelha e isso lhe trouxe de volta aos meus lábios. Ficamos nos encarando, vê-lo ali daquela forma me excitava.

Ouvimos a porta abrindo e imaginei ser Bella novamente interrompendo meu momento com Jacob, mesmo que esse fosse diferente, eu me virei para olhar pra ela com ar de reprovação, mas tive uma surpresa. Ali, parada e nos encarando estava Mary – mãe de Jacob, e agora, ainda mais, minha maior inimiga, assim eu imaginei.

Notas finais
Helloooooooooo! Hehe Mary sogra do Paulete,ui. E agora? KKKKKKKKKKKK' Será que isso vai prestar? Obrigada pelos comentários do capítulo passado e continuem,e os que ainda estão na escuridão,venham para luz e nos estimulem com o seu comentário. =) Aceitei todos no group do face que anunciei sábado passado e provavelmente no meio da semana rolará um spoiler do próximo capítulo por lá. http://www.facebook.com/groups/fanficseperversoes/ Esperamos que tenham gostado e se você não tem nyah ou quer um contato mais direto,fale com a gente no twitter! @lexiifreitas , @Goblintwist e @bruh_machado Beijos! Alexia.